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Quintas betas do iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27 são liberadas

10 August 2026 at 18:29

Algumas semanas após a liberação das quartas versões de testes, a Apple enfim disponibilizou hoje as quintas betas do iOS 27 (compilação 24A5408d), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5406e), watchOS 27 (24R5347a), tvOS 27 (24J5346a) e visionOS 27 (24M5348b) para desenvolvedores.

Também já está disponível para desenvolvedores a quinta versão beta do Xcode 27 (compilação 27A5237l).

Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.

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Cabe recordar que a Apple disponibiliza o acesso às versões beta para desenvolvedores gratuitamente, então não necessariamente usuários em geral precisam optar pelas betas públicas para instalar os novos sistemas — basta estar registrado como um desenvolvedor (com uma conta gratuita).

Como de costume, nós estamos acompanhando as possíveis novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui. Continuem de olho!

Página oficial dedura integração do Qwen com a Apple Intelligence na China

10 August 2026 at 18:19

Conforme visto pela agência Reuters, a Apple publicou uma documentação oficial de suporte ensinando usuários do macOS na China a conectar o Qwen, plataforma de inteligência artificial (IA) proprietária da Alibaba, como uma extensão da Apple Intelligence no país.

Embora ensinasse efetivamente a fazer essa integração (o que indica que não era apenas algo preparatório), a documentação foi retirada do ar pouco tempo depois — o que nos leva a entender que ela foi, no mínimo, lançada em cima da hora ou antes do período previsto pela empresa.

O guia atualizado em chinês da Apple diz que os usuários que optam por participar podem usar o Qwen via Siri para obter respostas mais detalhadas a algumas solicitações, incluindo análise de fotos e documentos. As Ferramentas de Escrita também podem se basear no serviço para criar texto ou imagens a partir de uma descrição.

A possibilidade de usar o Qwen estaria disponível para usuários elegíveis com o macOS Tahoe 26.6 ou posterior. Eles devem se sujeitar a condições específicas para o mercado chinês e fazer login na plataforma — que não pode usar os materiais gerados para treinar seus modelos.

Segundo a Alibaba, que poderá usar a integração com os softwares da Apple para aumentar o alcance do Qwen, a plataforma será incorporada à Apple Intelligence também em iPhones, iPads e Vision Pros — embora ainda não se saiba qual modelo alimentará essa integração.

Por outro lado, a Maçã, que já conseguiu registrar o uso da sua IA junto a órgãos reguladores da China, afirma que a Apple Intelligence com o Qwen ainda não foi lançada na China — embora tudo nos leve a crer que esse lançamento é mais do que iminente.

via AppleInsider

Analista diz que a Apple cancelou projeto do iPhone comemorativo de 20 anos

10 August 2026 at 17:47

O analista Edison Lee, da firma de investimentos Jefferies, jogou hoje um balde de água fria sobre as expectativas de um modelo comemorativo do “iPhone 20”, citando o cancelamento do projeto desse dispositivo.

Conforme repercutido pelo Barron’s, Lee indica que o projeto foi cancelado devido ao “baixo rendimento de produção”. Não é possível afirmar, porém, se o analista acredita que o especulado redesenho foi cancelado ou apenas alguns aspectos dele.

Embora a Jefferies já tenha considerado plausível o lançamento de um iPhone feito inteiramente de vidro, Lee acredita que o desenvolvimento foi interrompido. Segundo o analista, verificações na cadeia de suprimentos sugerem que o projeto foi cancelado devido ao baixo rendimento de produção.

Fato é que, devido a essa previsão, a Jefferies rebaixou a recomendação das ações da Apple [$AAPL] de “manutenção” para um possível “desempenho abaixo da média”. Isso porque o modelo comemorativo deveria contribuir para uma maior participação das variantes Pro e Pro Max nas vendas, que oferecem margens de lucro maiores.

O analista cita, ainda, indícios de que o próspero iPhone dobrável — o “iPhone Ultra” — terá um preço mais elevado do que o esperado, de modo que ele poderá ser a única alavanca para a Apple aumentar seus preços médios de venda e suas margens de lucro.

No entanto, devido aos custos mais elevados de componentes de memória, a empresa prevê que o preço inicial do futuro modelo dobrável será de US$2.100, chegando a US$3.100 para a versão com 2TB de armazenamento.

Ainda em termos de memória, a firma de investimento também aponta para um aumento da memória DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório. exclusivamente no “iPhone 19 Pro Max”, que deverá ter 16GB — o que, segundo a análise, sinaliza um progresso no desenvolvimento da Apple Intelligence. Contudo, caso os preços das memórias continuem subindo até 2027, a empresa afirma que a Apple poderá descartar totalmente essa atualização.

via Notebookcheck

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.

