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Adobe anuncia plugin com mais de 70 recursos para o ChatGPT

A Adobe anunciou hoje o lançamento de um plugin unificado para o ChatGPT, reunindo mais de 70 ferramentas criativas da seu suíte diretamente na interface do chatbot por inteligência artificial (IA) da OpenAI.

O plugin conta com ferramentas de aplicativos da Adobe que já possuíam integração com o ChatGPT, além de novos recursos do Adobe Express, Photoshop, Firefly, Premiere, Acrobat, Lightroom, Illustrator, InDesign e Adobe Stock, permitindo que os usuários possam criar peças publicitárias ou adaptar um vídeo para diferentes redes sociais sem precisar alternar entre aplicativos.

A novidade faz parte da estratégia da Adobe de expandir a compatibilidade dos seus recursos com as ferramentas de IA generativa; em junho, a empresa já havia mencionado que levaria esses recursos inclusive para rivais do ChatGPT, como o Claude. No Copilot, no Gemini e no Slack eles chegarão “em breve”, segundo a empresa.

Big news: a new Adobe plugin is now available in @OpenAI's @ChatGPT! 70+ tools, including @Photoshop, @AdobeFirefly, @Lightroom, and @Acrobat, all in one chat.

Mock up your photos. Repurpose a video for any platform. Turn a template into a polished PDF. Learn more:… pic.twitter.com/I1qrBctKyr

— Adobe (@Adobe) August 6, 2026
Grande novidade: um novo plugin da Adobe já está disponível no @ChatGPT da @OpenAI! Mais de 70 ferramentas — incluindo @Photoshop, @AdobeFirefly, @Lightroom e @Acrobat — reunidas em um único chat.
Crie mockups com suas fotos. Adapte vídeos para qualquer plataforma. Transforme um modelo em um PDF com acabamento profissional. Saiba mais: adobe.ly/3TDrxff

Ainda conforme a desenvolvedora, a novidade foi pensada para “facilitar e agilizar a transformação de ideias em conteúdo de alta qualidade dentro do ChatGPT”, mas a empresa destaca que, para necessidades criativas “mais profundas”, os seus aplicativos nativos seguem sendo a primeira opção.

Questionada pela AI Magazine se o uso dos recursos incorporados ao ChatGPT poderia rivalizar com o uso dos aplicativos nativos, a líder de produtos de IA agêntica da Adobe, Deepti Pradeep, respondeu o seguinte:

Dentro do ChatGPT, a experiência é transformadora: em vez de escolher plugins da Adobe separadamente, os usuários podem experimentar uma única experiência da Adobe que traz o Photoshop, Acrobat, Express e mais juntos.

Nós acreditamos que a consolidação adiciona mais valor aos usuários do ChatGPT. Fora dele, nossos aplicativos nativos permanecem essenciais para um controle mais profundo, preciso e avançado dos fluxos de trabalho.

Para iniciar, é possível utilizar algumas funcionalidades do plugin como convidado, embora a Adobe recomende fazer login com a sua conta para “desbloquear recursos adicionais”.

O plugin da Adobe já está disponível tanto no app quanto na versão web do ChatGPT.

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Fabricante chinesa rejeitou vender RAM a preços menores para a Apple

Parece que a tentativa da Apple de colaborar com a fabricante chinesa de memória CXMT encontrou mais um empecilho no caminho: supostamente, a possível fornecedora demandou os mesmos valores (ou até maiores) pagos pela Maçã à Samsung Electronics e à SK Hynix. A informação veio do site sul-coreano Digital Daily.

O desgaste ocorreu após a Maçã tentar negociar os preços das memórias, tendo seu pedido de redução de preço rejeitado pela CXMT, que manteve preços semelhantes ou até mesmo superiores aos das demais fornecedoras da Apple.

Do lado da chinesa, há alguns motivos para essa postura: a barganha de uma empresa americana com uma série de exigências quanto aos processos de certificação de qualidade contrasta com o conforto do seu domínio do mercado doméstico, já que a fabricante possui contratos de longo prazo sob preços elevados com empresas como a HUAWEI e a Xiaomi.

Os desafios

Mesmo sob forte pressão da Micron e do Senado americano, a negociação com a CXMT (presente na lista de restrições comerciais do Pentágono como uma empresa militar da China, vale lembrar) foi uma alternativa encontrada por Tim Cook para mitigar os efeitos da crise de memória.

De acordo com um executivo da indústria de semicondutores consultado pelo veículo sul-coreano, a postura da CXMT ajudou a estabelecer um piso para os preços praticados com a DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório. convencional, suficiente para que a Samsung e a SK Hynix cobrassem um valor consideravelmente mais alto. Esse conforto mercadológico quanto às fornecedoras ocidentais também diz respeito ao foco de produção para memórias de alto desempenho destinadas a data centers de inteligência artificial (IA), deixando a produção para eletrônicos de consumo em segundo plano — o que naturalmente provoca escassez.

Segundo o analista Tim Culpan, a Apple e seus fornecedores estão correndo contra o relógio para obter chips de memória a tempo do lançamento da próxima geração de iPhones, prevista para ser anunciada no mês que vem. Esse cenário fez com que a Maçã recorresse especialmente à Micron, à Samsung e à SK Hynix. A escassez poderá afetar a disponibilidade do “iPhone 18 Pro” e do “iPhone 18 Pro Max”, embora ainda exista alguma confiança de que a demanda inicial poderá ser suprida.

