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MediaTek Unveils Dimensity 9600 Pro, Its First 2nm Smartphone Chip
Benchmarks preliminares dos chips M6 e M5 Ultra revelam avanços de até 35% em CPU
Previstos para serem lançados na semana que vem (pelo menos nos Estados Unidos e em Portugal), os novos Mac mini e Mac Studio são alimentados com os chips M6 e M5 Ultra, respectivamente — lembrando que o mini pode ser configurado também com o M5 Pro, enquanto que o Studio de entrada vem com o chip M5 Max.
Pois os primeiros resultados de benchmarks dos dois novos processadores apresentados recentemente pela Apple surgiram hoje no banco de dados do Geekbench 7, oferecendo uma visão dos ganhos de desempenho de cada um deles.
Em ambos os casos, os resultados vistos até agora tratam apenas dos testes de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. — os de GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. ainda não foram divulgados.
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Confira abaixo a pontuação do chip M6 e as pontuações médias do chip M5 para efeito de comparação:
| Benchmark de CPU | M6 | M5 |
|---|---|---|
| Single-core | 4.071 pontos | 3.641 pontos |
| Multi-core | 22.783 pontos | 17.948 pontos |
Se o resultado acima for preciso, o chip M6 apresenta um desempenho single-core cerca de 12% mais rápido e uma performance multi-core cerca de 27% mais rápida em comparação com o chip M5. Vale notar que o chip M6 está no novo Mac mini, enquanto as pontuações do chip M5 baseiam-se no MacBook Pro de 14 polegadas — mas o desempenho deve ser semelhante.
Na tabela abaixo está a pontuação do chip M5 Ultra de ponta, com CPU de 36 núcleos, bem como as pontuações médias do chip M3 Ultra de ponta, com CPU de 32 núcleos (já que a Apple nunca lançou um chip “M4 Ultra”).
| Benchmark de CPU | M5 Ultra | M3 Ultra |
|---|---|---|
| Single-core | 3.774 pontos | 2.920 pontos |
| Multi-core | 52.516 pontos | 39.059 pontos |
Se os resultados acima procederem, o chip M5 Ultra oferece um desempenho de CPU single-core cerca de 30% mais rápido e um desempenho multi-core cerca de 35% mais rápido em comparação com o M3 Ultra.
Nada mau, hein!
Mac Studio
Chip: M4 Max ou M3 Ultra
Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
Mac mini
Chip: M4 ou M4 Pro
Memória: 16GB, 24GB, 32GB, 48GB ou 64GB
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Conectividade: Ethernet ou Gigabit Ethernet 10
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Notas de rodapé
- 1Central processing unit, ou unidade central de processamento.
- 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.


