Algumas semanas após a liberação das quartas versões de testes, a Apple enfim disponibilizou hoje as quintas betas do iOS 27 (compilação 24A5408d), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5406e), watchOS 27 (24R5347a), tvOS 27 (24J5346a) e visionOS 27 (24M5348b) para desenvolvedores.
Também já está disponível para desenvolvedores a quinta versão beta do Xcode 27 (compilação 27A5237l).
Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.
Como de costume, nós estamos acompanhando as possíveis novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui. Continuem de olho!
De acordo com o jornalista da Bloomberg, Mark Gurman, a Apple teria cogitado (e posteriormente descartado) um recurso bastante interessante para o Apple Upgrade: a transferência dos dados do iCloud do usuário para o novo aparelho antes mesmo de ele ser enviado para o assinante.
Revelada na última edição da sua newsletter “Power On”, a ideia — descrita como um recurso premium — seria especialmente bem-vinda para as trocas anuais de iPhones realizadas durante o período do serviço adquirido, livrando o usuário de ter que configurar seu aparelho ao ligá-lo pela primeira vez.
The Apple Upgrade feature that never made it past the drawing board: a so-called white-glove component, where your new device each year would arrive at home ready to go, preloaded with all of your data via your iCloud backup. Here’s what happened. https://t.co/PZ4r8jEgvG
O recurso de atualização da Apple que nunca saiu do papel: um componente supostamente premium, em que seu novo dispositivo chegaria à sua casa a cada ano, pronto para uso, com todos os seus dados pré-carregados por meio do backup do iCloud. Veja o que aconteceu.
Essa ideia, no entanto, esbarrou em um obstáculo importantíssimo: a privacidade do usuário, já que dados do iCloud só poderiam ser acessados pela Apple nos casos em que a Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection) com criptografia de ponta a ponta não foi ativada. Isso, é claro, não inclui o Reino Unido, onde o recurso não pode ser mais acessado.
Como lembrou o 9to5Mac, o acesso remoto às definições de sistema de um iPhone obtido por meio do Apple Upgrade poderia ser associado ao Presto, um sistema proprietário de gerenciamento de atualizações baseado em hardware (empurrado especificamente por um Mac mini com um sistema customizado) para realizar o update de iPhones lacrados.
Anunciado no mês passado, o Apple Upgrade oferece o leasing de Apple Watches, iPhones, iPads e Macs para clientes dos Estados Unidos, com planos de até 36 meses dependendo do dispositivo escolhido.
O Apple Watch já está no mercado há mais de uma década. De lá para cá, a Maçã lançou inúmeras variações do smartwatch, com tamanhos, cores, materiais e coleções diferentes.
Justamente por isso, muita gente enfrenta dificuldades em identificar exatamente qual modelo de relógio possui. Felizmente, um truque muito simples permite conferir isso no iPhone ou no próprio Apple Watch.
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Apple is re-evaluating the Apple Watch lineup and considering a host of radical new designs, according to Bloomberg's Mark Gurman.
In today's edition of his "Power On" newsletter, Gurman compared plans for the Apple Watch's evolution to the "revolutionary design change" that the foldable iPhone represents. It will be "something that transforms the product for a new era." Apple's industrial design team has reportedly been "exploring a broader rethink of its smartwatches" for some time, with several directions under evaluation.
The company is apparently taking the resurgence of fitness bands without screens and smart rings seriously. As a result, the company is considering new Apple Watch-style devices with no display, as well as new Apple Watches with different types of screen and various new sizes.
Apple has also contemplated giving the Apple Watch a round display, but Gurman cautioned that such a device is unlikely to be released. The company has also considered introducing new premium variants designed to sit above the Ultra and Hermès models, alongside even more affordable options in addition to the Apple Watch SE.
The company has not yet settled on a direction for the product line, but it is said to be "determined to reinvent the lineup in response to growing competition." It also plans to make its wearables more AI-focused, with ambitious long-term plans to revamp the Health app.
Gurman believes that the Apple Watch revamp "could be as significant as the iPhone's transformation from a slab design into a foldable device." Apple purportedly hopes to reinvigorate its Wearables, Home and Accessories segment, which has struggled to generate growth over recent years.
Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.
Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).
Interface e personalização
Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.
A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.
Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.
Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.
Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.
O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.