Resta a dúvida se a Apple seguirá em suas tratativas com a CXMT ou se dará o braço a torcer aos interlocutores estadunidenses dessa história. Em ambos os cenários, infelizmente, parece que a conta irá chegar mais alta ao consumidor final.

via Wccftech, MacRumors

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.

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Como dar nome a um alarme ou timer no iPhone, iPad, Mac e Apple Watch

Se você costuma usar o aplicativo Relógio (Clock) em iPhones, iPads e Macs ou o Timers do Apple Watch para ativar alarmes ou timers, saiba que é possível identificá-los adicionando um nome (ou etiqueta, como a Apple chama).

Isso é muito útil para quem possui múltiplos alarmes/timers em ação e quer ter um controle sobre eles.

Neste artigo, ensinaremos como é simples adicionar uma etiqueta em cada um, veja só.

Como adicionar uma etiqueta a um alarme/timer pelo iPhone, iPad ou Mac

  1. Com o app Relógio aberto, toque/clique na aba “Alarmes” ou “Timers”
  2. No caso de alarmes, você pode criar um novo tocando no botão de “+” ou editar um existente tocando em cima dele.
  1. Na seção “Etiqueta”, digite o nome que quiser.
  2. Você também pode simplesmente fazer isso pela Siri, pedindo algo como:
    • “Crie um alarme de trabalho para amanhã às 7 da manhã.”
    • “Ative um timer de pizza para 2 minutos.”

Como adicionar uma etiqueta a um alarme pelo Apple Watch

  1. Pressione a Digital Crown para abrir o seletor de apps e abra o Alarmes.
  2. Crie um novo rolando até o fim da página e tocando no “+” ou simplesmente toque em cima de qualquer alarme criado.
  3. Toque em “Etiqueta” e dê um nome a ele.

Como adicionar uma etiqueta a um timer pelo Apple Watch

  1. Mantenha a Digital Crown pressionada por alguns segundos e diga algo como:
    • “Ative um timer de pizza para 2 minutos.”
  1. O nome do timer aparecerá no Conjunto Inteligente (Smart Stack) e no próprio app Timers.

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Meta lança Muse Code, agente de programação alimentado pelo novo modelo Muse Spark 1.2

A Meta lançou hoje o Muse Code, seu primeiro agente de programação — o qual rivalizará com soluções como o Claude Code (da Anthropic) e o Codex (da OpenAI).

A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.

Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v

— Mark Zuckerberg (@finkd) August 5, 2026
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.

Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).

Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:

curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash

Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.

O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.

Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj

— AI at Meta (@AIatMeta) August 5, 2026

O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.

O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.

O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

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Crise de memórias: fornecedoras já teriam vendido toda a sua produção para 2027

A crise no mercado de DRAMs 1Dynamic random access memories, ou memórias dinâmicas de acesso aleatório. e HBMs 2High bandwidth memories, ou memórias de alta largura de banda., causada pelo boom das empresas de inteligência artificial (IA), pode ter alcançado seu ponto mais dramático até agora, com as produções de todas as três principais fabricantes desses tipos de componentes (Samsung Electronics, SK Hynix e Micron) já tendo sido reservadas para o ano de 2027 inteiro, segundo informações do DIGITIMES.

Além das memórias, outra categoria de componentes que tem sofrido bastante com a demanda causada por data centers de IA é a de chips NAND, muito utilizados em dispositivos de armazenamento flash (como SSDs 3Solid-state drives, ou unidades de estado sólido.). Embora a situação desses chips ainda não esteja tão apertada quanto a das memórias, fontes ouvidas pelo veículo dão conta de que a Samsung Electronics, a Micron e a SanDisk já venderam toda a sua produção para 2026 por preços altíssimos. A Kioxia e a SK Hynix, por sua vez, deverão firmar contratos parecidos com seus clientes até o fim deste mês.

Voltando para o caso das memórias, dados da Counterpoint Research dão conta de que a Samsung Electronics ficou responsável por 39% do mercado de DRAM (por receita) durante o segundo trimestre, seguida pela SK Hynix (com 26%) e pela Micron (25%). Apesar de todo o investimento nessas empresas, os rumores são de que os compradores de componentes estão recebendo apenas 60-70% dos volumes que solicitaram inicialmente, devido à capacidade de produção limitada.

Algumas dessas fornecedoras, é claro, são parceiras de longa data da Apple — que também tem sofrido com essa escassez de componentes, embora tenha conseguido absorver parte do impacto. Enquanto os iPhones têm passado ilesos por essa crise, produtos como os Macs e os iPads viraram alvo de aumentos expressivos de preços — algo que foi classificado por Tim Cook, o atual CEO 4Chief executive officer, ou diretor executivo. da empresa, como “enchente que ocorre uma vez a cada 100 anos”.

Ainda de acordo com o DIGITIMES, todos os compradores concordaram em realizar pagamentos adiantados por esses componentes, tenham eles estabelecido acordos de fornecimento multianuais anteriormente ou não. Ao que tudo indica, isso é uma resposta ao medo que muitas dessas empresas têm de que seus competidores tentem garantir o máximo de capacidade de produção possível — especialmente durante o período entre julho e agosto, que é quando a maior parte dos pedidos é feita.