WhatsApp libera nova seção de controles parentais no iOS e passa a testar novos recursos

10 August 2026 at 16:43

O WhatsApp começou a liberar, na versão para iOS do seu aplicativo, uma nova seção na aba “Você” chamada “Controles parentais”, já presente em dispositivos Android há algumas semanas.

Como seu nome indica, a seção permite que pais e responsáveis configurem e gerenciem as contas de seus filhos, que passam a receber apenas conteúdo apropriado à sua idade.

Para tal, o adulto precisa acessar esse menu pelo smartphone do adolescente e, então, escanear com o seu aparelho pessoal o código QR que é exibido — etapa necessária para vincular as duas contas. Ambos os dispositivos também precisam estar próximos um do outro para que os ajustes possam ser alterados.

Seção de controles parentais no WhatsApp
Captura de tela/WABetaInfo

Durante a configuração, o WhatsApp pergunta a idade do adolescente que utilizará a conta para determinar quais recursos serão restringidos ou não. Essa informação também servirá para desvincular os dispositivos e desativar as proteções automaticamente assim que ele atingir a maioridade.

Esses ajustes, vale notar, não são novidade, mas estavam mais “escondidos” na interface do app, o que fez com que eles passassem despercebidos por pais e responsáveis. A ideia dessa atualização, portanto, é tornar os controles parentais mais acessíveis.

Ao que tudo indica, o WhatsApp está liberando essa nova seção gradualmente para os seus usuários.

Novidades na beta

Testadores do WhatsApp no iOS também receberam sua leva de novidades nos últimos dias. Uma delas tem a ver com a busca por mensagens em chats, que ficou mais fácil graças a um atalho.

Como é possível notar na captura de tela abaixo, foi adicionado um botão com um ícone de lupa no canto inferior direito da tela de conversa, permitindo que usuários façam pesquisas sem perder as mensagens de vista.

Atalho de busca nas conversas do WhatsApp
Captura de tela/WABetaInfo

Esse atalho, no entanto, aparece apenas quando o usuário navega por mensagens antigas na conversa, garantindo que ele não poluirá a interface em momentos em que não é útil.

O segundo teste da vez trata-se de um alerta que aparecerá na parte de baixo da tela sempre que o usuário entrar em novos canais, os quais vêm silenciados por padrão. Assim, ele pode ativar as notificações rapidamente caso queira ser notificado sobre novas atualizações daquele espaço.

Alerta de canal silenciado no WhatsApp
Captura de tela/WABetaInfo

Como canais costumam ser bem movimentados, é bem comum que o usuário opte por silenciá-los indefinidamente, impedindo-os de lotar sua central de notificações. No entanto, se o canal que você acabou de entrar não se encaixa nessa descrição, agora ficou mais fácil “desmutá-lo”.

O novo atalho de busca foi notado na versão 26.31.10.70 beta do WhatsApp, enquanto o novo alerta pode ser encontrado na versão 26.31.10.25 beta do mensageiro — ambas disponíveis no TestFlight.

via WABetaInfo [1, 2, 3]

Apple Upgrade: empresa cogitou enviar aparelhos já configurados de fábrica

10 August 2026 at 16:21

De acordo com o jornalista da Bloomberg, Mark Gurman, a Apple teria cogitado (e posteriormente descartado) um recurso bastante interessante para o Apple Upgrade: a transferência dos dados do iCloud do usuário para o novo aparelho antes mesmo de ele ser enviado para o assinante.

Revelada na última edição da sua newsletter “Power On”, a ideia — descrita como um recurso premium — seria especialmente bem-vinda para as trocas anuais de iPhones realizadas durante o período do serviço adquirido, livrando o usuário de ter que configurar seu aparelho ao ligá-lo pela primeira vez.

The Apple Upgrade feature that never made it past the drawing board: a so-called white-glove component, where your new device each year would arrive at home ready to go, preloaded with all of your data via your iCloud backup. Here’s what happened. https://t.co/PZ4r8jEgvG

— Mark Gurman (@markgurman) August 9, 2026
O recurso de atualização da Apple que nunca saiu do papel: um componente supostamente premium, em que seu novo dispositivo chegaria à sua casa a cada ano, pronto para uso, com todos os seus dados pré-carregados por meio do backup do iCloud. Veja o que aconteceu.

Essa ideia, no entanto, esbarrou em um obstáculo importantíssimo: a privacidade do usuário, já que dados do iCloud só poderiam ser acessados pela Apple nos casos em que a Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection) com criptografia de ponta a ponta não foi ativada. Isso, é claro, não inclui o Reino Unido, onde o recurso não pode ser mais acessado.

Como lembrou o 9to5Mac, o acesso remoto às definições de sistema de um iPhone obtido por meio do Apple Upgrade poderia ser associado ao Presto, um sistema proprietário de gerenciamento de atualizações baseado em hardware (empurrado especificamente por um Mac mini com um sistema customizado) para realizar o update de iPhones lacrados.

