Le rendez-vous se prépare : la carte pour localiser les événements près de chez vous le 12 août


A Syitren lançou no Kickstarter o RM1, um leitor de CD com estrutura em acrílico transparente que expõe o mecanismo do CD a girar e toda a eletrónica interna. Este já ultrapassou, em muito, o objetivo de financiamento inicial.
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Desenvolvida em colaboração com David Li, criador de projetos como a Blob Opera e Viola the Bird, Splash Canvas é uma experiência do Google Arts & Culture que combina pintura digital e IA com criaturas marinhas, que interagem com os utilizadores à medida que exploram o seu lado mais criativo.
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De acordo com a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), a Chave Móvel Digital “tem vindo a crescer de forma sustentada desde 2018”. 2025 foi o ano com mais adesões à CMD, e 2026 já soma quase 1,5
milhões.
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A brasileira Sofia Coelho, que atualmente ocupa o cargo de diretora de arte na Apple, ofereceu um raro vislumbre dos bastidores do processo criativo da empresa em uma publicação no LinkedIn, na qual revelou rascunhos e um protótipo do personagem Lil’ Finder Guy.
Embora a publicação tenha sido removida (por qualquer motivo que seja), as imagens mostram como o personagem saiu do papel para as peças publicitárias da Maçã. O Lil’ Finder Guy, não custa lembrar, estreou como o rosto da campanha do MacBook Neo e, posteriormente, também apareceu em comerciais que divulgavam recursos do Mac.
Coelho disse que a publicação era um “anúncio de aniversário bem-humorado” e descreveu a liderança do projeto como um “projeto de design dos sonhos”. Também mencionou os colegas que trabalharam ao seu lado na campanha.
"On March 4th at 11:00 a.m., measuring exactly one apple tall, a mascot, charmingly coined by the internet as Lil' Finder Guy, was born!"
— Basic Apple Guy (@BasicAppleGuy) July 24, 2026
In a post by Apple art director Sofia Coelho on LinkedIn (post taken down), Sofia shared early sketches and models of Lil' Finder Guy. pic.twitter.com/4Oo8xazSxx
Uma imagem mostrava uma folha de esboços explorando as expressões, as proporções e a forma geral do personagem. Essas imagens estavam ao lado do que parecia ser um protótipo físico do próprio Lil’ Finder Guy — o qual tinha “exatamente a altura de uma maçã”, segundo Coelho.
Ela também observou que a campanha figurou na lista de finalistas do Cannes Lions, uma das premiações mais prestigiadas da publicidade.
Apple Submitted the MacBook Neo & Lil' Finder Guy campaign to the Cannes Lions festival. pic.twitter.com/npRQ3G0hWw
— Basic Apple Guy (@BasicAppleGuy) July 4, 2026
Além de rara, os detalhes de bastidores mostram que até mesmo as menores ideias da Apple recebem um tratamento criativo completo.


A mesma paisagem marciana pode parecer diferente consoante a câmara, a distância e o ângulo de observação. Uma rara experiência envolvendo duas sondas permitiu a comparação e pode ajudar a garantir que uma delas está pronta para a longa viagem que tem pela frente.
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O Apple TV divulgou hoje o trailer da segunda temporada de “Mulheres de Azul” (“Las Azules”), série mexicana criada pelo premiado showrunner e diretor Fernando Rovzar, ao lado de Pablo Aramendi.
Marcada para estrear em 12 de agosto (uma quarta-feira), a nova parte da produção acompanhará María (Bárbara Mori), agora promovida a tenente, enquanto se vê dividida entre as regras que jurou cumprir e uma busca implacável pela verdade, após a descoberta do corpo de uma estudante ativista.
Mexico’s most courageous against corruption.#WomenInBlue — Reporting for duty August 12 pic.twitter.com/zo1hX3fQCE
— Apple TV (@AppleTV) July 21, 2026
Veja o trailer também no YouTube:
Enquanto María, Valentina (Natalia Téllez), Gabina (Amorita Rasgado) e Ángeles (Ximena Sariñana) travam batalhas dentro e fora da delegacia, verdades ocultas vêm à tona e elas são forçadas a confrontar uma questão incômoda: em um sistema assolado pela corrupção, qual é o preço de lutar pelos seus ideais?
Além de Mori, Sariñana, Téllez e Rasgado, a série é estrelada por Miguel Rodarte, Leonardo Sbaraglia, Christian Tappán, Horacio García Rojas e Bruno Bichir.
“Mulheres de Azul” é produzida pela Lemon Studios e conta com Rovzar na produção executiva, ao lado da indicada ao Emmy Wendy Riss, Alejandro Lozano, Erica Sánchez Su e o vencedor do Emmy Internacional Billy Rovzar.