O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).
A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.
Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.
No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.
Principais recursos
Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.
Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.
Ferramentas fundamentais
No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.
A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.
Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.
Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.
Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.
Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.
O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.
Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.
A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.
Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.
A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.
Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.
Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.
Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.
Gravação e recursos de IA
Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.
Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.
Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.
Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.
Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.
Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.
O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.
Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.
Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.
Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.
Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.
Menções honrosas (e muito boas)
Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.
Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.
Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.
Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.
A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.
Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).
O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).
Apple Pencil: experiência real
Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.
No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.
A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.
Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.
“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido
Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.
Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.
Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.
As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.
Importação, exportação e compartilhamento
Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.
Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.
O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.
Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.
Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.
Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.
Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.
Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.
Screenshot
Sincronização e backup
A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.
Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.
Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.
Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.
Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.
Compatibilidade e preços
Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.
Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.
Vale a pena?
Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).
Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.
Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.
Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!
iPad Pro de 13″
Cores: preto-espacial ou prateado Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB Vidro: convencional ou nano-texture Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Como ocorre com os outros sistemas operacionais da Apple, o watchOS é frequentemente atualizado. Com isso, o seu Apple Watch recebe não só novos recursos, como também correções de segurança importantes.
Neste artigo, mostraremos como é possível conferir qual versão do sistema o seu smartwatch está rodando no momento, veja só! ⌚️
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Ex-aluno de biomedicina e atualmente no 6º período de medicina na FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde). É usuário do ecossistema Apple desde o iPhone 4. Atualmente tem iPhone, Apple Watch, MacBook Air, iPad e Apple TV 4K.
Antes de tudo, quero contextualizar: sou aluno de medicina e estou na metade do curso, o que me dá mais capacidade de interpretar alguns sinais dos alertas do relógio.
Eu tenho doença autoimune (alopécia areata) e, devido a isso, já fiz uso de muito corticoide em tempo prolongado, o que é um fator de risco. Mas já faz alguns anos que não há mais necessidade de tomar.
Enquanto eu tomava, estava sempre em acompanhamento médico (fazendo exames), mas quando parei, relaxei e fiquei um bom tempo sem avaliar meu colesterol (corticoide aumenta o LDL, conhecido como colesterol ruim). Entretanto, jamais imaginei que infartaria aos 35 anos — e sobreviveria!
Aconteceu em 6 de março deste ano — ainda está recente. Eu cheguei da faculdade no dia anterior (uma quinta-feira) muito cansado e dormi por volta das 18h30, acordando às 22h. Recebi o feedback dos Sinais Vitais do Apple Watch Ultra 2, como toda vez que eu durmo, independentemente da hora do dia. Só que, dessa vez, com um alerta.
Durante o meu sono, minha frequência cardíaca aumentou acima do meu padrão — o Apple Watch monitora de forma individualizada, para cada usuário. Como eu não havia jantado, ignorei o alerta. Comi algo e me organizei para voltar a dormir.
Só que, quando eu deitei, comecei a sentir dor epigástrica (como se subisse do estômago para o meio do peito, região esternal), e a dor passava quando eu sentava ou ficava em pé. Depois desse episódio, consegui dormir normalmente.
No dia seguinte, foi feriado (Data Magna) no meu estado, Pernambuco. Acordei por volta das 9h da manhã perfeitamente bem, como se nada tivesse acontecido, e fui tomar café da manhã. Quando acabei, fui deitar e procurar algo para assistir, pois queria aproveitar o feriado para descansar e relaxar.
Ao me alimentar e deitar, a dor da noite anterior voltou com a mesma intensidade. Deitado, com dor; sentado ou em pé, sem dor.
O que eu fiz? Eu tomei um remédio para dor de estômago, um antiácido e esperei fazer efeito. Esse tipo de dor torácica é muito sugestiva de Doença do Refluxo Gastroesofágico.
Um tempo depois, a medicação não fez efeito e a dor que eu sentia (apenas sentado) começou a não passar quando eu levantava. Nesse momento, eu lembrei do alerta que havia recebido do Apple Watch e pensei: Será? E foi!
A minha conclusão: sim, o alerta fez diferença — principalmente por eu não ter o perfil para infartar tão jovem.