Apple aumenta preços de iPhones (novos e antigos) no Brasil e nos EUA
É, meus amigos… A crise causada pelo aumento dos custos de chips de memória e armazenamento atingiu o produto mais consolidado da Apple, o iPhone.
A empresa atualizou, há pouco, a Apple Store Online com os novos valores praticados para os smartphones que já estavam em linha antes da chegada dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo. E sim, nem o 17e escapou!
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Como já era de se esperar, esses aumentos se refletiram em vários outros países onde a Apple atua, como o Brasil.
Confira as tabelas com os preços antigos e os novos! 🤑
Nos EUA
iPhone 16 e 16 Plus
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 16 de 128GB | US$700 | US$800 | +14,3% |
| 16 Plus de 128GB | US$800 | — | — |
| 16 Plus de 256GB | US$900 | — | — |
Como podemos observar, apenas uma configuração do iPhone 16 está disponível. O 16 Plus foi descontinuado.
iPhone 17e
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$600 | US$700 | +16,7% |
| 512GB | US$800 | US$900 | +12,5% |
iPhone 17
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$800 | US$900 | +12,5% |
| 512GB | US$1.000 | US$1.100 | +10% |
iPhone Air
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$1.000 | US$1.100 | +10% |
| 512GB | US$1.200 | US$1.300 | +8,3% |
| 1TB | US$1.400 | US$1.700 | +21,4% |
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 17 Pro de 256GB | US$1.100 | 18 Pro de 256GB | US$1.200 | +9% |
| 17 Pro de 512GB | US$1.300 | 18 Pro de 512GB | US$1.400 | +7,6% |
| 17 Pro de 1TB | US$1.500 | 18 Pro de 1TB | US$1.800 | +20% |
| — | — | 18 Pro de 2TB | US$2.400 | — |
| 17 Pro Max de 256GB | US$1.200 | 18 Pro Max de 256GB | US$1.300 | +8,3% |
| 17 Pro Max de 512GB | US$1.400 | 18 Pro Max de 512GB | US$1.500 | +7,1% |
| 17 Pro Max de 1TB | US$1.600 | 18 Pro Max de 1TB | US$1.900 | +18,8% |
| 17 Pro Max de 2TB | US$2.000 | 18 Pro Max de 2TB | US$2.500 | +25% |
Apple Watches
Curiosamente, a Apple mexeu apenas nas versões com as caixas maiores do Apple Watch Series 12 — ou seja, os modelos de 42mm seguem os mesmos preços. O SE 3 e o Ultra 4 seguem intactos.
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Series 11 (GPS, alumínio de 46mm) | US$430 | Series 12 (alumínio de 46mm) | US$450 | +4,6% |
| Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | US$530 | Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | US$550 | +3,8% |
No Brasil
iPhone 16 e 16 Plus
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 16 de 128GB | R$6.800 | R$7.000 | +2,9% |
| 16 Plus de 128GB | R$8.500 | — | — |
| 16 Plus de 256GB | R$9.300 | — | — |
iPhone 17e
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$5.800 | R$6.000 | +3,4% |
| 512GB | R$7.300 | R$7.500 | +2,7% |
iPhone 17
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$8.000 | R$8.300 | +3,7% |
| 512GB | R$9.500 | R$9.800 | +3,1% |
iPhone Air
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$10.500 | R$11.000 | +4,7% |
| 512GB | R$12.000 | R$12.500 | +4,1% |
| 1TB | R$13.500 | R$15.500 | +14,8% |
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 17 Pro de 256GB | R$11.500 | 18 Pro de 256GB | R$12.000 | +4,3% |
| 17 Pro de 512GB | R$13.000 | 18 Pro de 512GB | R$13.500 | +3,8% |
| 17 Pro de 1TB | R$14.500 | 18 Pro de 1TB | R$16.500 | +13,7% |
| — | — | 18 Pro de 2TB | R$21.000 | — |
| 17 Pro Max de 256GB | R$12.500 | 18 Pro Max de 256GB | R$13.000 | +4% |
| 17 Pro Max de 512GB | R$14.000 | 18 Pro Max de 512GB | R$14.500 | +3,5% |
| 17 Pro Max de 1TB | R$15.500 | 18 Pro Max de 1TB | R$17.500 | +12,9% |
| 17 Pro Max de 2TB | R$18.500 | 18 Pro Max de 2TB | R$22.000 | +18,9% |
Apple Watches
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Series 11 (GPS, alumínio de 46mm) | R$5.899 | Series 12 (GPS, alumínio de 46mm) | R$6.099 | +3,4% |
| Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | R$6.799 | Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | R$7.399 | +8,8% |
Não está nada fácil, infelizmente… 😭
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
iPhone 17 Pro
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
iPhone Air
Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
iPhone 17
Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
iPhone 17e
Cores: branco, preto ou rosa-pálido
Armazenamento: 256GB ou 512GB
iPhone 16 Plus
Cores: ultramarino, branco, preto, rosa ou verde acinzentado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
iPhone 16
Cores: ultramarino, branco, preto, rosa ou verde acinzentado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Apple Watch Series 11
Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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AI Data Centres Push SSD and Hard Drive Prices to New Highs
OpenAI Targets Models for Chip Design as Enterprise Revenue Climbs
OpenAI reforça parceria com a Samsung no desenvolvimento de chips de nova geração
Durante uma conferência de imprensa em Seul, a OpenAI revelou que está a investigar e a produzir conjuntamente com a Samsung os próximos chips de inferência da empresa, numa altura em que os utilizadores empresariais do ChatGPT na Coreia do Sul cresceram 28 vezes num ano.
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Top chipmakers embrace ASML’s $400M machines, agree to crucial chipmaking change
Leading chipmakers Samsung Electronics and Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. announced plans to adopt ASML’s latest chipmaking machines in the next several years—and they also joined Intel in agreeing to a crucial technology change that could boost chip production on the new machines by 40 percent.
This signifies the semiconductor industry’s broader embrace of high NA EUV photolithography technology that can cost up to $400 million per machine and is only provided by the Dutch technology company ASML, Bloomberg reports. The technology would allow chip designers to implement even smaller features in potentially more powerful and efficient next-generation chips produced for AI data centers and consumer electronics such as smartphones, tablets, and laptops.
ASML’s EUV (extreme ultraviolet) lithography machines enable chipmakers to use powerful laser light to imprint patterns in silicon wafers, layer by layer, and gradually form the computer circuitry that makes silicon chips work. Compared to older deep ultraviolet lithography, EUV technology harnesses a more powerful source of light with a shorter wavelength to create even smaller features on silicon wafers.


