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Geekbench 7 chega com benchmark de GPU e testes multi-core reformulados

A Primate Labs anunciou hoje o Geekbench 7, a geração mais recente de sua popular ferramenta de benchmark, que traz conjuntos de dados maiores e mais exigentes para o processamento de GPUs 1Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico., testes multi-core reformulados, entre outras novidades.

A Primate Labs afirma que o benchmark de GPU reformulado concentra-se em aprendizado de máquina e criação de conteúdo para refletir a forma como as GPUs são utilizadas atualmente. Ele inclui agora testes que rastreiam rostos e aplicam efeitos de filtro em tempo real a vídeos, realizam upscaling de imagens com aprendizado de máquina e desfocam fundos em transmissões de videoconferência.

Já os benchmarks multi-core foram projetados para refletir melhor o comportamento real dos softwares, visto que as novas cargas de trabalho só utilizam múltiplas threads quando as tarefas simuladas exigem.

Geekbench 7
Divulgação/Primate Labs

A Primate Labs adicionou ainda um teste expandido de edição de fotos, com um conjunto mais abrangente de edições. Ademais, a carga de trabalho de biblioteca de fotos oferece suporte à importação e ao processamento de formatos de imagem como JPEG XL e DNG. Além disso, os novos testes de áudio e vídeo agora incluem suporte a AV1 e Opus, além de simular cargas de trabalho de streaming e consumo de conteúdo.

No mais, ele tem a mesma aparência do Geekbench 6 — e a licença Pro continua custando US$100 (com desconto para US$80 até 6 de agosto). A versão Pro permite realizar benchmarks offline — sem envio de dados para o Geekbench Browser — e abrange todas as plataformas desktop compatíveis (macOS, Windows e Linux).

É possível baixar gratuitamente o Geekbench 7 para macOS e outros sistemas operacionais nessa página. A versão para iOS/iPadOS ainda não foi atualizada na App Store.

Notas de rodapé

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    Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico.

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SmartGym é atualizado com nova tela de registro, teclado proprietário e mais

O popular aplicativo de exercícios SmartGym recebeu hoje mais uma grande atualização, que foca tanto no lançamento de novos recursos quanto em melhorias na experiência dos muitos recursos que já existem em seu aplicativo para iOS.

Uma das novidades é o lançamento de uma nova experiência de registro de exercícios que já está presente no Apple Watch desde o watchOS 10. Basicamente, ela permite alterar os dados de cada série sem sair da tela principal do treino.

Na interface tradicional, o usuário visualiza todas as séries do exercício e, caso queira alterar peso, repetições ou outros valores, precisa entrar no modo de edição antes de registrar a série — um processo que exige mais etapas.

O novo modo, por sua vez, exibe uma série por vez, permitindo fazer alterações e registrá-las em um fluxo contínuo. Após concluir uma série, a próxima é exibida automaticamente e o cronômetro de descanso é iniciado.

Cabe destacar que essa interface de edição tradicional não está sendo substituída por completo, já que os usuários podem escolher a qualquer momento entre a interface clássica e o registro “inline” — o que fizer mais sentido para cada um.

A interface de edição das séries agora também passa a mostrar um indicador de qual era o plano original — o que ajuda o usuário a saber se ele está acima ou abaixo de sua meta e a acompanhar sua progressão ao longo dos meses.

Outra novidade bem interessante é o lançamento de um teclado proprietário que substitui o padrão do iOS. Além dos números tradicionais, ele conta com botões que facilitam edições feitas no app (como + e -).

Por fim, o Smart Action Button ficou ainda mais inteligente e agora reconhece melhor situações (como o fim de uma série, mudanças de exercícios e retornos após pausas) para tentar prever o próximo passo do usuário com mais precisão.

Inclusive, donos de iPhones com o botão de Ação (Action Button) agora podem configurá-lo para usar o Smart Action Button — o que significa que ele ativará a ação principal recomendada pelo app por meio do recurso.


Trazendo outras pequenas melhorias e uma série de novos exercícios, a nova versão do SmartGym já está disponível na App Store.

Embora ele possa ser baixado gratuitamente, é necessário realizar uma assinatura para a liberação de certos recursos. O SmartGym Premium+ sai por R$25 mensais ou R$150 anuais.

