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Como escolher o ventilador ideal? 10 dicas para acertar na compra

27 September 2026 at 12:00

Escolher um ventilador pode parecer simples até o momento em que começam a surgir números de potência, quantidade de pás, diâmetro da hélice e diferentes modelos. É nesta hora que surgem as dúvidas sobre o que considerar na hora de escolher o aparelho ideal para a sua casa. 

Na prática, nenhuma dessas características e especificações deve ser analisada sozinha. O desempenho do equipamento depende da combinação entre motor, hélice e vazão de ar, enquanto fatores como ruído, consumo e tipo de instalação determinam se aquele ventilador realmente combina com a rotina e o cômodo onde será colocado.

Para te ajudar nessa escolha, o Canaltech preparou uma guia com 10 pontos que merecem atenção antes da compra do ventilador:

  1. Pense em onde o ventilador será usado;

  2. Escolha o tipo de ventilador mais adequado;

  3. Confira a capacidade de ventilação;

  4. Observe o diâmetro e o desenho da hélice;

  5. Leve o nível de ruído em consideração;

  6. Compare consumo e eficiência energética;

  7. Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis;

  8. Avalie o material e a construção;

  9. Pense na limpeza antes mesmo de comprar;

  10. Confira voltagem, instalação e garantia.

1. Pense em onde o ventilador será usado

Antes mesmo de comparar especificações, é importante definir onde o ventilador vai ficar. Isso porque um aparelho para o quarto, por exemplo, pode exigir características diferentes de outro que será instalado na sala, cozinha ou escritório.

O tamanho do ambiente também entra nessa conta. Cômodos maiores exigem melhor distribuição do ar, enquanto um modelo compacto pode ser suficiente quando a ideia é ventilar uma área pequena ou atender apenas uma pessoa.

A quantidade de pessoas que costuma ocupar o espaço também pode pesar, visto que um ambiente amplo e movimentado demanda uma circulação de ar diferente daquela necessária em um pequeno escritório usado individualmente.

Ventilador ligado à noite

Qual ventilador escolher para cada cômodo?

Para um quarto, características como baixo nível de ruído e diferentes velocidades ganham importância, principalmente para quem pretende deixar o aparelho ligado durante a noite  e não quer ter a rotina de sono atrapalhada pelo equipamento.

Em salas maiores, pode fazer sentido buscar por modelos capazes de distribuir o vento por uma área mais ampla. Já em cozinhas, áreas de serviço e outros espaços com pouco espaço livre no chão, um ventilador de parede pode evitar que o aparelho ocupe uma superfície ou fique no caminho.

Isso significa que não existe um único modelo capaz de atender todos os contextos de uso, e o ambiente é justamente o ponto de partida para decidir quais especificações realmente merecem prioridade.

2. Escolha o tipo de ventilador mais adequado

Mesa, coluna, parede, teto e torre estão entre alguns dos formatos encontrados no mercado. Apesar de todos terem a função de movimentar o ar para aumentar a sensação de conforto, cada modelo favorece um tipo de uso.

Vale ressaltar também que um modelo maior não é necessariamente uma evolução direta de outro menor. Mobilidade, espaço disponível e forma como o vento deve chegar às pessoas são diferenças que precisam entrar na escolha.

Ventilador de mesa

Os modelos de mesa estão entre os mais simples de transportar e podem ser colocados sobre móveis ou outras superfícies com certa facilidade. Isso favorece quem pretende mudar o aparelho de lugar ao longo do dia, ou até mesmo aquelas pessoas que têm pouco espaço para posicionar o equipamento.

Normalmente, esse tipo de aparelho faz mais sentido em ambientes pequenos ou quando o vento será direcionado para uma região específica, como cama, sofá ou mesa de trabalho.

Ventiladores de mesa

Ventilador de coluna

Esse formato de ventilador se destaca por colocar a hélice em uma posição mais alta, permitindo também regular a altura do aparelho de acordo com a necessidade do cômodo.

Trata-se de uma boa alternativa para quem quer um ventilador de chão com vento direcionável, mas pretende atender uma área maior ou posicionar o fluxo de ar acima de móveis e outros obstáculos. Mesmo sendo mais alto do que os equipamentos de mesa, seu formato não ocupa muito espaço no ambiente.

Ventilador de teto

O ventilador de teto movimenta o ar a partir de uma posição central e consegue distribuí-lo por uma área ampla sem ocupar espaço no chão.

No entanto, é uma solução fixa, que exige instalação adequada. Por isso, a escolha precisa considerar não apenas desempenho, mas também as dimensões do ambiente e o local onde o equipamento será montado.

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Ventilador de parede

Assim como o modelo de teto, a principal diferença deste tipo de aparelho está justamente na instalação. Como permanece fixo e fora do piso, o ventilador de parede pode ser interessante para economizar espaço no ambiente.

Esse formato aparece com frequência em cozinhas, áreas comerciais, salões e outros locais nos quais deixar um aparelho no chão poderia atrapalhar a circulação. 

O ponto de atenção em relação a esse formato é a necessidade de furar a parede para fixar o dispositivo no local. Diante disso, é necessário levar em conta fatores como peso e vibração na hora de instalar o aparelho.

