Para quem possui surdez ou alguma dificuldade de audição, é possível habilitar a exibição das legendas do Gemini Live enquanto estiver usando-o no seu Mac. Veja como! 👨💻
Com o app aberto, acesse as configurações do navegador. É possível fazer isso indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho de teclado ⌘ command, ou clicando no botão com três pontinhos (no canto superior direito).
Selecione “Inovações de IA” (na barra lateral esquerda) e entre em “Gemini no Chrome”.
Por fim, marque a chave ao lado de “Legenda descritiva”.
Na prática, você poderá conferir as legendas nas conversas do Gemini Live, como no exemplo abaixo:
Com a disponibilização do Gemini no Google Chrome para Macs, ficou muito fácil consultar o serviço de inteligência artificial da empresa para alguma atividade que precisa fazer.
Por padrão, o painel lateral do Gemini fica localizado na parte direita da tela do seu computador. Mas, se preferir, é possível que ele seja mostrado no lado esquerdo.
Com a liberação do Google Gemini no navegador Chrome para macOS, tornou-se possível utilizar a inteligência artificial da empresa de uma maneira rápida, sem precisar abrir um aplicativo separado, por exemplo.
Uma das maneiras de sair ou voltar a navegar pelo Gemini no Chrome é por meio de um atalho de teclado. Apesar de já vir com um pré-configurado, você pode alterá-lo.
Abra as configurações do Chrome, indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho ⌘ command, ou clicando nos três pontinhos, no canto superior direito.
Selecione “Inovações de IA” e entre em “Gemini no Chrome”. Clique no lápis ao lado de “Atalho para navegação” e utilize o teclado para adicionar o novo atalho preferido.
Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.
Captura de tela/RetinaDesk
Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.
Captura de tela/RetinaDesk
A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.
Captura de tela/RetinaDesk
Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
Quem conta com muitos aplicativos instalados no Mac geralmente pode enfrentar dificuldades para monitorar as versões de cada um deles e até mesmo atualizá-los.
Essa dificuldade aumenta ainda mais para quem conta com muitos softwares instalados fora da Mac App Store, e mais ainda caso você seja um desenvolvedor e faça o uso de vários gerenciadores de pacote. O Version Tracker é um novo aplicativo que atua em todos esses cenários.
Ao estilo do velho MacUpdater (que foi descontinuado no início deste ano), o software faz uma varredura no macOS para monitorar 39 fontes diferentes de apps — desde aqueles disponíveis na Mac App Store, passando pelos que adotaram o frameworkSparkle ou por vários gerenciadores de pacotes.
Desenvolvedores, por exemplo, conseguirão verificar e atualizar (individualmente ou em lote) com facilidade as versões de dependências instaladas por gerenciadores como Homebrew, pip, npm, Docker — que por padrão são fragmentadas em vários mecanismos de atualizações.
O app conta com uma versão gratuita que permite verificar 48 fontes sem limite de tempo. Para mais fontes e atualização com um clique, é preciso assiná-lo (a assinatura custa a partir de 20€) ou comprá-lo por 50€ (essa compra inclui updates para todas as versões 1.x do software).
A OpenAI está lançando um novo recurso opcional para o ChatGPT no macOS que pode monitorar suas atividades diárias no computador — abrangendo aplicativos e sites — e transformá-las em memórias e em uma linha do tempo.
Chamado Computer History, o recurso está disponível inicialmente para usuários dos planos Pro, Business e Enterprise. Para usá-lo, é necessário ativá-lo em Configurações » Integrações no aplicativo do ChatGPT para macOS.
ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.
With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R
O ChatGPT agora pode lembrar-se da sua atividade em aplicativos e sites no seu computador.
Com o Computer History no aplicativo para desktop, as interações futuras parecem mais personalizadas e exigem menos explicações.
Segundo a OpenAI, isso permitirá que o ChatGPT localize arquivos, documentos e conversas relevantes para a sua consulta — independentemente de estarem no Google Docs, no Slack ou em uma aba aberta do navegador — sem que você precise reexplicar todo o contexto da sua solicitação.
Isso também será útil para aqueles momentos em que você sabe que leu algo, mas não faz ideia de onde. Naturalmente, a novidade requer que o recurso de Memórias também esteja ativado.
A OpenAI aponta que os usuários terão controle total sobre quais aplicativos e sites o recurso poderá acessar. No macOS, haverá uma nova opção na barra de menus para remover qualquer aplicativo do recurso, além de uma nova configuração no aplicativo do ChatGPT para desktop que permite excluir aplicativos e sites específicos.
Todos esses dados são armazenados localmente; assim, você pode visualizar o que o sistema captura e excluir itens caso não queira que façam parte da linha do tempo. Ademais, o recurso vem desativado por padrão, e você também pode pausá-lo a qualquer momento pela barra de menus.
