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Gemini bate 1 bilhão de usuários; base ativa no iOS passa de 100 milhões

11 August 2026 at 23:01

O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.

Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.

O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.

1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.

Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn

— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.

Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!

Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.

Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.

Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Apple tem pedido para suspender caso contra a Epic nos EUA negado

11 August 2026 at 22:18

A Apple novamente não conseguiu obter a suspensão do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games. O caso, como já informamos, será analisado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em algum momento a partir de outubro — e a Maçã havia solicitado ao Tribunal Distrital Norte da Califórnia que suspendesse os trâmites até lá, mas o tribunal negou o pedido.

As informações foram divulgadas no X por Tim Sweeney, fundador e CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic.

Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
O pedido de suspensão da Apple foi negado! Agora, a empresa tem 24 horas para apresentar ao tribunal sua proposta de lista de taxas abusivas, e a Epic terá 60 dias para protocolar sua análise jurídica antes da audiência sobre o assunto.

Como também apontado por Sweeney, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal um esboço das taxas que pretende cobrar dos desenvolvedores pelo uso de opções de pagamento alternativas e por links externos para compras realizadas na web. A Epic poderá, dentro de 60 dias, apresentar uma análise da proposta de taxas da Maçã — e o tribunal decidirá o que deverá valer.

Sweeney fez uma segunda publicação sobre o imbróglio, questionando se a Apple vai “documentar honestamente seus custos com o tempo de revisores humanos e tentar recuperá-los?”. Alternativamente, ele sugere que a Apple pode “inventar noções novas e absurdas de custo, até então desconhecidas pela humanidade”.

Will Apple honestly document their costs for human reviewer time and seek to recoup them? Or fabricate outlandish new notions of cost previously unknown to mankind? Tune in 24 hours from now to find out.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026

Será que a Apple documentará honestamente os custos com o tempo de revisores humanos e tentará recuperá-los? Ou inventará noções de custo absurdas e inéditas para a humanidade? Fique ligado: a resposta virá daqui a 24 horas.

O desenrolar mais recente, cabe lembrar, faz parte de uma decisão na qual a Apple foi considerada em desacato por impor uma comissão de 27% sobre compras realizadas por meio de links externos, depois que a juíza Yvonne Gonzalez Rogers determinou que a empresa permitisse aos desenvolvedores direcionar os usuários para métodos de pagamento alternativos.

A Apple recorreu à Suprema Corte contra a referida decisão, que concordou em analisar o caso. A Maçã, em seguida, solicitou à magistrada a suspensão do processo na instância inferior, argumentando que a (futura) decisão da Suprema Corte poderá afetar qualquer trabalho realizado nesse meio-tempo.

A Apple (ainda) não comentou a decisão de hoje.

via AppleInsider

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

SpaceXAI lança Grok Bot, app de IA agêntica, para Mac e iPhone

11 August 2026 at 20:20

A SpaceXAI liberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.

Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.

Introducing Grok Bot, now in early beta.

Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98

— Grok Bot (@bot) August 11, 2026
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.

Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.

A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.

“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.

Grok Bot
Divulgação/SpaceXAI

Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.

Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.

A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.

Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.

Brechas no Zoom permitiam controle de dispositivos durante videochamadas

11 August 2026 at 20:09

Pesquisadores da A Security revelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.

Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.

Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.

O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.

—Omer Gull, cofundador da A Security.

Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.

De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.

FDA cleared a huge Samsung Galaxy Buds feature to help you hear every moment

What you need to know

  • Samsung announced that its Hearing Aid feature for the Galaxy Buds 3 Pro and 4 Pro has been FDA-cleared.
  • It states this will work alongside its Hearing Test, which lets users use "clinical-grade, pure-tone audiometry" to test their hearing and see clear results.
  • Samsung says Hearing Test and Hearing Aid will arrive on the Buds 3 Pro and 4 Pro in the U.S. and other approved markets in Q4 2026.

Samsung announces that a major accessibility feature for its Galaxy Buds has cleared a key governmental hurdle.

The company announced this morning (Aug 11) that its Hearing Aid feature for the Galaxy Buds 3 Pro and 4 Pro has been FDA-cleared. Samsung says this enables the previously mentioned devices "to serve as an over-the-counter hearing aid for adults (18 or older) with perceived mild to moderate hearing loss."