Por ser uma das principais compradoras de memórias e chips NAND do mercado, é quase certo que a Apple também tenha desembolsado uma boa grana para garantir sua parcela de componentes para 2027, que é quando deveremos ver o “iPhone 20” chegar ao mercado. Não está claro, no entanto, por quanto mais tempo ela absorverá o impacto dos preços inflados — algumas pessoas, inclusive, acreditam que os próximos iPhones poderão ficar até US$300 mais caros por conta dessa crise.

Em uma clara manobra para tornar a sua lista de fornecedoras mais diversa, a Apple estaria testando memórias de marcas como a chinesa ChangXin Memory Technologies (CXMT), que passou a receber aportes de investidores recentemente. Isso, no entanto, não tem sido bem visto por políticos dos Estados Unidos (país natal da Maçã), que acusam a fornecedora de ter ligações com as forças armadas da China — país com o qual os americanos travam uma guerra comercial há alguns anos.

via AppleInsider, Seeking Alpha

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memories, ou memórias dinâmicas de acesso aleatório.
  • 2
    High bandwidth memories, ou memórias de alta largura de banda.
  • 3
    Solid-state drives, ou unidades de estado sólido.
  • 4
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Wispr Flow lança assistente de reuniões para rivalizar com o Granola

Já tratamos aqui do Wispr Flow, um aplicativo que ganhou popularidade por aprimorar a experiência de ditado nos sistemas da Apple. Agora, quem utiliza o app no macOS poderá acessar o Notetaker, um assistente de reuniões empurrado por inteligência artificial (IA).

O Notetaker fornece contexto adicional a transcrições, resumos e anotações com base em calendários, aplicativos conectados (como o Slack) e dicionários personalizados. Seu funcionamento é semelhante ao do Granola, aplicativo sobre o qual já falamos por aqui — usuários da plataforma, inclusive, podem importar todo o seu histórico para o Notetaker com apenas um clique.

Além de organizar transcrições, a ferramenta é capaz de deixar o usuário ciente de informações relevantes antes de reuniões, obtendo contexto a partir dos apps de terceiros em que o Notetaker foi integrado.

Após o encerramento de uma reunião, o usuário ainda pode retomar o histórico fazendo perguntas, as quais são respondidas com a indicação da minutagem e o link para o momento exato em que a resposta do assistente se baseou. 

O Notetaker é compatível com basicamente todo aplicativo executado no macOS, incluindo apps de reunião como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams e Slack. Ele conta ainda com suporte à tecnologia MCP, permitindo levar todos os seus resumos e anotações para outros aplicativos de IA.

A novidade já está disponível no macOS e, segundo a Wispr, deverá chegar “em breve” ao Windows.

via TechCrunch

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Falhas no WebKit podem revelar IP e DNS de usuários de navegadores proxy e da Retransmissão Privada do iCloud+

Três brechas na configuração de proxy do WebKit, que também afetam a Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, foram descobertas, permitindo que o endereço IP de usuários da Apple seja exposto a terceiros. O comportamento afeta todos os navegadores para iOS que dependem de conexões proxy para ocultar o IP do iPhone.

A falha foi localizada pelos desenvolvedores Talal Haj Bakry e Tommy Mysk, fundadores do navegador com foco em privacidade Psylo. Eles explicaram como a exposição da informação do usuário ocorre em uma postagem no blog oficial de Mysk:

Navegadores baseados em WebKit no iOS e no macOS podem ser configurados para encaminhar todo o tráfego web por servidores proxy. […] Em teoria, toda conexão de rede iniciada por uma página deveria passar pelo proxy configurado, de modo que os sites enxergassem apenas o endereço IP do proxy. No entanto, descobrimos que três recursos do WebKit ignoram essa configuração e enviam tráfego diretamente do dispositivo.

As três ferramentas mencionadas ao longo do boletim incluem a pré-busca (prefetching) de DNS, que resolve o endereço pelo caminho normal de DNS do dispositivo em vez de pelo proxy, expondo os servidores DNS reais do usuário; o Related Origin Requests (ROR) do WebAuthn, que faz com que o serviço de credenciais do sistema busque, diretamente do dispositivo, um arquivo de validação hospedado no domínio de origem, expondo o endereço real do usuário; e o WebTransport, que ignora o proxy ao estabelecer uma conexão HTTP/3 direta.

No caso do Safari, o recurso Retransmissão Privada do iCloud+ também é afetado pela falha; embora projetado para ter dois servidores intermediários para o tráfego e as consultas de DNS, os recursos listados ocorrem fora desse mecanismo de proteção, expondo o usuário de qualquer maneira.

Isso afeta também navegadores que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, como o Onion, que foi alertado sobre o problema junto do Tor Project. O relatório pontua, no entanto, que a única exceção quanto à exposição desses dados com algum desses recursos é o nível de segurança “Silver” do Onion Browser, que desativa o WebTransport por meio do Modo de Isolamento (Lockdown Mode).

As conexões por VPN 2Virtual private network, ou rede privada virtual. não são afetadas pela falha de segurança, visto que o tráfego do dispositivo passa pelo túnel do provedor da rede privada virtual.

