Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.
Divulgação/Omdia
A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.
“Last Seen” acompanha a vida de Ian Ridley (interpretado por Brammall), detetive policial que teve o rumo de sua vida alterado quando sua filha, Maggie, desapareceu sem vestígios. Agora ocupando o cargo de despachante policial, ele segue em uma busca para reunir a família a todo custo após receber um pedido de socorro de uma jovem que ele tem a certeza de ser Maggie.
Quando o despachante de emergência, lan Ridley, recebe uma ligação de uma adolescente exasperada que ele acredita ser sua filha desaparecida, nada pode impedi-lo de encontrá-la.
Confira o trailer:
A missing daughter. An alarming distress call. A father who refuses to give up.#LastSeen premieres September 9 on Apple TV. pic.twitter.com/nb1a33KMm8
No dia da estreia, como de tradição no Apple TV, chegarão ao catálogo do serviço apenas os dois primeiros episódios. Os demais serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).
Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.
Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.
Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.
Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.
Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.
Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.
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Como ele já havia relatado anteriormente, a ideia da Apple é lançar os modelos Pro do ano que vem (chamados internamente de V73 e V74) com um design majoritariamente de vidro — material que estará tanto na parte frontal quanto na traseira, bem como na lateral, que será curva.
Essa lateral deverá contar com uma faixa metálica adicional para lhe dar suporte — uma adição que teria ocorrido no meio do projeto, depois que a Apple passou a enfrentar problemas na tentativa de conectar os dois painéis de vidro sem qualquer material intermediário.
Em resumo, o roteiro de produtos planejados pela Apple não teria mudado — os iPhones de vidro já estariam em fase avançada de testes e praticamente finalizados — e fontes na empresa afirmaram que ela espera “causar impacto” com a mudança no ano que vem.
Antes desse lançamento, no entanto, a Apple deverá lançar neste ano o primeiro iPhone dobrável (junto aos novos modelos Pro, com visual semelhante aos da geração atual), bem como o “iPhone 18”, o “iPhone Air 2” e o “iPhone 18e” — estes, porém, apenas no início do ano que vem.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Embora tenham perdido muito espaço com os CDs e posteriormente com as músicas digitais e o streaming, os vinis ainda são bastante apreciados por colecionadores mundo afora — e eu diria até mesmo que se tornaram a mídia física mais relevante culturalmente falando.
O Record Picker é um app projetado justamente pra quem ainda curte manter sua coleção de discos físicos. Ele conta com recursos alimentados por inteligência artificial para ajudar os usuários a decidir o que e quando ouvir, com base em métricas como humor, data, etc.
Entre os modos mais interessantes de escolha de um álbum estão o Random (que sorteia um disco aleatoriamente, mas pode dar mais peso para os menos ouvidos) e o Mood (que permite descrever seu estado no momento para que o app escolha um entre a coleção do usuário).
Também há um recurso chamado “Disco do dia”, que permite relacionar a coleção do usuário a notícias musicais, aniversários de lançamento, shows próximos e a discos relançados em determinada data — o que permite ao app sugerir um disco por dia com um contexto especial.
Apesar do foco em vinis, o app também permite cadastrar CDs (inclusive por código de barras, com dados do MusicBrainz e do Discogs), bem como cria gráficos detalhados que relacionam obras, gravações, artistas e edições para facilitar (e muito) a descoberta de informações.
Com versões para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac (que funciona como uma central para a coleção), o app usa os modelos da Apple Intelligence para fornecer seus recursos inteligentes, tudo no próprio dispositivo — sem conta ou qualquer anúncio/rastreamento.
O Record Picker permite armazenar até 100 discos gratuitamente. Para uma biblioteca maior, é necessário adquirir o app por uma compra única de R$60. Até o dia 22 de agosto, está rolando um desafio para quem quiser adquirir o software gratuitamente.
Um dia desses, falamos sobre o CloudGear, uma plataforma cuja proposta é funcionar como uma alternativa mais poderosa que o Safari para jogos na nuvem — basicamente um navegador mais otimizado para esse tipo de atividade em relação ao browser nativo da Apple.
