A Apple anunciou o watchOS 27 com uma quantidade razoável de novidades, e neste vídeo lhes trago um resumo das principais mudanças que chegarão ao Apple Watch nesta atualização.
Entre os destaques, está a Siri AI (que requer um iPhone compatível), com um novo app dedicado a conversas mais naturais e contextuais. A interface também recebeu refinamentos visuais com o Liquid Glass, incluindo ícones redesenhados como o do Maps, além de um novo grid dinâmico de sugestões de apps ao pressionar a Digital Crown.
Outras novidades incluem novos botões para fechar ou silenciar notificações, um gesto de tocar e segurar para abrir itens do Conjunto Inteligente, e a chegada de um novo app Buscar (Find My), unificando a localização de pessoas, dispositivos e itens. Há ainda o recurso Call Context, que exibe informações relevantes durante chamadas.
No quesito desempenho, a reprodução de música ficou mais rápida, e a Apple promete melhor eficiência de bateria e conectividade Wi-Fi aprimorada. Para quem treina, o watchOS 27 traz maior precisão de distância em corridas e caminhadas na esteira, contagem de passos mais precisa e um Workout Buddy menos intrusivo, mais independente e agora com suporte a espanhol. O Acompanhamento de Ciclo (Cycle Tracking) também passa a contar com alertas de perimenopausa e menopausa.
Uma ausência notável é a do app Walkie-Talkie, que curiosamente não está presente nesta versão.
Este vídeo contou com o apoio do IvyCraft, um workspace de criação com IA que transforma documentos, vídeos e páginas da web em conteúdo pronto — slides, infográficos, vídeos explicativos, podcasts e muito mais, tudo direto do navegador, sem precisar instalar nada. Experimente gratuitamente!
Se você gosta de acompanhar o mundo da aviação, então vale a pena conferir o app Overflight, o qual oferece uma visualização no estilo radar de todo o céu visível, com o diferencial de exibir com destaque a aeronave que está passando acima de você. É possível deslizar a tela para focar em qualquer outra aeronave e, quando o céu está tranquilo, o app permanece em estado de espera até a próxima ocorrência.
O aplicativo, é claro, também exibe detalhes como informações sobre a companhia aérea, o número do voo e o tipo de aeronave, bem como altitude, velocidade vertical, velocidade em relação ao solo, trajetória, rumo e distância.
Ele ainda pode mostrar, com destaque, o tráfego militar e de interesse especial assim que eles entram no céu. Vale notar, porém, que nem todas as aeronaves transmitem sua posição (alguns voos militares operam sem transmissão).
Na versão Pro, é possível conferir rotas em tempo real (da origem ao destino), ouvir anúncios de tráfego por voz, receber alertas de aproximação de aeronaves e ativar um modo “sempre ligado” para exibição ambiente contínua — ideal para a Apple TV, cuja versão foi recém-lançada.
O Overflight utiliza dados ADS-B gratuitos fornecidos por usuários e não requer a criação de conta ou cadastro. Além disso, sua localização é usada apenas para identificar as aeronaves acima de você.
O app está disponível gratuitamente na App Store para iPhone, iPad e Apple TV. A versão Pro, por sua vez, custa R$25/mês, R$130/ano ou a partir de uma licença vitalícia por R$500.
A novidade pode ser considerada uma expansão da sincronização limitada que já existia entre os dois aplicativos, e que permitia enviar dados já consolidados do aplicativo da Apple para o do Google — mas não o contrário.
Segundo o site, agora é possível compartilhar dados gravados com o Fitbit Air — como registros de exercícios, de sono e de passos — diretamente para o app da Maçã, sem usar qualquer gambiarra ou apelar para o registro manual.
Para isso, basta tocar no ícone de perfil dentro do app do Google, selecionar “Apps parceiros” e depois escolher o Apple Health entre as opções. Aí, é só conceder as permissões para a sincronização ser completada.
De acordo com o site Droid Life, no entanto, a sincronização ainda não funciona para a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), uma vez que as duas empresas calculam essa métrica usando fórmulas diferentes.
Na mais recente versão beta do WhatsApp para o macOS, a Meta implementou uma novidade que facilitará a escolha, pelos usuários, de qual versão do aplicativo instalar em seu computador — basicamente uma “central de atualizações”.
De acordo com o WABetaInfo, esse novo recurso estará disponível em uma nova seção denominada “App updates” (“Atualizações do app”), nas configurações do aplicativo — que servirá também como um local para visualizar rapidamente a versão instalada.