Anunciado no mês passado, o Apple Upgrade oferece o leasing de Apple Watches, iPhones, iPads e Macs para clientes dos Estados Unidos, com planos de até 36 meses dependendo do dispositivo escolhido.

Primeiro jailbreak para o iOS 26 é lançado, mas só em certos iPhones

10 August 2026 at 12:30

Após quase um ano disponível oficialmente para todos os usuários, o iOS 26 recebeu seu primeiro jailbreak, graças aos desenvolvedores por trás do popular Dopamine (o qual inclui os gerenciadores de pacotes Sileo e Zebra).

O desenvolvedor Lars Fröder, mais conhecido como opa334, lançou o Dopamine 3.0, o qual adiciona suporte a várias versões mais recentes do sistema operacional dos iPhones, incluindo o iOS 26.0 e o iOS 26.0.1 — entretanto, apenas em alguns dispositivos.

Mais precisamente, o jailbreak está disponível em aparelhos com os chips A12 Bionic ou A13 Bionic. Vale lembrar que, em junho, pesquisadores encontraram um bug no controlador desses processadores, o que permitiu modificar estruturas críticas desses chips — viabilizando o desenvolvimento do jailbreak em questão.

Dopamine 3.0

Ademais, o Dopamine 3.0 tem suporte a todos os dispositivos que executam o iOS 16.5.1 ao iOS 17.3.1, ampliando significativamente a gama de dispositivos e versões de software compatíveis.

Eis a lista de compatibilidade completa da nova versão:

  • A12, A12X, A12Z, A13: iOS 16.6–18.7.1 e iOS 26.0–26.0.1
  • A14, M1: iOS 16.6–17.3.1
  • A15, A16, A17, M2: iOS 16.5.1–17.3.1
  • A10: iOS 15.8.7–15.8.8 e iOS 16.7–18.7.1
  • A10X: iOS 15.8.7–15.8.8 e iOS 16.7–17.7.11
  • A9, A9X, A11: iOS 15.8.7–16.7.16
  • A8, A8X: iOS 15.8.7–15.8.8

É possível baixar e obter mais detalhes do jailbreak na sua página do GitHub.

via MacRumors

Como enviar supercorações em stories do Instagram

10 August 2026 at 12:00

Se você acompanha os stories das contas que segue no Instagram, já deve conhecer o botão de reação, representado por um coração. Com ele, é possível reagir a uma postagem sem precisar escrever um comentário — como se estivesse curtindo o conteúdo do story.

Caso assine o Instagram Plus, você pode enviar supercorações (Super Hearts), que deixam os stories dos seus amigos mais especiais, com animações de corações vibrantes que explodem na tela.

Veja como fazer! ❤️

  1. Com o app aberto, abra uma publicação dos stories (no topo da aba do seu feed). Ou, se preferir, localize um perfil e abra a bolinha para ver esses posts.
  1. Mantenha o ícone de coração pressionado para ver a animação de supercoração na tela.

Como alterar o ícone do Instagram

10 August 2026 at 11:30

Com a disponibilização do Instagram Plus, é possível tirar proveito de alguns recursos extras na rede social da Meta.

Um deles é a possibilidade de alterar o ícone do aplicativo, que aparece na Tela de Início do seu iPhone ou iPad. Dentre as opções disponíveis, está o ícone original do Instagram!

Veja como é supersimples alterá-lo.

  1. Abra o app no seu iPhone ou iPad.
  2. Vá até a aba do seu feed.
  1. Mantenha o dedo pressionado em cima de “Instagram”, na parte superior, para abrir as opções de ícones.
  2. Toque em um deles e escolha “Selecionar ícone” para alterá-lo.

Eclipse solar em Portugal: como fotografar com segurança, inclusive com o iPhone

10 August 2026 at 11:00

Quem estiver em Portugal nesta quarta-feira, 12 de agosto, terá a oportunidade de testemunhar o primeiro eclipse solar total desde 1912, com previsão de repetição do feito somente daqui a 118 anos, em 2144.

A sua raridade, além da sazonalidade, está especialmente no percentual de visibilidade do fenômeno em todo o país, que varia de 92% a 100%. Para quem quiser ver o eclipse em sua totalidade, será necessário visitar o Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança.

Caso também seja do seu interesse registrar esse momento histórico, existem algumas coisas importantes a se observar e algumas alternativas, a depender do que você pretende fotografar exatamente.

Antes de qualquer dica tecnológica, é importante se certificar de que a sua visão estará protegida: recomenda-se o uso de óculos de eclipse com certificação ISO 12312-2, que serão distribuídos gratuitamente pela ZEISS em parceria com a rede de óticas Club da Visão, mediante cadastro e enquanto durarem os estoques (que, aparentemente, já esgotaram-se).