For users, this means you'll have access to the Galaxy Buds' Hearing Test, alongside this Hearing Aid feature. Hearing Test is self-administered from the Galaxy Buds menu in your Settings. Samsung says it uses "clinical-grade, pure-tone audiometry" to test your hearing in each ear. Hearing Test is also said to highlight any "hearing deficits." Your Galaxy Buds will generate an "audiogram" that Samsung says mirrors what you'd receive from a professional test.

Once completed, your test will categorize your results in one of the following categories: mild, moderate, severe, or profound.

Your Galaxy Buds will then use your Hearing Test results to fine-tune its Hearing Aid feature. It might boost "high frequencies, surrounding whispers, or distant voices." The Galaxy Buds 3 Pro and 4 Pro benefit from familiar true hearing aid features, such as "noise elimination and beamforming." Hearing Test and the Hearing Aid feature for the Buds 3 Pro and 4 Pro will arrive on Galaxy devices in Q4 2026 in the U.S. and other approved markets.

Hear the world around you

Samsung's Hearing Test feature works with its Hearing Aid feature for the Galaxy Buds 3 Pro and 4 Pro, capable of delivering a near professional-like experience to understand your hearing health.

(Image credit: Samsung)

Samsung has continued to focus on the user's hearing health ever since its huge Health app update in June. In the spirit of being proactive, Samsung announced Hearing Health. It will leverage your Galaxy Watch, phone, and Buds to monitor the noise level around you. If loud noises are a constant, your Galaxy Watch would let you know and urge you to make changes. The idea is to help users better preserve their hearing for the long term.

This capability was announced for the revamped app, which includes a lot of new health features for current and upcoming Galaxy devices. For example, the Galaxy Watch 9 and Watch Ultra 2 feature this new Hearing Health feature right out of the box. Samsung reiterates that users can keep tabs on their Hearing Health from the Health app, and now these new features are on the way for the Galaxy Buds to take things further.

Android Central's Take

Preserving your hearing is incredibly important. It's one of those things that if you lose it, it's hard to get back. This is even more important, given that we love earbuds. It's easy to pop those in and start listening while working, reading, or walking. But we've got to be conscious about our noise level. You never want those earbuds too loud. That's something we all learned when we were kids, right?

Jennifer Bailey, chefe do Apple Pay e do Wallet, se aposentará

11 August 2026 at 19:37

A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.

Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.

Eddy Cue, chefe da divisão de serviços da Apple, anunciou a saída dela em um comunicado interno (com tradução nossa abaixo), o qual foi repercutido pelo jornalista Mark Gurman (da Bloomberg).

Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.

Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.

Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.

Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.

Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.

Obrigado,

Eddy

A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.

Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.

Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.

Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.

— Mark Gurman (@markgurman) August 11, 2026
Mais uma saída na Apple: Josh Rosenstock, porta-voz de comunicação corporativa e financeira, está deixando a empresa após 14 anos. Ele ajudou a moldar a narrativa em torno da Apple e de Tim Cook. É uma perda para a área de relações públicas da Apple em meio à escassez de suprimentos, ao processo da OpenAI e à mudança de CEO. Será interessante ver qual será o próximo passo dele.

Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.

No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.

Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Apple estaria estocando displays para conter custos de produção de iPhones

11 August 2026 at 18:28

Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.

No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.

Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.

Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.

O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.

No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.

Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.

A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.499,99
R$ 11.499,00

iPhone Air

Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00
R$ 10.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 6.099,00
R$ 7.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via MacRumors

Notas de rodapé

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    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

Apple é alvo de processo por brecha na Retransmissão Privada do iCloud+

11 August 2026 at 17:15

Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.

A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.

Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.

O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.

[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].

Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.

O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

Apple é a segunda Big Tech com mais vagas de emprego de nível inicial nos EUA

11 August 2026 at 17:03

Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.

Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.

BIG TECH COMPANIES WITH THE MOST ENTRY-LEVEL VACANCIES
Divulgação/CashNetUSA

Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.

Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).

THE MOST COMPETITIVE COMPANIES FOR ENTRY-LEVEL APPLICANTS
Divulgação/CashNetUSA

Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.

O estudo completo pode ser conferido nessa página.

Usuários de iPhones gastam mais que os de Android com microdramas, revela pesquisa

11 August 2026 at 15:58

Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.

Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.

Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.

O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.

microdrama
Divulgação/Omdia

A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.

No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.