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Como editar um Memoji pelo iPhone, iPad ou Apple Watch

Há alguns anos, a Apple oferece a possibilidade de criar Memojis, uma representação visual do seu rosto que pode ser enviada por mensagem, no FaceTime ou até mesmo como um mostrador do Apple Watch.

Caso você tenha criado um e queira adicionar ou remover algum item ou alguma característica facial, você pode editar os Memojis posteriormente nos seus dispositivos da Maçã. Veja como é simples! 😉

Como editar um Memoji pelo iPhone/iPad

  1. Abra o app Mensagens (Messages) e selecione uma conversa ou inicie uma do zero.
  2. Toque no “+”.
  3. Escolha “Memoji”.
  4. Deslize o dedo até encontrar o Memoji que deseja editar.
  1. Vá até os três pontinhos (no canto inferior esquerdo) e toque em “Editar” para alterar as características.
  2. Depois, basta salvar as alterações.

Como editar um Memoji pelo Apple Watch

  1. Abra o app Memoji no seu relógio.
  2. Gire a Digital Crown até encontrar o Memoji desejado.
  3. Toque nele e vá até uma categoria (como pele, penteado, sobrancelhas, etc.) para alterá-lo.
  1. Quando estiver satisfeito, toque no ícone localizado no canto superior direito.

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SmartTracker é um app para rastrear preços de produtos em qualquer site

Certamente não há uma pessoa que não goste de pagar mais barato, ainda mais ao realizar compras online, já que é possível comparar o valor de um mesmo produto em diferentes lojas. No entanto, acompanhar a variação de preços em tantos lugares pode ser uma tarefa complicada, mas o aplicativo SmartTracker promete facilitar isso!

Desenvolvido pelo brasileiro Hugo Prione, o app (disponível para iPhone, iPad e Mac) permite acompanhar preços em qualquer site, definir alertas inteligentes e visualizar gráficos de histórico de preços para comprar sempre no momento certo.

O SmartTracker é nativo, roda localmente e funciona em qualquer site que você possa abrir no navegador. Para começar a rastrear um produto, basta tocar no ícone de mais (+) e colar a URL dele. Em seguida, o aplicativo gera o seletor e detecta o formato automaticamente.

É possível escolher o período para que o app atualize as informações: a cada 10, 15 ou 30 minutos — ou então a cada hora, dia, semana ou mês. No Mac, um pequeno processo auxiliar continua em execução em segundo plano, esteja o SmartTracker aberto ou fechado — mesmo ao encerrar o aplicativo, o rastreamento prossegue.

No iPhone/iPad, o iOS/iPadOS decide quando ativar o aplicativo; portanto, o momento da atualização depende do sistema. Além disso, quando o Mac detecta uma alteração, a sincronização via iCloud encaminha o alerta para o iPhone e o iPad — ou seja, o Mac pode manter seus outros dispositivos atualizados de forma silenciosa.

Outros recursos do SmartTracker incluem:

  • Monitore qualquer texto em uma página: status de estoque, prazo de envio, números de versão — e seja avisado no momento em que mudar.
  • Defina preços-alvo e receba notificações quando as ofertas ficarem abaixo do seu orçamento.
  • Veja seus preços mais recentes direto na Tela de Início e na Tela Bloqueada com widgets.
  • Use o app sem as mãos com a Siri e o app Atalhos (Shortcuts): adicione itens, atualize preços e abra ofertas com um toque ou com a voz.
  • Organize listas de desejos e coleções por lojas, produtos ou projetos.

Segundo o desenvolvedor, o SmartTracker foi feito com privacidade em mente, de modo que seus dados ficam nos seus dispositivos e na sua conta do iCloud. Ele também não exige uma conta.

Disponível gratuitamente na App Store, o SmartTracker oferece até cinco itens monitorados e três coleções na versão grátis. Para desbloquear itens/coleções ilimitados e atualização em segundo plano, é necessário assinar a versão Premium por R$24/ano ou realizar uma única compra de R$80.

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Promoções na App Store: Space Menace, Dungeon Merge!, Química Tabela Periódica 2026 e mais!

Nesta quarta-feira, economize com a nossa seleção de promoções na App Store!

Space Menace, desenvolvido por Md Umar, é um jogo de estratégia direto e surpreendentemente divertido, escolhido como nosso destaque do dia.