O relatório conclui informando que o problema foi resolvido na versão mais recente do Psylo, que desabilitou por ora o funcionamento do WebTransport e do WebAuthn, além de bloquear a dica de pré-busca de DNS.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.
  • 2
    Virtual private network, ou rede privada virtual.

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4ª temporada de “Ted Lasso” é a estreia de hoje no Apple TV!

Chegou hoje ao Apple TV o primeiro episódio da quarta temporada de “Ted Lasso”, série aclamada do serviço estrelada por Jason Sudeikis. Dividida em dez episódios, os nove capítulos remanescentes chegarão ao catálogo do streaming da Maçã todas as quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

A nova temporada se concentra em um novo momento na trajetória de Ted: ele retorna a Richmond para comandar um time de futebol feminino da segunda divisão inglesa. Com o desenrolar da história, ele e a sua equipe aprenderão a arriscar antes de possuírem todas as respostas, encarando desafios até então inimagináveis.

Confira o trailer:

Eis a versão dublada em português do Brasil:

Além de reunir o elenco das temporadas anteriores (como Hannah Waddingham, Juno Temple, Brett Goldstein, Brendan Hunt e Jeremy Swift), reforços da nova temporada incluem Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern e Grant Feely.

Na semana passada, rolou uma première especial da nova temporada em Los Angeles:

Com o roteiro de Sarah Walker, Phoebe Walsh (que também são creditadas como produtoras), Goldstein (que também é produtor), Julia Lindon e Dylan Marron (que exerce também a função de editor de roteiro), a produção executiva fica a cargo de Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee e Bill Wrubel — além de Goldstein, Hunt e Walsh. O vencedor do Emmy Jack Burditt também assume esse posto na nova temporada.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Como desativar a sua conta no TikTok

Há algum tempo, mostramos por aqui como você pode deletar a sua conta no TikTok, rede social de vídeos curtos.

Ocorre que, além de fazer isso, é possível também desabilitá-la. A diferença é que isso fará com que a sua conta fique indisponível de forma temporária, e você poderá voltar a usá-la no futuro, se assim desejar.

Veja como fazer isso na sua conta! 😉

O que acontece se eu desativar minha conta?

Segundo a rede social, você não terá acesso à conta, mas os seus dados serão mantidos para que você possa recuperá-los quando decidir voltar a usá-la.

As mensagens diretas permanecerão visíveis para quem você fez os envios, assim como os Duetos ou as Costuras. Apesar disso, ninguém verá os seus conteúdos e o seu perfil.

Como desativar a sua conta do TikTok

  1. Com o app do TikTok aberto, toque na aba “Perfil”.
  2. Vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e escolha “Configurações e privacidade”.
  1. Escolha “Conta” e “Desativar ou excluir conta” para selecionar “Desativar conta” e seguir as etapas indicadas para concluir o processo.

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★ Acelere o trabalho de criação 3D com o Flow Studio, da Autodesk

Uma boa parte das pessoas certamente já teve aquela ideia “matadora”, que acredita ser capaz de revolucionar ou transformar o mundo de alguma forma. Essa ideia, no entanto, quase sempre acaba esbarrando na falta de meios ou recursos para colocá-la em prática.

Com a criação de conteúdos audiovisuais, não é diferente. Muitas vezes, aquela ideia genial que poderia lhe render bons frutos no futuro acaba ficando estagnada seja por falta de conhecimento técnico para executá-la ou até mesmo por limitações de tempo ou dinheiro.

Flow Studio, da Autodesk

Nos últimos anos, a magia da inteligência artificial generativa vem mudando bastante esse cenário, tornando a produção mais acessível e prática até mesmo para não profissionais. E esse potencial é ainda maior quando usamos aplicativos dedicados no nosso workflow.

Um exemplo de app bem interessante focado em produção audiovisual é o Flow Studio. Basicamente, com ele você terá todos os recursos e facilidades para ajudar a transformar ideias em recursos 3D editáveis, performances animadas e tomadas bem trabalhadas.

Desenvolvido pela renomadíssima Autodesk, o Flow Studio é um hub que reúne ferramentas 3D baseadas na nuvem e alimentadas por IA para acelerar a produção gráfica, diminuindo a complexidade de tarefas que antes podiam ser para lá de técnicas.

Basicamente, o Flow Studio ajuda a transformar filmagens em cenas 3D editáveis e resultados prontos para direção, com ferramentas para captura de movimento, rastreamento de câmera, integração de CG e exportação — seja você um criador independente ou parte de uma equipe de efeitos visuais.

O recurso Wonder 3D, por exemplo, permite gerar rapidamente personagens ou objetos 3D a partir de uma simples solicitação de texto ou do envio de uma imagem. Após gerados, os assets podem ser refinados, editados e reutilizados em diversos projetos, plataformas e fluxos de trabalho.

Após gerar seu personagem, você pode usar o AI Rigging para ajudar no processo de animação — uma das etapas mais técnicas dessa fase — com poucos cliques. Ele também permite usar mockups de IA nos projetos ou exportar ativos manipulados para outras ferramentas.

O AI Rigging se integra ao Neural Layer no fluxo de trabalho mais amplo do Flow Studio: crie a estrutura dos personagens para animação e, em seguida, use o Neural Layer como uma etapa de finalização cinematográfica para aperfeiçoar a aparência das tomadas com renderização aprimorada diretamente na plataforma do Flow Studio — sem a necessidade de um pipeline de renderização tradicional.