Falaremos hoje sobre um app ainda mais completo, o Portal: Remote Play. Além de uma plataforma para cloud gaming, ele suporta também o streaming de jogos remoto — que é quando o game é executado no próprio console do usuário, o qual funciona como um servidor.
Outro diferencial importante é o suporte a mais plataformas para além do GeForce NOW e do Xbox Cloud Gaming, já que usuários também podem jogar títulos elegíveis do PlayStation — e nas duas modalidades oferecidas pelo app: remotamente e via nuvem (Cloud Streaming).
O Portal também suporta HDMI e UVC — o que o permite receber e exibir no iPhone, iPad, Vision Pro ou Apple TV o sinal de jogos executados em outros dispositivos por meio de uma placa de captura compatível, sem depender de transmissão de streaming pela internet.
O Portal: Remote Play é gratuito para baixar na App Store e experimentar, mas para desfrutar do conjunto completo de recursos oferecidos por ele é necessário aderir a um dos planos de assinatura premium (semanais, mensais, trimestrais e anuais) ou adquirir um pacote por uma compra vitalícia.
Começando pela primeira novidade supracitada, ela permite que o Claude envie informações de uma sessão para outra num mesmo computador ou responda a sessões em outras máquinas — algo que pode ser bastante útil quando mais de uma sessão está trabalhando num mesmo projeto.
O recurso pode ser usado, por exemplo, quando há uma mudança que quebra o sistema como um todo e cuja resolução depende de algo executado em outra sessão — ou simplesmente quando alguma delas precisa saber de uma decisão de design ou de um resultado de testes.
Por ora, no entanto, apenas texto simples é suportado, de modo que nenhum arquivo ou o histórico da conversa é transferido entre as diferentes sessões. Uma sessão também não pode aprovar comandos originados de outras sozinha — sempre é requerida a autorização do usuário para tal.
New in Claude Code: your sessions can now message each other.
Instead of having to re-explain yourself in another session, you can now tell Claude to do it. It sends a summary (not your history or files), and the other session picks it up mid-task. pic.twitter.com/PtNsfXeQXP
Novidade no Claude Code: agora suas sessões podem trocar mensagens.
Em vez de ter que se explicar novamente em outra sessão, agora você pode pedir ao Claude para fazer isso. Ele envia um resumo (não seu histórico ou arquivos), e a outra sessão o recebe durante a execução da tarefa.
O Claude pode decidir enviar uma mensagem por conta própria se julgar necessário, ou o usuário pode solicitar explicitamente que ele informe algo a outra sessão — inclusive, é possível definir se elas devem ser aceitas ou recusadas automaticamente ou se devem requerer aprovação.
Modo automático como padrão
Um dos recursos mais interessantes do Claude Code é o modo automático, que permite à plataforma usar uma espécie de “classificador de segurança” para decidir se prossegue ou não com determinada tarefa, sem precisar a todo instante solicitar a permissão do usuário.
Com o modo automático, que antes era opcional, o Claude pode trabalhar sozinho por períodos muito mais longos e sem qualquer interferência humana — o que permite que seus modelos realizem tarefas complexas durante horas e entreguem um trabalho mais completo ao fim da sessão.
Pesquisas feitas pela Anthropic indicaram que o modo automático também tende a deixar o desenvolvimento mais seguro, já que desenvolvedores costumam aprovar 97% dos pedidos de permissão por reflexo (sem revisão), e bloqueiam bem menos prompts perigosos que a ferramenta (acima).
Com isso, esse modo agora passará a ser o modo padrão do Claude Code nos planos Pro, Max e Team — a partir de 14 de agosto. Como consequência dessa mudança, a Anthropic também deixará de cobrar dos usuários desses planos pelo custo computacional desse classificador.
Conforme visto pela agência Reuters, a Apple publicou uma documentação oficial de suporte ensinando usuários do macOS na China a conectar o Qwen, plataforma de inteligência artificial (IA) proprietária da Alibaba, como uma extensão da Apple Intelligence no país.