Ventilador de torre

Os ventiladores de torre utilizam um corpo estreito e vertical, características até certo ponto semelhantes aos modelos de coluna, e que ajudam a ocupar uma área menor no piso. Alguns modelos também oferecem oscilação para distribuir o ar lateralmente.

Esse formato pode interessar principalmente quando espaço e design compacto pesam na decisão. Vale, no entanto, comparar a capacidade de ventilação de diferentes opções em vez de assumir que o formato por si só vai entregar desempenho superior.

WAP Air Silence

3. Confira a capacidade de ventilação

Uma das especificações mais importantes para descobrir em relação a quanto um ventilador consegue movimentar de ar é a vazão. Esse dado pode aparecer em unidades como metros cúbicos por segundo (m³/s) e ajuda a colocar o desempenho do aparelho em números.

De forma simplificada, quanto maior a vazão, maior é o volume de ar movimentado pelo equipamento em determinado período. Por isso, essa informação pode ser mais útil para comparar desempenho do que observar apenas a potência do motor.

O próprio Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro considera a vazão nominal, potência elétrica e rotação, entre outros dados, na avaliação dos ventiladores.

Ainda assim, é importante comparar aparelhos de categorias e dimensões semelhantes. Um ventilador de teto e um modelo de mesa podem distribuir o ar de maneiras bastante diferentes mesmo quando alguns números da ficha técnica parecem próximos.

VSP-30 da Mondial

Potência significa que o ventilador venta mais?

Não necessariamente. A potência indicada em watts (W) mostra quanta potência elétrica o equipamento utiliza, mas não determina sozinha a quantidade de vento produzida.

Isso porque dois ventiladores com potência semelhante podem apresentar vazões diferentes devido a fatores como:

  • Diâmetro da hélice;
  • Formato das pás;
  • Rotações do motor;
  • Projeto aerodinâmico.

Da mesma forma, um aparelho que utiliza mais energia não obrigatoriamente entregará um ganho proporcional no fluxo de ar para o ambiente. Por isso, a potência faz mais sentido quando analisada junto à vazão e à eficiência do equipamento.

4. Observe o diâmetro da hélice e o desenho das pás

O tamanho da hélice também interfere na forma como o ar é movimentado no ambiente. Um diâmetro maior aumenta a área percorrida pelas pás e pode ajudar o ventilador a distribuir o fluxo de ar por uma região mais ampla.

Isso, no entanto, não significa que um equipamento com hélice de maior diâmetro será sempre a melhor escolha. Rotação, formato das pás, inclinação e características do motor também são cruciais para definir o desempenho do aparelho.

Em um cômodo pequeno, por exemplo, um aparelho compacto pode atender perfeitamente ao uso e ainda ocupar menos espaço. Já em ambientes maiores, a melhor opção pode ser um ventilador com hélice de maior diâmetro, desde que o restante do conjunto consiga entregar uma boa vazão de ar.

Arno Ultra Silence Force Bluetooth

Quantas pás um ventilador precisa ter para ventilar bem?

Não existe um número “mágico” de pás que garanta um ventilador mais forte. Por exemplo, um aparelho de oito pás não necessariamente produzirá mais vento que outro equipado com seis.

Isso acontece porque o desempenho depende de como as pás trabalham em conjunto com o motor. Diâmetro da hélice, formato, inclinação e velocidade de rotação interferem na quantidade e na forma como o ar é deslocado.

Por isso, a quantidade de pás deve ser tratada apenas como uma das características do modelo a ser analisada. Ao comparar dois produtos, vale dar mais atenção à vazão e ao desempenho do conjunto do que simplesmente escolher aquele com mais pás.

5. Leve o nível de ruído em consideração

A força do vento não é a única característica que determina se um ventilador será confortável no dia a dia. Dependendo do local de uso, o barulho produzido pelo equipamento pode pesar tanto quanto o desempenho na hora de escolher o modelo ideal.

Esse cuidado é importante para aparelhos destinados ao quarto ou escritório. Um ruído que passa despercebido durante o dia pode incomodar bastante durante o sono, uma leitura ou uma reunião de trabalho.

Quando a fabricante informa o nível sonoro em decibéis (dB), o dado pode ajudar na comparação entre modelos. Também vale verificar testes e avaliações feitas em diferentes velocidades, já que um ventilador pode ser bastante silencioso no nível mínimo e produzir bem mais ruído quando colocado na intensidade máxima.

Além do próprio motor, o som pode ser influenciado pela movimentação do ar, desenho das pás, vibração e construção do equipamento. Por isso, classificações como “silencioso” devem ser acompanhadas, sempre que possível, de testes práticos ou medições.

LG Heritage Fan

6. Compare consumo e eficiência energética

Um ventilador pode permanecer ligado por várias horas seguidas, principalmente durante períodos de calor. Por isso, alguns watts de diferença podem se acumular ao longo do mês e acabar pesando na conta de luz.

Mas potência e eficiência não devem ser encaradas como sinônimos. Um equipamento eficiente é aquele que consegue movimentar uma boa quantidade de ar para a energia utilizada, e não simplesmente aquele que apresenta o menor número de watts.

O Inmetro mantém no Sistema PBE uma base com ventiladores etiquetados, na qual é possível consultar características como potência, vazão e classificação de eficiência. Ventiladores domésticos de mesa, parede e coluna, além de circuladores abrangidos pela regulamentação, precisam ser certificados e exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia.