Como dito, o Computer History está sendo disponibilizado para todos os usuários dos planos Pro, Business e Enterprise — exceto em regiões como o Espaço Econômico Europeu (EEE), o Reino Unido e a Suíça, onde a função será disponibilizada “nas próximas semanas”.
Outras novidades
O ChatGPT também ganhou, recentemente, um punhado de outras novidades que tornam mais fácil incluir documentos e arquivos salvos nas suas conversas, bem como encontrar o que você precisa e retomar de onde parou.
Na web, o texto copiado do Google Docs ou de outra conversa do ChatGPT preserva títulos, negrito, links e listas, tanto durante a escrita quanto após o envio da mensagem.
Adicione arquivos salvos sem precisar carregá-los novamente graças à opção “Adicionar da biblioteca”.
Selecione vários itens da Biblioteca de uma só vez, arrastando o cursor sobre vários arquivos ou pastas para selecioná-los em conjunto.
A busca agora inclui pastas e localiza títulos de conversas. Na web, você também pode pesquisar dentro da Biblioteca para encontrar seus arquivos salvos.
No iOS/Android, o ChatGPT consegue identificar quando uma conversa por voz em segundo plano parece inativa, bem como verificar se você ainda está presente e encerrar a sessão caso não haja resposta.
Se o ditado falhar devido a problemas de conexão ou tempo limite, o ChatGPT tenta novamente de forma automática uma vez, permitindo que você conclua a gravação sem precisar recomeçar.
Ao retornar a uma conversa, as respostas já finalizadas aparecem imediatamente, sem aquela reprodução lenta que dava a impressão de que ainda estavam sendo geradas.
Por fim, usuários com o plugin do Google Drive conectado podem agora visualizar e navegar pelos seus arquivos e pastas diretamente na Biblioteca. Seu conteúdo permanece no Drive e, caso você conceda autorização, o ChatGPT pode alterar o arquivo de origem diretamente. O recurso está sendo disponibilizado para usuários dos planos Plus, Pro, Enterprise, Edu, Healthcare e Business na versão web, tanto no modo Chat quanto no modo Work. O suporte para dispositivos móveis chegará em breve.
Para esta quinta-feira, aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!
O ConoP – Timestamp every copy é o nosso destaque do dia: um utilitário minimalista, criado para quem precisa registrar rapidamente o momento exato em que copia um texto.
A ideia é simples: sempre que o usuário copia qualquer conteúdo, o app automaticamente adiciona a informação da data/hora, facilitando o rastreamento de informações, anotações ou registros que dependem de ordem cronológica. Essa automação elimina a necessidade de inserir manualmente essas informações, tornando o fluxo mais ágil e mais assertivo.
A interface segue com uma pegada direta, limpa e sem distrações. O foco está totalmente na função principal, o que torna o ConoP especialmente útil para profissionais que lidam com logs, pesquisadores, jornalistas ou qualquer pessoa que precise documentar eventos com precisão.
Embora seja um app simples, sua utilidade é clara: ele transforma uma ação cotidiana em um registro organizado e temporalmente estruturado. Se você procurava uma solução assim, aproveite agora mesmo essa oferta!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$90 em descontos:
Jogos
Acabe com bolhas.
Jogo educacional.
Jogo de estratégia.
Aplicativos
Utilitário para remédios.
Utilitário para códigos de porta.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸
Se você usa um Mac com o macOS Tahoe 26.5 ou versões posteriores, é possível que esteja enfrentando problemas de congelamento no trackpad do seu notebook, com o surgimento da famosa bola de praia (que indica um travamento) na máquina.
Graças a uma dica supersimples, é possível resolver esse problema no seu computador usando o Finder.
Para acessar os seus aplicativos prediletos do Mac com uma maior rapidez, é possível adicionar os ícones ao Dock — acessível por padrão na parte inferior da tela (mas que também pode ser colocado em uma das laterais, se você assim preferir).
Mas você já se perguntou por que esses ícones, em certos momentos, começam a pular?
O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.
Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.
1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.
Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!
Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.
Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.
Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.
A SpaceXAIliberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.
Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.
Introducing Grok Bot, now in early beta.
Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.
Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.
A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.
“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.
Divulgação/SpaceXAI
Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.
Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.
A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.
Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.
Pesquisadores da A Securityrevelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.
Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.
Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.
O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.
—Omer Gull, cofundador da A Security.
Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.
De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.
Apple has released MacOS 27 Golden Gate beta 5 for Mac users who are currently running the beta operating system. For those in the public beta testing program, the same build typically arrives for them soon after. MacOS 27 Golden Gate emphasizes performance improvements to the general system as well as features like Spotlight and ... Read More
WebKit-based browsers on iOS and macOS can be configured to route all web traffic through proxy servers, which is how Tor browsers on iOS and our own Psylo work. We found three WebKit features — DNS prefetching, WebAuthn Related Origin Requests, and WebTransport — that bypass the configured proxy and send traffic directly from the device, which exposes the user’s real network. The same leaks also affect Apple’s iCloud Private Relay.