Na prática, o Flow Studio reduz a distância entre a imaginação e a execução. Em vez de gastar horas com configurações técnicas, criadores de conteúdo audiovisual 3D podem dedicar mais tempo a experimentar, iterar e encontrar a melhor versão para as suas ideias.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.

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Apple Pay é lançado oficialmente nas Filipinas

Mais de uma década após lançar o Apple Pay nos Estados Unidos, a Maçã continua expandindo sua plataforma de pagamentos sem contato mundo afora. Desta vez, o recurso está chegando às Filipinas.

Conforme relatado por um usuário do Reddit, a novidade está disponível para donos de cartões do GoTyme Bank, UnionBank, Chinabank e Metrobank — tanto para a bandeira Visa quanto para a Mastercard — nas modalidades crédito e/ou débito.

Apple Pay nas Filipinas

Com esse suporte, usuários dos bancos supracitados podem adicionar seus cartões ao aplicativo Carteira (Wallet) da Apple para fazer pagamentos por aproximação usando o iPhone ou o Apple Watch.

O Apple Pay também pode ser usado para fazer pagamentos com facilidade na web (inclusive no macOS) sem a necessidade de digitar seus dados pessoais e os do cartão na hora do checkout.

via MacRumors

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Uso do iCloud por ex-funcionários da Apple pode ter favorecido vazamentos de arquivos confidenciais

Uma nova reportagem do The Information aponta para a existência de um problema estrutural na forma como a Apple gerenciava arquivos de trabalho de seus funcionários — algo que teoricamente permitiu que quem não fazia mais parte do time de colaboradores da empresa continuasse tendo acesso a documentos importantes e confidenciais.

Ex-funcionários da empresa afirmaram ao site que, no tempo em que estiveram em seus cargos, a Maçã incentivava o uso de suas Contas Apple pessoais para armazenar arquivos de trabalho. Para tal, a empresa adicionava 2TB de armazenamento a essas contas e elas passavam a contar com uma pasta denominada “Apple Work”, onde tais arquivos deveriam ser armazenados.

Essa abordagem existe para contornar uma limitação presente nos iPhones: a impossibilidade de usar duas contas primárias da Apple no mesmo dispositivo. Desta forma, vincular a pasta de trabalho à conta pessoal dos funcionários é uma maneira de evitar que eles tenham que usar um segundo iPhone apenas para assuntos corporativos — uma questão de comodidade.

Adição de armazenamento

Quando o funcionário deixa a empresa, a Maçã remove o armazenamento adicional concedido e o acesso à pasta “Apple Work” — o que, na prática, impede que a maioria dos arquivos de trabalho continuem sendo sincronizados com os ex-trabalhadores. Isso, em teoria, já que nem todos os arquivos eram compartilhados diretamente para essa pasta confidencial.

Dados pessoais do iCloud

Os funcionários relatam que, às vezes, documentos do Pages, do Keynote e outros arquivos poderiam ser compartilhados por colegas diretamente para as suas pastas pessoais do iCloud — o que faz com que eles permaneçam disponíveis (e com sincronização ativada) mesmo após deixarem a empresa — sem que eles façam nenhum esforço ativo para mantê-los.

Nada a ver com caso contra a OpenAI, diz Apple

Esse relato vem à tona em meio ao andamento do processo judicial que a Maçã abriu contra a OpenAI, acusando-a de obter, a partir de ex-funcionários, segredos confidenciais envolvendo seus projetos de hardware — o que pode dar a entender que alguns desses segredos poderiam ter sido obtidos sem uma atuação mais ativa dos acusados.

A Apple disse ao The Information que o processo não diz respeito a documentos compartilhados ou armazenados no iCloud e que não persegue ex-funcionários apenas porque arquivos confidenciais foram mantidos acidentalmente em suas contas pessoais — o que dá crédito à informação publicada pelo site, mesmo que não haja relação com o caso.

Por falar em Apple vs. OpenAI…

Por falar no imbróglio com a dona do ChatGPT, o 9to5Mac noticiou recentemente que a Apple rejeitou a atribuição do julgamento à juíza magistrada Virginia K. De Marchi — o que resultou numa redistribuição do caso para o juiz distrital Edward Davila. O juiz Nathanael Cousins, por sua vez, ficará responsável pela fase de produção de provas antes do julgamento.

Com as mudanças, a audiência inicial do processo, que estava marcada para 13 de outubro, foi cancelada e provavelmente acontecerá em outra data — embora os prazos para as partes conversarem sobre uma possível conciliação e planejamento de provas (até 22 de setembro) e para as chamadas initial disclosures (até 6 de outubro) estejam mantidos.

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Apple TV adquire direitos da trilogia “Harlem”, de Colson Whitehead

De acordo com informações da Variety, o Apple TV adquiriu os direitos para adaptar a trilogia “Harlem” — que inclui os romances populares “Harlem Shuffle” (2021), “Crook Manifesto” (2023) e “Cool Machine” (2026) — em uma nova série.

Os romances serão adaptados por Graham Yost e Aric Avelino, que serão produtores executivos do projeto ao lado de Barry Jenkins, Adele Romanski, Mark Ceryak, Melissa Bernstein e Colson Whitehead, que é o escritor das histórias originais.

