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Mais franquias de consoles e PCs estão chegando ao mobile, diz chefe da App Store

Em entrevista ao Polygon, o vice-presidente da App Store, Carson Oliver, comentou o Apple Arcade e a relação da Maçã com os desenvolvedores de jogos independentes.

As declarações ocorreram em meio à Indie Games Week, evento que deu destaque a alguns títulos de sucesso disponíveis para os dispositivos da Apple, como Sifu, Vampire Crawlers e No Man’s Sky.

A matéria avalia que a investida da Apple no mercado de videogames ao longo da última década foi consistente o suficiente para conquistar de fato o público gamer. Oliver, vale lembrar, assumiu a liderança da loja de aplicativos do ecossistema da Apple, após Phil Schiller deixar o posto em agosto.

O executivo falou sobre os esforços da empresa no segmento, que, segundo ele, vão além da distribuição, e ressaltou a chegada de títulos AAA ao ecossistema:

O que está acelerando esse movimento hoje é a tecnologia que impulsiona esse ecossistema. Apoiamos os desenvolvedores na App Store com muito mais do que distribuição. Continuamos investindo pesadamente em gaming: de novas tecnologias de hardware que entregam o mais alto desempenho sustentado, como o ray tracing acelerado por hardware do A20 Pro e a câmara de vapor de última geração no iPhone 18 Pro; a ferramentas de desenvolvimento, como o Game Porting Toolkit 4, o Metal e os nossos plugins de código aberto da Unity.

Temos observado o crescimento no número de jogos que chegam à App Store, em geral, com mais títulos premium este ano do que no anterior. […] Enquanto muitos são indies, nós estamos vendo mais franquias de consoles e PC chegando ao mobile, já que é um público em expansão para esses jogos.

O executivo também falou sobre a relação da Apple com os desenvolvedores independentes, além de destacar as diferentes formas de levar os jogos a Macs, iPhones e iPads:

Desde o primeiro dia, a App Store foi pensada para equilibrar as condições de descoberta e distribuição, de modo que um título indie possa se equiparar às maiores franquias do entretenimento. […]

Nós queremos dar aos desenvolvedores um ambiente confiável para alcançar usuários ao redor do mundo, dar-lhes suporte em cada passo e ajudá-los a construir negócios bem-sucedidos. […] Para atingir esses objetivos, nós oferecemos modelos de negócio flexíveis. Isso significa que um fenômeno inovador como Balatro pode prosperar como um jogo premium, e também pode encontrar um espaço no serviço Apple Arcade. O importante é que damos aos desenvolvedores a flexibilidade para fazer a melhor escolha e, a todos os jogos e jogadores, a liberdade de jogar como quiserem.

O Apple Arcade conta com mais de 200 títulos no acervo (livres de propagandas ou compras internas), os quais podem ser acessados por até cinco membros de um Compartilhamento Familiar em iPhones, iPads, Macs, Apple TVs e/ou Apple Vision Pros. O serviço de jogos custa R$14,90 por mês e também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Benchmarks preliminares do chip A20 Pro atestam avanços de CPU e GPU

Resultados preliminares de benchmark do chip A20 Pro, que alimenta o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o iPhone Duo, surgiram na manhã de hoje no banco de dados do Geekbench 7, oferecendo uma primeira visão do desempenho de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. dos novos modelos antes mesmo de chegarem ao mercado.

Com base nesses resultados iniciais, o chip A20 Pro parece oferecer um desempenho cerca de 21% a 23% mais rápido em single-core (média de 4.722 pontos), além de 27% a 28% mais rápido em multi-core (média de 12.626 pontos) em comparação com o chip A19 Pro dos iPhones 17 Pro/17 Pro Max.

Benchmarks do iPhone 18 Pro
Benchmarks do iPhone 18 Pro Max

Talvez não surpreenda que os resultados do iPhone 18 Pro Max sejam praticamente iguais aos do iPhone 18 Pro. Uma diferença aparece nas pontuações do teste Metal: o modelo menor marcou 64.069 pontos, enquanto o maior atingiu 64.915 pontos.