[…]
It must be noted that VPNs are not affected, since they tunnel the device’s entire network traffic at the system level.
[…]
We’ve addressed all three leaks in Psylo 1.3.1[…] Passkeys and WebTransport have legitimate uses, so both can be re-enabled at any time through per-silo toggles. This keeps Psylo leak-free out of the box, while users who need one of these features on a given site can opt in explicitly, with a clear understanding of the trade-off.
In an ideal world, we’d report the issues to Apple, they acknowledge the issue, and ship a fix in a timely manner. Unfortunately, our past experience with Apple tells us that reporting this issue would involve months of delays, inconsistent communication, and in some cases, denying the issue’s impact entirely.
We weren’t willing to wait months, or upwards of a year, sitting on bugs that undermine the core privacy guarantees of Psylo and iOS Tor browsers while saying or doing nothing.
[…]
Should we knowingly leave our users exposed while waiting for a system-level fix? We didn’t think that was acceptable or fair to our users. Or should we quietly ship our own mitigations without telling anyone? We didn’t think that was acceptable either. Security fixes deserve transparency, especially when they involve tradeoffs.
Soon after we published the blog, we sent a link to the blog and demo website to Apple in a security report to make them aware of it. Now the report is already in the status “We’re planning to address the issue you reported.” and a fix is planned for Fall 2026 🤯🤯🤯
Apple has been testing memory chips from China’s ChangXin Memory Technologies (CXMT) for use across product lines that include iPhones and MacBooks, according to a Wall Street Journal report citing people familiar with the matter. The move comes as the company grapples with a severe memory-chip shortage intensified by surging demand from the artificial-intelligence boom.
The iPhone maker has held early talks with CXMT about potential supply of components, with the aim of incorporating them into some devices sold in China. Apple is seeking approval from the Trump administration to proceed with any business involving the Chinese chipmaker. Any such deal would be politically sensitive. Some U.S. policymakers worry that collaboration could give CXMT access to American intellectual property.
CXMT ranks as China’s largest chipmaker by market value. The testing reflects broader industry pressure: AI data-center demand has redirected substantial DRAM production capacity toward high-bandwidth memory used in AI accelerators, tightening supplies and driving up prices for the conventional memory chips needed in smartphones, PCs, and other consumer electronics.
Other device makers have already begun limited use of CXMT chips. Laptop producers HP and Acer have started incorporating the Chinese company’s memory into some devices sold outside the United States to ease shortages, the Journal reported.
Apple and CXMT did not immediately respond to requests for comment on the report. The development builds on earlier indications that Apple has been exploring options with Chinese memory suppliers and lobbying U.S. officials for flexibility amid the supply constraints. CXMT has faced scrutiny in Washington, including designation on a Pentagon list of companies with alleged ties to the Chinese military, adding layers of regulatory and political complexity to any potential partnership.
MacDailyNews Take: The situation underscores the tension between immediate commercial needs (securing enough memory to maintain production volumes and manage costs) and longer-term national-security and technology-transfer concerns. It’s a tightrope walk for sure.
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Vous n'avez plus faim, mais impossible de résister à une mousse au chocolat ou à une glace ? Une étude allemande révèle que ce fameux « deuxième estomac » pour le dessert ne serait pas une simple impression. Les chercheurs ont identifié un mécanisme cérébral qui pousserait notre cerveau à...
Every September brings the same headache: a school or university supply list that suddenly includes a laptop, tablet, or smartphone, and a household budget that hasn’t grown to match. Between rising hardware costs, global memory shortages, and kids lobbying hard for the newest device to fit in with friends, “Back to School tech” has quietly become one of the biggest line items of the season.
The good news is there’s a smarter and more affordable way to buy—refurbished—and it doesn’t mean settling for less.
Back Market
Why Back to School tech costs so much
Three pressures are colliding at once. Schools increasingly require students to bring their own laptop or tablet for coursework, turning what used to be optional into a mandatory expense. At the same time, a global shortage in memory chips has pushed up the base price of new devices across the board. Layer on peer pressure—plenty of kids push for the latest brand-name gadget even when a perfectly good device is already sitting in a drawer—and parents are left stretched thin, weighing tech costs against groceries and heating bills.
Back Market
Refurbished doesn’t mean second-hand
This is where the mindset shift matters. A refurbished device isn’t the same as a used one picked up second-hand with no guarantees. On Back Market, every product goes through professional inspection, testing, repair, and restoration before it’s resold—closer to buying a certified pre-owned car than rolling the dice on a stranger’s old phone. Devices are typically up to 50% cheaper than buying new, while still delivering full functionality for schoolwork, streaming, gaming, and everyday use.