Ventilador mais potente gasta mais energia?

Quando todo o restante é semelhante, um motor de maior potência pode apresentar consumo elétrico maior. Mas isso não significa que todo ventilador potente será necessariamente menos eficiente.

Um modelo pode consumir mais watts e também movimentar consideravelmente mais ar, enquanto outro pode utilizar menos energia, mas entregar uma vazão bem menor. É justamente essa relação entre consumo e desempenho que precisa ser levada em conta na hora de analisar um modelo.

Outro fator importante é a rotina de uso do ventilador. Um aparelho de 150 W utilizado duas horas por dia pode consumir menos energia no mês que um ventilador de 80 W funcionando durante toda a noite.

Ventilador

Como calcular quanto o ventilador gasta?

Para estimar o consumo mensal de um ventilador, basta localizar a potência do equipamento em watts nas suas especificações e considerar por quantas horas ele permanecerá ligado:

  • Potência (W) × horas de uso por dia × dias de uso ÷ 1.000 = consumo em kWh

Se usarmos como referência um ventilador de 100 W utilizado durante oito horas por dia, período usado como padrão para uma noite de sono, ao longo de 30 dias, a conta seria:

  • 100 × 8 × 30 ÷ 1.000 = 24 kWh por mês

Para transformar esse consumo em reais, é necessário multiplicar o resultado pela tarifa de energia da cidade. Nos cálculos do Canaltech, usamos como referência uma tarifa padrão de R$ 0,95/kWh para São Paulo.

  • 24 kWh × R$ 0,95 = R$ 22,80 por mês

Ou seja, nesse exemplo, um ventilador de 100 W ligado por oito horas por dia durante 30 dias teria um custo estimado de R$ 22,80 no mês na capital paulista.

7. Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis

A quantidade de velocidades é uma das características mais comuns, mas existem ventiladores com recursos como oscilação, inclinação, timer e controle remoto.

A oscilação permite distribuir o vento por uma área maior em vez de deixá-lo apontado continuamente para a mesma direção. Já a inclinação oferece um ajuste semelhante no eixo vertical, algo útil quando o ventilador fica acima ou abaixo da posição das pessoas.

Nos modelos de coluna, o ajuste de altura também pode ajudar a direcionar melhor o fluxo de ar. Aparelhos com controle remoto e timer, por sua vez, ganham relevância quando utilizados no quarto, permitindo mudar a velocidade ou programar o desligamento sem sair da cama.

Ventilador de coluna

8. Avalie o material e a construção

Plástico e metal são encontrados em diferentes partes dos ventiladores, desde a carcaça até grades, bases e componentes da hélice. Mais importante do que procurar um único material, no entanto, é verificar se a construção faz sentido para o local e a frequência de uso.

Um ventilador de torre, por exemplo, precisa ter base estável para permanecer firme durante a oscilação. Encaixes frágeis, folgas e vibrações excessivas também podem afetar a experiência ao longo do tempo.

Em regiões litorâneas ou ambientes sujeitos à umidade, a resistência à corrosão ganha importância. Isso acontece porque peças metálicas sem proteção adequada podem ficar mais expostas à ação da maresia, reduzindo a vida útil do equipamento.

9. Pense na limpeza antes mesmo de comprar

Poeira tende a se acumular nas grades e nas pás com o uso do ventilador. Por isso, um questionamento aparentemente simples na hora de adquirir o dispositivo pode fazer diferença meses depois: é fácil desmontar e limpar o equipamento?

Modelos com grades de remoção simples facilitam o acesso às pás e outras partes que acumulam sujeira. Ainda assim, é sempre importante seguir as instruções do fabricante e retirar o equipamento da tomada antes de iniciar qualquer limpeza.

Manter essas regiões limpas também ajuda a preservar a passagem de ar e evita que o acúmulo de poeira prejudique o desempenho do aparelho e a qualidade do ar no ambiente.

Pessoa limpando ventilador

10. Confira voltagem, instalação e garantia

Depois de analisar desempenho e recursos, ainda existem algumas especificações básicas que não podem ser esquecidas. Uma delas é a tensão elétrica.

Ventiladores podem ser vendidos em versões de 127 V, 220 V ou bivolt, dependendo do modelo. Por isso, é importante confirmar a tensão disponível no local antes da compra, principalmente em aparelhos que não oferecem seleção automática.

Nos ventiladores de parede e teto, a instalação também precisa entrar no planejamento. Fixação, estrutura disponível, posicionamento e ligação elétrica devem seguir as orientações da fabricante. 

Quando o procedimento envolver a rede elétrica ou exigir adaptações, a instalação por parte de um profissional especializado ajuda a evitar improvisos.

Por fim, vale verificar o tempo de garantia e assistência técnica oferecidos pela fabricante. Esses fatores ganham ainda mais importância em modelos fixos ou mais caros, nos quais uma eventual manutenção pode demandar mais trabalho do consumidor.

Ventilador de parede Ventisol

O que olhar antes de comprar um ventilador?

A melhor escolha de ventilador não costuma estar no maior número impresso na caixa. Potência, quantidade de pás e diâmetro ajudam a entender o aparelho, mas precisam ser considerados em conjunto com especificações como vazão, eficiência, ruído e tipo de uso.