Depois da estreia, novos episódios de “Mulheres de Azul” serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até 30 de setembro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Un estudio con más de 15 000 personas revela que cerca del 30 % de la variación en las llamadas “tintineos estéticos” está vinculada a factores familiares y que una parte significativa se explica por variantes genéticas comunes.
Hay quienes sienten un estremecimiento recorrer la espalda cuando suena una melodía determinada o notan cómo se les eriza la piel ante un verso especialmente poderoso. Otros, en cambio, permanecen casi imperturbables frente a las mismas obras. Esa diferencia, que durante siglos se atribuyó al temperamento o a la sensibilidad individual, empieza ahora a encontrar una explicación en la biología.
Una nueva investigación internacional aporta evidencias de que los genes desempeñan un papel relevante en la intensidad con la que experimentamos esas reacciones conocidas como “escalofríos estéticos”. Los resultados, publicados en la revista PLOS Genetics, sugieren que aproximadamente una cuarta parte de la influencia familiar en este rasgo puede atribuirse a variantes genéticas frecuentes en la población.
La experiencia no es nueva. El naturalista Charles Darwin dejó constancia de cómo la música podía provocarle una sensación tan intensa que le recorría la columna vertebral. Décadas más tarde, el escritor Vladimir Nabokov se refirió a ese hormigueo corporal como “the telltale tingle”, la señal física que, según él, distinguía la auténtica genialidad literaria.
Hoy, la ciencia denomina a ese fenómeno “escalofríos estéticos” o “tintineos estéticos”. Se trata de respuestas emocionales intensas que suelen ir acompañadas de reacciones fisiológicas observables: piel erizada, un estremecimiento súbito, cambios en la frecuencia cardíaca o incluso lágrimas. Lo singular es que combinan una vivencia subjetiva profunda con manifestaciones corporales medibles.
Investigaciones previas ya habían mostrado que, cuando alguien experimenta estos escalofríos ante música o poesía, se activan circuitos cerebrales implicados en la recompensa, la motivación y el procesamiento de estímulos biológicamente relevantes. Sin embargo, hasta ahora no estaba claro en qué medida la predisposición a sentirlos dependía de la herencia genética.
Para responder a esa pregunta, el equipo recurrió a una base de datos poblacional de gran escala que incluía información genética y cuestionarios detallados sobre reacciones emocionales ante distintas formas de arte. En total, se analizaron datos de más de 15 500 personas, lo que permitió aplicar modelos estadísticos robustos y técnicas de genética cuantitativa.
El estudio, disponible en PLOS Genetics, evaluó hasta qué punto las diferencias en el ADN podían explicar la variación individual en la frecuencia o intensidad de los escalofríos estéticos. Los resultados muestran que cerca del 30 % de la variación observada está asociada a factores familiares. De ese porcentaje, alrededor de una cuarta parte puede atribuirse específicamente a variantes genéticas comunes.
En otras palabras, los genes no determinan por completo si alguien se emocionará hasta la médula al escuchar una sinfonía o leer un poema, pero sí aportan una contribución significativa. El resto de la variación responde a factores ambientales y experiencias individuales que moldean la sensibilidad artística a lo largo de la vida.
Uno de los hallazgos más llamativos es que ciertas influencias genéticas parecen ser comunes a distintas formas de arte. Las variantes asociadas a una mayor probabilidad de experimentar escalofríos con la música también se relacionan con reacciones intensas ante la poesía o las artes visuales.
Esa coincidencia apunta a la existencia de mecanismos biológicos generales vinculados a la apertura a la experiencia y a la implicación artística. Rasgos de personalidad como la curiosidad intelectual o la sensibilidad estética podrían compartir una base genética parcial con la propensión a sentir escalofríos estéticos.
Según explicó el investigador principal del estudio, que firma el artículo en PLOS Genetics, “la genética puede ofrecer una vía adicional para entender por qué las personas viven experiencias subjetivas tan diferentes ante los mismos estímulos”. La afirmación subraya que el ADN no actúa de forma aislada, sino en interacción con factores culturales y biográficos.
Este componente compartido ayuda a comprender por qué algunas personas tienden a emocionarse con múltiples disciplinas artísticas, mientras que otras muestran una respuesta más moderada en general. No obstante, los autores advierten que hablar de un “gen del arte” sería una simplificación excesiva.
Más allá de las influencias comunes, el análisis también detectó efectos genéticos específicos para determinadas modalidades artísticas. Es decir, algunas variantes parecían asociarse con escalofríos provocados por la música, pero no necesariamente con los generados por la literatura o las artes visuales.
Este patrón sugiere que, junto a mecanismos biológicos compartidos, existen procesos más especializados. La música, por ejemplo, involucra sistemas cerebrales relacionados con el ritmo, la anticipación y la armonía, mientras que la poesía puede activar con mayor intensidad redes vinculadas al lenguaje y la semántica. Las artes visuales, por su parte, apelan a circuitos de procesamiento espacial y perceptivo.