© Michel de Heer | ASML
- Ars Technica - Gadgets
- Top chipmakers embrace ASML’s $400M machines, agree to crucial chipmaking change
Top chipmakers embrace ASML’s $400M machines, agree to crucial chipmaking change
Leading chipmakers Samsung Electronics and Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. announced plans to adopt ASML’s latest chipmaking machines in the next several years—and they also joined Intel in agreeing to a crucial technology change that could boost chip production on the new machines by 40 percent.
This signifies the semiconductor industry’s broader embrace of high NA EUV photolithography technology that can cost up to $400 million per machine and is only provided by the Dutch technology company ASML, Bloomberg reports. The technology would allow chip designers to implement even smaller features in potentially more powerful and efficient next-generation chips produced for AI data centers and consumer electronics such as smartphones, tablets, and laptops.
ASML’s EUV (extreme ultraviolet) lithography machines enable chipmakers to use powerful laser light to imprint patterns in silicon wafers, layer by layer, and gradually form the computer circuitry that makes silicon chips work. Compared to older deep ultraviolet lithography, EUV technology harnesses a more powerful source of light with a shorter wavelength to create even smaller features on silicon wafers.


© Michel de Heer | ASML
How a Blacklisted Chinese Tech Giant Kept Buying America’s Best A.I. Chips
Data centers become "killer application" for new power transformer tech
Data centers have become the largest driver of a surging electricity demand that is straining US power grids. But the AI data center boom has also accelerated investment in a technology that could provide a silver lining for everyone—solid-state power transformers that replace industrial-age technology with modern power electronics.
Power grids currently rely on conventional transformer technology that is painstakingly assembled by hand and has a fundamental design dating back to the 1880s. Two copper wire coils manually wound around a steel core create electromagnetic fields that help step up voltage levels of alternating current electricity for long-distance transmission or step down voltage levels for the electricity use of homes and businesses. The largest power transformers cannot be mass-manufactured but are instead custom-built for each utility company’s electrical substations.
Manufacturing constraints, coupled with the scramble to upgrade US power infrastructure, have meant utility companies and other customers must wait up to several years for delivery of new power transformers. That not only hinders power grid infrastructure expansion needed to support growing electricity demand, but also delays the process of replacing aging power transformers.


© EPRI
RetinaDesk agora mostra o máximo de monitores suportados por cada Mac
Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.

Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.

A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.

Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
Muito útil, não? 🖥️

Wall St. Wants Another Half-Trillion Dollars for the A.I. Boom
Can tissue chips overcome the limitations of animal testing?
Animal testing has shaped modern drug development for decades, but its limitations become especially visible when scientists evaluate cancer immunotherapies. These treatments are designed to stimulate the immune system to recognize and destroy malignant cells, yet the same powerful immune activation can trigger life-threatening complications in patients. Researchers at the University of Rochester are developing a human-cell-based alternative: miniature tissue models known as organs-on-a-chip that could help predict these toxicities before experimental medicines reach clinical trials.
The work is being led through the university’s Translational Center for Barrier Microphysiological Systems, or TraCe-bMPS. The center is building drug-development tools around modular µSiM tissue chips, devices that contain ultrathin membranes populated with human cells. Unlike conventional laboratory cultures, these systems are engineered to reproduce key features of biological barriers, including the physical separation between tissues, controlled exposure to drugs, and measurable inflammatory responses. Their modular construction also allows the devices to be manufactured in large quantities with consistent dimensions and materials.
The platform is based primarily on acrylic components and incorporates membranes designed to mimic interfaces found in the human body. Such barriers regulate the movement of molecules and immune cells between compartments, making them central to drug absorption, toxicity, and inflammation. By assembling reproducible chips with human cells, researchers can study how a therapy affects a tissue under conditions that more closely approximate human biology than many animal models. The design also makes it possible to modify individual components for different organs or disease settings.
A major feature of the Rochester system is the integration of sensors directly into the chips. Developed in part through the work of biomedical engineering professor Benjamin Miller, these sensors can track barrier function and inflammatory signaling in real time. Instead of waiting until the end of an experiment to examine damaged cells, researchers can observe how a tissue responds as a drug is introduced. Changes in electrical or molecular signals may reveal that a barrier is becoming more permeable or that inflammatory pathways are being activated, providing an early warning of toxicity.
The immediate focus is on two severe complications associated with some cancer immunotherapies. Cytokine release syndrome, commonly called CRS, occurs when activated immune cells release large quantities of signaling proteins known as cytokines. The resulting systemic inflammation can cause fever, low blood pressure, breathing difficulties, and, in the most serious cases, organ failure. Immune effector cell-associated neurotoxicity syndrome, or ICANS, can affect the nervous system, producing confusion, seizures, impaired speech, or other neurological symptoms. Both conditions are difficult to predict reliably with animal testing because species differ in immune signaling networks and cell-surface receptors.
“The goal is to predict these toxicities from human cells on a chip, before a drug ever reaches a patient, and to do it without relying on animal models that have repeatedly failed to predict CRS in people,” says James McGrath, director of TraCe-bMPS and the William R. Kenan Jr. Professor of Biomedical Engineering. The approach does not simply attempt to reproduce a whole human body in miniature. Instead, it focuses on specific biological barriers and immune interactions that are directly relevant to the safety question being studied.
The project has now reached an important regulatory stage. The team was accepted into the US Food and Drug Administration’s Innovative Science and Technology Approaches for New Drugs, or ISTAND, pilot program. ISTAND is intended to help evaluate emerging methods that could improve drug development and eventually support regulatory decisions. Acceptance does not mean that the tissue-chip platform has already been approved for routine use, but it creates a formal pathway for the researchers to work with the FDA on defining the evidence needed for qualification.
The Rochester group is preparing a detailed qualification plan that will describe clinical considerations, timelines, data-sharing procedures, and statistical methods for evaluating the technology. If the platform ultimately receives FDA qualification, pharmaceutical companies could use its results as part of the evidence submitted in support of new drug applications. Such recognition would represent a significant step for organs-on-a-chip research, which has expanded rapidly but has only rarely progressed into formal regulatory programs.
The effort comes as US regulators seek alternatives to animal testing in preclinical safety studies. The FDA Modernization Act 2.0, enacted in 2022, opened the door for non-animal methods, while the agency’s 2025 roadmap outlined further efforts to reduce reliance on animal models. Researchers say pharmaceutical companies are showing strong interest because many immunotherapies are already in clinical development and carry risks of CRS or ICANS. The Rochester team collaborated with Graham Marsh of the Critical Path Institute and consulted with scientists at Pfizer about how the tool could fit into real-world drug development. If successful, the technology could give researchers a more human-relevant way to identify dangerous immune reactions early, helping developers eliminate unsafe candidates and refine promising treatments before patients are exposed.
Subject of Research: Human-cell tissue chips for predicting cancer immunotherapy toxicities.
Web References: University of Rochester; Translational Center for Barrier Microphysiological Systems; University of Rochester Biomedical Engineering; FDA ISTAND pilot program; FDA Modernization Act 2.0.
Image Credits: URochester photo / J. Adam Fenster.
Keywords: Drug discovery, tissue chips, organs-on-a-chip, cancer immunotherapy, cytokine release syndrome, CRS, ICANS, neurotoxicity, animal testing alternatives, biomedical engineering, microphysiological systems, human-cell models.
- Tek Notícias
- Mercado dos tablets recua 10%. Fabricantes mudam prioridades e apostam no segmento premium
Mercado dos tablets recua 10%. Fabricantes mudam prioridades e apostam no segmento premium
Com uma queda de 10% no segundo trimestre do ano, o mercado dos tablets recuou pela primeira vez em vários anos, num período que por norma tem muita procura para o regresso às aulas.
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A.I.-Driven Chip Crunch Leads to New Rush of Lobbying in Washington
Primeiro jailbreak para o iOS 26 é lançado, mas só em certos iPhones
Após quase um ano disponível oficialmente para todos os usuários, o iOS 26 recebeu seu primeiro jailbreak, graças aos desenvolvedores por trás do popular Dopamine (o qual inclui os gerenciadores de pacotes Sileo e Zebra).
O desenvolvedor Lars Fröder, mais conhecido como opa334, lançou o Dopamine 3.0, o qual adiciona suporte a várias versões mais recentes do sistema operacional dos iPhones, incluindo o iOS 26.0 e o iOS 26.0.1 — entretanto, apenas em alguns dispositivos.
Mais precisamente, o jailbreak está disponível em aparelhos com os chips A12 Bionic ou A13 Bionic. Vale lembrar que, em junho, pesquisadores encontraram um bug no controlador desses processadores, o que permitiu modificar estruturas críticas desses chips — viabilizando o desenvolvimento do jailbreak em questão.

Ademais, o Dopamine 3.0 tem suporte a todos os dispositivos que executam o iOS 16.5.1 ao iOS 17.3.1, ampliando significativamente a gama de dispositivos e versões de software compatíveis.
Eis a lista de compatibilidade completa da nova versão:
- A12, A12X, A12Z, A13: iOS 16.6–18.7.1 e iOS 26.0–26.0.1
- A14, M1: iOS 16.6–17.3.1
- A15, A16, A17, M2: iOS 16.5.1–17.3.1
- A10: iOS 15.8.7–15.8.8 e iOS 16.7–18.7.1
- A10X: iOS 15.8.7–15.8.8 e iOS 16.7–17.7.11
- A9, A9X, A11: iOS 15.8.7–16.7.16
- A8, A8X: iOS 15.8.7–15.8.8
É possível baixar e obter mais detalhes do jailbreak na sua página do GitHub.
via MacRumors