Ainda assim, os resultados gráficos alinham-se, em linhas gerais, à afirmação da Apple — presente no comunicado de imprensa e na página do iPhone 18 Pro — de que o A20 Pro oferece uma performance gráfica até 40% mais rápida que o chip A19 Pro.

Também foram vistos resultados de benchmark do iPhone 18 Pro Max no AnTuTu, que registrou uma pontuação geral de 3.551.073. A pontuação da CPU, especificamente, foi de 920.410, enquanto a GPU alcançou 1.397.374 pontos. Os testes de memória e UX registraram 470.245 e 763.044 pontos, respectivamente. Para fins de comparação, o iPhone 17 Pro Max obteve uma média de 2.275.118 pontos, colocando o novo modelo substancialmente à frente no benchmark.

Benchmarks do iPhone 18 Pro Max no AnTuTu

Vale ressaltar que esses testes de desempenho pontuais — que ainda não foram confirmados — não indicam como os dispositivos se comportarão durante sessões prolongadas de jogos ou outras cargas de trabalho exigentes; afinal, os resultados de testes no mundo real poderão apresentar algumas diferenças.

via MacRumors, Gizmochina

Notas de rodapé

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    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

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Apple apresenta o iPhone Duo, seu primeiro dobrável

Depois de anos de especulações, a Apple enfim revelou o iPhone Duo, a sua estreia oficial no segmento dos smartphones com tela dobrável.

O formato já é conhecido por quem acompanhou os rumores e viu as mudanças recentes entre os dobráveis de outras empresas, como a HUAWEI e a Samsung: o aparelho conta com uma tela externa (Ceramic Shield 2) de 5,4 polegadas e uma tela interna de 7,6″, seguindo um formato parecido com o de um passaporte. Ambas também têm exatamente a mesma proporção, e o acabamento fosco (nano-texture) está presente na tela interna.

Divulgação/Apple

Quando aberto, o iPhone Duo torna-se o iPhone mais fino já vendido pela Apple, com 5,2mm. O mecanismo de dobradiça também foi outro ponto particularmente trabalhado pela companhia (e o possível motivo de tanta demora para esse lançamento), sendo composto por mais de 100 componentes — a tampa da dobradiça, por sua vez, é impressa em 3D.

Divulgação/Apple

Outro elemento que vale ser mencionado é a volta do Touch ID nos iPhones, já que a finura do aparelho não comporta os sensores do Face ID. A biometria digital está localizada na lateral direita do aparelho.

Também estão agora nessa lateral os principais controles em nível de software do iOS 27, incluindo a barra de status (que ganhou um novo design mais compacto), as barras de ferramentas dos apps e até mesmo o Dock, que agora fica na vertical. Todos os principais apps do sistema foram adaptados para o novo formato de modo a aproveitar o maior espaço disponível, além de permitirem que você use o smartphone com ele parcialmente fechado.

Divulgação/Apple
Divulgação/Apple

O modo Em Espera (Stand By) é compatível com ambos os displays, transformando o iPhone Duo em um verdadeiro porta-retrato interativo ou em um relógio digital, só para citar alguns exemplos. A Apple também introduziu novos mostradores para esse recurso focados nos apps Calendário (Calendar) e Tempo (Weather).

Divulgação/Apple
Divulgação/Apple

Assim como no iPad, é possível colocar dois apps no modo Split View ao usar a tela interna e, em breve (provavelmente depois de um update), usar uma Apple Pencil (USB-C) para fazer ilustrações e anotações em apps suportados.

Divulgação/Apple

O iPhone Duo vem equipado com o A20 Pro, chip com uma litografia de 2 nanômetros, possuindo 6 núcleos destinados a CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. (2 de desempenho e 4 de eficiência) e uma GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. de 7 núcleos, além de um Display Engine novo para “empurrar” as duas telas. Com tudo isso, a Apple promete uma performance sustentada até 35% maior em comparação com o iPhone 17 Pro.

O novíssimo modem C2 também está presente no primeiro dobrável da Apple, oferecendo conexões até 50% mais rápidas e conectividade 5G mmWave (apenas nos Estados Unidos). Ele também está mais eficiente do ponto de vista energético, consumindo 15% menos energia em comparação com o modem C1X. Responsável por possibilidade conexões Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread, o chip N1 também deu as caras nesse smartphone.