Embora ensinasse efetivamente a fazer essa integração (o que indica que não era apenas algo preparatório), a documentação foi retirada do ar pouco tempo depois — o que nos leva a entender que ela foi, no mínimo, lançada em cima da hora ou antes do período previsto pela empresa.
O guia atualizado em chinês da Apple diz que os usuários que optam por participar podem usar o Qwen via Siri para obter respostas mais detalhadas a algumas solicitações, incluindo análise de fotos e documentos. As Ferramentas de Escrita também podem se basear no serviço para criar texto ou imagens a partir de uma descrição.
A possibilidade de usar o Qwen estaria disponível para usuários elegíveis com o macOS Tahoe 26.6 ou posterior. Eles devem se sujeitar a condições específicas para o mercado chinês e fazer login na plataforma — que não pode usar os materiais gerados para treinar seus modelos.
Segundo a Alibaba, que poderá usar a integração com os softwares da Apple para aumentar o alcance do Qwen, a plataforma será incorporada à Apple Intelligence também em iPhones, iPads e Vision Pros — embora ainda não se saiba qual modelo alimentará essa integração.
Lançado no ano passado exclusivamente para macOS, o aplicativo Gain Map HDR — que usa a tecnologia Gain Map para converter imagens com faixa dinâmica expandida e controle preciso de luminância — ganhou uma versão para dispositivos móveis.
Agora, usuários que não têm um Mac podem usar o iPhone e/ou o iPad para melhorar a exibição de imagens HDR1High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. em dispositivos compatíveis (como os da Apple) expandindo brilhos para além do que uma foto costuma exibir tradicionalmente depois de processada.
Todas as fotos no seu iPhone foram capturadas com uma faixa de brilho que as telas padrão simplesmente cortam. O Gain Map HDR reconstrói esse intervalo e o constrói como um verdadeiro mapa de ganho HDR, para que os destaques brilhem no seu iPhone, iPad e Mac.
Outra novidade da Inphovid, empresa responsável pelo Gain Map HDR, é o WowHDR, que foi lançado na Mac App Store em maio e tem uma proposta bem parecida com a do aplicativo supracitado, só que com foco na conversão de vídeos (e não de fotos).
Basicamente, ele pega um vídeo comum gravado em SDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. e o transforma em um vídeo HDR compatível com iPhones, iPads, Apple TVs e outras telas compatíveis, usando técnicas de mapeamento para reconstruir parte da faixa dinâmica perdida por esses vídeos.
Com essa técnica, o app consegue aumentar o brilho máximo, expandir a faixa de contraste, preservar melhor as áreas claras e gerar um arquivo HDR HLG, um dos formatos mais populares que fazem uso da tecnologia.
O Apple TV viu algumas de suas produções vencerem os Critics Choice Super Awards, versão do prêmio focada em categorias temáticas, com destaque para duas séries cujas primeiras temporadas chegaram ao serviço neste ano.
O outro destaque foi para “Pluribus”, vencedora nas categorias de “Melhor Série, Minissérie ou Filme feito para a TV” e de “Melhor Atriz” (Rhea Seehorn) em produções com a temática ficção/fantasia.
Tanto “Widow’s Bay” quanto “Pluribus” vêm se destacando bastante em premiações neste ano — inclusive nos prêmios Emmy, nos quais as duas séries receberam 19 e 18 indicações contemplando às categorias mais importantes), respectivamente.
A lista completa de vencedores dos Critics Choice Super Awards pode ser conferida aqui.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Lançado no início deste ano especificamente para usuários dos Estados Unidos e da Índia, o Pergunte ao Maps está sendo expandido agora também para Austrália, Canadá, Indonésia, Japão e México, além de mais de 150 países e territórios — por enquanto só em inglês.
A expansão para novos locais, porém, está longe de ser a única novidade relacionada ao recurso, que está mais inteligente e agora conta com características agênticas que o tornam capaz de executar tarefas complexas com várias etapas.
Divulgação/Google
Com essa novidade, passa a ser possível pedir comida em um restaurante, descobrir informações atualizadas sobre hotéis e eventos locais, comparar preços em tempo real, mostrar shows em determinado local, dentre outras tarefas.