Ao todo, a seção disponibilizará para os usuários dois canais de atualização: a “última versão” e a “versão estável da semana” — ambas com “correções de bugs e melhorias de estabilidade”, conforme indica a legenda exibida em cada uma delas.
A última versão disponível é lançada com correções e melhorias diariamente — o que pode resultar em bugs em algumas ocasiões, já que trata-se de um trabalho em desenvolvimento. A outra, cujos updates são semanais, geralmente é um pouco mais estável.
Ambas as opções oferecem os mesmos recursos principais, mas os tempos de lançamento são diferentes. A opção “versão mais recente” pode ocasionalmente oferecer novos recursos antes da compilação semanal. Como resultado, as atualizações diárias às vezes podem incluir funcionalidades que a versão semanal ainda não inclui. No entanto, a “versão semanal estável” é a escolha mais segura para a maioria dos usuários.
Cabe destacar que o WhatsApp também disponibiliza uma versão beta para o macOS. Embora ela não esteja mais disponível no TestFlight, é possível baixá-la manualmente dos servidores da Meta pelo link que é disponibilizado periodicamente pelo WABetaInfo.
Após ganhar, no mês passado, um recurso para transformar imagens em vídeos curtos, o Lightroom, editor de fotos da Adobe, recebeu uma nova ferramenta alimentada por inteligência artificial que permite ampliar o contexto em imagens.
Chamada Gen Expand, a novidade permite dar profundidade às fotos mais facilmente, com apenas um clique. Ela também permite redimensionar imagens para diferentes formatos (sites, redes sociais, apresentações, vídeos, entre outros).
Divulgação/Adobe
Segundo Vivian Kuppermann, gerente sênior de Marketing da Adobe Brasil, o Gen Expand “se insere em uma dinâmica global da Adobe para dar cada vez mais voz ao público, democratizando ferramentas complexas e adicionando uma nova camada de sofisticação ao processo de criação, valorizando ainda mais o olhar de cada usuário”.
A nova ferramenta já está disponível para assinantes do Lightroom na versão desktop.
Em mais um capítulo da batalha travada entre a Apple e o governo do Reino Unido sobre a exigência de um ponto de acesso (ou backdoor) à criptografia do iCloud, a empresa apresentou uma contestação judicial contra a tentativa, por parte do governo britânico, de acessar os dados criptografados de usuários, segundo o Financial Times.
Na ação protocolada junto ao Investigatory Powers Tribunal (IPT), no mês passado, a Apple afirmou que não criou e não pretende criar uma backdoor para os dados dos seus usuários, argumentando que a ferramenta enfraqueceria a segurança do iPhone.
A exigência iniciada com base na Technical Capability Notice (ou Notificação de Capacidade Técnica, uma ordem governamental que prevê a interceptação, por parte do governo do Reino Unido, de dados de usuários mantidos pelas grandes empresas de tecnologia) ordenava que a Apple fornecesse informações dos usuários do iCloud protegidas pela Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection), obrigando a empresa a redesenhar seu serviço caso optasse por acatar as demandas estatais britânicas.
A abrangência dos usuários impactados também foi motivo de disputa: como a determinação inicialmente impactava integralmente a base instalada do iCloud, o governo dos Estados Unidos optou por pressionar o Reino Unido a desistir de aplicá-la a todos os usuários americanos, o que de fato ocorreu posteriormente. O recuo, porém, não durou muito, e uma segunda ação — muito semelhante à primeira — foi protocolada em outubro de 2025.
A Apple virou alvo de uma nova ação coletiva nos Estados Unidos, desta vez por conta do sistema de reconhecimento facial do aplicativo Fotos (Photos) — que estaria indo contra a lei de privacidade do estado de Illinois. As informações são do The Sunday Times.
Os reclamantes argumentam que o app, o qual já vem pré-instalado nos dispositivos da Maçã, escaneia fotos para procurar rostos de pessoas e, então, criar uma “impressão facial” para cada pessoa na galeria sem o devido consentimento.
A Illinois Biometric Information Privacy Act (algo como Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois), citada no processo, proíbe empresas de coletar dados biométricos de uma pessoa sem primeiro alertá-la e solicitar o seu consentimento por escrito. Ela já foi aplicada no passado contra empresas como Meta e Google, e prevê uma multa de até US$5.000 por infração caso haja intenção ou imprudência.
