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Apple investe na Samplab, empresa de produção musical com IA

Os investimentos da Apple em pequenas empresas ao redor do mundo continuam. A bola da vez é a Samplab, uma empresa de ferramentas de áudio com inteligência artificial.

De acordo com a Comissão Europeia, não se trata de uma aquisição completa, mas de um investimento mais contido da Apple, que terá o direito de adquirir certos ativos da Samplab GmbH e de oferecer emprego a alguns dos funcionários da startup.

Esse, vale lembrar, foi o mesmo modelo de investimento adotado pela fabricante do iPhone com a Huxe, startup focada em IA que encerrou suas operações há alguns meses.

Baseada em Zurique, na Suíça, a Samplab foi fundada em 2020 por Manuel Fritsche e Gian-Marco Hutter e, segundo sua página no LinkedIn, conta com no máximo dez funcionários.

A Samplab desenvolve software capaz de “mudar uma nota no seu áudio” e “detectar e editar acordes”, de acordo com suas próprias descrições, além de fazer a separação granular de stems (arquivos de áudio que representam partes separadas de uma trilha completa, como bateria, baixo e vocais — algo que o Logic Pro, da Apple, já pode fazer). Os plugins da companhia também já podiam ser utilizados no próprio software de produção musical da Maçã.

Ainda segundo a Comissão Europeia, esse investimento foi concluído em 17 de junho. Desde então, o site da Samplab foi retirado do ar e seus perfis nas redes sociais, apagados/restringidos.

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Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

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CrashStealer

Thijs Xhaflaire (via Ric Ford):

Jamf Threat Labs discovers and investigates CrashStealer, a C++ macOS infostealer that impersonates Apple's crash-reporting framework to harvest browser credentials, cryptocurrency wallets and keychain data, encrypting stolen files with AES-GCM before exfiltrating them to a remote command-and-control server.

[…]

Unlike the payload it eventually installs, the dropper is properly code signed and notarized: it is a universal (arm64 and x86_64) binary signed with the Developer ID Emil Grigorov (WWB7JA7AQV), has hardened runtime enabled, and carries a stapled notarization ticket. Notably, the disk image itself is signed as well, not just the application inside it, which is uncommon in malicious DMG delivery where the container is typically left unsigned.

[…]

That file supplies the curl command the dropper runs next. Staging the first hop on a trusted developer domain keeps the initial network activity inconspicuous.

[…]

[The script] clears extended attributes on the staged bundle with xattr -cr, makes the inner binary executable, strips the payload's existing signature and re-signs it ad-hoc (codesign --remove-signature followed by codesign -s - --force --deep --no-strict), registers it with Launch Services via lsregister -f, and finally launches it in the background with open -g -n.

Previously:

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Cat Gatekeeper: a extensão que manda um gato “gorducho” invadir o seu ecrã quando passa tempo a mais nas redes sociais

Esqueça os bloqueadores de sites chatos e as notificações que ignora ao fim de dois dias. O Cat Gatekeeper tem uma abordagem diferente, e muito mais fofa, para o doomscrolling. Trata-se de um gato laranja “gorducho” que invade o ecrã e não sai de lá até a pausa acabar.

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