Divulgação/Google
A Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), por sua vez, permite integrar o recurso ao Gmail para que o chatbot tenha um maior contexto na hora de realizar tarefas — inclusive com a possibilidade de relembrar conversas anteriores, caso o histórico esteja ativado.
Divulgação/Google
O Google também está expandindo as atualizações em tempo real do Pergunte ao Maps para transporte público, além de permitir que usuários contribuam com informações sobre locais conversando ou enviando uma foto de uma placa, por exemplo.
Divulgação/Google
As atualizações sobre transporte público, as respostas mais contextuais e a capacidade de relembrar conversas anteriores estão sendo disponibilizadas a partir de hoje para todos os locais onde o Ask Maps está disponível (o que agora inclui o Brasil).
Ask Maps is getting an upgrade. 🔍✨
Now powered by agentic capabilities, real-time information, and Personal Intelligence, Ask Maps is transforming how you plan and move through the world. pic.twitter.com/XadDCw44uu
Os pedidos de comida, a descoberta de hotéis e eventos, e as contribuições dos usuários, por sua vez, estão começando a ser disponibilizados apenas nos Estados Unidos, com previsão de uma expansão gradual para outros países no futuro.
Em seu relatório mais recente sobre o mercado de tablets, a Omdia aponta para uma queda nas vendas de iPads no segundo trimestre deste ano — embora a Apple permaneça na liderança isolada entre as empresas que mais comercializam esse tipo de dispositivo.
Segundo os dados, a Maçã enviou 13,5 milhões unidades de seus tablets no período, enquanto no segundo trimestre do ano passado foram 14,5 milhões — o que representa uma queda de 7,5%, seguindo a tendência do mercado como um todo, que caiu 9,9%.
Embora tenha vendido menos, a Apple ampliou sua participação no mercado, sendo responsável por 37,8% das vendas de tablets — seguida por Samsung (16,3%), Lenovo (11,1%), Xiaomi (8%) e HUAWEI (7,7%), enquanto outras fabricantes somaram 19,1% no período.
Segundo a empresa de pesquisas, o iPad padrão foi o responsável pela maior parte das vendas da Apple, embora os modelos Air e mini tenham também contribuído com uma participação menor. Não foram mencionados dados referentes aos modelos do iPad Pro.
É algo curioso, uma vez que a Omdia aposta em um investimento maior em modelos premium de tablets nos próximos meses devido à crise atual no fornecimento de componentes.
iPad Pro de 13″
Cores: preto-espacial ou prateado Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB Vidro: convencional ou nano-texture Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
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A seção de avaliação locais em aplicativos como o Google Maps é bastante útil para ajudar outros usuários a visualizar imagens e feedbacks de lugares populares — mas recursos do gênero costumam ser bem limitados e oferecem uma abordagem que depende bastante da ação do usuário.
O Wrinkles, no entanto, oferece uma experiência bem mais completa nesse sentido. Basicamente, o app usa a localização do usuário para mostrar histórias sobre os lugares ao seu redor automaticamente — como um guia local personalizado em qualquer lugar do mundo.
Alimentado por inteligência artificial, o app permite que os usuários perguntem sobre os lugares que acharem interessantes — e o app responde em tempo real com um conhecimento enciclopédico sobre praticamente qualquer assunto, daqueles mais simples aos mais complexos.
Com a capacidade de criar um roteiro turístico personalizado em questão de segundos, o app conta com um mapa que permite navegar e descobrir histórias em qualquer lugar — tanto as criadas pelo próprio aplicativo quanto as que forem criadas pelos usuários.
Isso porque o Wrinkles permite que os usuários vinculem suas publicações a locais específicos no mapa e destaquem lembranças pessoais a respeito deles. É possível também salvar os locais preferidos para que eles sejam organizados automaticamente pelo Wrinkles como guias pessoais.
O Wrinkles está disponível gratuitamente na App Store e conta com opções de assinatura por R$30/mês e R$300/ano, as quais liberam a versão Explorer. Também é possível adquirir o Trip Pass a partir de uma compra de R$250.