A acusação explica ainda que, uma vez que o Fotos analisa as imagens, ele armazena os dados biométricos das pessoas envolvidas no próprio dispositivo, catalogando os seus rostos no aplicativo.
Em contrapartida, a Apple argumentou que o caso deveria ser dispensado pois o entendimento de que os dados coletados contam como “identificadores biométricos” depende de “provas individualizadas das escolhas e rótulos de cada usuário”. A empresa também lembrou da existência de salvaguardas, como as que garantem que os vetores numéricos utilizados pelo Fotos para organizar álbuns não possam ser utilizados para recriar um rosto. A Maçã disse, por fim, que os dados coletados não são ligados ao nome de uma pessoa nem à sua identidade.
Mesmo assim, um juiz de Illinois decidiu, no mês passado, que os consumidores envolvidos no processo atingiram os requisitos para abrir a ação coletiva, e o Tribunal de Apelação do Sétimo Circuito rejeitou o recurso da Apple contra essa decisão na última quarta-feira (29/7).
De acordo com uma reportagem do Financial Times, a gigante de Cupertino disse que precisou limitar, ainda em junho, o número de relatórios de bugs enviados por caçadores de vulnerabilidades amadores para a empresa, já que muitos têm utilizado LLMs 1Large language models, ou grandes modelos de linguagem. para identificar supostas brechas em seus softwares.
Embora sejam, sim, capazes de identificar bugs em códigos, ferramentas de IA possuem a tendência de alucinar e apontar vulnerabilidades que, na verdade, não são reais. Isso, como era de esperar, dificulta o trabalho dos engenheiros da Apple, que, embora também estejam explorando ferramentas de IA, precisam revisar as denúncias manualmente.
Segundo as informações, além de poderem relatar apenas um número limitado de bugs por vez, os caçadores ainda precisam esperar 30 dias para enviar novos relatórios. Pessoas/empresas que quiserem aumentar o seu limite precisam enviar um pedido para a Apple, que pode ou não ser atendido.
Esse fenômeno, vale notar, também está atrapalhando o trabalho de firmas de cibersegurança, as quais não estão conseguindo comunicar à Apple falhas graves em seus sistemas devido a esse limite. Entre elas, está a startup italiana Bynario, que disse ao FT ter usado o ChatGPT para identificar mais de 50 bugs no macOS, incluindo um que poderia permitir que um invasor assumisse o controle total do Mac, obtendo acesso irrestrito ao sistema.
Questionada pelo veículo, a Apple disse que já entrou em contato com a Bynario. “Com o crescente volume de relatórios de segurança gerados por IA em todo o setor, ajustamos recentemente o número de novos relatórios que um pesquisador pode ter abertos simultaneamente”, disse a empresa em um comunicado.
A Maçã, vale lembrar, mantém o programa Apple Security Bounty, que oferece recompensas em dinheiro para pessoas/empresas que conseguirem encontrar brechas de segurança em seus sistemas.
Notas de rodapé
1
Large language models, ou grandes modelos de linguagem.
De acordo com Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, a Apple pretende transformar seus futuros óculos e headsets em dispositivos voltados à saúde.
Na edição mais recente da newsletter “Power On”, ele ressaltou que a ideia já havia sido levantada durante o desenvolvimento do Apple Vision Pro, que contaria com uma versão do Apple Fitness+ com execução local — permitindo que o dispositivo auxiliasse os usuários no acompanhamento dos seus treinos e na análise dos movimentos —, mas o recurso foi descartado.
A ideia, no entanto, parece viva para novos dispositivos, como os rumorados óculos inteligentes da Apple. O que ressalta essa especulação é a descrição de uma vaga para uma liderança estratégica de design de produto.
Com vinculação ao Vision Products Group, a demanda envolve “definir o futuro das experiências de saúde, bem-estar e condicionamento físico nos produtos de computação espacial”, transformando “oportunidades ambíguas na interseção entre computação espacial, vestíveis, saúde do consumidor e comportamento humano”.
Caso esse direcionamento se concretize a partir da estreia da Apple no segmento dos óculos inteligentes, essa abordagem — somada à integração com o seu ecossistema — pode se tornar a sua marca registrada em relação a competidores estabelecidos desse mercado, como a Meta.
Novos AirPods ainda em 2026?