Depois, vale observar as janelas de horário do eclipse:

  • Início: entre 18h30 e 18h40;
  • Pico: entre 19h30 e 19h40;
  • Fim: entre 20h20 e 20h30.

Fotografia: câmera DSLR/mirrorless ou iPhone?

Caso você opte por fotografar o evento, existem duas opções de mais fácil acesso: uma câmera digital ou o seu iPhone. Em ambos os casos, há uma série de poréns.

Sobre DSLRs e mirrorless, vale adquirir um filtro solar para a sua lente, considerando a sensibilidade do sensor à exposição ao sol, que pode acarretar uma danificação irreversível — dada a quantidade de entrada de luz. Recomenda-se fixar a abertura entre ƒ/8 e ƒ/16, com a velocidade do obturador ajustada entre 1/1000 e 1/4, de acordo com as especificações da sua câmera.

Já o iPhone, dado o tamanho do seu sensor e outras limitações técnicas, terá dificuldade de registrar o eclipse naturalmente. Claro, ainda é possível obter muitos resultados legais em relação à sombra e aos seus efeitos, ou até mesmo capturar a atmosfera do momento com um time-lapse utilizando um tripé ou outro equipamento estabilizador.

No entanto, para quem quiser de fato registrar o sol de maneira direta, será necessário adquirir acessórios:

  • Lente de zoom com ampliação entre 12x e 18x — das mais amadoras até as mais sofisticadas, com preços flutuando entre dezenas e centenas de dólares;
  • Filtro solar para o iPhone;
  • Tripé, visando não comprometer o resultado final das fotos borrando-as com um movimento sutil.

Quanto ao software, embora existam boas opções de apps de terceiros, como o Project Indigo ou o Halide, o próprio aplicativo Câmera (Camera) nativo do iPhone deverá dar conta.

Cada escolha (ou ausência) poderá impactar o registro do fenômeno, mas nada será tão determinante quanto a prática de quem fotografa. Independentemente da escolha, vale conhecer o equipamento que você tem em mãos antes do tão esperado dia, testar o comportamento da câmera sob o sol e pensar qual será o enquadramento do registro no dia do eclipse.

via AppleInsider, Lisboa Secreta

Como descobrir qual Apple Watch você tem

9 August 2026 at 19:00

O Apple Watch já está no mercado há mais de uma década. De lá para cá, a Maçã lançou inúmeras variações do smartwatch, com tamanhos, cores, materiais e coleções diferentes.

Justamente por isso, muita gente enfrenta dificuldades em identificar exatamente qual modelo de relógio possui. Felizmente, um truque muito simples permite conferir isso no iPhone ou no próprio Apple Watch.

Veja como! ⌚️

Pelo iPhone

  1. Abra o app Watch no seu smartphone.
  2. Toque em “Geral”.
  1. Selecione “Sobre” para conferir o seu modelo de relógio na seção dedicada, além do detalhe que especifica o tamanho e o material dele.

Pelo Apple Watch

  1. Abra os Ajustes (Settings) no seu relógio.
  1. Selecione “Geral”.
  2. Vá em “Sobre” para conferir a informação.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.198,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Foldable 'iPhone Ultra 3' Rumored to Feature Larger Displays

9 August 2026 at 16:55
Apple is already making plans for its third-generation foldable iPhone, with launch expected as early as 2028, according to Bloomberg's Mark Gurman.


Writing in his latest "Power On" newsletter, Gurman said the first foldable iPhone is about to get what he called the device's first "truly revolutionary design change" this year, and that Apple already has a roadmap extending two generations beyond it. A second-generation model is planned for 2027, Gurman says, with a third version following as early as 2028.

The third-generation foldable will apparently feature slightly larger displays on both the inside and the outside compared to its predecessors, though he did not provide specific screen sizes. The first foldable iPhone is expected to launch with a 7.8-inch inner display and a 5.5-inch cover display, so any increase would build on those dimensions. This is the first report to lay out plans for a third-generation model, extending Apple's foldable roadmap a year beyond where it previously stood.

The first foldable iPhone is expected to arrive this year with an ultra-thin design, Touch ID instead of Face ID, the A20 chip, C2 modem, and the moniker "iPhone Ultra," at a price around or above $2,000. The second-generation foldable, meanwhile, is reported to have already received the go-ahead for development, according to the Weibo leaker known as "Digital Chat Station," who said the "‌iPhone Ultra‌ 2" project has been formally approved and will likely reuse the first-generation model's display. That model is expected to launch in fall 2027 alongside the 20th-anniversary iPhone.


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Como identificar o modelo do seu iPhone ou iPad

9 August 2026 at 16:00

Com tantos modelos de iPhones e iPads lançados pela Apple desde 2007 e 2010, respectivamente, fica difícil pra muita gente saber qual aparelho de fato possui — principalmente quem não é muito ligado em tecnologia.