Sempre pratiquei atividade física, durante toda a minha vida. Fui atleta de natação pelo colégio, jogo vôlei com amigos, faço musculação, corro… inclusive, ganhei o GymRats entre meus amigos ano passado com mais de 250 treinos (fora os check-ins que esqueci de fazer) — até o infarto, eu liderava o de 2026. Não sou hipertenso, diabético, obeso… enfim, a intenção é dizer que eu não tenho nenhuma comorbidade que me levasse a crer que isso aconteceria.
O fato é que eu poderia ter tomado mais remédios para o estômago, poderia ter aguardado mais ou qualquer outra coisa. Eu moro sozinho, poderia não conseguir ajuda e morrer trancado em casa. Mas eu fui capaz de agir rápido. Tive tempo e condições físicas de, mesmo com dor, tomar um banho, pegar o carro e me dirigir até o hospital sozinho.
Chegando lá, eu passei mal de verdade. Comecei a ter sudorese, dor mais forte e fui atendido rapidamente. Os exames estavam alterados: eletrocardiograma sugestivo de infarto agudo do miocárdio com supra de ST, pressão alta e eu estava bastante ansioso. Eu poderia ter começado a passar mal desse jeito em casa, mas consegui chegar ao hospital.
Fiz duas angioplastias para desobstruir duas artérias. Por que não fiz tudo de uma vez? Porque tive taquicardia ventricular (parada cardiorrespiratória), então preferiram fazer a outra artéria dias depois. Passei uma semana na UTI, tive alta e hoje estou bem.
Ter agido rápido não apenas salvou minha vida — já que em pessoas jovens o infarto costuma ser mais grave —, como também evitou um dano maior. No meio médico dizem que “tempo é músculo (cardíaco)”. Minha lesão acabou sendo muito discreta para o tipo de infarto que eu tive. Hoje eu estou apto a praticar qualquer atividade física e levo uma vida normal, só que com mais atenção aos riscos de agora em diante.
Vale ressaltar que o alerta de frequência cardíaca elevada, por si só, não caracteriza infarto. A frequência cardíaca pode subir por diversas causas: ansiedade, esforço físico, dor, febre, problemas hormonais, consumo de energéticos… e por aí vai.
O alerta não é motivo para ninguém ficar assustado e correr pro hospital toda vez que, esporadicamente, surgir um alerta do Apple Watch — que, lembrando, não é capaz de fazer diagnóstico. No meu caso, houve um conjunto de fatores que me levaram a crer numa hipótese bem atípica para a minha idade e acabou sendo real.
Sem o alerta, talvez eu continuasse pensando, por muito mais tempo, que o problema era no estômago. Mas eu tive algo no meu pulso me dizendo: “Olha, pode ser que o problema esteja aqui, e não ali.” ⌚️
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Smartwatches können Trainingseinheiten, Schlaf und wichtige Gesundheitswerte erfassen. Im Zusammenspiel mit einem iPhone können Sie außerdem Nachrichten, Anrufe, Musik und Mitteilungen direkt am Handgelenk verwalten.
Die Apple Watch Series 11 mit GPS und 46-Millimeter-Aluminiumgehäuse kostet bei Amazon aktuell nur 369 Euro. Gegenüber der UVP von 479 Euro sparen Sie 110 Euro beziehungsweise 23 Prozent. Dabei handelt es sich um einen neuen Tiefstpreis.
Die letzten Tage war die smarte Uhr bereits auf 379 Euro reduziert, was auch schon attraktiv war und als bislang günstigster Preis galt. Sonst kostet die Smartwatch in der Regel zwischen 430 und 450 Euro. Die Watch wurde im vergangenen Monat mehr als 500 Mal gekauft und erreicht bei über 1.870 Bewertungen durchschnittlich 4,7 von 5 Sternen. Die Series 11 ist zudem Bestseller Nummer 1 bei Amazon (in der 42-Millimeter-Variante).
Was die Apple Watch Series 11 zu bieten hat
Die smarte Uhr besitzt ein 46 Millimeter großes, 9,7 Millimeter dünnes Aluminiumgehäuse und wiegt als GPS-Version 37,8 Gramm. Das Always-On-Retina-Display erreicht bis zu 2.000 Nits und kann in dunkler Umgebung auf 1 Nit herunterregeln. Das Ion-X-Frontglas soll doppelt so kratzfest sein wie bei der Series 10.