Antes de decidir qual modelo comprar, vale fazer um “check” final nesses fatores:

  • Ambiente e área disponível;

  • Tipo de ventilador;

  • Vazão de ar;

  • Potência;

  • Diâmetro e projeto da hélice;

  • Nível de ruído;

  • Eficiência energética;

  • Ajustes;

  • Facilidade de limpeza;

  • Voltagem e garantia.

A ficha técnica mostra parte dessa história. Quando possível, avaliações práticas também ajudam a descobrir como o ventilador se comporta na velocidade máxima, quanto ruído produz e se consegue movimentar o ar da maneira esperada para aquele ambiente.

Também é comum haver a dúvida se o ventilador gasta mais do que o ar-condicionado. O Canaltech fez as contas e te mostra o resultado real!

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Projetor 4K substitui a Smart TV? Testamos a experiência em sala clara

26 September 2026 at 16:00

A possibilidade de trocar a smart TV por um projetor 4K pode parecer tentadora para quem busca uma tela maior e uma experiência mais próxima à de um cinema em casa. A dúvida é se essa troca faz sentido quando o aparelho é usado em situações comuns do dia a dia, especialmente em uma sala com bastante entrada de luz.

Isso porque é justamente nesse cenário que as diferenças começam a aparecer. Enquanto a televisão produz a própria iluminação da imagem, o projetor depende da luz enviada à parede, o que pode tornar a claridade do ambiente um fator determinante para a experiência do usuário.

Para descobrir se um projetor 4K consegue realmente assumir o lugar da smart TV, o Canaltech colocou dois aparelhos dessa categoria frente a frente em um ambiente claro. Para ampliar o comparativo e entender como a categoria dos equipamentos interfere na experiência, repetimos o teste também com uma configuração Full HD, tanto na TV quanto no projetor.

JMGO N1S Ultimate 4K

Como os testes foram feitos?

Os aparelhos foram testados em ambientes claros e sob as mesmas condições dentro de cada comparativo. Janelas e outras entradas de luz foram mantidas abertas durante a experiência justamente para avaliar como os projetores se comportariam em uma situação menos favorável.

Também evitamos alterações nas configurações de fábrica de imagem e áudio. Ainda que os dispositivos ofereçam diferentes ajustes de brilho, contraste, modos de imagem e som, o objetivo foi observar aquilo que o consumidor encontraria ao ligar os aparelhos e começar a utilizá-los.

Vale destacar que os projetores foram usados diretamente na parede, sem uma tela própria para projeção, enquanto o áudio ficou por conta dos alto-falantes integrados de cada dispositivo. Uma tela adequada pode melhorar a experiência com o projetor, então os resultados devem ser considerados dentro dessas condições.

Projetor 4K se aproxima da TV em sala clara

O primeiro cenário de testes foi com o projetor JMGO N1S Ultimate 4K e a Smart TV LG NanoCell NANO90SNA. São dois produtos de nível mais avançado, ambos com resolução 4K, o que fez com que esse fosse o comparativo em que o projetor mais conseguiu se aproximar da experiência oferecida pelo televisor.

JMGO N1S Ultimate 4K

Instalação

A instalação do JMGO foi bastante rápida e o aparelho ficou posicionado sobre uma mesa. Um dos recursos que mais facilita o uso é o ajuste automático da projeção.

Após posicionar o aparelho e apontá-lo para a parede, o projetor consegue redimensionar e enquadrar a imagem sem exigir regulagens manuais. Isso faz diferença principalmente para quem pretende guardar o equipamento quando não estiver usando ou levá-lo de um cômodo para outro. 

A JMGO também permite movimentar fisicamente a projeção em diferentes ângulos por meio do suporte articulado.

O Google TV integrado também deixa a experiência próxima à de uma smart TV tradicional. Ainda assim, quem utiliza dispositivos externos, como TV sticks, pode conectar o acessório e continuar usando a interface à qual já está acostumado.

Reprodução em ambiente claro

Foi neste cenário que o projetor conseguiu lidar melhor com a iluminação do ambiente. Mesmo com janelas abertas e luzes acesas, a imagem continuou definida o suficiente para assistir aos conteúdos sem grandes dificuldades.

Parte desse resultado pode ser explicada pelas próprias especificações do JMGO. Além da resolução 4K, ele utiliza três fontes de laser para formar as cores e alcança 3.300 ISO lúmens, medida usada para indicar a quantidade de luz entregue pelo projetor.

Na prática, trata-se de um modelo pensado para entregar uma boa imagem mesmo em ambientes mais claros.

Ainda assim, a TV da LG manteve vantagem na qualidade da imagem. Além do painel 4K, o televisor trabalha a 120 Hz e possui controle de iluminação por diferentes áreas da tela, recurso chamado Full Array Local Dimming e que ajuda a preservar melhor o contraste.

A projeção ficou um pouco mais clara em comparação direta com a TV, mas o resultado foi especialmente positivo em vídeos do YouTube, inclusive conteúdos com bastante movimento. Mesmo com a interferência da iluminação do ambiente, cores e detalhes permaneceram visíveis e a claridade não chegou a comprometer a experiência.

Em séries e filmes, a diferença para a TV ficou um pouco mais perceptível, principalmente em cenas menos iluminadas. Ainda assim, foi possível acompanhar o conteúdo com certa tranquilidade.

