Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.
Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.
Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.
Na bio do seu perfil do Instagram, é possível colocar informações básicas sobre você, como sua profissão, idade ou qualquer outra coisa que julgue útil para quem for visitá-lo.
Para assinantes do Instagram Plus, a Meta oferece uma forma de escolher entre diferentes tipos de fontes para usar na bio. Veja como alterar isso! 📱
Se você é um usuário assíduo do Instagram, uma boa ideia talvez seja assinar o plano de assinatura Instagram Plus, que abre um leque de recursos extras as quais melhoram a sua experiência na rede.
Dentre as funções disponibilizadas com ela, está a possibilidade de pré-visualizar o conteúdo das mensagens que tiver recebido na área de conversas privadas do mensageiro, sem que elas sejam marcadas como lidas ou a outra pessoa saiba que você já leu.
Outra possibilidade é, em uma conversa, usar fontes personalizadas exclusivas de quem assina o Instagram Plus.
Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.
Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo.Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!
Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.
Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.
A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.
O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.
O asterisco que quase ninguém vai mencionar
A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.
À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.
É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.
Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.
A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.
Linha de negócio
Margem do FQ3 2026
Margem do FQ3 2025
Variação
Produtos
40,07%
34,52%
+5,55pp
Serviços
75,62%
75,58%
+0,04pp
Consolidado
50,06%
46,49%
+3,57pp
A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.
Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.
Serviços: um pequeno sinal de alerta
Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.
A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.
Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.
O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.
Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.
A projeção para setembro veio bem abaixo
O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.
Indicador
FQ3 2026 (real)
FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita
16,4%
de 9% a 11%
Margem bruta
50,1%
de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas
48,1%
de 47% a 48%
Receita implícita
US$109,4 bilhões
de US$111,7 a US$113,7 bilhões
A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.
A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.
Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.
Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.
O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.
A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.
Metodologia
Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.
As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.
A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.
Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.
O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.
Observação
Este texto não constitui recomendação de investimento.
Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.
Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad
Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac
Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command, ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
Selecione “Página inicial e início”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.
Depois de semanas de teasers, a Xiaomi mostrou finalmente os seus primeiros veículos elétricos de autonomia estendida (EREV), construídos sobre uma nova plataforma, pensada de raiz para maximizar o espaço interior. Os preços de pré-venda arrancam nos 259.900 yuans (cerca de 33 mil euros), bem abaixo da concorrência.
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Fechando a semana e o mês de julho com a nossa seleção de promoções na App Store!
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Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖
The Company posted quarterly revenue of $109.4 billion, up 16 percent year over year.
[…]
“Today, Apple is proud to report our strongest June quarter ever, with double-digit revenue growth across iPhone, Mac and Services, and in every geographic segment,” said Tim Cook, Apple’s CEO.
You can’t argue with the strong iPhone and Mac sales figures, and Apple specifically called out the MacBook Pro and the MacBook Neo, which Cook said “has been especially popular” and suggested that the company is still struggling to make them fast enough.
It’s admirable (and sensible) that Cook isn’t pointing fingers at anyone but customers who want Apple products, but the key phrase in his statement is “the supply chain just has less flexibility in it than normal.” This is an acknowledgement that while in the past, Apple might have been able to boost chip production from its partners, today the chip industry is maxed out thanks to the wild building of chips for AI applications.
[…]
As an aside, Cook also alluded to reports that Apple has tried to get the U.S. government to authorize purchase of RAM from some forbidden Chinese chipmakers, which has aroused political ire.
This is today’s edition of The Download, our weekday newsletter that provides a daily dose of what’s going on in the world of technology.
Montana’s plan to become an experimental medical hub just pushed forward
As of this week in Montana, biotech companies whose drugs have been through preliminary testing—sometimes in as few as 10 healthy people—can pay $12,500 to apply to a newly established review board for approval.
Once its treatment is rubber-stamped, the company can sell it via experimental treatment clinics, the first of which is likely to be up and running around the end of this year.
Montana’s latest right-to-try legislation is unique. Access to drugs is theoretically available to anyone who gives informed consent and can pay. For some, especially people in the longevity community, that’s a hopeful and exciting prospect. But to others, it’s unethical and dangerous.
Montana’s new “right to try” law can’t come soon enough for some
Kris DeVault is desperate.
His son, Brody, born in March 2023, has something called creatine transporter deficiency—a rare condition in which the brain and muscles lack the energy they need to develop.