La combinación de influencias generales y específicas dibuja un panorama complejo. Una persona podría estar genéticamente predispuesta a experimentar fuertes reacciones emocionales ante piezas musicales, pero no mostrar la misma intensidad frente a un cuadro o un texto literario. Y viceversa.
Los autores sostienen que este hallazgo abre la puerta a investigaciones futuras que examinen con mayor detalle los mecanismos neurobiológicos implicados en cada tipo de experiencia estética. Comprender esas diferencias podría ayudar a desentrañar cómo se construye la sensibilidad artística en el cerebro humano.
Aunque el estudio aporta pruebas sólidas de una contribución genética, los investigadores subrayan que los genes son solo una parte de la historia. El entorno, la educación, la exposición temprana a distintas formas de arte y las vivencias personales desempeñan un papel fundamental en el desarrollo de la respuesta emocional.
Alguien que creció rodeado de música o literatura puede haber reforzado ciertos circuitos neuronales a través de la práctica y la familiaridad. Del mismo modo, contextos culturales distintos pueden moldear qué estímulos se consideran emocionalmente significativos y cómo se expresan las reacciones corporales.
La interacción entre predisposición biológica y experiencia acumulada resulta clave. La genética puede inclinar la balanza hacia una mayor o menor sensibilidad, pero es el entorno el que activa, modula o incluso amortigua esas tendencias.
En conjunto, los hallazgos publicados en PLOS Genetics ofrecen una nueva perspectiva sobre una pregunta tan antigua como el arte mismo: por qué algunas personas sienten que una melodía les atraviesa el cuerpo mientras otras la escuchan con distancia. Parte de la respuesta parece estar escrita en nuestro ADN. El resto se teje a lo largo de la vida, en el cruce entre biología, cultura y experiencia personal.
Já imaginou transformar uma fotografia numa composição feita de milhares de pequenos símbolos coloridos? Esta é a proposta da See in CMYK, uma nova experiência online criada pelo Google Arts & Culture em colaboração com a artista Stefanie Posavec e com o museu Exploratorium, em São Francisco.
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In 1925, while exploring the remote jungles of the Amazon on a quest to uncover a fabled lost city, British explorer Percy Fawcett and his small expedition party vanished without a trace.
Fawcett, a noted geographer, artillery officer, cartographer, surveyor, and archaeologist, set off into the rainforest accompanied only by his son, Jack Fawcett, and Jack’s best friend, Raleigh Rimell. Their goal was to locate an ancient lost city rumored to exist in the heart of the Amazon that Fawcett and others called “The Lost City of Z.”
While Fawcett and his expedition crew’s fate remains unknown, new advancements in modern archaeological science, propelled by technologies that include unmanned aerial vehicles and LiDAR, are now revealing what could be the archaeological reality behind part of what the ill-fated British explorer sought.
“The reward is that we’re finally finding the ‘lost civilisation’ that explorers like Percy Fawcett were searching for a century ago,” says José Iriarte, a professor of archaeology at the University of Exeter, writing in a piece featured at The Conversation, though adding that such discoveries are now being made “by cajoling a drone rather than battering through jungle.”
For a time, archaeologists presumed that the Amazon rainforest was a vast wilderness that, while abundant in resources, would have been capable of supporting only small, scattered communities.
With the aid of modern technologies, those past ideas have gradually changed as new archaeological evidence continues to push researchers toward rethinking past assumptions. Among these technologies is advanced laser-mapping technology known as LiDAR (light detection and ranging), which archaeologists have put to great use in the last several decades to aid in uncovering evidence of surface features that were once either inaccessible or otherwise invisible during ground-based surveys.
Something else that LiDAR excels at is penetrating the dense forest of areas like the Amazon, enabling researchers to get unprecedented aerial views of the surface below the canopy, along with any structures that may have been left there by humans from long ago. The result has been evidence of sprawling ancient societies hidden beneath the cover of thick jungle, revealing the Amazon as a region that once supported large populations that existed in sophisticated, interconnected landscapes.

A particularly striking example of such discoveries involves the Llanos de Moxos region of northern Bolivia, where recent LiDAR surveys have revealed the presence of a sprawling archaeological site long hidden by dense jungle. Archaeologists believe the ancient settlement is linked to what is called the Casarabe culture, which would have thrived in the area sometime between A.D. 500 and 1400.
“The Casarabe organized into a hierarchy of four different sizes of settlements,” writes Professor Iriarte in his recent piece at The Conversation. “The biggest ones—the primary settlements—were as large as 3km² or 300 hectares.”