Quinta beta do iOS 27 faz referência a seis iPhones ainda não lançados

11 August 2026 at 15:27

A Apple disponibilizou ontem a quinta versão beta dos sistemas 27 e, no caso do iOS, além de trazer novidades como novos ícones para apps nativos e mais opções de personalização de voz para a Siri, a última atualização fez menção à linha de iPhones que deverá ser lançada entre o final deste ano e o início do ano que vem, composta pelos modelos “18 Pro”, “18 Pro Max”, “Ultra”, “18”, “18e” e “Air 2”.

As referências foram encontradas pela Macworld em arquivos do sistema relacionados aos drivers de bateria do iPhone, limitando-se à exibição dos codinomes desses aparelhos. Nenhuma outra informação sobre esses dispositivos foi localizada.

A lista dos seis codinomes internos inclui:

  • V62: “iPhone Air 2”
  • V63: “iPhone 18 Pro”
  • V64: “iPhone 18 Pro Max”
  • V67: “iPhone 18”
  • V68: “iPhone Ultra”
  • V69: “iPhone 18e”

Algo semelhante ocorreu com o “iPhone Ultra” na quarta versão beta do novo iOS, cujo código incluía referências a um aparelho com múltiplas baterias — algo inexistente hoje e fortemente especulado no caso do primeiro dobrável da Apple.

Em um feito inédito, o tradicional evento de setembro destinado ao anúncio de novos iPhones — cujos preparativos já começaram — poderá dividir os lançamentos da linha “iPhone 18”, restringindo-se inicialmente aos modelos premium, como o “Ultra”, o “18 Pro” e o “18 Pro Max”, enquanto os demais aparelhos ficarão para o início do ano que vem.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

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“Desaparecida”, série do Apple TV com Patrick Brammall, ganha trailer

11 August 2026 at 15:10

O Apple TV liberou hoje o trailer oficial de “Desaparecida” (“Last Seen”), thriller australiano estrelado por Patrick Brammall que estreará no serviço no dia 9 de setembro.

Comandada pelo escritor e produtor executivo Kris Mrksa e dirigida por Christian Schwochow, a série é uma adaptação do livro “The Dispatcher: A Novel” (de Ryan David Jahn) e conta ainda com Maxine Peake, Brendan Cowell, Daniel Henshall, Jessica Wren, Zahra Newman, Tobias Muhafidin e Chloe Jean Lourdes no elenco.

“Last Seen” acompanha a vida de Ian Ridley (interpretado por Brammall), detetive policial que teve o rumo de sua vida alterado quando sua filha, Maggie, desapareceu sem vestígios. Agora ocupando o cargo de despachante policial, ele segue em uma busca para reunir a família a todo custo após receber um pedido de socorro de uma jovem que ele tem a certeza de ser Maggie.

Quando o despachante de emergência, lan Ridley, recebe uma ligação de uma adolescente exasperada que ele acredita ser sua filha desaparecida, nada pode impedi-lo de encontrá-la.

Confira o trailer:

A missing daughter. An alarming distress call. A father who refuses to give up.#LastSeen premieres September 9 on Apple TV. pic.twitter.com/nb1a33KMm8

— Apple TV (@AppleTV) August 11, 2026
Uma filha desaparecida. Um pedido de socorro alarmante. Um pai que se recusa a desistir.

#LastSeen estreia dia 9 de setembro no Apple TV.

Ele também foi disponibilizado no YouTube:

Além de Mrksa e Schwochow, também são produtores executivos da série Joanna Werner, Jamie Laurenson e Hakan Kousetta.

No dia da estreia, como de tradição no Apple TV, chegarão ao catálogo do serviço apenas os dois primeiros episódios. Os demais serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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iPhone 18 Pro Will Reportedly Start With 256GB of Storage

11 August 2026 at 14:50
While the iPhone 17 Pro has double the base storage compared to the iPhone 16 Pro, there will apparently be no further increase this year.


In a report this week estimating that the iPhone 18 Pro's bill of materials will be nearly 40% higher than the iPhone 17 Pro, Taiwanese research firm TrendForce said the iPhone 18 Pro will start with 256GB of storage, matching the iPhone 17 Pro's minimum capacity. The report did not explicitly mention the iPhone 18 Pro Max, but the Pro and Pro Max models have started with the same amount of storage for the past two generations.

Minimum storage capacities by model:
  • iPhone 16 Pro: 128GB

  • iPhone 17 Pro: 256GB

  • iPhone 18 Pro (rumored): 256GB
Even though it does not expect an increase in base storage, TrendForce said that retail price increases for the iPhone 18 Pro models are "unavoidable" due to increased costs for components. RAM costs have increased significantly due to the ongoing memory chip shortage, and prices for storage and A20 Pro chips are also expected to be higher.