Questionado sobre o futuro dos AirPods, Gurman rememorou que, embora a primeira versão dos AirPods com câmeras integradas a recursos de inteligência artificial (IA) — de codinome B798 — tenha sido adiada para 2027, uma segunda versão encontrada no código do iOS 27, sob o codinome B790, pode sugerir que a estreia dessa reformulação dos fones ocorrerá ainda em 2026.
Imagem: ChatGPT
O jornalista mencionou, ainda, que a última variante estaria no cronograma interno da Apple com previsão de lançamento já para este ano.
AirPods Max 2
Chip: H2 Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
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Como sabemos, a Maçã não costuma falar publicamente sobre movimentos como esse. No entanto, a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), da União Europeia, obriga empresas que operam no Velho Continente a notificar as autoridades sobre aquisições significativas.
Ainda segundo a Comissão, além de ter comprado a empresa em sua totalidade por meio de uma subsidiária, a Apple “oferecerá emprego e contratará alguns funcionários da PlasmaSolve”, embora não forneça números exatos.
Além de contar com uma descrição mais detalhada do campo de atuação da empresa, o site da PlasmaSolve lista uma série de pesquisas e papers desenvolvidos pelos seus funcionários com “parceiros da esfera acadêmica” e “departamentos de pesquisa e desenvolvimento de outros negócios” — algo que não deverá durar muito mais tempo, já que a gigante de Cupertino tem o costume de tirar do ar as páginas das empresas que adquire (o site do MatSight, inclusive, já foi derrubado).
A PlasmaSolve é uma equipe de especialistas em tecnologias movidas a plasma e ciência dos materiais. Nossa missão é criar modelos digitais idênticos, confiáveis e fiéis para essas tecnologias de ponta.
Sediada em Brno (na Tchéquia), a PlasmaSolve foi fundada em 2016 como uma empresa de consultoria para tecnologias e materiais baseados em plasma. O seu software de simulação, por sua vez, foi introduzido em 2023 e distribuído para “empresas pioneiras” no seu primeiro lote, com uma equipe composta por algo entre dois e dez funcionários.
Essa notícia vem apenas algumas semanas após ficarmos sabendo que a Apple adquiriu a SigScalr, empresa por trás da SigLens (plataforma de observabilidade de código aberto voltada ao processamento intenso de dados).
Os stories do Instagram sempre foram publicações temporárias. Depois de 24 horas, eles desaparecem completamente do seu perfil e ficam disponíveis só para você, em um arquivo privado.
Mas, com o lançamento do Instagram Plus, a Meta está permitindo estender o tempo que o seu story fica no ar — mais precisamente, por mais 24 horas (totalizando, então, 48 horas).
Com uma assinatura ativa do Instagram Plus, usuários de iPhones e iPads podem usufruir de diversos benefícios exclusivos que tornam a sua experiência com a rede social da Meta ainda melhor.
Um deles é a prévia de stories. Como o nome deixa claro, ela permite pré-visualizar o story de uma pessoa que você segue, sem que essa pessoa veja o seu nome na lista de visualizadores.
Apesar de ter perdido um pouco do hype inicial, os Instants seguem sendo uma excelente maneira de compartilhar fotos e vídeos rapidamente com os seus seguidores do Instagram.
Caso queira, é possível consultar facilmente um arquivo de todas as publicações feitas, usando três métodos diferentes — como mostraremos a seguir.
Com o app do Instagram aberto, toque na aba das suas mensagens diretas e no ícone do Instants (no canto inferior direito).
Vá até os quadradinhos (no canto superior direito) para conferir o seu histórico.
Segundo método
A segunda maneira de fazer isso é praticamente a mesma coisa que o método anterior, com a diferença de que isso pode ser feito diretamente pelo aplicativo dedicado do Instants.
Terceiro método
No Instagram, toque na aba do seu perfil (no canto inferior direito), vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e entre em “Itens Arquivados”.
Use o menu suspenso da parte superior para selecionar “Arquivo de instants”.
Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.
Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.
Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.
Na bio do seu perfil do Instagram, é possível colocar informações básicas sobre você, como sua profissão, idade ou qualquer outra coisa que julgue útil para quem for visitá-lo.
Para assinantes do Instagram Plus, a Meta oferece uma forma de escolher entre diferentes tipos de fontes para usar na bio. Veja como alterar isso! 📱
Valve's SteamOS has often presented the perfect excuse to be whisked away from Microsoft's troublesome Windows 11. The Linux operating system's better gaming performance has often been proven, utilizing RAM well without the bloatware often found with Windows 11.
