O WhatsAppoficializou hoje um conjunto de novidades para usuários de recursos e dispositivos da Apple, com destaque especial para o CarPlay e o iPad — que só ganhou um app do mensageiro no ano passado.
No caso do sistema de infoentretenimento da Maçã, foi revelada uma reformulação completa da experiência, que inclui agora a possibilidade de ouvir e responder mensagens com as mãos livres. Também passou a ser possível fazer ligações, consultar o histórico delas e acessar seus favoritos diretamente da multimídia do veículo.
Divulgação/Meta
Usuários de iPad, por sua vez, agora podem criar uma conta na plataforma e configurá-la diretamente do tablet, o que os livra também de ter que conectar o app a um smartphone. Segundo o mensageiro, essa adição era um dos principais pedidos dos usuários.
O WhatsApp também oficializou a possibilidade de compartilhar uma música do Apple Music ou do Spotify na forma de um status, expandindo as possibilidades de expressão nessa seção do app.
Por fim, também foi anunciada uma integração com o Adobe Acrobat para permitir que usuários abram PDFs diretamente do WhatsApp Web (ou do app para Windows) sem precisar baixá-los. Também passou a ser possível fazer edições simples, como destacar e adicionar comentários, sem deixar o mensageiro e com criptografia de ponta a ponta.
Divulgação/Meta
Segundo a Meta, essas novidades já foram liberadas para todos os usuários do WhatsApp.
Como parte de seus esforços para dar a pais um maior controle sobre o que seus filhos visualizam e com quem se comunicam em suas plataformas, a Metaestá expandindo alguns dos seus recursos de controle parental para o Threads.
A partir da semana que vem, pais e responsáveis nos Estados Unidos poderão usar a Central da Família da Meta para controlar como as crianças sob sua guarda usam o Threads — tal como já é possível no Instagram e no Facebook.
Divulgação/Meta
Quando a supervisão estiver ativada, pais poderão visualizar o tempo que as crianças e adolescentes gastam na plataforma, definir limites de tempo para o uso, gerenciar quem pode marcá-los em posts e preferências de conteúdo.
A Meta ainda destacou que continuará expandindo suas ferramentas de supervisão para tornar mais fácil a familiares encontrarem controles e apoiar a experiência de seus adolescentes nas suas diferentes plataformas.
Novidades para os Live Chats
Além dos recursos de controle parental, o Threads também está ganhando novidades especificamente para os Live Chats, bem como anunciou recursos que chegarão em breve às suas salas de bate-papo públicas.
Segundo o TechCrunch, a Meta está liberando a criação de Live Chats para todos os Community Champions (usuários ativos e influentes nas comunidades da plataforma) e um recurso que permite traduzir mensagens na conversa.
Anfitriões, por sua vez, agora contam com um maior destaque em suas mensagens, bem como podem convidar até três co-hosts para ajudá-los a conduzir uma conversa, além de agora poderem excluir mensagens para todos os participantes.
Para o futuro, a Meta prometeu novidades como suporte aos Live Chats na versão para desktop do Threads e às mensagens fixadas, que permitirão ao anfitrião deixar avisos ou informações importantes no topo de uma conversa.
Desenvolvedores já podem instalar as quartas versões de teste do iOS 27 (compilação 24A5390f), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5388g), watchOS 27 (24R5325h), tvOS 27 (24J5325d) e visionOS 27 (24M5326g).
Além dos sistemas, também está disponível para desenvolvedores a quarta beta do Xcode 27 (compilação 27A5228h).
Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.
Como de costume, nós estamos de olho para conferir as novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui, então continuem acompanhando!
Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.
Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?
A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.
Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido
As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.
Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.
Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.
Acompanhar palestras e conferências online;
Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
Revisar treinamentos profissionais;
Utilizar computadores compartilhados;
Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.
Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.
Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.
Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha
Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.
Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.
Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.
Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.
Não existe uma solução única
Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.
Imagine alguns exemplos:
Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.
Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.
O fator mais importante é a praticidade
Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.
Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.
Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.
Conclusão
O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.
Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.
Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.
Ou seja, eles se comportam exatamente como mostrado nas capturas de tela da App Store quando acessados de praticamente qualquer lugar do mundo, exceto em terras tupiniquins.
A maioria dos aplicativos é publicada por contas de desenvolvedores com apenas um registro na loja da Maçã. Esses aplicativos também tendem a usar políticas de privacidade semelhantes — ou possuem até mesmo políticas idênticas.
Ao aprofundar sua investigação, a reportagem encontrou um repositório público no GitHub contendo instruções para um agente de IA criar aplicativos simples, com código criado por meio de vibe coding, que servem como fachada para as plataformas de apostas.
As instruções exigem que cada aplicativo inclua de três a cinco interfaces visíveis, use um nome comercial e um ícone com tema animal (um dragão, boi, coelho, rato ou tigre) e suporte roteamento controlado remotamente para o aplicativo local, uma página da web dentro do aplicativo ou um site externo.
Elas também afirmam que os aplicativos devem ser construídos em torno de conceitos simples e imediatamente compreensíveis, com uma marca clara e várias áreas de recursos proeminentes, mas suficientemente diferentes entre si para parecerem produtos separados.
O repositório também inclui instruções explícitas destinadas a impedir que os aplicativos sejam sinalizados como suspeitos durante a revisão da App Store. Isso inclui atribuir a cada aplicativo códigos de inicialização e configuração remota com nomes exclusivos, dificultando a identificação deles como parte do mesmo grupo pelos revisores.
O método para burlar as diretrizes de revisão de apps da Apple tem funcionado, já que o próprio sistema de recomendação da App Store direciona os usuários para outros aplicativos suspeitos com mais frequência do que para aplicativos genuínos.
Procurada, a Apple ainda não comentou as descobertas da reportagem.
Dos usuários que adquiriram um novo modelo da Apple, 12% eram donos de um smartphone com Android no momento da compra, enquanto 1% possuía um telefone convencional e 87% (a famosa taxa de lealdade) já tinham um iPhone.
No mesmo trimestre do ano passado, 14% dos donos de novos iPhones saíram do Android, 2% dos aparelhos convencionais e 84% já eram usuários da Maçã — o que significa que a taxa de migração do Android para o iPhone caiu em relação ao ano anterior.
A CIRP destaca que, nos últimos anos, a taxa de mudança do Android para o iPhone tem oscilado entre 11% e 15%. Ela já foi bem maior no passado, quando a Apple passou a suportar outras operadoras de telefonia americanas para além da AT&T.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.
O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.
Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.
A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.
Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.
La France éteint progressivement ses réseaux 2G et 3G. Fin 2025, encore 2,4 millions de personnes, majoritairement des seniors, utilisaient des téléphones incompatibles avec les réseaux actuels. Changer de mobile à 70 ou 80 ans, ce n'est pas anodin et c’est bien souvent les proches qui...
Claudio Di Russo, entomologo e speleologo affiliato alla Società Speleologica Italiana, ha guidato un’ispezione scientifica all’interno di un condotto artificiale profondo venticinque metri sull’isola di Alonnisos, nel Mar Egeo, scoprendo una nuova forma di vita specializzata per l’oscurità assoluta. Si tratta di una specie sconosciuta di grillo cavernicolo del genere Dolichopoda, individuata mentre si muoveva […]
Com o prazo das candidaturas para o Cheque Formação+Digital a terminar, reunimos uma seleção com 6 cursos de curta duração que ainda podem ser concluídos a tempo de beneficiar do apoio.