According to reports, iPhone 18 Pro starting prices in the U.S. could be $200 to $300 higher compared to iPhone 17 Pro starting prices. If so, the iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max could start at up to $1,399 and $1,499, respectively.

In June, Apple raised prices on all Macs and iPads, as well as the Apple TV, HomePod, HomePod mini, and Vision Pro. The increases ranged from $30 for the HomePod mini to up to $1,300 for a high-end Mac Studio configuration.

Apple said it raised prices because of the ongoing memory chip shortage, resulting from companies building out data centers with powerful AI servers. The supply-demand imbalance has led to skyrocketing prices for RAM and SSD storage chips used in a wide range of Apple products, and Apple has now passed those costs on to customers.

Apple CEO Tim Cook previously commented that price increases were "unavoidable" due to "a hundred-year flood" on memory pricing.

Apple is expected to announce the iPhone 18 Pro models in September.
Related Roundup: iPhone 18 Pro

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The 6 myths of agile project delivery (and how to solve them)

11 August 2026 at 14:46

When you ask businesses about how they are innovating their ways of working, one word will come up time and again: Agile. Agile delivery. Agile workflows. Agile everything.

The term has been so overwhelmed by buzzwords, supposed best practice guides, and misguided strategy documents that it has almost lost all meaning.

In fact, if many organizations that believe they’re operating in an Agile manner were to take a step back and take an objective look at their ways of working, they would quickly come to realize they have not moved away from legacy command-and-control structures.

In this fog of misunderstanding, a series of myths has taken hold that have made the role of Agile professionals far less clear-cut, making it harder for organizations to put this invaluable methodology into practice.

One root of these problems lies in a tendency for people to narrow Agile’s scope, approaching it as a tick list of processes to adhere to rather than a fundamental shift in how people work and deliver for a business.

It is critical that Agile professionals equip themselves to fact-check these myths as they come up in their work. Every failed project done in Agile’s name diminishes the luster attached to the methodology, increasing the risk that future businesses will reject this powerful way to improve program and project management.

Myth 1 – “Agile delivery leaders are just administrators”

Agile professionals are often seen principally as bureaucratic note-takers, or schedulers – the people who organize everyone else’s work.

This view misses the point: their real value is as facilitators and protectors from distraction. Good Agile professionals create the space for teams to focus, and align delivery with outcomes rather than just activity.

Myth 2 – “Agile professionals are the scrum police”

Some believe Agile delivery operates within a top-down hierarchy, with Agile professionals in place to enforce frameworks and control how team members spend their time.

This is quite wrong: Agile professionals work with teams, coaching them to make better decisions, remove friction, and build confidence in delivery – without resorting to outdated command-and-control methods.

Myth 3 – “Agile delivery must be technical”

It’s a common assumption that Agile delivery leaders require a deep technical background. Technical awareness can certainly help, supporting a deeper understanding of the team’s tasks and challenges, but it isn’t the core of the job.

The real skill lies in understanding people and processes, then creating the conditions for specialists to succeed. In most projects, the need is for strong communication and facilitation across the entire team rather than strategic decision-making or technical troubleshooting.

Indeed, in some circumstances ‘hands-on’ Agile delivery leaders who think they know best can create conflict within teams, damaging morale and motivation in the process. Think of it like athletics: coaches don’t need to run faster than the athletes; their task is to help the athletes run faster.

Myth 4 – “Certification equals capability”

A certificate may prove that somebody knows about an Agile framework, but it does not demonstrate that they’re capable of applying it in practice.

The best Agile professionals succeed through experience, attitude, and ‘soft’ skills. They know from experience how to adapt Agile values and principles to particular circumstances; when to challenge people, and when to simply step back and get out of their team’s way.

Like any profession, being truly effective at the job requires skill, practical experience, and professional characteristics appropriate for the role. A piece of paper doesn’t make you agile; effectiveness with people and process does.

Myth 5 – “Agile delivery leaders are cheerleaders”

Contrary to popular belief, Agile delivery isn’t principally about arranging team socials or keeping everyone upbeat during stand-ups.

The value lies in keeping people aligned and productive under deadline pressure and/or changing priorities; after all, no plan survives contact with the enemy. Agile delivery leaders are there to create stability within an uncertain environment: they help teams stay focused on what matters, and shield them from distractions so they can maximize time spent ‘in the zone’.