A boa notícia é que você pode conferir essa informação de uma maneira supersimples, nas configurações dos próprios dispositivos. Veja como identificar o seu modelo! 📱

  1. Abra os Ajustes (Settings) e toque em “Geral”.
  2. Toque em “Sobre” para conferir a informação ao lado de “Nome do Modelo”.

Bem simples, não é mesmo?

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

iPhone Air

Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00
R$ 10.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 6.099,00
R$ 7.999,00

iPhone 17e

Cores: branco, preto ou rosa-pálido
Armazenamento: 256GB ou 512GB
R$ 4.887,78
R$ 5.799,00

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

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Review: usando o app Notability no iPad com o Apple Pencil

9 August 2026 at 14:30

Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.

Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).

Interface e personalização

Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.

A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.

Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.

Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.

Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.

O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.

O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).

A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.

Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.

No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.

Principais recursos

Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.

Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.

Ferramentas fundamentais

No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.

A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.

Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.

Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.

Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.

Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.

O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.

Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.

A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.

Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.

A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.

Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.

Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.

Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.

Gravação e recursos de IA

Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.

Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.

Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.

Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.

Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.

Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.

O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.

Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.

Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.

Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.

Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.

Menções honrosas (e muito boas)

Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.

Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.

Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.

Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.

A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.

Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).

O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).

Apple Pencil: experiência real

Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.

No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.

A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.

Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.

“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido

Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.

Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.

Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.

As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.

Importação, exportação e compartilhamento

Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.

Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.

O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.

Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.

Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.

Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.

Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.

Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.

Screenshot

Sincronização e backup

A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.

Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.

Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.

Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.

Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.

Compatibilidade e preços

Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.

O Notability é um aplicativo universal e pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Mac App Store. Atualmente, ele oferece quatro planos:

  • Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
  • Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
  • Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
  • Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.

Vale a pena?

Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).

Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.

Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.

Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

Apple Pencil Pro

R$ 1.429,00

Apple Pencil (USB-C)

R$ 749,00
R$ 899,00

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Foldable 'iPhone Ultra' Rumored to Come in These Two Colors

9 August 2026 at 12:53
New images of camera protector accessories for the "iPhone Ultra" suggest Apple's first foldable iPhone will launch in silver and dark blue finishes.


Leaker Sonny Dickson yesterday shared images of two third-party camera protectors designed to fit over the ‌iPhone Ultra‌'s camera bump, with one in silver and one in a dark blue finish. Dickson has a track record of accurate accessory and dummy model leaks, including his early look at this year's iPhone 18 Pro colors.

The images back up a May report that cited a Macworld supply chain source describing a classic silver and white model alongside an indigo option similar to the iPhone 17 Pro's Deep Blue finish. A silver finish was separately described as the first "confirmed" color in June, and a report the same week suggested the darker option might not be black. Dickson's accessories now offer the clearest visual confirmation yet of that silver and dark blue offering.

These iPhone Fold camera protectors give us a look at two of the colors planned for the device: silver and dark blue. pic.twitter.com/KMaMu4JyZE

— Sonny Dickson (@SonnyDickson) August 8, 2026


The restrained approach stands in contrast to the iPhone 18 Pro, which is rumored to add a Dark Cherry finish and a Light Blue option alongside Silver this year. A black option for the Pro models was also rumored initially, though a subsequent report suggested Apple decided not to include it this year.

The leaked accessories also clearly show the widely rumored design of the camera plateau on the back of the foldable iPhone, featuring two horizontally arranged lenses alongside a pill-shaped flash and a LiDAR scanner. The foldable ‌iPhone Ultra‌ is expected to be announced alongside the ‌iPhone 18 Pro‌ and ‌iPhone 18 Pro‌ Max next month.
Related Roundup: iPhone Fold

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iPhone-Batterie-Test: Wie viel Strom das Always-On-Display wirklich kostet

9 August 2026 at 08:30

Das Always-on-Display ist eine feine Sache, besonders auf der Apple Watch, mit der die Smartwatch wie eine richtige Uhr aussieht. Mit dem iPhone 14 Pro begann Apple, eine vergleichbare Technologie ins iPhone einzubauen. Seit der 17er-Generation kommt die Einstellung nun auch auf die Einstiegsmodelle. Lediglich das iPhone 17e muss noch darauf verzichten.

Wir haben uns die Frage gestellt, wie sich der immer eingeschaltete Bildschirm auf die Akkulaufzeiten eines iPhones auswirkt. Schließlich muss die Batterie den großen Bildschirm fast rund um die Uhr mit Strom versorgen. Zwar gibt es Situationen, in denen der Always-on-Bildschirm trotz der aktivierten Einstellung ausgeschaltet ist: im Fokus „Schlafen“ oder zur normalen Schlafenszeit, wenn das iPhone mit dem Bildschirm nach unten liegt, wenn eine gekoppelte Apple Watch nicht in der Nähe ist oder wenn Carplay im Auto aktiviert ist. Doch im Allgemeinen sollte die Batterie etwas schneller zur Neige gehen, als beim ausgeschalteten Display.

