Fertilizer puts 'forever chemicals' on Indiana farms. Here's what to know
Sewer sludge, called biosolids, is used as inexpensive fertilizer on Indiana's farms, but PFAS contamination is not tracked in Indiana.


A $2 billion lawsuit for defense base contamination against the U.S. chemical manufacturer is heard in court for the first time.

A late entrant in the race to unseat Senator Susan Collins, the Democratic Senate hopeful blends a progressive streak with roots in the timber industry.

In this excerpt from Inescapable: Facing Up to Forever Chemicals, author Marina Schauffler examines how PFAS pollution has left farmers grappling with contaminated land and uncertain futures.

The future of Kate Tucker’s family farm looks as murky as its waterways face a raft of contamination issues, but poor environmental regulation has left her with few options.

The U.S. Environmental Protection Agency has an alternative definition of per- and polyfluoroalkyl substances that excludes new herbicides, insecticides and fungicides, and says they pose no threat to human health.

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.
Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!
Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.
A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.
Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.
A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.
O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.
A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.
À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.
É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.
Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.
A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.
| Linha de negócio | Margem do FQ3 2026 | Margem do FQ3 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| Produtos | 40,07% | 34,52% | +5,55pp |
| Serviços | 75,62% | 75,58% | +0,04pp |
| Consolidado | 50,06% | 46,49% | +3,57pp |
A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.
Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.
Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.
A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.
Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!
Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.
Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.
O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.
| Indicador | FQ3 2026 (real) | FQ4 2026 (projetado) |
|---|---|---|
| Crescimento de receita | 16,4% | de 9% a 11% |
| Margem bruta | 50,1% | de 47% a 48% |
| Margem bruta sem reembolso de tarifas | 48,1% | de 47% a 48% |
| Receita implícita | US$109,4 bilhões | de US$111,7 a US$113,7 bilhões |
A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.
A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.
Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.
Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.
O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.
O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).
A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.
Metodologia
Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.
As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.
A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.
Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.
O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.
Observação
Este texto não constitui recomendação de investimento.


The U.S. Environmental Protection Agency and Chemours announced they’d reached a $450 million settlement last month.


Philly’s tap water meets federal drinking water standards but falls far short of public health goals when it comes to cancer-causing chemicals.


Se tempo pra você realmente é algo muito caro, conheça e veja como instalar o gerenciador de tarefas e tempo Empoche no Linux via Snap.
Leia o restante do texto "Como instalar o gerenciador de tarefas e tempo Empoche no Linux via Snap"
O post Como instalar o gerenciador de tarefas e tempo Empoche no Linux via Snap apareceu primeiro em Blog do Edivaldo - Informações e Notícias sobre Linux.
Em sua rede social (a Truth Social), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que investigará as multas cobradas pela União Europeia contra empresas de tecnologia americanas (como a Apple, a Amazon, o Google e a Meta) acusadas pelo bloco de terem violado a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).
Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:
A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!
Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.
Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!
Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.
A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!
Presidente DONALD J. TRUMP
Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.
Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.
via MacRumors