That said, there is value in boosting morale – and championing a team’s achievements is one way to do this. According to the “broaden-and-build” theory of psychologist Barbara Fredrickson, positive emotions broaden our thought-action repertoires, enabling us to develop skills and resources that improve our long-term productivity.

One famous study from the "Journal of Labor Economics" showed that happiness at work leads to improved performance, especially in jobs where creativity and initiative are key.

Myth 6 – “Agile delivery leaders must remove all blockers for their teams”

While impediment removal is without doubt a core responsibility for an Agile delivery leader, the reality is that teams solve most of their own issues – perhaps with the assistance of a little coaching or support.

Nonetheless, sometimes a challenge is too big, distracting or political for them to handle, and Agile delivery leaders must step in – often by representing the team with stakeholders and at governance layers: this can be helpful in reducing the ‘noise’ around the team and the number of distracting interactions that take team members away from the core task.

As captured in the proverb: “Give a man a fish, and you feed him for a day; teach a man to fish, and you feed him for a lifetime,” effective Agile delivery leadership is about enabling, not babysitting.

True Agile

So Agile is a much more subtle and responsive discipline than the stereotypes present – and it must be led by subtle and responsive practitioners. The approach can generate huge benefits – saving time, handling change more elegantly, reducing project failure rates and, above all, creating better products and services that more effectively meet customer needs and objectives.

These goals are achieved by working with people – rather than by tinkering with processes – to surface problems early in the development process, resolve them quickly and with a minimum of fuss, and avoid interfering when the team is already functioning effectively.

High-performing teams depend on trust, accountability and continuous learning. Leaders who foster those qualities are more likely to deliver successful outcomes, creating teams that stay focused, take ownership of their work, and continuously improve how they operate.

This is a role that is all about empowerment; when they’re doing their job well, much of an Agile practitioner’s work occurs out of sight. So how do you know when you’ve got a really great Agile delivery leader? When their team runs perfectly well without them.

This may not sound like the smartest business model for the practitioner, but it’s definitely the best outcome for the client’s own business – and that, ultimately, is what Agile is all about.

We've rated and ranked the best productivity tools.

This article was produced as part of TechRadar Pro Perspectives, our channel to feature the best and brightest minds in the technology industry today.

The views expressed here are those of the author and are not necessarily those of TechRadarPro or Future plc. If you are interested in contributing find out more here: https://www.techradar.com/pro/perspectives-how-to-submit

AirTag em cadela ajuda a encontrar idosos após incêndio florestal no Canadá

11 August 2026 at 14:45

Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).

Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.

Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.

Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.

Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.

Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.

Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.

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Stellantis, svelato il propulsore elettrico per chi sogna il V8: addio turbo lag

