Em seu relatório mais recente sobre o mercado de tablets, a Omdia aponta para uma queda nas vendas de iPads no segundo trimestre deste ano — embora a Apple permaneça na liderança isolada entre as empresas que mais comercializam esse tipo de dispositivo.
Segundo os dados, a Maçã enviou 13,5 milhões unidades de seus tablets no período, enquanto no segundo trimestre do ano passado foram 14,5 milhões — o que representa uma queda de 7,5%, seguindo a tendência do mercado como um todo, que caiu 9,9%.
Embora tenha vendido menos, a Apple ampliou sua participação no mercado, sendo responsável por 37,8% das vendas de tablets — seguida por Samsung (16,3%), Lenovo (11,1%), Xiaomi (8%) e HUAWEI (7,7%), enquanto outras fabricantes somaram 19,1% no período.
Segundo a empresa de pesquisas, o iPad padrão foi o responsável pela maior parte das vendas da Apple, embora os modelos Air e mini tenham também contribuído com uma participação menor. Não foram mencionados dados referentes aos modelos do iPad Pro.
É algo curioso, uma vez que a Omdia aposta em um investimento maior em modelos premium de tablets nos próximos meses devido à crise atual no fornecimento de componentes.
iPad Pro de 13″
Cores: preto-espacial ou prateado Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB Vidro: convencional ou nano-texture Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
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Na esteira dessas manchetes, quatro organizações não governamentais entraram com uma ação judicial contra a Apple Brasil por não realizar a verificação de idade em apps de apostas, com menção ao jogo Casino Roulette: Roulettist, disponível na App Store. O processo foi protocolado na Justiça de São Paulo e cobra indenização de R$300 milhões por danos morais.
Além do jogo supracitado, o advogado da Anced, Márlon Reis (um dos autores da ação), menciona que há pelo menos seis títulos de jogos que simulam cassino e estão disponíveis para download por menores, mesmo que a classificação seja para 18 anos ou mais.
Segundo o processo, a ausência de controle etário permite que crianças baixem o app, adquiram créditos e apostem sem qualquer restrição. Nesse cenário, as ONGs argumentam que a Apple tem responsabilidade direta no caso por intermediar a compra de créditos dentro do jogo, sem verificar quem realiza os pagamentos.
Não se trata de entretenimento gratuito ou meramente simbólico. O usuário emprega recursos financeiros reais para adquirir fichas, arrisca-as nas partidas e, depois de perdê-las, é estimulado a realizar novos pagamentos para continuar jogando.
Além da indenização, as entidades pedem que a Apple suspenda todos os aplicativos de cassino disponíveis em sua loja até comprovar a adoção de um sistema efetivo de verificação de idade. A ação solicita que a Justiça fixe multa diária de R$500 mil caso a Apple não cumpra as medidas em dez dias.
A Apple disse ao Estadão que a verificação de idade para apps destinados a maiores de 18 anos “está em fase de testes e deverá ser lançada nos próximos meses”. Ela também destacou que já oferece ferramentas de controle parental.
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