The problem of per- and polyfluoroalkyl substances, or PFAS, a group of potentially cancer-causing “forever chemicals,” may finally have a solution, thanks to German scientists.
The PFAS group contains more than 10,000 synthetic substances that refuse to break down, leading to the term “forever chemicals,” and which instead build up in the body to cause developmental issues, immune problems, and even cancer.
Now, Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf (HZDR) researchers have reported not one, but two new solutions to the forever chemical problem in recent papers published in the journals Chemical Engineering Journal Advances and Scientific Reports.
One of these new processes for addressing this long-standing environmental problem employs hydrodynamic cavitation, while the other employs cold atmospheric plasma combined with gas dispersion.
PFAS have exceptionally stable carbon-fluorine bonds, which make them difficult to break down. Through industrial wastewater, these forever chemicals are released into oceans and rivers, where they can accumulate in plants, animals, and humans. While some of them are tied to specific health risks, many are still question marks, with their health consequences unclear.
The work at HZDR is part of Germany’s “National Water Strategy,” aimed at protecting the country’s water supplies. In a 2022 preliminary study that the new work built on, researchers degraded PFAS chemicals through a hydrodynamic cavitation process.
Work on these new processes was conducted at the Helmholtz Center for Environmental Research (UFZ), confirming that both processes degrade PFAS and produce fluoride, which the researchers hope will soon be adopted in industry.
“In hydrodynamic cavitation, we pass PFAS-enriched water through a constriction, generating small vapor bubbles,” explained co-author Dr. Sebastian Reinecke, head of the Department of Water and Environmental Technologies at HZDR. “When the bubbles burst under the rising ambient pressure in the water downstream of the constriction, the PFAS that are attached to the bubbles are exposed to local temperature spikes of several thousand degrees Celsius.”
While this occurs, highly reactive hydroxyl radicals form during cavitation, which the team believes then attack intermediate products, hastening the breakdown of PFAS.
The researchers demonstrated that PFAS chemicals in tap water were broken down, with higher concentrations of fluoride produced as treatment duration increased. A persistent and well-studied PFAS, perfluorooctane sulfonate (PFOS), was used in the research, with 37% of the dissolved chemical eventually breaking down.
“We are now conducting follow-up experiments to increase the degradation rate,” Reinecke added. “Our goal is to improve the process to a degradation rate of more than 80 percent of the PFAS in the solution and mineralizing more than 50 percent of the fluorine that is bound in the chemicals – that means, breaking down the carbon-fluorine bonds that are typical of PFAS.”
Dr. Amit Kumar, an environmental engineer at HZDR, led another series of experiments on cold atmospheric plasma and gas dispersion, which offered the advantage of not requiring catalysts or additional chemicals. Kumar applied some of his previous research on breaking down micropollutants to the problem of forever chemicals.
“We generated plasma at the water surface while simultaneously introducing gas into the PFAS-contaminated water,” Reinecke explained. “The PFAS attach to the surface of the gas bubbles. As they rise, the water is constantly circulated. This brings the PFAS to the surface, where they are broken down in the plasma.”
Roughly 35% of the fluorine atoms in these forever chemicals were released as fluoride salts in the process, almost completely degrading long- and short-chain PFAS.
“While this method has significantly faster reaction kinetics than cavitation, it also consumes far more energy per volume unit,” Reinecke notes. “In addition, the process generates numerous transformation products that we have not yet been able to investigate in detail – for instance, gaseous compounds that form during the reaction.”
With their central ideas proven, the researchers are now focused on scaling up these processes for industrial-scale wastewater applications. Part of this involves increasing the reaction volume from 50 milliliters to 5 liters and combining the two separate processes.
“I believe we’ll achieve high degradation rates by combining the highly reactive species from the plasma with the effects of cavitation,” says Reinecke.
Additionally, follow-up work is currently investigating whether any byproducts of the plasma process are harmful and how to mitigate those effects.
Merging the techniques could lead to a highly efficient new PFAS removal technology, providing a powerful tool for dealing with one of the most significant threats to clean water supplies.
The paper, “Enhanced Degradation and Defluorination of Perfluorooctane Sulfonate (PFOS) in Tap Water Using Gas-Dispersed Cold Atmospheric Plasma,” appeared in Scientific Reports on June 13, 2026, and the second study, “Degradation and Defluorination of Perfluorooctane Sulfonate (PFOS) Forever Chemical in Water Using Hydrodynamic Cavitation Treatment,” appeared in Chemical Engineering Journal Advances on March 26, 2026.
Ryan Whalen covers science and technology for The Debrief. He holds an MA in History and a Master of Library and Information Science with a certificate in Data Science. He can be contacted at ryan@thedebrief.org, and follow him on Twitter @mdntwvlf.
Embora os aplicativos Calendário (Calendar) e Lembretes (Reminders) da Apple atualmente estejam integrados, eles podem não ser a solução ideal para alguns usuários — principalmente os que precisam trabalhar com projetos.
Foi pensando nessa problemática que o desenvolvedor brasileiro Raphael Kitahara criou o Flick, um app que tem como objetivo principal ajudar as pessoas a fazer planos com menos esforço e ansiedade.
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O app unifica gerenciamento de tarefas e calendário em uma experiência única, permitindo visualizar compromissos no mesmo lugar e transformá-los em blocos de tempo arrastando-os para o calendário.
As tarefas podem ser agrupadas em projetos e áreas específicas — além de ser possível usar linguagem natural para criá-las rapidamente, sem precisar preencher vários campos manualmente.
Disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch, e altamente integrado ao ecossistema da Apple, o app inclui recursos bem interessantes como widgets, tarefas recorrentes, alarmes e notificações.