Como jogador, você controla uma pequena nave, coletando sucata, desenvolvendo seus módulos e construindo gradualmente uma frota capaz de enfrentar facções hostis em batalhas táticas. Cada melhoria realmente muda o seu desempenho em combate.

De acordo com o seu avanço na campanha, o jogo revela tanto seus méritos quanto suas limitações. A dificuldade é crescente e passa a exigir cada vez mais decisões estratégicas reais e complexas, evitando que o jogador se torne indestrutível. Mas nem tudo são flores — algumas facções inimigas retomam territórios rápido demais, o balanceamento favorece excessivamente os mísseis no início e o sistema de energia pode parecer irregular mesmo com evoluções conquistadas.

Confira um vídeo:

Divertido. Aproveite a oferta e baixe agora! 🛸


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam cerca de R$110 em descontos:

Jogos

Jogo de estratégia.

Jogo de ação.

Puzzles.

Aplicativos

Tabela periódica.

Sons de teclado.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️

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EU Exempts Apple Watch and AirPods From Battery Removal Requirement

Hartley Charlton:

The European Commission yesterday adopted new exemptions to its Batteries Regulation that free the Apple Watch and AirPods from having to offer user-removable and replaceable batteries.

[…]

The reasoning largely mirrors why devices like electric toothbrushes were already exempt: Opening a compact, sealed enclosure and failing to reseal it properly could let water in and create a safety risk. Products can also qualify for exemption if their construction makes battery removal inherently dangerous, or if there is no realistic way to build in user access given current manufacturing methods.

[…]

The iPhone was already exempt from the removability rule under the original regulation, thanks to its battery cycle life and water resistance rating.

Marcus Mendes:

Although the Commission has adopted the exemption, it must still undergo scrutiny by the European Parliament and the Council of the EU.

[…]

To read the European Commission’s full delegated act, follow this link.

Previously:

Update (2026-07-20): See also: Hacker News.

Update (2026-07-30): Rui Carmo:

This is one of those exceedingly rare cases where EU legislation has produced an unambiguously good outcome: from February 2027, Logitech’s European wireless devices will ship with hard-pack, user-replaceable batteries, and Logitech will sell certified replacements.

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Apple Silicon and AI

Jason Hiner (MacRumors):

In an exclusive conversation with The Deep View ahead of WWDC 2026 in June, Doug Brooks, senior product manager of Apple silicon, discussed how Apple’s long-term investments in neural processing, unified memory, power-efficient computing, and hardware-software integration have positioned its devices for the AI era.

He also explained why Macs have become a favorite platform among AI developers, why Mac minis and Mac Studios are emerging as the preferred AI agent machines, and how Apple sees the future of on-device AI across iPhone, iPad, and Mac.

[…]

“We build a chip knowing exactly what systems it’s going to go into. The chip can influence the system design, and the system design can influence the chip requirements. They’re married together very tightly. I’d actually go a step further and include software in that equation. As we enable new capabilities in the chip, we want to make sure those capabilities are exposed all the way through the software stack so developers can benefit and customers can benefit. Because if those transistors go unused, what’s the point? It’s not about adding something and hoping somebody finds a use for it. We want those capabilities available to solve real problems. I think that’s what allows us to build better systems and ultimately better products.”

It seems like a lot of it is just that developers like macOS.

Previously:

Update (2026-07-10): See also: Hacker News.

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Ferramenta Switch to Android agora pode transferir mais dados de iPhones

O Google aproveitou o evento Galaxy Unpacked de hoje para anunciar novos recursos que chegarão ao Switch to Android, sua ferramenta que ajuda usuários a migrar do iOS para o sistema operacional do robozinho verde.

De acordo com a gigante de Mountain View, a solução agora também permite transferir contas do Google, senhas, credenciais de redes Wi-Fi e até mesmo eSIMs salvos em iPhones para dispositivos Android.

Antes disso, o Switch to Android já suportava a transferência de fotos, vídeos, contatos, mensagens e dados de calendário. Em qualquer caso, vale notar, é necessário que o iPhone envolvido na transferência esteja rodando pelo menos o iOS 26.3.

Essas melhorias serão integradas ao Android 17 e já começaram a ser liberadas para dispositivos Pixel. Os smartphones das linhas Galaxy Z Flip8 e Z Fold8, anunciados pela Samsung no evento supracitado, também serão contemplados por essa nova versão da ferramenta em breve, o que também vale para aparelhos de outras marcas.