O aplicativo de mensagens Signal, conhecido pelo seu grande enfoque em segurança e privacidade, anunciou hoje que está expandindo o suporte a dispositivos vinculados — permitindo agora usar uma mesma conta em mais de um smartphone, tanto no iOS quanto no Android.
No sistema operacional da Apple, o suporte como dispositivo vinculado é uma adaptação do que já era possível fazer com iPads desde 2019. Basicamente, o Signal modificou a mesma interface já existente para que ela funcionasse bem em telas menores, sem perder a compatibilidade com o iPadOS.
No Signal, ao configurar a vinculação de um novo dispositivo, o usuário pode escolher entre duas opções: transferir todo o histórico de conversas e mídias armazenadas dos últimos 45 dias ou simplesmente começar do zero — nesse caso, o novo aparelho recebe apenas novas mensagens.
A possibilidade de sincronizar o histórico de conversas, vale recordar, estreou no aplicativo no ano passado. Diferentemente de alguns mensageiros, todo o processo é criptografado de ponta a ponta — ou seja: os servidores do Signal não têm acesso ao conteúdo das mensagens.
Além de possibilitar definir outros smartphones e tablets como dispositivos vinculados, o Signal também permite (há bastante tempo) fazer o mesmo com computadores — seja no macOS, Windows ou Linux.
De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Apple dará o pontapé inicial nos preparativos para o evento especial de lançamento dos próximos iPhones com um sorteio interno entre funcionários de suas Apple Stores, com o objetivo de selecionar quais deles trabalharão presencialmente lá no Apple Park durante o grande dia.
Como trata-se de um número limitado de vagas (que certamente são bem disputadas), a empresa abriu inscrições para funcionários interessados até o dia 8 de agosto, e notificará os selecionados até o dia 17 do mesmo mês, segundo um memorando ao qual o veículo teve acesso.
Para se inscrever, os candidatos também não podem ter participado da WWDC26 e nem do evento especial de lançamento dos iPhones em setembro do ano passado — o que garante uma maior rotatividade nos funcionários selecionados para esses eventos.
Os funcionários que forem agraciados com o sorteio, segundo o memorando, atuarão em tarefas como organização de filas, check-in dos convidados e recepção aos participantes, bem como fornecerão informações e oferecerão suporte às equipes de segurança envolvidas.
O memorando também diz que o evento ocorrerá na primeira quinzena de setembro. Tradicionalmente, ele ocorre na 2ª terça ou quarta-feira do mês. Como segunda (7/9) será feriado nos Estados Unidos, é provável que o grande evento deste ano aconteça na quarta-feira (9/9).
A JBLlançou hoje no Brasil os Endurance Pace. Apresentados no início deste ano, eles são uma opção interessante para quem pratica algum esporte ou exercícios físicos, e contam com recursos projetados especialmente para esse tipo de atividade.
Um dos maiores diferenciais desse produto é a tecnologia OpenSound, capaz de entregar áudio de grande qualidade sem bloquear o canal auditivo — num formato que é indicado para quem não curte fones de ouvido do tipo intra-auricular.
O driver dinâmico sensível de 18x11mm oferece agudos nítidos e cristalinos, médios encorpados e ricos, com um algoritmo de reforço de graves adaptativo. Devido ao formato e à tecnologia, o som direcional é reproduzido com o mínimo de vazamento, mantendo os fones encaixados por fora e confortáveis durante o uso.
Com uma armação leve (de metal com memória de titânio), que mantém os fones confortáveis durante o dia, o produto também conta com classificação IP68 e pode ser submerso em água doce por até 30 minutos, a mais de um metro de profundidade.
Os fones também possuem captação sonora avançada (graças aos seus dois microfones com tecnologia beamforming), bem como uma bateria com autonomia de até 10 horas e capaz de prover até 4 horas de uso com uma carga de 10 minutos.
Uma boa parte das pessoas certamente já teve aquela ideia “matadora”, que acredita ser capaz de revolucionar ou transformar o mundo de alguma forma. Essa ideia, no entanto, quase sempre acaba esbarrando na falta de meios ou recursos para colocá-la em prática.