O dobrável conta com duas câmeras frontais, uma para cada tela do aparelho; mais tradicional, a câmera frontal da tela externa (Center Stage) fica no canto superior direito do dispositivo, servindo também como uma Ilha Dinâmica (Dynamic Island), enquanto a câmera frontal da tela interna (FaceTime camera) está um pouco mais ao centro e, vejam só, fica posicionada sob o display, aparecendo apenas quando acionada — seja para capturar fotos/vídeos ou para exibir Atividades ao Vivo (Live Activities).

Divulgação/Apple

Já no conjunto de câmeras traseiras, localizado no módulo de câmera horizontal em formato de pílula, temos a câmera Fusion principal de 48 megapixels — a qual conta com shutter lag zero e também pode simular uma lente telefoto de 2x — e uma lente Fusion ultra-angular de também 48MP — mesmíssima lente dos iPhones 18 Pro. E, por conta da tela externa, usuários podem tirar selfies facilmente com essas lentes, que também são capazes de capturar fotos automaticamente graças ao recurso Smart Take, que detecta poses.

Divulgação/Apple

Além de novas formas de navegar pelo sistema, as duas telas também desbloqueiam maneiras inéditas de capturar imagens. De acordo com a Apple, a FaceTime camera permite realizar chamadas de vídeo com o iPhone Duo completamente aberto ou com ele parcialmente fechado — enquanto fica apoiado numa mesa, por exemplo. O iPhone Duo também pode exibir a imagem de uma pessoa durante uma chamada de vídeo na tela externa, permitindo que outras pessoas participem da conversa sem precisar compartilhar uma câmera com o dono do aparelho.

Mesmo com uma espessura reduzida, teremos uma das maiores baterias já utilizadas pela Apple em um iPhone, capaz de reproduzir até 31 horas ininterruptas de vídeo com a tela interna e até 44 horas com o display de fora. Em uso alternado, o iPhone Duo pode durar até 24 horas com uma única carga, de modo que apenas 15 minutos na tomada (via cabo) são suficientes para garantir 50% de carga. Carregadores MagSafe e Qi2 também são suportados.

Em termos de durabilidade, o iPhone Duo vem com a certificação IP68 contra água e poeira, além de contar, como dito, com a tecnologia Ceramic Shield 2 na tela externa. A primeira geração do Ceramic Shield também está presente nesse aparelho na forma do vidro traseiro.

Preço e disponibilidade

O iPhone Duo contará com opções de 256GB, 512GB, 1TB e 2TB de armazenamento, com o valor inicial de US$2.000 nos Estados Unidos e podendo chegar a US$3.200. Ele pode ser adquirido nas cores branco-estrela (star white) e céu noturno (night sky).

No Brasil e em Portugal, o dobrável sairá pelos preços iniciais de R$22.000 e 2.400€, respectivamente.

Nos EUA, no Brasil e em Portugal, a pré-venda começará no dia 16 de outubro (uma sexta-feira). O lançamento geral ocorrerá no dia 23/10 (outra sexta) em todas essas localidades.


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Notas de rodapé

  • 1
    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

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Dos grandes felinos às paisagens californianas: os nomes do macOS

A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.

Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.

As (várias) mudanças do passado

Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

Mac OS X

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.

A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).

Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.

Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.

OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia

A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.

A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.

O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Wallpaper do OS X Mavericks Developer Preview

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.

OS X Yosemite 10.10

Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.

Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

BG do OS X Yosemite

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.

Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.

OS X El Capitan 10.11

A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

Fundo de tela do OS X 10.11 El Capitan

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.

macOS Sierra 10.12

Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Wallpaper do macOS Sierra

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.

macOS High Sierra 10.13

Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Wallpaper oficial do macOS High Sierra 10.13

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.

macOS Mojave 10.14

Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Wallpaper oficial do macOS Mojave

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).

macOS Catalina 10.15

A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Wallpaper do macOS Catalina

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.

macOS Big Sur 11

Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Wallpaper do macOS Big Sur

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.

Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.

macOS Monterey 12

Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

Wallpaper do macOS Monterey 12

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.

Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.

macOS Ventura 13

Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Wallpaper do macOS Ventura

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.

macOS Sonoma 14

Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.

A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.

macOS Sequoia 15

Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

Novo wallpaper do macOS Sequoia 15

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.

Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).

macOS Tahoe 26

Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Tahoe Day

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.

Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.

macOS Golden Gate 27

E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Wallpaper oficial do macOS Golden Gate 27 (dia)

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.

Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.


E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊

via Basic Apple Guy

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CrossOver 27 ganha versão de teste com suporte a chips Apple Silicon

A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.

Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.

O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).

Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.

Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.

A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.

O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Advanced RISC Machine.
  • 2
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

  •  

Acorn 8.6

Gus Mueller (release notes):

  • A new brushing engine that has been rewritten using Metal shaders. It includes an option for “velocity thinning”, where the faster you draw your brush strokes, the thinner the lines.
  • A new acorn shell tool that you can use to send JavaScript to Acorn, as well as start an MCP server. So if you’ve got a favorite LLM you like to use, you can now use it to drive Acorn. The JavaScript section of the release notes are a good read if you’re interested in that. In addition:
    • The JS API has also been updated with examples for most calls.
    • The shell tool has a -jsio argument which lets you do things like:
      echo "acorn.takeLayeredScreenshot();" | acorn -jsio
  • Big ML models (used for Select Subject and Super Resolution Scaling) are now downloaded on demand. If AI isn’t your thing, they won’t take up any space on your Mac.

I feel lucky that Acorn is enough for me.

Chris Person:

Very few software companies outside of Microsoft have the kind of leverage over entire industries. Premiere, Photoshop, Illustrator, InDesign, Lightroom and After Effects are all load bearing to some extent within their respective fields despite the fact that many people I know loathe using them.

Via Nick Heer:

I have said it before and I will say it again: if I had known the path Adobe’s software would eventually go down, I might very well have picked a different career.

Previously:

  •  

Unfold the Future: Everything we know about Apple’s first folding iPhone

3D render claiming to depict Apple's first foldable iPhone (image: Jon Prosser)
3D render claiming to depict Apple’s first foldable iPhone (image: Jon Prosser)

Apple is poised to enter the foldable smartphone market with its first folding iPhone, widely rumored to be branded as the iPhone Ultra (or simply “iPhone Fold”). Expected to debut alongside the iPhone 18 Pro series in September 2026, the device marks a major milestone in Apple’s mobile strategy after years of development focused on solving the durability issues that plagued early market rivals.

Design: Passport Profile, Titanium Frame, and Liquidmetal Hinge

• Form Factor: The device adopts a book-style horizontal fold (opening like a book) rather than a vertical flip form factor. When closed, it features a wider “passport-style” profile—more similar to the original Google Pixel Fold than Samsung’s narrower Z Fold series.

• Dimensions: Rumored chassis measurements point to an ultrathin design: roughly 4.5–4.8 mm unfolded and 9.0–9.5 mm folded.

• Liquidmetal & Hinge Tech: Apple is widely reported to be using Liquidmetal (bulk metallic glass) for key internal hinge components. Unlike standard crystalline metals, this alloy has an amorphous, glass-like atomic structure that offers exceptional elasticity, high yield strength, and superior wear resistance. This design choice allows the hinge to withstand hundreds of thousands of folds without loosening or deforming, while working alongside 3D-printed titanium support plates and chemically treated ultra-thin glass (UTG) to minimize screen creasing.

• Biometrics & Hardware: Due to the ultra-slim profile when unfolded, Face ID hardware may be replaced by a Touch ID sensor integrated into the power button. Wireless charging and MagSafe compatibility are expected to remain, supported by a specialized back plate structure.

Display: Dual Screens Built for Multitasking

• Inner Display: A 7.7–7.8-inch flexible OLED panel with a roughly 4:3 aspect ratio, giving users an iPad mini-like workspace when unfolded.

• Outer Display: A 5.3–5.5-inch cover screen optimized for quick single-handed tasks when folded.