Com o Switch to Android, pessoas que estão migrando do iOS para o Android podem transferir seus dados sem fio e sem baixar nenhum aplicativo separado — solução que surgiu após pressão regulatória, principalmente por parte da União Europeia e sua Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

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PRF apreende iPhones 17 Pro, Macs, iPads e AirPods Pro em Pernambuco

Durante operação realizada ontem, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de eletrônicos na BR-116, em Salgueiro (no sertão pernambucano).

Segundo o próprio órgão, entre os itens apreendidos havia 50 aparelhos celulares — incluindo 24 unidades de iPhones 17 Pro/17 Pro Max — além de iPads (A16), MacBooks Air e Neo, AirPods Pro, caixas de cigarros eletrônicos e outros dispositivos variados.

iPhones 17 Pro, iPads e AirPods Pro apreendidos pela PRF em Salgueiro-PE
Divulgação/PRF

As mercadorias foram encontradas no reboque de uma van, desacompanhadas da devida documentação fiscal. Questionado pela PRF sobre a origem e o destino dos aparelhos, o condutor do veículo e seu acompanhante informaram que coletaram os itens em São Paulo e apenas os transportavam, sem ter conhecimento das notas fiscais.

Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Salgueiro para a adoção dos procedimentos legais. Já os produtos apreendidos certamente serão cotados para leilão, em breve.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.999,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 4.199,00
R$ 4.499,00

MacBook Air de 15″

Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite
Chip: M5
Memória: 16GB, 24GB ou 32GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB
Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
R$ 15.999,00

MacBook Air de 13″

Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite
Chip: M5
Memória: 16GB, 24GB ou 32GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB
Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
R$ 12.599,00
R$ 13.999,00

MacBook Neo

Cores: prateado, blush, amarelo-cítrico ou índigo
Armazenamento: 256GB ou 512GB (com Touch ID)
R$ 6.599,00
R$ 7.299,00

AirPods Pro 3

R$ 2.333,32
R$ 2.699,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Oferta: iPhone Air de 512GB por R$6.749,10 no Pix!

Lançado junto com os iPhones 17 e 17 Pro/17 Pro Max, o iPhone Air certamente foi o modelo que roubou as atenções dessa nova safra de smartphones da Apple — mesmo não sendo lá um sucesso de vendas.

Com um design ultrafino de 5,64mm de espessura, ele traz vários recursos poderosos, como o processador A19 Pro (com uma GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. de 5 núcleos), uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, o botão de Ação (Action Button) e o Controle da Câmera (Camera Control).

Se você está atrás desse modelo, hoje o Mercado Livre está com uma promoção excelente. Trata-se da versão de 512GB, nas cores azul-céu ou branco-nuvem. Ele está saindo por R$7.499, parceláveis em até 10x no cartão de crédito!

iPhone Air de 512GB

Parcelado: de R$11.999,00 por R$7.499,00 em até 10x
À vista no Pix: de R$10.799,10 por R$6.749,10

🛍️ Produto vendido pelo Mercado Livre; aplique o cupom de desconto na página do produto💰https://t.co/7HdvQ0R2g9

— MM Ofertas (@MMOfertas) July 22, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$11.999, estamos diante de um desconto de 38%!

Para quem preferir pagar à vista no Pix, o valor fica ainda melhor: ele cai para R$6.749,10 — também um desconto de 38% em comparação com o valor cobrado pela Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$10.799,10.

Para chegar a esses valores, aplique o cupom de desconto que aparece na página do produto.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Notas de rodapé

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    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

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Claude Code ganha suporte ao iOS Simulator

A Anthropic implementou no Claude Code a possibilidade de testar aplicativos para iPhone em um painel interativo do iOS Simulator.

Aos interessados, será possível construir aplicativos para iPhones diretamente do Claude Code Desktop a partir da versão 1.24012.0 do app. A integração possibilita ainda a utilização de toques, gestos e atalhos da solução nativa da Apple para simular o iPhone.

Claude Code on desktop now works with the iOS simulator.

Build and run your iOS app, and the simulator opens in a panel right next to your conversation. Available today in public beta. pic.twitter.com/su4IguzPVb

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) July 21, 2026
O Claude Code no desktop agora funciona com o simulador do iOS.