11 August 2026 at 14:30
Il ritardo del turbo, nell’enciclopedia delle quattro ruote, indica l’attesa tra la pressione dell'acceleratore e l'effettiva risposta del turbocompressore nei motori sovralimentati. La <strong>divisione performance SRT </strong>di <strong>Stellantis</strong> ha presentato un nuovo concept di propulsore battezzato eBoost Air. La nuova tecnologia di compressione elettrica è realizzata per risolvere uno dei principali problemi dei propulsori.Come si può gestire l'elevata potenza dei turbocompressori di grandi dimensioni conservando la reattività dell'acceleratore? Associata a un prototipo di <strong>motore Hurricane </strong>a<strong> sei cilindri</strong> in linea da 3,0 litri ad alte prestazioni, eBoost Air sfrutta un compressore elettrico per far entrare in funzione i turbocompressori fin dai bassi regimi, offrendo una risposta repentina.<h2>L’innovazione di Stellantis</h2>Quando il motore raggiunge un regime più elevato, entra in funzione l'energia dei gas di scarico. Il risultato è una sovralimentazione costante su tutto l'arco dei giri, eliminando virtualmente il <strong>turbo lag.</strong> Un boost che regala un piacere di guida agli appassionati. I turbocompressori sono alimentati dai gas di scarico del motore, generalmente dissipati in termini energetici.Non disperdendo l'aria di scarico forzata per far girare la turbina, i turbocompressori creano un<strong> sistema di sovralimentazione</strong> che riduce le perdite di pompaggio e garantiscono più ossigeno al motore. Tutto questo si traduce in combustioni più intense, dando una maggiore potenza. Con turbocompressori più grandi, è possibile forzare più aria nel motore, producendo più potenza, ma solo ad alti regimi.A regimi più bassi, la pressione di scarico abitualmente risulta troppo debole per far funzionare correttamente i turbocompressori. La tecnologia del <strong>compressore elettrico eBoost Air </strong>di <strong>SRT</strong> risolve questo problema riducendo il divario di giri con la pressione positiva generata da una turbina elettrica rapida e potente, che fa entrare in funzione i turbocompressori prima, ottimizzando la risposta all'acceleratore.[caption id="attachment_281598" align="alignnone" width="1200"]<img class="size-full wp-image-281598" src="https://www.hdmotori.it/app/uploads/2026/08/Stellantis-Propulsore-Elettrico-Turbo-Lag.jpg" alt="Stellantis, svelato il propulsore elettrico" width="1200" height="800" /> Propulsore elettrico: addio turbo lag Stellantis[/caption]<h2>La soddisfazione dei tecnici</h2>Quando il conducente vuole una coppia immediata e i turbocompressori non hanno ancora raggiunto la velocità di funzionamento richiesta, il <strong>sistema di bypass</strong> convoglia il flusso d'aria attraverso il compressore elettrico, che genera rapidamente la pressione di sovralimentazione necessaria per far entrare in funzione le turbine.Tim Kuniskis, responsabile dei marchi americani e del marketing per il Nord America, ha assicurato: <em>"Gli appassionati non sono interessati alla tecnologia fine a se stessa. Ma quando la tecnologia migliora le prestazioni senza svantaggi, la apprezzano appieno. L’eBoost Air offre esattamente questo tipo di vantaggio tangibile. <strong>È un'idea intelligente</strong> e semplice che affronta di petto il turbo lag e rispecchia ciò che <a href="https://www.hdmotori.it/dodge-charger-daytona-flop-vendite-srt-banshee-eliminata/">SRT</a> sa fare meglio: muoversi velocemente, sfidare le convenzioni e perseguire prestazioni superiori".</em>L’eBoost Air offre le sensazioni istantanee e lineari di un <strong>V8 sovralimentato.</strong> La divisione Street and Racing Technology (SRT) di <a href="https://www.hdmotori.it/stellantis-richiama-20-000-auto-un-guasto-al-servosterzo-potrebbe-provocare-un-incendio/" target="_blank" rel="noopener">Stellantis</a> riafferma così il suo ruolo di primo piano nelle innovazioni dell’industria dell’Automotive 2.0.<em>"La divisione SRT sta sfruttando lo <strong>sviluppo rapido</strong> e l'ingegneria interfunzionale per valutare le tecnologie emergenti in termini di prestazioni -</em> ha dichiarato Tom Sacoman, responsabile delle operazioni SRT - <em>In questo caso, pre-caricando elettromeccanicamente i turbocompressori prima che l'energia dei gas di scarico sia disponibile, siamo in grado di migliorare significativamente la risposta alla sovralimentazione e la guidabilità".</em>[drivek_widget brand_id="fiat" model_id="500-hybrid"]

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OpenAI extends 'Daybreak' security project and reveals new cyber model — but for approved users only

11 August 2026 at 14:20
  • OpenAI expands Daybreak with Blue and Red tiers for defensive cyber work
  • New GPT‑5.6‑Cyber model offers high compliance for authorized vulnerability research
  • Access remains restricted due to dual‑use risks and reduced safeguard operation

OpenAI has announced two new tiers for its Daybreak dedicated cybersecurity project, each offering a different model with different levels of compliance. It also used the opportunity to introduce a new security-focused AI model, as well.

Hackers and criminals are increasingly abusing AI to improve and speed up the creation of phishing emails and malicious code, and with the introduction of AI agents, they’ve also used it to automate entire attack processes. The AI community responded by placing strong guardrails, making sure their models do not comply with requests to build malware, or hack other companies.

These guardrails ended up being a two-edged sword, because as they slowed down attackers, they also slowed down the defenders.

What is Daybreak?

To give the cybersecurity community the upper edge, companies like OpenAI started creating dedicated cybersecurity initiatives that provide a vetted list of companies state-of-the-art models, free of guardrails. The company also provided them with pre-trained AI agents, as well as access to a pool of shared knowledge.