Im Inneren arbeitet der S10-Chip mit 64 GB Speicher. Zur Bedienung stehen die Digital Crown, eine Seitentaste sowie Doppeltipp- und Drehgesten bereit. Hinzu kommen Mikrofon, Lautsprecher, Siri, Apple Pay, Bluetooth 5.3 sowie WLAN im 2,4- und 5-GHz-Bereich.
Ein Schwerpunkt liegt auf den Gesundheitsfunktionen. Die Series 11 bietet unter anderem EKG, Blutsauerstoffmessung, Herzfrequenz- und Zyklus-Tracking sowie Hinweise auf Schlafapnoe, unregelmäßigen Herzrhythmus und möglichen Bluthochdruck. Der Schlafindex fasst die Schlafqualität zusammen, während die Vitalzeichen-App wichtige nachts erfasste Daten übersichtlich darstellt.
Für Sport und Fitness stehen zahlreiche Trainingsarten, Herzfrequenz-Zonen, Trainingsbelastung und eine Pacer-Funktion zur Verfügung. GPS, Kompass, Höhenmesser, Tiefenmesser und Wassertemperatursensor ergänzen die Ausstattung. Käufer erhalten außerdem drei Monate Apple Fitness+ kostenlos.
Die Akkulaufzeit beträgt laut Apple bis zu 24 Stunden bei normaler Nutzung und bis zu 38 Stunden im Stromsparmodus. Nach etwa 45 Minuten soll der Akku zu 80 Prozent geladen sein. 15 Minuten Ladezeit reichen für bis zu 8 Stunden Nutzung, 5 Minuten für bis zu 8 Stunden Schlaftracking.
Die Smartwatch ist bis 50 Meter wassergeschützt und nach IP6X staubgeschützt. Zu den Sicherheitsfunktionen gehören Notruf SOS, internationale Notrufe, Sturz- und Unfallerkennung sowie die Wegbegleitung. Bei einem erkannten schweren Unfall kann die Uhr automatisch Hilfe rufen und Notfallkontakte informieren.
Da es sich um die GPS-Version handelt, benötigt die Apple Watch unterwegs ein gekoppeltes iPhone. Die in den allgemeinen technischen Daten genannten 5G- und LTE-Funktionen gelten nur für die separat erhältliche Cellular-Version.
Warum sich das Angebot lohnt
Nutzer loben in den Rezensionen vor allem die Verarbeitung, das schlanke Design, das Display und die Funktionalität. Auch das Preis-Leistungs-Verhältnis und die Messfunktionen werden häufig positiv bewertet. Gemischte Meinungen gibt es allerdings zur Akkulaufzeit und zur Genauigkeit einzelner Messwerte.
In unserem Test überzeugen uns tatsächlich die längere Akkulaufzeit, die Bluthochdruckschätzung, das kratzfestere Display und die neuen Gesten. Gleichzeitig sind die Unterschiede zur Series 9 und Series 10 gering, da viele Funktionen auch dort per Software-Update verfügbar sind.
Für Besitzer einer Series 10 lohnt sich der Wechsel daher kaum. Interessanter ist die Series 11 für Neueinsteiger und Nutzer einer Series 8 oder eines noch älteren Modells. Zum aktuellen Tiefstpreis von 369 Euro ist sie innerhalb des Apple-Watch-Angebots eine gute Wahl.
The official Certified Refurbished Store from Apple just received a massive wave of fresh inventory. If you want to save money on recent hardware, this is your best chance. The company restocked rare M5 MacBook Pro models, high end Studio Display XDR monitors, and a few other hidden gems. These restocks happen quietly and sell […]
Apple Health data can now move between the Health app and Google Health on an iPhone. The connection lets Google Health import supported information recorded by an iPhone, Apple Watch, and compatible apps. The latest Google Health update can also send supported Fitbit information to Apple Health.
This two-way connection is useful for people who wear a Fitbit but prefer Apple’s Health app as the central place for viewing activity, sleep, steps, and other wellness information. It also reduces the need for third-party synchronization apps.
The feature requires a recent version of Google Health. Google began introducing support for sending data back to Apple Health with Google Health version 5.05. Because app updates can roll out gradually, the new sharing options may not appear until the latest version reaches your account.
Update Google Health Before Starting
The Fitbit app became Google Health in 2026. Existing Fitbit users should find that the installed app has changed its name and design after updating. Fitbit accounts must also be moved to an adult Google Account to use the redesigned service.