Wie wir getestet haben

Grundsätzlich neigen solche Diskussionen im Netz sehr stark dazu, lediglich auf Bauchgefühl zu setzen. Da es wenig belastbare Daten sind, emotionalisiert sich die Debatte. Manchmal kommt noch eine Schlussfolgerung, wie bei der vermeintlich geplanten Obsoleszenz der iPhones: Mit jedem neuen iOS-Update soll Apple alte iPhones ausbremsen, damit Leute sich die neuen Geräte lieber kaufen.

Ich habe eine etwas andere Methode ausgewählt: Die Analytics-Daten ein und desselben iPhones (iPhone 17, iOS 27 Beta 3) über zwei Wochen gespeichert. In der ersten Woche (vom 22.07.2026 bis 29.07.2026) habe ich das redaktionelle iPhone normal und im Always-on-Modus genutzt, in der anschließenden Woche (vom 29.07.2026 bis 5.08.2026) war der Bildschirm als Standard ausgeschaltet.

Aus den 14 gespeicherten Analytics-Daten habe ich die Batterie-Zustände im Zeitabstand von 15 Minuten für jeden Tag extrahiert und in die Kategorien „Always On“ und „Always Off“ gegliedert. Dies ergibt in der jeweiligen Kategorie 672 Datenpunkte, also ausreichend Daten, um nicht mehr vom Bauchgefühl zu reden.

Was die Daten verraten

Filtert man in beiden Datensätzen die Reihen mit dem Batteriestand, in denen das iPhone aufgeladen worden war, und berechnet man die Entladerate pro Stunde, kommt heraus, dass das iPhone sich mit dem immer eingeschalteten Display im Schnitt 4,27 Prozent pro Stunde entlädt. Bei einem iPhone mit dem deaktivierten Always-On-Bildschirm beträgt diese Rate 3,75 Prozent pro Stunde. Die Entladung in den Tagestunden von 8:00 bis 23:00 betrug beim eingeschalteten Display 5,88 Prozent, beim ausgeschalteten Always-On 5,37 Prozent.

Ich habe zudem zwei Tage gefunden, die bei den Daten mit Always-On und ohne Always-On in etwa vergleichbar waren: Der Tag startete mit einer ähnlichen Ladung, das iPhone wurde im Laufe des Tages nicht aufgeladen. Erst am späten Abend steckte ich das Gerät an das Netzteil. In der nächsten Nacht startete das iPhone mit einer ähnlichen Ladung.

Wie man den Daten aus der oben stehenden Grafik entnimmt, verlaufen beide Entladelinien fast parallel. Es gibt keine größeren Diskrepanzen bei den unterschiedlichen Einstellungen, die beweisen sollen, dass der abgeschaltete Always-On-Display sich signifikant auf die Batterielaufzeiten auswirkt. Auch der T-Test, der die Signifikanz eines Faktors genau berechnet, ergibt hier einen p-Wert von 0,3011. Eine Signifikanz ist ab dem Wert 0,05 und weniger bewiesen. Dies bedeutet: Ob der immer eingeschaltete Display aktiviert oder deaktiviert ist, wirkt sich nicht besonders auf die Batterielaufzeiten aus.

Fazit

Unsere Messdaten stützen, was Apple bei der Vorstellung von Always-On-Display im Jahr 2022 behauptet hat. Der Bildschirm wird beim gesperrten Zustand auf 1 Hz heruntergefahren, was den Stromverbrauch reduziert. In einem chaotischen Alltag, der durch Nutzerverhalten, Signalstärke und Außentemperaturen (aktuelle Juli-Hitzewelle in München) beeinflusst wird, fällt der ein- oder ausgeschaltete Bildschirm nicht sonderlich viel ins Gewicht.

So günstig gab es das iPhone 17 Pro noch nie bei Amazon: Apples Top-Smartphone zum Tiefstpreis

9 August 2026 at 07:51

-12 %

iPhone 17 Pro erlebt ersten echten Preissturz

Nur 1.139 Euro statt 1.299 Euro UVP

Während andere Smartphones nach Marktstart recht schnell im Preis sinken, bleiben iPhones lange stabil im Preis. Fast ein Jahr nach Release erlebt das Flaggschiff iPhone 17 Pro nun seinen ersten richtigen Preissturz auf seinen neuen Tiefstpreis.