Ambientada na cidade de Nova York entre as décadas de 1950 e 1980, a trilogia — que mistura ficção policial com sátira social — acompanha Ray Carney, um vendedor de móveis que é atraído para o submundo criminoso do Harlem (famoso bairro de Manhattan, em Nova York).

O primeiro livro mostra as grandes mudanças econômicas e culturais do bairro na década de 1950; já o segundo mostra a ascensão da cultura de exploração nas décadas de 1960 e 1970; o terceiro, por fim, acompanha a história de Carney na década de 1980.

Ainda não há informações sobre o elenco ou mesmo quando a produção deverá estrear no Apple TV.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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MacBook Neo Sales: The Story Behind the Numbers

MacBook Neo sales have given Apple something the Mac rarely achieved through its premium models: immediate access to the enormous market for affordable everyday notebooks.

The new line arrived in March 2026 with a launch price of $599, or $499 through education pricing. That placed a current MacBook within reach of buyers who previously depended on discounted older models, inexpensive Windows laptops or Chromebooks.

Price opened the door, but appearance helped people walk through it. MacBook Neo entered the market in blush, indigo, silver and citrus, avoiding the visual compromises commonly associated with entry-level computers. The aluminum enclosure, color-matched keyboard and 13-inch Liquid Retina display made it look like a deliberate new Mac rather than a reduced MacBook Air.

Those choices changed the conversation around an affordable Apple notebook. Buyers could select a computer according to personality and style before considering processor benchmarks. Students could carry something visibly different from institutional gray and black laptops. Families could distinguish multiple computers by color, while first-time Mac owners received a product with its own identity.

Early shipment estimates suggest that strategy worked. IDC data shared with TechCrunch placed MacBook Neo shipments at approximately 1.1 million units during the March quarter, even though the computer had been available for only about three weeks. Apple does not disclose sales by individual Mac model, so the figure remains an independent market estimate rather than an official unit count.

The pace was nevertheless substantial enough to make MacBook Neo one of the strongest recent Mac introductions. It also pushed the story beyond one successful product launch. Apple had entered a price segment responsible for tens of millions of notebook purchases each year and found customers who had never seriously considered macOS.

A laptop displays an open article titled "Sticky Science: How Gecko Feet Inspire Innovation" with images of a gecko and gecko feet. Behind it, additional tabs and colorful app icons are visible on the screen.
Image Credit: Apple Inc.

MacBook Neo Sales Started With a Missing Price Tier

Apple spent years concentrating the MacBook line above the mainstream notebook market. MacBook Air became the accessible model, but its price still placed it beyond many students, families and buyers in countries where local income and currency conversion make Apple hardware especially expensive.

Discounted older MacBook Air generations partially filled that gap. Retailers could keep M1, M2 or M3 models available after newer versions arrived, offering buyers lower prices without Apple designing a dedicated entry-level computer.

That approach had limitations. Availability depended on remaining inventory, configurations varied among retailers and the product still looked like a previous generation being cleared from the channel. It could attract value-conscious buyers, but it did not establish a permanent starting point for the Mac.

MacBook Neo created that starting point. Apple designed the model around an A18 Pro chip rather than the M-series processors used by MacBook Air and MacBook Pro. The base configuration included 8GB of unified memory and 256GB of storage, enough for browsing, school assignments, communication, streaming and everyday productivity without competing directly with higher-performance Macs.

The model retained features that buyers encounter every day: an aluminum body, a 13-inch high-resolution display, a Magic Keyboard, a large Multi-Touch trackpad, a 1080p FaceTime HD camera and a fanless design. Apple rated its battery for as long as 16 hours under its testing conditions.

Performance headroom, memory capacity and external-display support remain more limited than on a MacBook Air. Those compromises are easier to accept when the computer is purchased for writing, research, web applications, video calls and media consumption rather than professional video production or complex development work.

IDC estimated that the sub-$700 segment represented about 75 million annual notebook shipments, close to 40% of global notebook volume. Windows and ChromeOS historically controlled more than 95% of that tier. Apple had been competing for a small premium section of the market while a far larger pool of buyers purchased elsewhere.

MacBook Neo sales gave the company a way into that pool without placing an old design or plastic enclosure at the entrance to the Mac line. A buyer comparing computers at similar prices could now choose macOS without first accepting a major premium.

Color Gave the Affordable MacBook an Identity

Low-cost laptops are frequently designed to disappear. Dark plastic, conservative finishes and generic bodies keep manufacturing simple and reduce the risk that one color will remain unsold. MacBook Neo took the opposite approach by making color one of the most recognizable parts of the product.

Silver preserves a familiar Mac appearance, while indigo offers a darker alternative without returning to standard black. Blush gives the line a softer finish, and citrus creates the visual signature that separates Neo from every other MacBook on a table.

The colors do more than decorate an inexpensive computer. They prevent the model from being defined entirely by what it lacks. Instead of asking why it has an A18 Pro rather than an M5, buyers can begin with which finish they want.

That distinction is valuable among younger customers. IDC described reactions from teenagers who focused on the display, weight and appearance rather than memory specifications or processor architecture. Their interest centered on how the computer would look at school compared with the Windows laptops and Chromebooks already around them.