Google says the Apple Health connection requires iOS 16.4 or later. The iPhone must have internet access while the connection is being created.
To check the iOS version installed on your iPhone:
Settings > General > About > iOS Version
Install the latest compatible iOS update if the phone is running an older release.
To look for an available iPhone software update:
Settings > General > Software Update
Next, confirm that Google Health is current. Version 5.05 or later is required for the newer option that sends supported Google Health and Fitbit information to Apple Health.
To update Google Health from the App Store:
App Store > Profile Picture > Available Updates > Google Health > Update
If Google Health does not appear under Available Updates, search for the app manually. The App Store page may show an Update button if a newer release is available.
To find the app directly:
App Store > Search > Enter Google Health > Google Health (Fitbit)
People who previously used Fitbit should sign in with the Google Account connected to their Fitbit information. Creating a different account may produce an empty Google Health profile.
Image Credit: Google
Connect Apple Health Data to Google Health
Connecting the apps allows Google Health to read supported information from Apple Health. This can include data collected by the iPhone, Apple Watch, and other apps that already share information with Apple Health.
To start the Apple Health connection:
Google Health > Connections > Apps and Services > Apple Health > Get Started
Depending on the Google Health version and interface shown on the iPhone, Connections may appear behind the profile icon.
To find Apple Health through the alternative menu:
Google Health > Profile Icon > Partner Apps > Apple Health
Google Health will display a consent screen explaining the connection. Read the information before continuing.
To approve the initial connection:
Sync Google Health With Apple Health > Agree
The iPhone will then display Apple’s health permission screen. This screen lets you decide which information Google Health can read.
To give Google Health access to every supported category:
Apple Health Permission Screen > Turn All Categories On > Allow
You do not have to share every available category. Selecting individual permissions provides more control over sensitive health information.
To share only selected categories:
Apple Health Permission Screen > Select Each Health Category > Allow
Google Health can import supported information such as steps, distance, active energy, exercise records, routes, sleep sessions, sleep stages, heart rate, resting heart rate, heart rate variability, blood oxygen, respiratory rate, body temperature, weight, body fat percentage, water, nutrition information, and some cycle-tracking data.
Available categories depend on the devices and apps connected to Apple Health. An iPhone may provide steps and walking information, while an Apple Watch can contribute heart rate, workouts, sleep, and other measurements supported by the model.
After the permissions are approved, Google Health should confirm that the connection is complete.
To finish the connection:
Google Health Confirmation Screen > Done
New Apple Health information should begin appearing automatically in Google Health. Google has said that imported data can be used across relevant Google Health metrics, although not every external data type is used for every calculation.
To find imported health information:
Google Health > Health > Select a Metric
Google Health may display information from several connected sources together. Its value for a metric can differ slightly from the number shown by Apple Health because the apps may process available data differently.
Send Fitbit Data to Apple Health
Google Health version 5.05 adds the reverse direction that many iPhone and Fitbit users previously lacked. Supported information recorded through Fitbit can now be written into Apple Health.
Before enabling this option, make sure the Fitbit is properly connected to Google Health. Fitbit devices normally synchronize automatically throughout the day when Bluetooth is available and the wearable is near the iPhone.
To check the connected Fitbit:
Google Health > Profile Icon > Devices > Select Your Fitbit
The device page should show the wearable, its battery level, and its most recent synchronization time. Opening Google Health can also prompt a nearby Fitbit to transfer recently collected information.
Once the wearable is updating Google Health correctly, open the Apple Health connection settings.
To open the sharing controls for Apple Health:
Google Health > Profile Icon > Partner Apps > Apple Health
The interface may use Apps and Services instead of Partner Apps on some versions.
To reach the same connection through Apps and Services:
Google Health > Connections > Apps and Services > Apple Health
Follow the prompts for sharing Google Health information with Apple Health. The iPhone may display separate permissions for data that Google Health can read and data that it can write.
To allow supported Fitbit information to appear in Apple Health:
Apple Health Permission Screen > Allow Google Health to Write > Select Health Categories > Allow
Google says supported information can include exercise records, steps, sleep, vitals, and other health data. The exact selection can vary according to the Fitbit model, region, Google Health version, and information stored in the account.