Áudio

O áudio foi outro ponto positivo do equipamento da JMGO. O sistema integrado conseguiu preencher bem o ambiente e trouxe uma sensação de imersão suficiente para assistir aos conteúdos sem a necessidade de uma caixa de som ou soundbar.

O projetor possui um sistema de áudio de 20 W, além de suporte à tecnologia Dolby Digital Plus. São especificações que ajudam a explicar por que o som deu conta de preencher um ambiente relativamente amplo.

Projetor Full HD sente mais a luz do ambiente

O segundo cenário colocou frente a frente o projetor Epson EF-61G e a Smart TV Philips 43PFG6917/78. Os dois trabalham com resolução Full HD e ajudam a mostrar como a experiência pode mudar quando saímos dos equipamentos 4K mais avançados usados no primeiro comparativo.

Neste caso, a diferença entre projetor e televisão apareceu de maneira mais evidente quando o ambiente ficou claro.

Epson EF-61G

Instalação

Assim como aconteceu com o JMGO, colocar o Epson para funcionar não trouxe grandes dificuldades. O processo básico envolve conectar o projetor à tomada, fazer as primeiras configurações e emparelhar o controle remoto.

Também é possível usar o Google TV integrado ao próprio aparelho ou conectar um dispositivo externo. No teste, optamos por um Fire TV Stick com aplicativos e contas já configurados, bastando conectar o acessório à entrada HDMI e selecionar a fonte correspondente pelo controle.

A maior facilidade apareceu no posicionamento. Mesmo colocado sobre uma mesa e de maneira lateral em relação à parede, o Epson conseguiu corrigir automaticamente a projeção e deixar a imagem enquadrada sem exigir ajustes manuais.

O aparelho também consegue identificar obstáculos na área de projeção, exibindo um aviso para que a interferência seja corrigida e alertando sobre riscos do contato direto da luz do projetor com os olhos.

No geral, a experiência mostrou que a necessidade de posicionar e configurar um projetor deixou de ser um grande obstáculo nesse tipo de produto. Pelo menos nos dois modelos testados, colocar o aparelho para funcionar foi tão simples quanto poderia se esperar de uma televisão.

Reprodução em ambiente claro

A situação mudou quando começamos a avaliar a imagem. O Epson conseguiu reproduzir filmes, vídeos do YouTube e até partidas de futebol em um cômodo com bastante entrada de luz, mas a claridade do ambiente teve um impacto mais evidente do que no cenário 4K.

O EF-61G possui resolução Full HD e entrega 700 lúmens de brilho, além de utilizar a tecnologia 3LCD da Epson. Esses números, sozinhos, não determinam a qualidade da imagem, mas ajudam a contextualizar porque a entrada de luz teve impacto maior neste cenário do que no teste com o JMGO, que possui maior capacidade de brilho.

Diante disso, a projeção ficou consideravelmente mais clara quando comparada à Smart TV da Philips. O conteúdo continuava visível, mas cores e contraste perdiam força à medida que a iluminação natural entrava pelas portas e janelas.

A TV também trabalha em Full HD, mas sua imagem não depende da projeção da luz sobre uma parede, o que ajuda a explicar a vantagem em um ambiente iluminado.

Isso não significa que o projetor se torne inutilizável durante o dia. Em cenas mais claras ou conteúdos com boa luminosidade, ainda foi possível assistir sem grandes problemas. A diferença apareceu principalmente na comparação direta com a televisão, que manteve cores e contraste mais definidos.

Áudio

Se a imagem sentiu mais os efeitos da claridade, o sistema de som foi um dos grandes destaques do Epson EF-61G. O aparelho utiliza um sistema estéreo desenvolvido em parceria com a Bose, integrado ao próprio corpo do projetor.

Na prática, o sistema de áudio entregou boa sensação de imersão durante filmes e outros conteúdos. O resultado chamou atenção especialmente porque portas e janelas permaneceram abertas durante parte do teste e, mesmo assim, o áudio conseguiu preencher bem o ambiente.

Com o espaço mais fechado, a sensação de imersão ficou ainda mais evidente. Entre os pontos avaliados neste cenário, foi no som que o projetor mais se aproximou da experiência oferecida pela televisão.

A Philips também possui suporte a Dolby Atmos, tecnologia voltada à reprodução de áudio mais envolvente. Ainda assim, durante o comparativo, o sistema do Epson se destacou e chegou a proporcionar uma experiência mais imersiva em alguns momentos.

Afinal, projetor 4K substitui a smart TV?

No cenário 4K, o teste mostrou que um projetor mais avançado já consegue chegar bastante perto da experiência oferecida por uma smart TV mesmo em um ambiente claro. O JMGO manteve boa qualidade de imagem com entrada de luz, além de oferecer instalação simples, acesso a aplicativos e um sistema de áudio capaz de dispensar equipamentos externos em boa parte das situações.

Ainda assim, a televisão levou vantagem na imagem. Essa diferença ficou ainda mais evidente no comparativo entre Epson e Philips Full HD, visto que a iluminação teve impacto maior sobre a projeção, mostrando que o desempenho observado com o JMGO não pode ser estendido da mesma forma para qualquer projetor.

Projetor 4K x Projetor Full HD

Por outro lado, um ambiente que permita fechar cortinas, reduzir a iluminação ou assistir aos conteúdos durante a noite favorece bastante o desempenho do projetor. Nessas situações, a interferência da luz externa tende a ser menor e a possibilidade de obter uma imagem muito maior passa a pesar mais na experiência.