Initially launched in June 2026, Daybreak originally included GPT.5-5-Cyber (a model optimized for security work), Codex Security (an agent that can analyze codebases, identify vulnerabilities, validate findings, and help develop patches), Patch the Planet (an initiative with Trail of Bits to find and fix vulnerabilities in open-source software), Daybreak Cyber Partner Program (lets approved cybersecurity companies such as Cloudflare or Cisco integrate OpenAI's cyber capabilities into their own products and services), and Trusted Access for Cyber (the governance/access system for organizations doing authorized cybersecurity work with these capabilities).

Now, OpenAI has expanded Daybreak with two access tiers, Daybreak Blue, and Daybreak Red.

The company says Daybreak Blue is “the recommended starting point for most defenders, supporting vulnerability discovery, secure code review, malware analysis, incident response, and patch validation. Companies opting for this tier can expect access to frontier general-purpose models, including GPT‑5.6 Sol, whose safeguards have been tailored to authorized defensive security work.

Daybreak Red, on the other hand, provides access to OpenAI’s “purpose-trained cybersecurity models for authorized vulnerability research, exploit validation, and security testing.” This tier offers the brand new GPT‑5.6‑Cyber, built on GPT‑5.6 Sol and trained to improve capabilities on several specialized cybersecurity tasks such as finding zero-day vulnerabilities and developing exploit chains.

This model is also more compliant and less likely to refuse certain higher-risk, dual-use cyber tasks.

Complying with "dangerous" requests

Request compliance is the name of the game here. OpenAI says the new model addresses feedback from security researchers who “encountered persistent refusals with the earlier model.” General-purpose GPT-5.6 Sol, for example, will comply with just 1.5% of the requests usually given by cyber-defenders working on codebase analysis or vulnerability identification. This percentage increases to 2.0% with Daybreak Blue access.

GPT-5.6-Cyber, on the other hand, completes 95.0% of requests, OpenAI says, up from 57.3% of the previous model, GPT-5.5-Cyber. We weren’t able to independently verify these claims, though.

While it doesn’t outright say it, OpenAI considers these models relatively dangerous to use, which is why they’re locked behind the Daybreak Cyber Partner Program. However, the program is now expanding, allowing these companies to embed the models behind their own products, managed services, or cybersecurity engagements, and offer them to clients of their own.

Those who wish to be a part of the program directly can do so by applying to join online now.

“Models running with reduced safeguards carry risks beyond standard model usage, whether from misuse or misalignment. Despite these risks, we believe that democratizing access to frontier intelligence for defenders is crucial to accelerating and automating cyber defense,” OpenAI said.

“Daybreak Blue and Daybreak Red access are available for approved individuals⁠ and organizations conducting authorized work. We control access through identity verification, account security, monitoring, approved-use restrictions, and legal attestations.”

Fetal brain models show IL-17A disrupts cortical development after maternal immune activation

11 August 2026 at 14:18

A new study has brought scientists closer to observing how inflammation during pregnancy may alter the earliest stages of human brain development. Using three-dimensional tissue models made from human fetal brain samples, researchers modeled maternal immune activation and identified the signaling molecule interleukin-17A, or IL-17A, as a major driver of abnormal cortical development. The findings, published in Nature Neuroscience, offer a human-based experimental system for investigating how immune signals outside the brain can influence the formation of neural circuits before birth.

Maternal immune activation refers to the biological response triggered when a pregnant individual experiences infection or significant inflammation. Epidemiological studies have associated certain prenatal inflammatory exposures with an increased likelihood of neurodevelopmental conditions, including autism spectrum disorder, schizophrenia, and intellectual disability. Yet the mechanisms behind these associations have remained difficult to study. Animal models have provided important clues, but differences between species can limit their ability to reproduce the timing, cellular organization, and molecular environment of the developing human cortex.

The researchers addressed this challenge with “brain cerebroids,” three-dimensional, ex vivo models that preserve features of developing human fetal brain tissue. Unlike simplified cultures composed of a single cell type, these structures retain a more complex arrangement of neural progenitors, immature neurons, and supporting cells. Their three-dimensional architecture allows cells to communicate and organize in ways that more closely resemble the fetal cortex, including the production and movement of neurons that ultimately establish the layered structure of the brain’s outer region.

To recreate aspects of maternal immune activation, the team exposed the fetal brain cerebroids to inflammatory conditions associated with immune signaling during pregnancy. The central focus was IL-17A, a cytokine produced primarily by activated immune cells, particularly a subset of T cells known as T helper 17 cells. Cytokines are small signaling proteins that coordinate immune responses, but they can also affect tissues beyond the immune system. In the developing brain, inappropriate or excessive exposure to such signals may influence cell proliferation, migration, differentiation, and the formation of connections between neurons.