Construa e execute seu aplicativo para iOS, e o simulador abre em um painel bem ao lado da sua conversa. Disponível hoje em beta público.

O recurso é exclusivo da versão para macOS do Claude Code (levando em conta, claro, a disponibilidade do Simulator da Apple), e é necessário ainda ter o Xcode com a plataforma iOS instalada.

Para executar um determinado app, basta abrir o projeto na aba “Code” do Claude Code Desktop, pedir à inteligência artificial (IA) para testar o aplicativo e… pronto. É possível que no primeiro acesso o app solicite uma permissão para seguir com a instalação. O painel dispensa o uso do Computer Use (com exceção da versão em CLI), controlando diretamente o uso do iOS Simulator.

Ainda em beta pública, a ferramenta exige sessões locais, pois sessões em nuvem não são capazes de acessar simuladores instalados no Mac. A novidade está disponível para usuários dos planos Pro, Max e Team.

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Filmada com o iPhone 17 Pro, “Nido de Villanas” é a aposta da Apple no mundo das micronovelas

As novelas verticais já são um fenômeno à parte na América Latina, e a Apple parece estar ciente disso: brincando com o gênero, ela disponibilizou no seu canal do YouTube “Nido de Villanas”, uma micronovela mexicana dividida em 14 partes e filmada com o iPhone 17 Pro.

Cada um dos 14 episódios, com duração estimada de 2 minutos, faz uso dos principais recursos de gravação do iPhone, como o modo Ação (Action mode), o zoom óptico de 8x ou até mesmo o modo de câmera lenta do aparelho.

A Maçã compartilhou um vídeo apresentando a produção:

Com uma trama “repleta de ambição, segredos e traições, na qual quatro mulheres estão dispostas a fazer de tudo para ficar com a fortuna dos Iturribiaga”, “Nido de Villanas” oscila entre emular as novelas mexicanas — referência histórica do gênero — e apresentar as principais funcionalidades de vídeo disponíveis no iPhone 17 Pro.

Esse enquadramento em termos de formato, diga-se de passagem, proliferado especialmente por estúdios asiáticos em plataformas de vídeos curtos (como o TikTok ou o Kwai) movimenta uma indústria que disputa a longeva hegemonia das telenovelas.

Foi o suficiente para que conglomerados conhecidos por sua dominância no segmento, como a TV Globo (no Brasil) e a Televisa (no México), oferecessem suas contrapartidas na transformação pela qual as novelas passam diante da mudança de hábito de consumo na América Latina e em todo o mundo. A opção da Maçã, evidentemente, carrega menos desse peso, mas demarca um possível interesse de presença nesse mercado.

“Nido de Villanas” está disponível no canal da Apple no YouTube, podendo ser visualizada na seção de Shorts da plataforma.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.999,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

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“Apple Upgrade”: empresa poderá bloquear apps por pagamentos atrasados

Ontem, falamos aqui sobre o rumor de que a Apple estaria prestes a lançar, nos Estados Unidos, um programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches, dando aos consumidores mais formas de acessar seus dispositivos.

Logo depois, o 9to5Mac encontrou, no código da beta do iOS 27, menções a um novo framework que serviria para gerenciar dispositivos alugados por meio de assinaturas como essa.

Chamado App Managed Features, ele permitirá, ao que tudo indica, que um aplicativo autorizado de financiamento ou de prestação de serviços — e não apenas o “Apple Upgrade”, como a solução proprietária está sendo chamada — registre um iPhone e realize verificações contínuas de status.

Caso haja algum problema com o registro (como pagamentos atrasados), o iPhone será colocado automaticamente em um estado intitulado “Restricted Mode” (“Modo Restrito”, em tradução livre), que bloqueia o acesso a uma série de apps do iOS, incluindo:

  • Leitor de Acessibilidade (Accessibility Reader)
  • App Store
  • Saúde (Health)
  • Lupa (Magnifier)
  • Telefone (Phone)
  • Relógio (Clock)
  • Ajustes (Settings)
  • Carteira (Wallet)
  • Senhas (Passwords)
  • A interface do “Restricted Mode” em si

Como é possível notar, alguns apps mais “críticos”, como o Mensagens (Messages) e o Casa (Home), poderão continuar disponíveis mesmo quando esse bloqueio estiver ativo. Segundo o 9to5Mac, no entanto, o provedor do aparelho será capaz de escolher quais apps ficarão (ou não) de fora dessa lista.