Apple used a similar strategy when color helped turn the original iMac into a cultural object. Later iBook models carried bright finishes into portable computing, while colorful iMac and MacBook designs made personal computers feel less institutional. MacBook Neo revisits that idea for a generation accustomed to selecting colors for phones, headphones, cases and watches.

The approach also avoids making affordability look like punishment. A lower price does not force the buyer into an anonymous product with a visibly cheaper exterior. Neo has limitations, but its design gives owners something exclusive to the line instead of presenting the computer as a substitute for the MacBook they could not afford.

Color alone did not produce MacBook Neo sales. The launch price, battery life, macOS integration and recognizable MacBook construction carried more purchasing weight. Color made those advantages easier to notice and gave stores a product that could attract attention before a salesperson explained its specifications.

Four closed Apple MacBook Neo laptops are arranged in a grid, each in a different color: silver (top left), pink (top right), dark blue (bottom left), and yellow (bottom right), all seen from above.

First-Time Buyers Changed the Mac Equation

Apple said customer response exceeded its expectations and connected the launch with record participation from people buying their first Mac. That audience may prove more valuable than existing owners choosing a less expensive replacement.

A first Mac purchase can introduce a customer to applications and services that become part of daily work. People who already use an iPhone can access Messages, FaceTime, Photos, iCloud, AirDrop and iPhone Mirroring from the computer without rebuilding their digital routines.

That familiarity lowers one of the barriers to changing computer platforms. A person may have used Windows throughout school or work while carrying an iPhone for years. MacBook Neo makes the switch less financially demanding, while the connected features reduce the amount of relearning required after purchase.

MacBook Neo sales also challenge the assumption that low-cost notebook buyers care only about the lowest available price. Many customers are willing to spend more than the cost of an entry Chromebook when the difference provides a better display, metal construction, longer useful life or closer integration with a phone.

The line is therefore competing on perceived value rather than absolute cheapness. A $599 launch price remains expensive beside the least costly education laptops, but it enters the same purchasing discussion as many mainstream Windows models. It no longer requires a buyer to stretch directly toward MacBook Air pricing.

Education represents a particularly large opportunity. Schools and families make purchases around durability, battery life, software management, support requirements and the number of years a computer can remain useful. A lower acquisition price gives the Mac a better chance of surviving the first stage of that calculation.

Small businesses face similar decisions. A company that previously reserved Macs for designers or executives can consider Neo for administrative work, communication and browser-based services. Wider Mac deployment then becomes possible without assigning a premium notebook to every employee.

MacBook Neo sales may also protect Apple from depending entirely on upgrades. Mature computer owners can keep a capable Mac for many years, extending replacement cycles. Bringing new people onto the platform creates additional demand without waiting for an existing MacBook Air or MacBook Pro to become obsolete.

Worldwide Adoption Is the Larger Story

The geographic distribution of the first units shows both progress and unfinished work. IDC estimated that 44% of March-quarter shipments went to the United States. That concentration is unsurprising for an Apple launch, but the larger opportunity sits in markets where Mac adoption has remained limited by price.

India offers an early example. Approximately 18,000 units reportedly shipped there during the short March launch period, while retailers later experienced difficulty obtaining enough inventory. The local starting price of ₹69,900 remained above the direct currency conversion of the U.S. price, yet it sat far below the ₹119,900 entry point reported for MacBook Air at the time.

Older MacBook Air generations had previously generated Indian sales when retailers offered substantial discounts. Neo gives Apple and its partners a current model to promote throughout the year rather than depending on irregular clearance inventory.

Availability timing will influence adoption elsewhere. The computer reached some markets later than the initial launch, including Indonesia in May. Local taxes, currency movements, distribution capacity and supply allocation can produce a very different value proposition from one country to another.

Independent forecasts remain optimistic despite severe pressure across the PC industry. TrendForce projected Apple notebook shipments could grow 7.7% during 2026 and estimated that MacBook Neo could reach between 4 million and 5 million units. IDC later said stronger-than-expected demand from the model contributed to an upward revision of its notebook forecast.

Those gains are occurring while memory shortages and rising component costs are pushing much of the computer industry toward higher prices. IDC expects worldwide PC shipments to contract during 2026, making Apple expansion unusual in a market where many manufacturers are reducing configurations and protecting margins.

Supply control helped Apple enter the lower tier at a difficult moment. The company already designs the A18 Pro, uses a highly standardized configuration and purchases components at enormous scale. That structure gave it more room to assemble a focused notebook without relying on a separate processor vendor for the central chip.

Recent Mac price increases caused by rising memory costs may test how much of the early advantage Apple can preserve. Neo depends on remaining close enough to mainstream notebooks that first-time buyers continue placing it on the same shortlist. A widening price gap would return the Mac to the premium territory the new line was created to escape.

The next evidence will arrive through education purchasing cycles and expansion in price-sensitive countries. A personal citrus or blush MacBook can win attention in a store, but deployments across schools and small businesses will depend on supply, local pricing, management costs and useful life. The first semester filled classrooms with individual Neo buyers; the coming academic year will reveal whether entire institutions are ready to replace rows of gray laptops with macOS.

MacBook Neo sales - A girl wearing large white headphones lies on a fuzzy pink bedspread, using a laptop. She is under a sheer canopy, with soft pillows and string lights in the cozy background.
Image Credit: Apple Inc.