Selecting every category is convenient, but it can create overlapping sources when an iPhone, Apple Watch, and Fitbit record the same type of activity. Choose only the categories you want Google Health to add.
A person who uses a Fitbit mainly for sleep, for example, can allow sleep information while leaving steps disabled. Someone who wears a Fitbit instead of an Apple Watch may prefer to enable steps, workouts, heart rate, sleep, and other supported categories.
Image Credit: AppleMagazine
Check Google Health Permissions
Apple Health keeps permission controls on the iPhone. You can change them after the first connection without deleting either app.
To review Google Health access from Apple Health:
Health > Profile Picture > Privacy > Apps > Google Health
The page shows the categories Google Health is permitted to read or update. Turn off any category you no longer want to share.
Some iOS versions provide the same controls through the Sharing tab.
To find Google Health through the Sharing tab:
Health > Sharing > Apps and Services > Google Health
Turning off a permission stops future sharing for that category. It does not necessarily remove information that has already been written to Google Health or Apple Health.
The Google Health app also provides controls for the connection.
To review Apple Health inside Google Health:
Google Health > Connections > Apps and Services > Connected > Apple Health
If Google Health displays a message that new data types are available, open the connection and approve the additional categories you want to use. Newly supported information is not automatically shared without permission.
Manage Duplicate Health Information
An iPhone, Apple Watch, and Fitbit can record similar information at the same time. Apple Health keeps each source attached to its data and uses a priority order when presenting combined measurements.
You can inspect the sources contributing to a category and choose which one Apple Health should prefer.
To review the sources used for step information:
Health > Search > Activity > Steps > Data Sources and Access
The screen shows the apps and devices that provide step records. If Google Health, an Apple Watch, and the iPhone all appear, you can adjust their priority.
To change the order of step sources:
Health > Search > Activity > Steps > Data Sources and Access > Edit > Drag Sources Into the Preferred Order > Done
Move the source you trust most toward the top. Apple Health generally gives higher priority to sources placed above others when similar records overlap.
Repeat the same process for other categories if their totals do not look right. Exercise, sleep, active energy, and distance can each have their own sources and permissions.
Image Credit: Google
Fix Missing or Delayed Data
Synchronization is not always immediate. A Fitbit first sends its information to Google Health, and Google Health then writes supported records to Apple Health. Bluetooth availability, Background App Refresh, internet access, and battery-saving behavior can affect this process.
Begin by opening Google Health with the Fitbit close to the iPhone. Wait for the device to complete its normal synchronization before checking Apple Health.
If Apple Health information is missing from Google Health, confirm that the connection remains active.
To check the connection status:
Google Health > Connections > Apps and Services > Apple Health
If Google Health displays an error or a request for new permissions, follow the message shown on the screen.
Background App Refresh can help Google Health update when the app is not open.
To allow Google Health to refresh in the background:
Settings > General > Background App Refresh > Google Health > On
Bluetooth must remain available for a Fitbit to communicate with the iPhone.
To confirm that Bluetooth is enabled:
Settings > Bluetooth > Bluetooth On
If the connection continues to fail, disconnecting and reconnecting Apple Health may restore the permission request.
To disconnect Apple Health from Google Health:
Google Health > Connections > Apps and Services > Apple Health > Disconnect > Confirm Disconnect
Disconnecting the service does not automatically remove every permission already stored by Apple Health. Review the Google Health entry in the Health app if you want to remove those permissions as well.
To remove the remaining Apple Health permissions:
Health > Profile Picture > Privacy > Apps > Google Health > Turn Off All
After reconnecting the apps, allow time for new records to appear. Previously stored information may not transfer in exactly the same way as activity recorded after the connection was enabled.
You can inspect an individual entry to confirm whether it came from Google Health, a Fitbit, an Apple Watch, or the iPhone.
To check the source and time of a synced record:
Health > Search > Select a Health Category > Show All Data > Select the Latest Entry
Apple Upgrade — a new hardware leasing program — is available on the Apple Store online, in the Apple Store app, and at Apple Store locations in the United States.
Apple has launched a major new program that lets customers lease its hardware on monthly payments instead of buying outright, positioning the company more firmly as a subscription-driven business.