Embora restrinja o acesso aos apps do aparelho, o recurso não parece modificar assinaturas da App Store, o que significa que o usuário continuará sendo cobrado pelos seus apps e serviços mesmo após ter sido colocado no “Restricted Mode”.

Além disso, o código do iOS 27 não lista um número limite de pagamentos atrasados como condição para o bloqueio dos apps, o que significa que ficará a cargo dos serviços de assinatura decidir quando impor essas restrições de acordo com os seus termos e condições.

Há, no entanto, menções a um novo tipo de Bloqueio de Ativação (Activation Lock) chamado “Partner Finance Lock”, criado com o objetivo de impedir que usuários apaguem, vendam ou desmontem um aparelho alugado para revender suas peças.

Ainda segundo as informações, o App Managed Features faz parte do app Buscar (Find My), embora o provedor não tenha acesso à localização do dispositivo. Ao que tudo indica, essa integração existe apenas para garantir que o bloqueio continue de pé mesmo que o usuário apague ou redefina o aparelho.

Embora essas referências não tenham sido encontradas na versão Release Candidate (RC) do iOS 26.6, é possível que elas sejam adicionadas à versão final do sistema, já que, segundo a Bloomberg, o “Apple Upgrade” será anunciado na semana que vem.

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Como ativar a redução dos efeitos de brilho no Apple Watch

Assim como os iPhones e iPads, os Apple Watches também possuem um ajuste que pode minimizar os efeitos de destaque e de luz intermitente nas interações com os elementos presentes na tela.

Batizado de Redução dos efeitos de brilho, o recurso veio para minimizar os efeitos do Liquid Glass, já que muita gente não curtiu os elementos introduzidos com as versões 26 dos sistemas operacionais da Maçã.

Veja como habilitar isso no seu smartwatch! ⌚️

Pelo iPhone

Com o app Watch aberto, toque na aba “Meu Relógio” e selecione “Acessibilidade”.

Em seguida, marque a opção “Redução dos efeitos de brilho”.

Pelo Apple Watch

No relógio, abra os Ajustes (Settings), vá até “Acessibilidade” e marque a opção “Redução dos efeitos de brilho”.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.599,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.444,43
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Como ativar e ajustar o volume automático da Siri no Apple Watch

Ainda que não seja perfeita, a Siri pode ajudá-lo em diversas coisas — como ativar alarmes, conferir a previsão do tempo ou abrir um aplicativo.

Em se tratando do Apple Watch, a assistente pessoal da Apple pode ser ainda mais útil, já que está no seu pulso o dia todo.

Caso você utilize a assistente no seu smartwatch, saiba que é possível habilitar o Ajuste Automático do Volume, que regula o volume de fala da Siri com base nos ruídos de fundo do ambiente onde você estiver no momento.

Veja como habilitar! ⌚️

Pelo iPhone

Abra o app Watch, toque em “Siri” e em “Respostas da Siri”. Depois, habilite a opção “Ajuste Automático do Volume”.

Para escolher o nível, vá até “Nível” para selecionar “Mais Alto”, “Padrão” ou “Mais Baixo”.

Pelo Apple Watch

Abra os Ajustes (Settings), toque em “Siri” e vá em “Respostas da Siri”.

Controle a função na seção “Volume da Voz – Alto-falante”.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.599,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.444,43
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador

O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.

Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.

Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.

Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.

Outras novidades

Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Código QR do Firefox para o compartilhamento de uma página composto por pontos pretos com o logo do navegador (um globo envolto por uma raposa avermelhada). Logo abaixo, há botões para salvar ou copiar o código.
Divulgação/Mozilla

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.

Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.

Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.

O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Ícone de acesso à localização do Firefox 153, destacado em vermelho no canto esquerdo da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

Seletor de modelos de IA (em formato de lista) do assistente Smart Window no Firefox 153, posicionado no canto inferior direito da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.

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Apple poderá lançar programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches em breve

De acordo com informações da Bloomberg, a Apple lançará na próxima semana o “Apple Upgrade”, um serviço de assinatura que incluirá iPhones, iPads, Macs e até mesmo Apple Watches.

Desenvolvida em parceria com a empresa financeira Klarna Group Plc, a iniciativa será disponibilizada primeiro apenas nos Estados Unidos — tanto em lojas físicas da Maçã quanto na Apple Store Online.