“That’s enough space for over 400 football pitches,” Iriarte notes, “suggesting that they could have accommodated substantial numbers of people.”
Viewed from the ground, an observer who braved this dense region of Bolivian jungle might only see thick patches of forest separated by grassland savannahs.
That all changes when viewing LiDAR imagery obtained during aerial surveys, however. Through the sensitive detection capabilities afforded by laser pulses that can easily penetrate the dense vegetation, a lost world emerges—one the likes of which Percy Fawcett and other early explorers once only dreamed of rediscovering.
Researchers have now successfully identified a vast network of settlements at Llanos de Moxos, connected by raised causeways, canals, reservoirs, and engineered agricultural systems that cover an area of close to 20,000 square kilometers.
These complexes upend past thinking about the presence of isolated settlements in the region, and instead appear to show sites covering areas as large as three square kilometers, featuring monumental civic and ceremonial architecture, towering conical pyramids that ascend to heights of 20 meters, and the presence of massive U-shaped structures, which archaeologists believe had likely served as ceremonial structures that once hosted gatherings.
Another surprising feature is the scale of the structures archaeologists have uncovered, which they say rivals some of the most well-known monuments like those of the ancient Tiwanaku civilization in the Andes.
Yet, unlike many densely packed ancient cities, the Casarabe landscape also differs in several ways: the unique variety of urbanism it reflects is suggestive of dispersed populations whose connected infrastructure also brought them together through ancient shared water management systems.
“It was clearly all planned and coordinated,” Iriarte explains, adding that the ancient builders at Llanos de Moxos engaged in precocious designs that were intended “not only as living spaces but for integrating the population across the region.” Similar architectural planning has been observed at other ancient sites around the world, which include those assembled by the ancient Maya of Central America, as well as the builders of Angkor across the world in Cambodia.
Beyond just architecture and clues to the way of life of these ancient societies, researchers are also gaining new insights into the agricultural practices of the early Amazonian world.
For many decades, scientists presumed that a major limiting factor on the region’s ability to sustain larger populations hinged on the presence of factors that included poor soils, seasonal flooding, droughts, and tropical diseases. However, mounting evidence suggests that the indigenous societies of the region were far from hindered by the landscape, and instead managed to transform and manage farmland at scales previously unimagined.
Along with sophisticated agricultural systems, ancient Amazonians were also capable of engineering remarkably fertile soils, known as Amazonian Dark Earths, which Iriarte says “combined charcoal, bone and waste materials with the existing poor-quality soil to make it fertile enough for widespread farming.”
“Amazonia had reclaimed vast expanses of seasonally flooded savannahs over several thousand years to create raised and drained field systems,” he adds, also noting the construction of extensive drainage networks and the cultivation of diverse crops such as maize. Rather than merely adapting to the rainforest, the ancient inhabitants of the Amazon actively reshaped it.
Thanks to similar LiDAR surveys that have recently been undertaken in nearby countries, including Ecuador’s Upano Valley, where thousands of structures linked by roads and organized according to highly structured settlement plans have been detected, the recent findings at Llanos de Moxos are one of the latest additions to a broader revolution in archaeology made possible through such exciting Amazonian discoveries.
In addition to Bolivia and Ecuador, researchers have also documented ceremonial earthworks, geometric enclosures, and sprawling ancient settlements in Colombia, Peru, and Brazil in recent years, all of which are challenging decades of past assumptions about ancient life in the Amazon.
Despite the recent advancements in our understanding, many questions remain unanswered. Among the questions archaeologists have are those related to how these ancient societies were governed, as well as what factors led to their decline, a fall which was precipitated by unknown factors that occurred before European arrival.
Possible contributing factors may include shifts in ancient climates, as well as environmental pressures. It is also possible that political changes or conflicts that emerged between neighboring societies may have played a role, which could have contributed to disruptions in trade networks that may have further weakened these once thriving societies.
Despite the remaining mysteries about these enigmatic cultures, one thing is becoming increasingly clear: the Amazon was far from being the unclaimed tropical wilderness many long believed it to be. In many ways, the fascination with lost cities and ancient civilizations that drove explorers like Percy Fawcett—and which led to his untimely fate—had more basis in reality than many historians, archaeologists, and explorers probably guessed.
As ongoing LiDAR surveys continue to expand across previously unexplored regions, archaeologists believe thousands more structures may still await discovery, suggesting that some of the Amazon’s greatest archaeological secrets remain hidden, but no longer kept entirely from view.
“What lies beneath the Amazon is not just a hidden past,” Iriarte says. “It is a reminder that even the most seemingly untouched landscapes can carry deep histories, waiting—sometimes just beneath our feet—to be revealed.”
Professor José Iriarte’s complete article appeared at The Conversation on June 8, 2026.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached at micah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.