SteamOS provides a console-like user interface (UI), making navigation and game launches far easier than Windows 11, despite the recent Xbox mode. With those benefits in mind, I've been contemplating a full switch to SteamOS, ditching Windows for good, and the best way to do that would be via Bazzite.
Bazzite (not affiliated with Valve) is effectively a SteamOS clone, specifically designed for "Linux newcomers and enthusiasts alike", but most importantly, comes with out-of-the-box compatibility with Nvidia and Intel GPUs, and a smooth experience for handhelds.
Using my second streaming PC, I put Bazzite to the test over a few months. Without a doubt, it's easily the best option for any gamer looking for a console-like couch gaming setup.
With tools like Decky Loader, customization is easy, with plugins to change SteamOS game mode themes, navigation sound effects, or even the startup and shutdown videos. However, despite all of the benefits of using the operating system, I still can't step away from Windows 11 on my main system, and there are multiple reasons why.
Multitasking drawbacks
(Image credit: Universal Blue / Bazzite)
As a frequent multitasker using applications like Discord to stream games to friends, Bazzite (more specifically SteamOS) isn't an ideal option. Using Discord to stream games on the same rig works just fine in desktop mode; however, it's not the same story for its game mode, which is arguably the entire purpose of using Bazzite.
Streaming on Discord in game mode severely drops frame rates in games, with constant stutters in many I tested, and there are a few instances where attempting to stream an application will result in a black screen. I tried to use the NZXT Signal 4K30 capture card and stream my second PC's Bazzite activity on Discord via my main PC, but it's not that simple.
Sure, HDMI passthrough on the capture card is possible, but I didn't want to be limited to 4K 60 frames per second on either my TV (which is capable of 144Hz) or my gaming monitor (capable of 240Hz). Frankly, capture cards with higher passthrough capabilities don't come cheap.
(Image credit: Discord)
Duplicating or projecting the display, as you would on Windows 11, would be the easy solution. However, Gamescope, the compositor responsible for displaying games on screen with Bazzite, cannot duplicate outputs.
Still trying to avoid the NZXT capture card's 4K 60Hz passthrough limitation, I opted for an HDMI splitter with one input and two output ports. Unfortunately, the moment the capture card is connected, the output on either my TV or monitor has the refresh rate slashed to 60Hz and VRR disabled.
That occurs to ensure that the Extended Display Identification Data (EDID) of both is matched, according to what the capture card is capable of in passthrough.
(Image credit: Future / Isaiah Williams)
None of these issues are present on Windows, as you can use OBS to project the main display onto the capture card without ever having to rely on an HDMI splitter or a better capture card.
This isn't an attack on SteamOS or Bazzite in particular; after all, game mode is quite literally designed for gaming, so multitasking isn't a priority for Valve or specifically Bazzite developers in this case.
However, it's worth noting that streaming on the gaming OS is more trouble than it's worth, and that's without even mentioning the potential audio bugs or OS glitches. That's only one part of why it's worth sticking with Windows, though.
Compatibility issues
(Image credit: Future / Isaiah Williams)
I wish these issues stopped there, but not quite. Firstly, a large majority of popular multiplayer games such as Battlefield 6, Call of Duty (most of the modern entries), Destiny 2, and EA Sports FC 26 will not work on Linux due to their anti-cheat systems.
This is an issue that lies directly with publishers and developers for those games that refuse to adapt their anti-cheat systems to work on SteamOS. It also doesn't seem as though this will change any time soon; the Steam Machine was arguably one way to effectively force the hand of publishers to consider anti-cheat compatibility on Linux, but it's not exactly a popular PC due to its high price.
It's also worth noting that Game Pass is inaccessible natively on Bazzite, and requires either cloud gaming or third-party launchers, and you'll be lucky if you can get the latter to function.
The solution to accessing those anti-cheat games is a dual-boot with Windows 11 and Bazzite. However, that isn't completely ditching Windows 11 as I've planned to, and a dual-boot can end up messy thanks to Windows' forced updates.
(Image credit: Valve)
Perhaps the most frustrating aspect is that Nvidia GPUs don't play nice with game mode on Bazzite, often resulting in glitchy functionality, or just completely black screens. I tested this by swapping out the AMD Radeon RX 9060 XT 16GB GPU in my second PC with my spare Nvidia GeForce RTX 3080 Ti and found that game mode was just frustrating to use.