Assim como outros programas do tipo, o “Apple Upgrade” permitirá que os usuários quitem o dispositivo antecipadamente durante o contrato, façam um upgrade para um modelo mais recente antes do fim da assinatura ou fiquem com o aparelho ao final do período de locação. Ainda segundo as informações, é possível que taxas adicionais sejam cobradas em casos específicos.

Mais precisamente, aluguéis de iPhones e Apple Watches terão uma duração de 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser usados por 36 meses. Sujeito a uma análise de crédito antes da contratação do serviço, o usuário sempre poderá devolver o seu aparelho ao final do período de locação.

A Bloomberg disse ainda que o plano da Maçã é divulgar o “Apple Upgrade” como uma forma de realizar pagamentos menores do que os oferecidos por programas de financiamento tradicionais. Além disso, ela estaria se preparando para descontinuar o iPhone Upgrade Program e a modalidade de financiamento tradicional para abrir espaço para a nova oferta.

Ao contrário do iPhone Upgrade Program, no entanto, o “Apple Upgrade” não incluirá o AppleCare; dispositivos de entrada — como o Apple Watch SE 3, o iPad (A16 Bionic), o iPhone 16 e o MacBook Neo — não estarão disponíveis no novo programa; por fim, usuários corporativos e estudantes também ficarão de fora da brincadeira.

Rumorado há alguns anos — e supostamente cancelado internamente pela companhia no final de 2024 — o “Apple Upgrade” chegará pouco tempo depois de a Apple aumentar os preços de vários de seus produtos em decorrência da crise de DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório., provocada pela alta demanda por chips de memória no mercado de inteligência artificial.

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.

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iPhone 17 Pro Max (512GB) entra em oferta e sai por R$9.752,31 à vista!

O iPhone 17 Pro Max é o smartphone mais avançado da Apple! Na sua lista de especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, o conjunto de três câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas três lentes) e o processador A19 Pro, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje a Amazon está com uma promoção excelente! Trata-se da versão de 512GB, na cor laranja-cósmico. Ele está saindo por R$10.835,91 em até 12x no cartão de crédito.

iPhone 17 Pro Max de 512GB

Parcelado: de R$13.999,00 por R$10.835,91 em até 12x
À vista no cartão de crédito: de R$12.599,10 por R$9.752,31

🛍 Produto vendido e entregue pela Amazon💰https://t.co/IiOTmrBu0l

— MM Ofertas (@MMOfertas) July 21, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$13.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 23%.

Já para quem preferir pagar à vista (também no cartão de crédito), o preço fica ainda melhor: ele cai para R$9.752,31 — um desconto também de 23% em relação ao valor da Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$12.599,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Adobe explora mais recursos de IA em seu app de fotografia Project Indigo

A Adobe anunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.

Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).

Recurso Styles do Project Indigo da Adobe
Divulgação/Adobe

De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:

Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.

Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.

Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.

via TechCrunch

Notas de rodapé

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    Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.
  • 2
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
  • 3
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

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Oferta: iPhone 17 (256GB) por R$5.299,21 no Pix!

O iPhone 17 recebeu várias melhorias em relação ao seu antecessor, o que fez dele o smartphone perfeito para a grande maioria dos usuários que procuram um telefone da Apple.

Entre as suas especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas com ProMotion (até 120Hz), o conjunto de duas câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas duas lentes) e o processador A19, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje o Mercado Livre está com uma promoção excelente! Trata-se da versão com 256GB, na cor preta. Ela está saindo por R$5.888,01 em até 12x no cartão de crédito.

iPhone 17 de 256GB

Parcelado: de R$7.999,00 por R$5.888,01 em até 12x
À vista no Pix: de R$7.199,10 por R$5.299,21

🛍️ Produto vendido e entregue pela Amazon; aplique o cupom SMART150💰https://t.co/oB0WhJAXi1

— MM Ofertas (@MMOfertas) July 21, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$7.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 26%.

Para quem preferir pagar à vista no Pix, o valor cai para R$5.299,21 — representando uma diferença também de 26% em comparação com o preço à vista da Apple Brasil, de R$7.199,10.

Para chegar a esses valores, adicione o cupom SMART150 ao seu carrinho antes de concluir a compra.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

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