O Flick pode ser baixado de graça, mas é possível assinar uma versão Pro (por R$9/mês ou R$100/ano) que permite criar projetos ilimitados, sincronização completa entre dispositivos, suporte prioritário, etc.
Outra coisa bem bacana é que 5% de cada assinatura é destinado ao Trees for the Future, projeto que apoia a recuperação de áreas degradadas e comunidades agrícolas.


Seguindo a onda cada vez mais popular dos agentes de inteligência artificial (IA), mais um aplicativo focado na execução de modelos capazes de realizar tarefas em nome do usuário surgiu recentemente: o Open Minis.
Disponível para iPhones, iPads, Macs e Apple Vision Pros, o aplicativo se integra perfeitamente ao ecossistema da Maçã — o que permite fazer tarefas para muito além das que um chatbot tradicional faria.
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Você pode fazer coisas como controlar acessórios do HomeKit, gerenciar calendários, lembretes, mídias e arquivos, bem como acessar dados disponíveis no aplicativo Saúde (Health) ou o hardware do dispositivo.
Para que tudo isso seja possível, o Open Minis possui um ambiente Linux que roda de forma isolada e o permite executar scripts, usar interfaces de linha de comando ou até mesmo um navegador web integrado.

Para usá-lo, você precisa conectar algum modelo de IA suportado (Claude, GPT, Gemini e OpenRouter) ou endpoints compatíveis com a OpenAI. Também é possível criar fallback de modelos para casos de falha.
Capaz de lembrar preferências e contextos de conversas anteriores para aprender os gostos do usuário, o app mantém todas as chaves de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. no dispositivo e não coleta nem envia nenhum dado a terceiros.
Uma espécie de concorrente do LM Studio, que recentemente ganhou suporte a agentes, o app pode ser baixado gratuitamente — seu custo será exclusivamente com créditos para os modelos de IA que for usar.
via MacStories


Chegou o momento do nosso ritual de todo mês: pausar por um instante para agradecer a quem ajuda o MacMagazine a se manter de pé pelo Patreon ou pelo Catarse. Isso não é força de expressão — é algo que realmente importa para a gente.
Quem lê o MM há um tempo sabe qual foi sempre o nosso plano: viver de publicidade e jamais colocar uma paywall entre você e o conteúdo do site. Isso não mudou. Só que a publicidade sozinha não dá conta de tudo o que é preciso para manter o site no ar, o canal no YouTube, o podcast, o MM Fórum e tudo aquilo que acontece nos bastidores e que ninguém vê. É aí que entra quem nos apoia diretamente.
Hoje somos 115 patrões. Não importa o valor escolhido por cada um: toda contribuição é real e ajuda a gente a seguir publicando com a mesma frequência e a mesma independência de sempre — feriado ou fim de semana incluído. Já apoiou e precisou dar uma pausa? Tudo bem, a porta continua aberta pra quando quiser voltar. Nunca apoiou, mas está pensando nisso? Qualquer valor faz diferença, mesmo.
Dependendo da categoria escolhida, dá pra aproveitar benefícios como navegação sem anúncios, prioridade em ações como o MM Tour e a chance de participar das gravações do nosso podcast, entre outras vantagens.
Aos nossos 115 patrões atuais: obrigado por acreditarem no nosso trabalho e por fazerem tudo isso ser possível, todo santo mês. 💙


Muito obrigado, galera! 😀


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