So if I wanted to use Bazzite on my main rig equipped with an Nvidia GeForce RTX 4080 Super, its DX12 (a graphics API) gaming performance would be worse than Windows. Overall, the entire purpose of switching over to Linux was for better gaming performance and easy console-like UI navigation would be non-existent.
I'm sure all of these pain points will be addressed at some point, whether via Bazzite or Valve's official SteamOS builds. For now, though, I'll stick with Windows 11 on my main rig — even though I desperately want to be done with it.
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(Image credit: Future)
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Meta may dominate the smart glasses zeitgeist, but it's far from the only player — my favorite brand in the space is actually Xreal, with its range of impressive but pricey wearable-display specs. And with the launch of its new xbx brand, Xreal's lineup now includes more budget-friendly options too.
If money were no object, Xreal’s One Pro glasses are easily the crème de la crème of smart specs. Their Bose-tuned audio is impressive for such a small package, their electrochromic dimming tech is perfect for swapping between clear vision and shaded for optimal viewing conditions, and their unique optic engine displays their image more vividly than the competition, with fewer visible distortions.
The only issue is their price — $649 / £579 (they aren't available directly in Australia), absent any discounts, although they can be found on sale occasionally.
If you’re on a budget, my preferred pick has instead been RayNeo. Its Air 4 Pro specs debuted earlier this year, and not only are they affordable at just $299 / £289, they still come with solid specs, including HDR10 support.
With its new xbx a01+, however, Xreal might have just claimed the budget crown for itself.
The RayNeo Air 4 Pro glasses (Image credit: Alastair Jennings)
Budget brilliance
Now the elephant in the room is that Xreal's specs cost a bit more. At their current $299 / £269 discounted price at Xreal.com they're on par with or cheaper than RayNeo's glasses; however their official price is $359 / £349, and while they aren’t discounted at the moment, we’ve regularly seen the RayNeo Air 4 Pros selling for $249 / £249 (RayNeo also doesn't seem to sell directly to Australia) or cheaper.
At the same time, the Xreal xbx a01+ glasses boast a handful of improvements which warrant a slightly higher price.
For a start, their brightness tops out at 1,600 nits, while the RayNeo Air 4 Pro can only hit 1,200 nits. This extra brightness should allow you to get more out of the HDR10 support, offering more room for the light vs dark contrast and vivid colors to breathe across the video format’s visual range. Highs can look more high, helping lows look lower by comparison.
(Image credit: Future / Hamish Hector)
Aiding the image quality are the swappable lens covers.
While advertised as giving you the ability to choose which color of sunglasses cover you most want to complement your style, the xbx's box also includes a completely opaque black cover you can use with your specs. Because the specs are essentially virtual projectors, a darker environment ensures the highest-quality viewing conditions, though I found the regular sunglasses were fine even in bright sunlight.
The xbx glasses are lighter too, weighing just 62g compared to the RayNeo Air 4 Pro's 76g. Admittedly I haven't found them majorly more comfortable, but as I kicked back with them in a sun lounger while on vacation for hours on end I was relaxed enough to doze off on several occasions.
The only tradeoff is, I'd say, the audio, which doesn't seem to involve Bose tuning this time, and isn't quite as impactful as the Air 4 Pro's. That said, I'll almost always use earbuds or headphones with my display glasses, because they’re better in terms of quality and minimize sound leakage, so this downgrade didn't bother me.
(Image credit: Future / Hamish Hector)
Who wins? You decide
You'll also have to contend with Xreal's standard optic engine too. This is the prism that reflects the micro-OLED display into your eyes, and the standard design is susceptible to external reflections — most commonly light bouncing off the top of the specs and into your view. Pictures will also be a little smaller thanks to a reduced field of view, and can be a little blurrier at the frame edges.
Only Xreal's One Pros boast the improved design, but having experienced it, it's tough to go back to the standard optic engine.
To be fair, though, that’s mostly a me problem, and if you’re new to the display glasses world the Xreal xbx a01+ and RayNeo Air 4 Pros should be perfectly adequate performance-wise.
(Image credit: Future)
As for which of the budget specs you should go for — whichever is cheaper would be my suggestion.
The technical improvements of the xbx specs are solid, but if you can save $40/£40 or more on the RayNeos, their few deficiencies can be overlooked.
That said, if stylish, colorful designs are a must, alongside a marginally better image quality, then you'll be very pleased with the new Xreal xbx a01+ glasses.