It’s also a category with real breadth. Back Market isn’t just phones—you’ll find laptops, tablets, 2-in-1 computers, desktops, headphones, speakers, and more, all refurbished and inspected to the same standard. Whatever’s on the school supply list, there’s likely a refurbished option worth checking first.
Back Market
The numbers back it up
Demand is climbing fast: searches for iPhones are up over 60% month over month, with mid-generation models like the iPhone 13 and SE converting best—proof that shoppers want reliable performance without paying flagship prices. Every purchase—be it MacBook, iPhone, or iPad— also comes with the Back Market Promise: after its up to 100-point quality inspection, a 1-year warranty, 30-day returns, and free shipping, so the savings don’t come at the cost of peace of mind.
Stack the savings: student and teacher discounts
Parents, students, and educators can save even further with Back Market’s student and teacher discount.
Receive a £20-off code to use on eligible electronics
That discount applies across the board—smartphones, laptops, tablets, and more—stacking on top of the already-reduced refurbished pricing.
Back to School with the best
Back to School shopping doesn’t have to mean choosing between a stretched budget and a disappointed kid. Buying refurbished gets premium brands like Apple into students’ hands at a fraction of the price, backed by real quality checks and warranties—and it keeps devices out of landfill in the process. For families feeling the pinch this September, it’s one of the easiest wins on the list.
Se você busca um software que possa verificar problemas de rede, então veja só os recursos do NetCheck, um utilitário gratuito que analisa a conexão real do seu Mac com a internet — não apenas o status do Wi-Fi.
O NetCheck permanece discretamente na sua barra de menus como um único ponto, o qual fica verde quando você tem internet e cinza quando não tem.
Diferente do indicador de Wi-Fi do macOS, o qual pode mostrar todas as barras enquanto o roteador está sem conexão com a internet, o NetCheck confirma o acesso real à internet com uma sonda de rede leve, notificando-o imediatamente quando você perde o acesso — bem como quando ele retorna.
O painel principal do app também exibe dados importantes em um relance, como a qualidade da conexão e seu tempo de resposta (dividido em DNS e rota), cuja atualização acontece automaticamente (a cada 5, 15 ou 30 segundos, a cada minuto, a cada 2 ou a cada 5 minutos).
Outros recursos do app incluem a identificação do provedor, exibindo seu provedor atual ou o nome da rede Wi-Fi diretamente no painel (atualizado automaticamente a cada conexão). Ele também pode ser ativado diretamente no login, monitorando sua conexão desde o momento em que você faz login no Mac.
O NetCheck está totalmente localizado em 34 idiomas, incluindo o português do Brasil. Disponível gratuitamente na Mac App Store, ele conta com uma versão Pro por compra única de R$60 (sem assinatura), a qual adiciona histórico de conexão com pontuação de confiabilidade, teste de velocidade embutido e alertas de queda no iPhone.
Embora tenham perdido muito espaço com os CDs e posteriormente com as músicas digitais e o streaming, os vinis ainda são bastante apreciados por colecionadores mundo afora — e eu diria até mesmo que se tornaram a mídia física mais relevante culturalmente falando.
O Record Picker é um app projetado justamente pra quem ainda curte manter sua coleção de discos físicos. Ele conta com recursos alimentados por inteligência artificial para ajudar os usuários a decidir o que e quando ouvir, com base em métricas como humor, data, etc.
Entre os modos mais interessantes de escolha de um álbum estão o Random (que sorteia um disco aleatoriamente, mas pode dar mais peso para os menos ouvidos) e o Mood (que permite descrever seu estado no momento para que o app escolha um entre a coleção do usuário).
Também há um recurso chamado “Disco do dia”, que permite relacionar a coleção do usuário a notícias musicais, aniversários de lançamento, shows próximos e a discos relançados em determinada data — o que permite ao app sugerir um disco por dia com um contexto especial.
Apesar do foco em vinis, o app também permite cadastrar CDs (inclusive por código de barras, com dados do MusicBrainz e do Discogs), bem como cria gráficos detalhados que relacionam obras, gravações, artistas e edições para facilitar (e muito) a descoberta de informações.
Com versões para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac (que funciona como uma central para a coleção), o app usa os modelos da Apple Intelligence para fornecer seus recursos inteligentes, tudo no próprio dispositivo — sem conta ou qualquer anúncio/rastreamento.
O Record Picker permite armazenar até 100 discos gratuitamente. Para uma biblioteca maior, é necessário adquirir o app por uma compra única de R$60. Até o dia 22 de agosto, está rolando um desafio para quem quiser adquirir o software gratuitamente.