Com a criação de conteúdos audiovisuais, não é diferente. Muitas vezes, aquela ideia genial que poderia lhe render bons frutos no futuro acaba ficando estagnada seja por falta de conhecimento técnico para executá-la ou até mesmo por limitações de tempo ou dinheiro.
Nos últimos anos, a magia da inteligência artificial generativa vem mudando bastante esse cenário, tornando a produção mais acessível e prática até mesmo para não profissionais. E esse potencial é ainda maior quando usamos aplicativos dedicados no nosso workflow.
Um exemplo de app bem interessante focado em produção audiovisual é o Flow Studio. Basicamente, com ele você terá todos os recursos e facilidades para ajudar a transformar ideias em recursos 3D editáveis, performances animadas e tomadas bem trabalhadas.
Desenvolvido pela renomadíssima Autodesk, o Flow Studio é um hub que reúne ferramentas 3D baseadas na nuvem e alimentadas por IA para acelerar a produção gráfica, diminuindo a complexidade de tarefas que antes podiam ser para lá de técnicas.
Basicamente, o Flow Studio ajuda a transformar filmagens em cenas 3D editáveis e resultados prontos para direção, com ferramentas para captura de movimento, rastreamento de câmera, integração de CG e exportação — seja você um criador independente ou parte de uma equipe de efeitos visuais.
O recurso Wonder 3D, por exemplo, permite gerar rapidamente personagens ou objetos 3D a partir de uma simples solicitação de texto ou do envio de uma imagem. Após gerados, os assets podem ser refinados, editados e reutilizados em diversos projetos, plataformas e fluxos de trabalho.
Após gerar seu personagem, você pode usar o AI Rigging para ajudar no processo de animação — uma das etapas mais técnicas dessa fase — com poucos cliques. Ele também permite usar mockups de IA nos projetos ou exportar ativos manipulados para outras ferramentas.
O AI Rigging se integra ao Neural Layer no fluxo de trabalho mais amplo do Flow Studio: crie a estrutura dos personagens para animação e, em seguida, use o Neural Layer como uma etapa de finalização cinematográfica para aperfeiçoar a aparência das tomadas com renderização aprimorada diretamente na plataforma do Flow Studio — sem a necessidade de um pipeline de renderização tradicional.
Na prática, o Flow Studio reduz a distância entre a imaginação e a execução. Em vez de gastar horas com configurações técnicas, criadores de conteúdo audiovisual 3D podem dedicar mais tempo a experimentar, iterar e encontrar a melhor versão para as suas ideias.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.
O popular jogo Wolfenstein 3D (um dos primeiros games de tiro em primeira pessoa do mercado) foi reconstruído do zero como parte de um novo projeto para modernizá-lo.
O objetivo dessa empreitada, denominada Wolfenshine, foi superar as limitações técnicas da época em que o jogo foi lançado e que o impediam de ter coisas como sombras, luzes coloridas, neblinas e outros efeitos.
O novo projeto, por sua vez, faz uso dos arquivos de mapas, inimigos, armas, sons e gráficos do jogo original — que não são distribuídos junto do Wolfenshine, mas lidos a partir de uma cópia própria do usuário (seja a versão shareware gratuita ou a completa, com as seis fases) — e acrescenta uma camada de efeitos modernos por cima, levando um pouco da tecnologia atual para o game.
Com isso, salas que teoricamente deveriam ser iluminadas por uma lâmpada passam a realmente contar com iluminação, corredores passam a exibir a luz originada por uma porta aberta, dentre outras coisas bem legais.
A jogabilidade, cabe destacar, continua exatamente a mesma. Como o game usa os mesmos arquivos da versão original, basta apertar F2 no teclado para alternar entre o visual clássico e o do Wolfenshine, num passe de mágica.
O Wolfenshine é um projeto de código aberto. O código-fonte e todos os detalhes técnicos (incluindo o passo a passo para a sua instalação) estão disponíveis no repositório oficial no GitHub, onde ele pode ser baixado em versões para macOS, Windows e Linux.