Vale lembrar ainda que os testes foram feitos diretamente na parede e sem ajustes específicos de imagem. Uma tela própria para projeção e configurações adaptadas ao cômodo podem melhorar o resultado.

Por isso, um bom projetor 4K pode assumir o lugar da smart TV em condições favoráveis e entregar uma experiência mais próxima à de cinema. Para quem procura um único aparelho capaz de funcionar bem durante todo o dia, porém, sem precisar controlar tanto a iluminação do ambiente, a smart TV ainda se mostrou a opção mais indicada.

E você, pensando em montar um cinema em casa? Saiba como fazer isso com apenas R$ 600.

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MacVoices #26265: Live! – Apple Vision Pro’s Future, iPhone Battery Limits, and RAID 6

By: Chuck
25 September 2026 at 22:24
Apple’s record stock performance leads into a discussion of Vision Pro and John Ternus’ explanation of its long-term potential. The MacVoices Live! panel considers spatial computing’s growing role in medicine, productivity, and professional workflows, along with whether the technology is ready for broader adoption. They also examine iPhone battery shipping limits, SoftRAID 9's support of RAID 6, and local versus cloud storage.

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AI Companies’ New Plan to Keep Themselves From Destroying Everything

25 September 2026 at 18:56

Updated at 2:15 p.m. ET on September 28, 2026

Dario Amodei, Sam Altman, and Elon Musk don’t agree on much. Each started their AI company—Anthropic, OpenAI, and xAI, respectively—out of spite at competitors’ greed and recklessness; each is certain that he alone can be entrusted to build superintelligence safely. But in the midst of the AI panic that has seized the country over the past two weeks, the three CEOs found one point of consensus: the introduction of “embedded evaluators,” or outside experts, to sit inside AI companies and monitor their safety practices. Both Amodei and Altman made express commitments to integrating such evaluations inside their companies. Musk followed with a quote-post stating simply, “Dario is right.”

Yet the details of such a system for regulating AI remain vague. How would such a setup work? An unknown number of outside evaluators would be assigned desks to sit at, computers to use, and NDAs to sign. Then, they might seek out risks: Evaluators could spend their days testing whether unreleased models trained for drug discovery can be altered to design viruses too. They might audit organizational practices: Are employees cutting corners on safety in the rush toward the launch of a new model? The evaluators will then write up what they find, and hopefully those reports will see sunlight. Amodei has promised editorial independence, but with significant asterisks: carve-outs for “security-sensitive, legally privileged, commercially sensitive, or third-party confidential information.” Anthropic, OpenAI, and xAI did not immediately respond to requests for comment.

[Read: America’s Hypocritical Take on Intellectual Property]

As for these experts, it seems likely that they’ll come from small nonprofits, as well as large firms. That includes the tech-consulting giant Accenture, with which Anthropic plans to fund a billion-dollar partnership, and the nonprofit METR, which led the investigation of OpenAI agents’ hack of Hugging Face. After that hack, OpenAI granted METR exclusive access to agent transcripts, data sets, and interviews with OpenAI staff. The resulting report revealed concerning levels of cheating and deception among the agents.

On-site evaluation has precedent in other high-risk industries such as aviation and banking. The FAA delegates some safety certifications to engineering experts inside airplane manufacturers, whereas the Federal Reserve stations its own supervisors inside banks to enforce regulation. “OpenAI and Anthropic are like Citibank: They pose systemic risk to the globe, so you have examiners,” Brad Carson, a former U.S. representative who is now the president of the AI-governance nonprofit Americans for Responsible Innovation, told me.

Yet Amodei’s proposal is still far from a comprehensive AI-auditing regime. As long as safety evaluations remain voluntary, the independent organizations selected by the companies will get as much access as the companies allow to evaluate the specific risks that the companies choose. That doesn’t add up to true independent oversight, and at least some METR employees seem to agree. “None of the work that we’ve done so far passes my bar for an ‘audit’ of an AI company or its systems, and was definitely not ‘regulation’ in any meaningful sense (whether bank examiner–like or otherwise),” Charles Foster, a policy staffer at the organization, wrote on X, speaking in his personal capacity. Recall the Facebook Oversight Board, a legally independent entity created with the ambitious aim to adjudicate the platform’s thorniest speech questions—but which has largely proven powerless to make major decisions that cut against Meta’s interests.

Third-party evaluators must walk the line between holding their corporate hosts accountable and not saying anything that gets them booted from the premises. The same access to Slack channels and lunchroom chatter that helps an evaluator conduct whole-organization safety audits can lead to them succumbing to the same blind spots as their host. Here, the 2008 financial crisis offers hard lessons. A Senate investigation found that the New York Fed’s internal culture had been “excessively deferential,” where supervisors feared speaking up about the issues they were supposedly regulating. Moreover, credit-rating agencies were motivated to offer lenient terms to win business from banks. These conflicts of interest are exaggerated when evaluators—like Accenture—are funded directly by the companies. “It doesn’t really seem tolerable to let AI companies pick providers that they have hundreds of millions of dollars of business with to be the primary cops on the beat,” Nathan Calvin, the general counsel of the AI-advocacy group Encode, told me.