• Software Experience: The foldable runs a customized version of iOS with adaptive multitasking features designed for multi-window layouts and intermediate angle positions.

Performance and Hardware Specs

• Processor: Powered by Apple’s next-generation A20 chip (built on a 2nm process) and paired with Apple’s custom C-series cellular modem.

• Memory & Storage: Equipped with 12GB of RAM to handle heavy multitasking and Apple Intelligence on-device AI features.

• Battery: Features a split dual-battery design with a combined capacity of around 5,000–5,500 mAh—making it one of the largest battery systems ever put into an iPhone.

• Camera System: Expected to feature a premium multi-camera array engineered specifically for thin housings, utilizing advanced folded optics (periscope layout).

Pricing and Release Timeline

• Launch Window: Target release is September 2026 alongside the flagship iPhone 18 Pro lineup, though initial supply may be constrained.

• Price Point: Positioned as an ultra-premium flagship, pricing is expected to start between $2,000 and $2,500, placing it well above the Pro Max tier.
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‘Mechanical’ Properties of This Predatory Sea Worm’s Jaws Could Inspire a New Class of ‘Bio-Metal’ Material

A predatory sea worm known as Perinereis cultrifera possesses jaws that do not fit neatly into either biological or metallic categories. These jaws consist of structural proteins reinforced with metal ions, giving them mechanical properties unlike those of either conventional metals or ordinary biological tissue.

This unique combination of composition and mechanical behavior led researchers from TU Wien and the University of Vienna to propose an entirely new material classification. In a recent paper published in Biophysics Reviews, the team suggests that the creature’s jaws represent a distinct class of material, which they term bio-metal.

The jaws of bristle worms such as P. cultrifera are formed by linking structural proteins with metal ions, producing a material tough enough to crush and bite prey. Previous studies called these tissues metallike biomaterials, meaning they share some properties with metals, like strength or conductivity. The new study argues that this term is too broad. According to the researchers, a true bio-metal must meet three criteria: it must be hard, display specific strain mechanics, and have a well-defined ion-protein structure.

Hardness With a Metal Signature

To test if the jaw met these criteria, the researchers used nanoindentation, which means pressing a tiny probe into the tissue to measure its properties. They also conducted chemical tests and imaging at the same time. The results confirmed earlier findings that the jaw tips contain higher concentrations of metal ions than the center, likely making the tips harder.

When the probe pressed into the jaw at different depths, the researchers observed something called the Nix-Gao size effect. This effect, seen before in metals like copper and silver, means that smaller areas resist deformation more than larger ones. The reason is that strain gradients become larger in smaller regions, increasing resistance to deformation. Finding this metal-like behavior in worm jaws is one reason scientists have compared the material to metals.

Where the Metal Comparison Breaks Down

However, the jaw does not behave exactly like metals such as copper. Its elasticity changes depending on the size of the area tested, which is not seen in crystalline metals.

“Bristle worm jaws also showed size-dependent elasticity — this is a distinguishing feature of bio-metals when compared to standard crystalline metals like copper or silver,” said Christian Hellmich, one of the paper’s authors. Copper and silver can show a hardness size effect, but neither exhibits the size-dependent elasticity that the team measured in the worm jaw. That distinction is one reason the researchers argue that these materials deserve their own category.

To explain this property, the researchers built a mathematical model showing how the jaw’s atomic structure leads to the elastic size effect. This model helps explain the effect and gives a basis for future research.

“We plan to extend the experimental database by investigating additional species to refine the theoretical concept and perform dedicated computations, and — perhaps most interestingly — to explore the link between genetic interventions and the corresponding material design space,” Hellmich said. “All this comes with true excitement about the beauty, elegance, and refinement found in and produced by nature.”

Next, the researchers plan to explore how genetic changes influence the development of these materials. If successful, the work could eventually help engineers develop new biomimetic materials inspired by the ion-protein architecture found in these worms.

Austin Burgess is a writer and researcher with a background in sales, marketing, and data analytics. He holds an MBA, a Bachelor of Science in Business Administration, and a data analytics certification. His work focuses on breaking scientific developments, with an emphasis on emerging biology, cognitive neuroscience, and archaeological discoveries.

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