Bei Amazon kostet das iPhone 17 Pro mit 256 GB in der Farbe Cosmic Orange aktuell nämlich nur 1.139 Euro statt 1.299 Euro UVP. Das entspricht einer Ersparnis von 160 Euro beziehungsweise 12 Prozent. Gleichzeitig markiert das Angebot den neuen Bestpreis: Keine Version war bislang günstiger erhältlich. Zuletzt bewegte sich der Preis überwiegend zwischen 1.199 Euro und der UVP, im Juni fiel er kurzzeitig auf 1.169 Euro.

Auch die blaue Variante ist derzeit reduziert und kostet 1.169 Euro (ebenfalls Bestpreis), liegt damit aber weiterhin über dem Preis der orangefarbenen Version.

Mit 4,6 von 5 Sternen aus fast 1.300 Bewertungen kommt das Modell gut an bei seinen Nutzern. Es ist zudem Bestseller Nummer 2 bei Amazon, direkt hinter der Standard-Version iPhone 17.

Was das iPhone 17 Pro zu bieten hat

Das iPhone 17 Pro besitzt ein 6,3 Zoll großes Super Retina XDR OLED-Display mit einer Auflösung von 2.622 x 1.206 Pixeln. Es unterstützt ProMotion mit adaptiver Bildwiederholrate bis 120 Hertz, Always-on-Display, Dynamic Island, HDR, True Tone sowie den großen P3-Farbraum. Das Display soll laut Apple zudem augenschonender sein als bei früheren Generationen.

Vorder- und Rückseite werden durch Ceramic Shield geschützt. Laut Hersteller bietet die Rückseite einen bis zu vierfach höheren Bruchschutz, während Ceramic Shield 2 auf der Vorderseite eine dreifach höhere Kratzfestigkeit erreichen soll. Das Apple-Handy ist außerdem nach IP68 gegen Wasser und Staub geschützt.

Unter der Haube arbeitet der neue A19 Pro-Chip mit 6-Core-CPU, 6-Core-GPU und 16-Core Neural Engine. Apple verspricht gegenüber der Vorgängergeneration eine bis zu 40 Prozent höhere dauerhaft verfügbare Leistung. Unterstützt wird dies durch eine Dampfkühlung, die die Performance auch unter längerer Last stabil halten soll. Hardwarebeschleunigtes Raytracing gehört ebenfalls zur Ausstattung.

Zu den größten Neuerungen zählt das Kamerasystem. Das iPhone 17 Pro verfügt über drei 48-Megapixel-Kameras mit Fusion-Hauptkamera, Ultraweitwinkel und Telekamera. Möglich sind bis zu 8-facher Zoom in optischer Qualität, ein optischer Zoombereich von 16-facher Vergrößerung sowie bis zu 40-facher Digitalzoom. Hinzu kommen ProRes-Videoaufnahmen bis 4K mit 120 Bildern pro Sekunde, Dolby Vision, Apple Log 2 und einige Profi-Funktionen für Foto- und Videografie.

Die Frontkamera löst mit 18 Megapixeln auf und unterstützt Center Stage. Dadurch passt sich der Bildausschnitt automatisch an und eignet sich sowohl für Videoanrufe als auch für Gruppenaufnahmen. Zusätzlich sind Funktionen wie doppelte Aufnahme mit Front- und Rückkamera, Autofokus und ultrastabilisierte Videos integriert.

Apple spricht von einer deutlich verbesserten Akkulaufzeit. Bis zu 31 Stunden Videowiedergabe sollen mit einer Akkuladung möglich sein. Sie laden das Handy per USB-C oder Magsafe. Mit einem separat erhältlichen 40-Watt-Netzteil sind bis zu 50 Prozent Akkuladung in rund 20 Minuten möglich.

Zur Ausstattung gehören 5G, WLAN 7, Bluetooth 6, NFC sowie eSIM-Unterstützung. Notruf-SOS über Satellit und die Unfallerkennung stehen ebenfalls zur Verfügung und können in Situationen ohne Mobilfunk- oder WLAN-Verbindung hilfreich sein.

Warum sich das Angebot lohnt

Der aktuelle Preis von 1.139 Euro macht das iPhone 17 Pro erstmals so günstig wie nie zuvor. Nachdem das Smartphone bislang meist zwischen 1.199 Euro und der UVP von 1.299 Euro lag und selbst der bisherige Bestpreis bei 1.169 Euro lag, fällt der Preis nun erstmals deutlich darunter.

Nutzer bei Amazon bewerten das Smartphone überwiegend positiv. Sie loben vor allem die hohe Leistung, die sehr gute Kameraqualität, das hochwertige Design, die angenehme Handhabung sowie die Akkulaufzeit. Ebenfalls positiv erwähnt werden die neue Farbpalette und die Verarbeitungsqualität. Beim Preis gehen die Meinungen hingegen auseinander: Während einige Käufer den Preis als angemessen ansehen, empfinden andere die Kosten trotz der technischen Verbesserungen als hoch.