Then there’s the question of whether the evaluators and the companies they’re asked to monitor are too intertwined. METR, a 43-person organization based in Berkeley, has partnered with the leading AI labs to measure model misalignment since 2023. It does not accept payment or donations from AI companies or employees. Still, many METR staffers come from the same circles as the people they audit, and some have known one another socially and professionally for years. “The AI space is not that large,” Jacob Steinhardt, a Berkeley computer-science professor and the CEO of Transluce, a San Francisco–based AI-evaluation nonprofit, told me. “If you say no former lab employee can ever evaluate any AI model, you are ruling out a pretty broad and important set of expertise.” Those longtime relationships have helped small nonprofits gain access to corporate data, yet they now challenge the organizations’ perceived neutrality. “THESE are the people we’re trusting to beat China in AI? Give me a break,” posted House Majority Leader Steve Scalise, quoting a New York Post cover describing METR employees as “The Woke Wizards of A.I.”

Embedded evaluators are surely preferable to the status quo of no oversight at all. The public will learn more about AI incidents when there are watchdogs around—as it has from METR’s Hugging Face report, or Transluce’s recent report on OpenAI agents attempting to hack into a government website. Yet the evaluators will lack teeth and trust until backed by government authority: to license a wide-ranging group of expert organizations, to mandate frontier-AI developers to bring them in, and to set the minimum safety and transparency standards that they must meet. “You need serious oversight,” Gillian Hadfield, a professor of AI governance at Johns Hopkins, told me. “Are we making sure that the entities that are doing this work are qualified? Have we got ways of establishing and maintaining their independence? Do we have a threat that says, ‘If you don’t do this well, you’ll lose your license’?” The worst-case outcome is a race to the bottom: where auditors compete on leniency instead of quality, winning big contracts in return for hasty sign-offs.

Meanwhile, it seems that at least some sort of regulation is approaching. In the face of escalating public backlash, internal employee activism, and fears of near-term AI extinction events, both Anthropic and OpenAI have declared support for various forms of state and federal legislation around third-party audits. In a recent podcast, Ben Horowitz—whose venture firm has been a major voice against AI regulation—also seemed to embrace a private-auditor approach, saying that the government “is very good at setting the rules” around unintended model behaviors, whereas “a very competent private company” should evaluate compliance. The Overton window in Silicon Valley is shifting. But if the stakes really are existential, hiring a few extra inspectors falls painfully short—especially when the details of the arrangements are this slippery.

It all feels too little, and too late. Some politicians, facing an angry and frightened public, have turned to more aggressive asks, such as nuclear-style treaties with China and a ban on superintelligence itself. Two years ago, California Governor Gavin Newsom vetoed a state bill that included mandated third-party audits, among other safety requirements, after a fierce lobbying campaign by OpenAI and Andreessen Horowitz. (Anthropic was an exception, expressing conditional support.) Last week, Newsom—sensing the changing tides—issued an executive order to speed up the development of audit requirements and an "AI kill switch."

President Trump still has his foot on the gas pedal. “The only control or ‘guardrails’ that AI needs is a STRONG AND SMART (High IQ!) PRESIDENT,” he posted last week. In June, the administration told CAISI, the federal government’s internal AI-evaluation unit, to stop publishing its reports. Trump’s accelerationism—informed by his rapport with ballroom sponsor and NVIDIA CEO Jensen Huang—likely dooms federal AI-safety regulation for now.

It’s nice to see some AI-industry leaders agreeing that someone else should rein them in. And if implemented well, embedded evaluators are a smart technocratic move. But after years of developing the technology, lobbying against guardrails, and causing multiple accidents, AI leaders shouldn’t be surprised if their preferred—and valid—policy solution ends up being met with disappointment, and a heap of skepticism.


Correction: This article originally stated that California Governor Gavin Newsom's executive order required the introduction of onsite AI auditors. Rather, the order called for the speedy development of auditing requirements.

© Illustration by Alisa Gao / The Atlantic

Electromagnetic radiation from power lines linked to a higher risk of central nervous system tumors in children

25 September 2026 at 14:15


A recent study published in Environmental Research reported an association between exposure to electromagnetic radiation in Mexico City — particularly the extremely low frequency magnetic fields (ELF-MF) produced by power lines and household wiring — and children’s risk for developing central nervous system (CNS) tumors.


In short:

  • Residential exposure to ELF-MF (measured in bedrooms) above 0.4 μT was significantly associated with an increased risk of developing CNS tumors.
  • Prolonged use of a digital tablet (both with and without internet connection) also increased CNS tumor risk, particularly in children ages 6 - 10.
  • More than 5% of children in Mexico City were exposed to ELF-MF levels above 0.3 μT, higher than the global average for exposure.


Why this matters:

Everyday exposure to electromagnetic (EMF) radiation — emitted from power lines and electrical grid infrastructure like substations as well as everyday electronics such laptops, tablets and their charging systems — is steadily increasing in the modern world. While the public has some awareness that homes near high voltage powerlines create EMF exposure, fewer are aware that electronics like tablets, laptops, and phones also create EMF exposures in the body, especially when they are charging.