There are no cures for Brody’s condition. But DeVault has learned of a company developing a drug that might help. That drug is still in the early stages of development and has only been tested in animals and a small number of healthy adults. Doctors can’t prescribe it.
This story is from The Checkup, our weekly biotech newsletter. Sign up to receive it in your inbox every Thursday.
The must-reads
I’ve combed the internet to find you today’s most fun/important/scary/fascinating stories about technology.
1 Anthropic says its models hacked external organisations during testing It was prompted to conduct a review after similar issues at OpenAI. (TechCrunch) + Inside OpenAI’s hack of Hugging Face. (New Yorker $) + OpenAI called the Hugging Face attack unprecedented. But we’ve been here before. (MIT Technology Review)
2 Europe is bracing itself for an even more fiery future Countries like France and Spain can expect regimes akin to those in California. (Nature $) + Even the UK is experiencing fires now, too. (Guardian) + El Niño is partly to blame for this year’s grueling heatwaves. (Wired $) + District cooling could help beat extreme heat in cities. (New Scientist $)
3 Drone warfare is making the skies more dangerous A fatal plane accident in the US this May, caused by a military GPS jamming exercise, may signal what’s to come. (Wired$) + Zelensky asked Trump to secure Musk’s permission for the use of Starlink to guide drone strikes inside Russia this week. (The Atlantic $)
4 As Big Tech’s AI spending grows, so do the jitters Amazon, Google, Meta and Microsoft are set to invest $1.5 trillion into AI infrastructure. But who will pay for it? (NYT $) + Are investors really getting cold feet about the AI boom? (FT $) + An AI-focused hedge fund just imploded. (CNBC)
5 How China has changed the sovereign AI playbook Kimi 3 from Moonshot makes forking out for expensive US models seem foolish. (Rest of World) + The US is winning on the cutting edge. But China dominates cheap models. (CNBC) + Could AI end up too cheap to control? (Vox $)
6 Google’s Gemini can now control a humanoid robot It was previously restricted to upper body movements. Now, it can manage the entire range of motion. (Bloomberg $) + These gig workers are training humanoid robots at home. (MIT Technology Review)
7 Amazon says it’s found “catastrophically expensive” AI cost overruns It’s far from alone—and that’s why the “tokenmaxxing” trend disappeared so quickly. (FT $)
8 How a remote indigenous community built a super fast fiber network It was a complex, expensive endeavor. But it now outperforms Starlink. (IEEE Spectrum) + Stratospheric internet could finally start taking off this year. (MIT Technology Review)
9 Meet Wikipedia’s most diligent editor Steven Pruitt is unremarkable in some ways—yet truly amazing in others. (New Yorker $)
10 You can now report AI slop with a button on LinkedIn The people have spoken. And they are tired of reading bland nonsense. (404 Media)
Quote of the day
“It’s a shock, thinking that just an hour earlier I’d been in my room and everything… and now, there’s nothing left.”
—18-year-old Raphael Fohanno tells Reuters his reaction to wildfires destroying his parents’ house in the French town of Biscarrosse.
One More Thing
Some of the 750 reports published by the OTA during its 23-year history.
GOVERNMENT PRINTING OFFICE VIA PRINCETON UNIVERSITY
Congress used to evaluate emerging technologies. Let’s do it again.
The US Office of Technology Assessment, an independent office created by Congress in the early 1970s, produced some 750 reports during its 23-year history, assessing technologies as varied as electronic surveillance, genetic engineering, and remote sensing from outer space.
The office functioned like a debunking arm. It sussed out the snake oil. Its reports saw through the alluring gleam of overhyped technologies.
Since its unceremonious defunding in 1995, perennial calls have gone out: Rouse the office from the dead!
Apple saw an excellent and better-than-anticipated Q3 2026 in terms of iPhone sales, but its revenue for services—like Apple TV, Apple Music, AppleCare, or iCloud—slipped downward, disappointing experts who were hoping for more. Further, fears about memory prices and supply constraints slightly soured reception to what could have otherwise been a slightly positive but business-as-usual quarter.
That's the key takeaway from the company's Q3 2026 earnings call today.
Yahoo recently updated its weather application with a complete redesign and several new tools. The company launched this major update to give users more detailed information about daily conditions. If you rely on your phone to check the forecast, this overhaul changes how the application on iOS presents data. The interface now puts a heavy […]