Auch unser Testfazit fällt insgesamt positiv aus. Besonders die hohe Leistung des A19 Pro Chips, die verbesserte Kühlung, die neue Telekamera, die Center-Stage-Frontkamera sowie das augenfreundlichere Display haben uns überzeugt. Kritik gab es dagegen am weiterhin hohen Preis und am vergleichsweise hohen Gewicht.

Im Fazit kamen wir dennoch zu dem Schluss, dass das iPhone 17 Pro und das größere 17 Pro Max das insgesamt ausgewogenste Gesamtpaket der aktuellen iPhone-Generation bieten. Ein Wechsel lohnt sich vor allem für Nutzer älterer Modelle sowie für alle, die viel fotografieren oder Videos aufnehmen.

Como descobrir a versão exata do firmware que está rodando nos AirPods [Pro e Max]

8 August 2026 at 21:00

Para que os AirPods, AirPods Pro e AirPods Max recebam novos recursos e correções de segurança, é necessário atualizar a versão de firmware dos fones de ouvido da Apple.

Isso é feito de forma completamente automática e você não precisa se preocupar com nada. Porém, você pode querer saber exatamente qual versão está rodando (para ver se está na última disponível, por exemplo).

Veja como! 🎧

  1. Com os AirPods conectados, basta abrir os Ajustes (Settings) do iPhone/iPad ou os Ajustes do Sistema (System Settings) do Mac.
Localizando a versão do firmware dos AirPods no iPhone
  1. Selecione o nome dos fones (abaixo do seu nome).
  2. Localize a informação na seção “Sobre”.

AirPods Max 2

Chip: H2
Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
R$ 5.999,00
R$ 6.590,00

AirPods Max

Chip: H1
Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
R$ 3.270,39

AirPods Pro 3

R$ 2.384,73
R$ 2.699,00

AirPods 4 com Cancelamento Ativo de Ruído

R$ 1.699,00
R$ 1.999,00

AirPods 4

R$ 1.199,90
R$ 1.499,00

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Como descobrir qual versão do software seu HomePod [mini] está usando

8 August 2026 at 20:00

O HomePod e o HomePod mini não são lá um grande sucesso, mas isso não significa que eles sejam produtos ruins. A má fama deles se deve, em parte, à incapacidade da Siri de realizar muitas tarefas que outras assistentes teoricamente fazem com mais facilidade.

Se você possui um desses dispositivos, é importante saber qual a versão do software que eles estão rodando no momento. Assim, você pode usufruir de novos recursos e de correções de brechas de segurança.

Veja como conferir! 🔊

Pelo iPhone/iPad

Abra o app Casa (Home), toque em cima do card do HomePod por alguns segundos e vá em “Ajustes do Acessório”. Você também pode chegar a essa mesma tela tocando em cima do card e depois no botão dos ajustes (uma engrenagem).

Versão do Software do HomePod

Feito isso, role a página até o fim e veja a versão do software.

Pelo Mac

No computador, também no app Casa, clique com o botão direito do mouse em cima do card do alto-falante e vá em “Ajustes do Acessório”. Novamente, você pode chegar a essa mesma tela clicando no card e depois no botão dos ajustes.

Depois, é só rolar a página até o fim.


HomePod e HomePod mini (miniatura)
Comprar HomePod e HomePod mini de Apple 🇺🇸 Preço: a partir de US$129
Cores: meia-noite, branco, cinza-espacial, azul, amarelo ou laranja

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Helys: a app que calcula o tempo exato que deve passar ao sol para produzir vitamina D sem riscos

8 August 2026 at 18:34

Desenvolvida por um programador independente, a Helys usa uma fórmula científica que considera o seu tipo de pele, localização, hora do dia, condições meteorológicas e índice UV para calcular, em tempo real, quanto tempo de exposição solar é seguro e suficiente. Disponível gratuitamente apenas para iOS.

The post Helys: a app que calcula o tempo exato que deve passar ao sol para produzir vitamina D sem riscos appeared first on Tek Notícias.

Como descobrir qual versão do watchOS seu Apple Watch está rodando

8 August 2026 at 18:00

Como ocorre com os outros sistemas operacionais da Apple, o watchOS é frequentemente atualizado. Com isso, o seu Apple Watch recebe não só novos recursos, como também correções de segurança importantes.

Neste artigo, mostraremos como é possível conferir qual versão do sistema o seu smartwatch está rodando no momento, veja só! ⌚️

Isso pode ser feito tanto pelo iPhone quanto pelo próprio relógio.

Pelo iPhone

Abra o app Watch, toque em “Geral” e vá em “Sobre” para conferir a versão.

Versão do watchOS

Pelo Apple Watch

No relógio, abra os Ajustes, toque em “Geral” e vá em “Sobre”.

Versão do watchOS

Simples, não? 😉

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.198,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

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