Mais de uma década após lançar o Apple Pay nos Estados Unidos, a Maçã continua expandindo sua plataforma de pagamentos sem contato mundo afora. Desta vez, o recurso está chegando às Filipinas.
Conforme relatado por um usuário do Reddit, a novidade está disponível para donos de cartões do GoTyme Bank, UnionBank, Chinabank e Metrobank — tanto para a bandeira Visa quanto para a Mastercard — nas modalidades crédito e/ou débito.
Com esse suporte, usuários dos bancos supracitados podem adicionar seus cartões ao aplicativo Carteira (Wallet) da Apple para fazer pagamentos por aproximação usando o iPhone ou o Apple Watch.
O Apple Pay também pode ser usado para fazer pagamentos com facilidade na web (inclusive no macOS) sem a necessidade de digitar seus dados pessoais e os do cartão na hora do checkout.
Uma nova reportagem do The Information aponta para a existência de um problema estrutural na forma como a Apple gerenciava arquivos de trabalho de seus funcionários — algo que teoricamente permitiu que quem não fazia mais parte do time de colaboradores da empresa continuasse tendo acesso a documentos importantes e confidenciais.
Ex-funcionários da empresa afirmaram ao site que, no tempo em que estiveram em seus cargos, a Maçã incentivava o uso de suas Contas Apple pessoais para armazenar arquivos de trabalho. Para tal, a empresa adicionava 2TB de armazenamento a essas contas e elas passavam a contar com uma pasta denominada “Apple Work”, onde tais arquivos deveriam ser armazenados.
Essa abordagem existe para contornar uma limitação presente nos iPhones: a impossibilidade de usar duas contas primárias da Apple no mesmo dispositivo. Desta forma, vincular a pasta de trabalho à conta pessoal dos funcionários é uma maneira de evitar que eles tenham que usar um segundo iPhone apenas para assuntos corporativos — uma questão de comodidade.
Quando o funcionário deixa a empresa, a Maçã remove o armazenamento adicional concedido e o acesso à pasta “Apple Work” — o que, na prática, impede que a maioria dos arquivos de trabalho continuem sendo sincronizados com os ex-trabalhadores. Isso, em teoria, já que nem todos os arquivos eram compartilhados diretamente para essa pasta confidencial.
Os funcionários relatam que, às vezes, documentos do Pages, do Keynote e outros arquivos poderiam ser compartilhados por colegas diretamente para as suas pastas pessoais do iCloud — o que faz com que eles permaneçam disponíveis (e com sincronização ativada) mesmo após deixarem a empresa — sem que eles façam nenhum esforço ativo para mantê-los.
Nada a ver com caso contra a OpenAI, diz Apple
Esse relato vem à tona em meio ao andamento do processo judicial que a Maçã abriu contra a OpenAI, acusando-a de obter, a partir de ex-funcionários, segredos confidenciais envolvendo seus projetos de hardware — o que pode dar a entender que alguns desses segredos poderiam ter sido obtidos sem uma atuação mais ativa dos acusados.
A Apple disse ao The Information que o processo não diz respeito a documentos compartilhados ou armazenados no iCloud e que não persegue ex-funcionários apenas porque arquivos confidenciais foram mantidos acidentalmente em suas contas pessoais — o que dá crédito à informação publicada pelo site, mesmo que não haja relação com o caso.
Por falar em Apple vs. OpenAI…
Por falar no imbróglio com a dona do ChatGPT, o 9to5Mac noticiou recentemente que a Apple rejeitou a atribuição do julgamento à juíza magistrada Virginia K. De Marchi — o que resultou numa redistribuição do caso para o juiz distrital Edward Davila. O juiz Nathanael Cousins, por sua vez, ficará responsável pela fase de produção de provas antes do julgamento.
Com as mudanças, a audiência inicial do processo, que estava marcada para 13 de outubro, foi cancelada e provavelmente acontecerá em outra data — embora os prazos para as partes conversarem sobre uma possível conciliação e planejamento de provas (até 22 de setembro) e para as chamadas initial disclosures (até 6 de outubro) estejam mantidos.