This study adds to the ever-growing body of science pointing to health risks from EMF exposure. The International Agency for Research on Cancer of the World Health Organization classified ELF-EMF magnetic fields as a “possible” human carcinogen in 2001, based largely on evidence linking residential exposure of 0.3 to 0.4 μT to childhood leukemia. More recent studies continue to show the association. Further, Kaiser Permanente studies report that prenatal ELF-EMF exposure was associated with increased miscarriage risk and also ADHD, obesity, and asthma in children. A review found industry-funded studies more often report “no effect.” When this bias is accounted for, strong evidence links EMF magnetic field exposure to adult leukemia, brain, and breast cancer.


What you can do: On an individual level, you can easily reduce your daily exposures:

  • Relocate beds away from electrical panels
  • Use tablets and laptops on tables, not on laps
  • Charge phones and devices outside of the bedroom, not by the bed
  • Do not use a cell phone while it's charging
  • Unplug water beds and electric blankets before you get in bed

You can also measure the levels in your home with a basic milligauss meter in order to understand the EMF levels in your home.

Many countries limit ELF-MF exposure in homes and schools due to associations with childhood cancer. The Netherlands, as an example, is buying up homes with elevated levels from powerlines and substations. However, the U.S. has no federal safety limits, as the U.S. Environmental Protection Agency was defunded from EMF research in the 1990s. From a policy perspective, individuals can contact school boards, planning commissions, and utility regulators to request EMF measurements and advocate for risk mitigation siting policies for new schools, childcare centers, and residential developments.


Related EHN coverage:


More resources:

Correa‐Correa, Víctor et al. (2025). Extremely low-frequency magnetic fields (ELF-MF) and radiofrequency: Risk of childhood CNS tumors in a city with elevated ELF-MF exposure. Environmental Research



Electromagnetic radiation from power lines linked to a higher risk of central nervous system tumors in children See more resources at ehsciences.org

MacVoices #26264: Live! – Smart TV Privacy, Copilot Frustrations, Star Trek’s Tech Legacy

By: Chuck
25 September 2026 at 01:09
A discussion of smart TV privacy examines reports of LG televisions collecting viewing data, whether TVs should ever be connected to the internet, and when firmware updates are worthwhile. The MacVoices Live! panel also considers hotel TV privacy, Microsoft’s increasingly pervasive Copilot strategy and organizational changes, and the enduring influence of Star Trek technology on real-world innovation.

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MacVoices #26263: Live! – Smartphone Bans, Teaching with AI, Smart Home Hubs

By: Chuck
23 September 2026 at 20:08
Does banning smartphones and AI in schools actually improves learning? Should educators should focus on teaching responsible, effective use of technology or rely on existing methods? The MacVoices Live! panel looks at those issues and also considers how screens affect everyday social interactions. The subject of smart home hubs is becoming a hot topic. A […]

MacVoices #26262: Live! – How-To Articles Flood and Intel Mac App Support

By: Chuck
22 September 2026 at 21:48
It happens every time: Just before major OS releases, the tech web is flooded with how-to and tips articles. The MacVoices Live! panel looks at why and how you can benefit, including how that flood can offer guidance when new operating systems arrive. The discussion then turns to the Mac App Store allowing developers to […]

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MacVoices #26261: Live! – CarPlay and AI, Apple Rethinks Training Data, and WordPress Drama

By: Chuck
21 September 2026 at 22:22
The continuation of AI chatbots arriving in CarPlay, Apple’s opt-in approach to using customer data for AI training, and turmoil surrounding WordPress leadership are the topics for this MacVoices Live! discussion. The conversation also examines Bending Spoons’ latest billion-dollar acquisition, Apple’s international iCloud+ bundles, the potential for services to expand Apple’s global ecosystem, and Michael Dell’s support for new youth investment accounts.

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MacVoices #26260: AppleCare One Family Plan Calculus and Demand for CarPlay Wins

By: Chuck
18 September 2026 at 17:20
The MacVoices Live! panel  explores some of the useful new macOS Golden Gate features, including AI-assisted Shortcuts and improved iPhone Mirroring. They debate the emerging iPhone Duo and foldable-phone market and why one would prefer to give the new foldable a try. The value of AppleCare’s new family coverage plan is also reviewed for with households with many devices, and as an option for an individual. T-Mobile’s fee for iPhone Handoff, and GM’s decision to retain CarPlay in gas-powered vehicles wrap up this session. 

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MacVoices #26259: TV+ Talk – Ted Lasso Returns, Women’s Football, Silo, and Apple TV Catalog Expansion

By: Chuck
17 September 2026 at 19:25
Ted Lasso returns with a new focus on women’s football. Charlotte Henry and Chuck Joiner discuss the familiar characters in a fresh setting, and how the series has addresses issues such as team dynamics, injuries, finances, and the realities of the sport. Thoughts on the  series renewed appeal, a teaser about Silo Season 3, and […]

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MacVoices #26258: Live! – iOS 27 First Impressions and the Apple Watch Live Rewind Debate

By: Chuck
16 September 2026 at 19:07
The MacVoices Live! panel shares first impressions of iOS 27 and Apple’s latest operating system updates, covering stability, performance, interface changes, Apple Pay, Weather, Vision Pro, and upgrade strategies. The discussion then turns to the new Apple Watch Live Rewind feature that will be coming later this year. How the assistive feature will work, its privacy safeguards, and accessibility benefits spark a debate that touches on, recording concerns, social implications, and whether controversy could threaten the feature’s  future.

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