The study found that IL-17A exposure was linked to disruptions in cortical development within the human cerebroids. These effects are described as “IL-17A-driven,” indicating that the cytokine was not merely associated with the developmental changes but played a functionally important role in producing them. The disturbances affected the organization and behavior of developing neural cells, processes that are essential for building the cortex. During normal development, neural progenitor cells generate new neurons in tightly regulated sequences, while young neurons migrate to their appropriate positions. Interference with either process can alter the structure and connectivity of later-forming brain tissue.

The results are especially significant because they were observed in human fetal brain material rather than inferred only from animal studies. Previous research in mice has implicated maternal immune activation and IL-17A in changes to cortical organization and behavior in offspring. However, the human cerebroid model provides an opportunity to examine whether similar immune mechanisms operate in human tissue, where the timing of neurogenesis, cell-type composition, and cortical architecture differ from those of rodents. The approach may also help reveal human-specific responses that conventional laboratory animals cannot capture.

The findings do not mean that IL-17A exposure during pregnancy inevitably causes a neurodevelopmental condition, nor do they establish that prenatal inflammation is a single explanation for such conditions. Brain development is shaped by a combination of genetic factors, immune signals, environmental influences, and developmental timing. The experiments also took place in an ex vivo model, outside the full physiological environment of a living pregnancy. Cerebroids cannot reproduce the placenta, maternal circulation, hormonal changes, or the complete immune system, all of which influence how inflammatory signals reach the fetus and how long they remain active.

Nevertheless, the model could become a powerful platform for testing mechanisms and potential interventions. Researchers may use it to determine how IL-17A changes gene activity in neural progenitors, whether it alters communication between neurons and glial cells, and which molecular pathways make some developing cells more vulnerable than others. Because the tissue is human and three-dimensional, it may also support studies of patient-specific genetic risk, allowing investigators to compare how different backgrounds respond to the same inflammatory signal.

The work also highlights a broader shift in neuroscience toward experimental systems that combine human tissue with controlled laboratory manipulation. Understanding prenatal inflammation is difficult in clinical studies because immune exposure cannot be ethically assigned or precisely timed in pregnant people. Brain cerebroids offer a way to isolate individual components of that complex biology while preserving more of the developing tissue’s natural organization than conventional two-dimensional cell cultures. As these models improve, they may help distinguish temporary developmental changes from persistent alterations in cortical circuitry and identify when immune signaling is most consequential.

By showing that IL-17A can disrupt human cortical development in a three-dimensional ex vivo system, the study gives researchers a clearer biological target in the search for links between prenatal inflammation and later neurodevelopment. Its most immediate contribution is not a new diagnosis or treatment, but a more precise experimental framework: one that connects maternal immune signaling to cellular events in the developing human cortex. That connection could guide future work on prevention, therapeutic timing, and the complex origins of developmental differences long before the first symptoms become visible.

Subject of Research: Maternal immune activation and IL-17A-driven disruption of human fetal cortical development in 3D ex vivo brain cerebroids.

Article Title: Modeling maternal immune activation in 3D ex vivo human fetal brain cerebroids reveals IL-17A-driven disruption of cortical development.

Article References: Assir, M.Z.K., Yanakiev, M., Gim, D.H. et al. Modeling maternal immune activation in 3D ex vivo human fetal brain cerebroids reveals IL-17A-driven disruption of cortical development. Nature Neuroscience (2026). https://doi.org/10.1038/s41593-026-02400-2

Image Credits: AI Generated

DOI: https://doi.org/10.1038/s41593-026-02400-2

Keywords: maternal immune activation, IL-17A, fetal brain development, cortical development, brain cerebroids, neurodevelopment, prenatal inflammation, human brain models, cytokines, neuroscience

Kuwait acumuló 42 millones de neumáticos en el desierto hasta crear una mancha visible desde satélite: después tuvo que moverlos uno por uno

11 August 2026 at 14:02
Durante años, Kuwait permitió que decenas de millones de neumáticos usados se acumularan en el desierto de Sulaibiya. El depósito llegó a convertirse en uno de los mayores cementerios de ruedas del mundo y sufrió enormes incendios. En 2021 comenzó una operación gigantesca para retirarlos y recuperar el terreno.

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