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Machine Learning Predicts Falls in Older Adults Using Dual-Task Gait Measures

Falls among older adults often begin with changes too subtle to be noticed during an ordinary walk. A person may still appear steady while moving through a familiar environment, yet struggle when asked to divide attention between walking and another task. A new study by researchers Dong, Hu, Guo and colleagues examines whether machine-learning techniques can identify this hidden vulnerability in community-dwelling older adults by analyzing how gait changes during dual-task walking. Published in BMC Geriatrics in 2026, the research focuses on a potentially powerful combination of digital movement measurement and artificial intelligence: spatiotemporal gait parameters recorded while people walk and perform a second mental or motor activity.

Walking is not a single, automatic action. It requires continuous coordination between the brain, muscles, sensory systems and balance mechanisms. When a person walks while counting backward, answering questions or carrying an object, the nervous system must distribute attention between locomotion and the competing task. This is known as dual-task walking. Older adults who have limited cognitive or physical reserve may respond by slowing down, shortening their steps, widening their base of support or becoming more irregular in their timing. These adaptations can provide clues about fall susceptibility that may remain invisible during conventional clinical walking tests.

The study’s central idea is that gait should be evaluated under realistic cognitive pressure rather than only in ideal, distraction-free conditions. Spatiotemporal gait parameters describe measurable features of movement across time and space, including walking speed, stride length, step time, cadence, stance duration and the variability between consecutive steps. In a dual-task setting, researchers can also examine the degree to which these variables change compared with normal walking. This difference, often called dual-task cost, can reveal how much a person’s mobility is affected when attention is divided. A larger cost may indicate reduced ability to manage competing demands while remaining stable.

Machine learning offers a way to analyze these patterns simultaneously. Traditional clinical assessment may focus on one or two measurements, such as walking speed or the number of previous falls. A machine-learning model can process many variables at once and search for combinations associated with elevated risk. Depending on the model design, the system may learn from labeled examples, in which participants’ gait data are linked to fall-related outcomes, and then estimate risk for new individuals. Algorithms can detect nonlinear relationships that are difficult to capture with conventional statistical methods, although their usefulness depends heavily on the quality, size and representativeness of the data used for training.

The community setting is especially important. Many studies of balance and falls are conducted in hospitals or specialist laboratories, where participants may be healthier, more closely supervised or less representative of the broader older population. Community-dwelling adults live independently and encounter the complex conditions that make falls more likely: distractions, uneven surfaces, hurried movement, household obstacles and the need to perform several tasks at once. By focusing on this group, the research addresses a practical question for preventive medicine: can accessible gait testing identify people who appear independent but may require additional support before a serious fall occurs?

A potential advantage of this approach is its ability to move fall-risk assessment toward objective, repeatable measurement. Gait sensors, pressure-sensitive walkways, wearable devices or camera-based systems can convert movement into numerical data. Those data may be more sensitive than a brief visual observation, particularly when they capture step-to-step variability and changes induced by a secondary task. In the future, similar measurements could potentially be collected in clinics, rehabilitation centers or even at home. However, a prediction tool would need to be tested across different ages, health conditions, walking environments and technology platforms before it could be trusted for widespread use.

The research also highlights the technical challenges behind apparently simple predictions. Falls are influenced by numerous factors, including muscle strength, vision, medication use, reaction time, fear of falling, neurological disease and environmental hazards. Gait features alone cannot explain every incident. A machine-learning model may also perform impressively on the data used to develop it but less reliably on people from another population, a problem known as limited generalizability or overfitting. For clinical adoption, researchers must therefore evaluate calibration, sensitivity and specificity, test the model on independent datasets and make its decisions understandable to health professionals and patients.

Although the citation identifies the study’s objective and methodology, it does not provide detailed numerical findings such as sample size, predictive accuracy or the specific algorithm used. Those results will determine how close this technology is to practical deployment. Even so, the study reflects a broader shift in geriatric care: fall prevention is increasingly being treated as a problem of measurable, dynamic performance rather than a simple checklist of past incidents. By combining dual-task gait analysis with machine learning, the researchers are investigating whether the body’s response to distraction can serve as an early warning signal—one that could eventually help clinicians intervene before a dangerous fall changes an older person’s independence.

Subject of Research: Fall-risk prediction in community-dwelling older adults using machine learning and dual-task spatiotemporal gait parameters.

Article Title: Machine learning-based fall risk prediction in community-dwelling older adults using dual-task spatiotemporal gait parameters.

Article References: Dong, G., Hu, H., Guo, Y. et al. “Machine learning-based fall risk prediction in community-dwelling older adults using dual-task spatiotemporal gait parameters.” BMC Geriatrics (2026). https://doi.org/10.1186/s12877-026-07998-3

Image Credits: AI Generated

DOI: 10.1186/s12877-026-07998-3

Keywords: machine learning, fall risk prediction, older adults, community-dwelling older adults, dual-task walking, gait analysis, spatiotemporal gait parameters, geriatric medicine, balance, mobility.

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Arts Council Blasted for Funding ‘Woke’ Projects While Traditional Museums Close

Arts Council England is facing a backlash for splurging millions of taxpayers' pounds on projects like queer cabaret, gender-diverse kids' shows and identity workshops while traditional museums are closing their doors.

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