On July 28th, Apple introduced Apple Upgrade in the United States, a Klarna-backed leasing service available online and in Apple Stores. It replaces the older iPhone Upgrade Program and extends subscription-style access across most iPhones, iPads, Apple Watches, and Macs.
How it works
Customers choose lease terms of 12 or 24 months for phones and watches, or 24 or 36 months for tablets and computers. Starting prices are roughly:
• iPhone: from about $17.99–$18 per month
• Apple Watch and iPad: from about $11.99–$12 per month
• Mac: from about $24.99–$25 per month
Exact amounts vary by model, configuration, and term length. Higher-end devices cost more (for example, certain MacBook Pros start in the high $30s to $50s range). A soft credit check is required. Trade-ins can lower monthly payments, and Apple Card users may earn Daily Cash on payments.
At the end of the term, users can upgrade to a newer device, pay a one-time fee to keep the current one, or return it. Early upgrades, early payoffs, or terminations can incur extra fees. AppleCare is not included and must be purchased separately. Some lower-cost models (such as the Apple Watch SE, entry-level iPad, certain older iPhones, and the MacBook Neo) and business/education purchases are excluded.
Why it matters
The program arrives as Apple’s services business continues to grow strongly and as hardware prices have risen amid industry-wide memory and storage shortages driven by AI demand, Bloomberg News‘ Mark Gurman notes in his most-recent newsletter. By partnering with Klarna, Apple offers lower monthly outlays and easier access to the latest devices without taking on the full financing risk itself.
This move answers a long-standing question about Apple’s next growth phase. Combined with its existing software and media subscriptions (now totaling well over a billion paid subscriptions across Apple services and App Store apps), Apple Upgrade pushes the company closer to a full hardware-plus-services subscription model. Customers stay in the ecosystem longer, upgrade more frequently, and generate recurring revenue rather than one-time hardware sales.
In short, Apple is no longer just selling products, it’s increasingly selling ongoing access to them. The new leasing program is the clearest signal yet of that strategic shift.
MacDailyNews Take: Apple just made the smartest move in years. By turning hardware into a true subscription via Apple Upgrade + Klarna, Cupertino locks customers into the ecosystem, smooths out lumpy iPhone cycles, and rakes in predictable revenue while competitors still chase one-time sales. Yet, if you still want to buy outright, you can! Welcome to the optional Apple-as-a-Service era.
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Se você costuma usar o aplicativo Relógio (Clock) em iPhones, iPads e Macs ou o Timers do Apple Watch para ativar alarmes ou timers, saiba que é possível identificá-los adicionando um nome (ou etiqueta, como a Apple chama).
Isso é muito útil para quem possui múltiplos alarmes/timers em ação e quer ter um controle sobre eles.
Neste artigo, ensinaremos como é simples adicionar uma etiqueta em cada um, veja só.
Quando a nossa saúde exige mudanças repentinas de rotina, organizar a frequência e a quantidade de medicações e horários para consultas/exames pode se tornar um desafio. Foi a partir dessa necessidade que o desenvolvedor brasileiro Wilton Fernandes criou o RecapMed, uma espécie de diário sobre dores, sintomas e medicamentos.
Entre os seus recursos, destacam-se o registro de dor — que possui indicadores de região e uma escala visual para intensidade, além do tipo (pontada, queimação, choque, peso, formigamento, pressão, rigidez ou latejante) —, notificações e acompanhamento de adesão a medicamentos (permitindo registrar as doses tomadas para alimentar automaticamente o cálculo do percentual de adesão) e o Health Vault, que permite anexar exames, receitas e laudos em um espaço com acesso protegido por autenticação biométrica. Todos os registros são armazenados localmente, sem processamento em nuvem.
Outra funcionalidade bem interessante é o Doctor Brief, que consolida todos os seus registros em um documento PDF resumido que pode ser compartilhado com o médico na hora da consulta, para que ele compreenda seu quadro clínico rapidamente.
O app também é compatível com o Apple Watch, permitindo registrar dores, confirmar doses de medicamento e acompanhar a sua porcentagem de hidratação, sincronizando automaticamente as informações registradas no iPhone.
A Apple anunciou o watchOS 27 com uma quantidade razoável de novidades, e neste vídeo lhes trago um resumo das principais mudanças que chegarão ao Apple Watch nesta atualização.
Entre os destaques, está a Siri AI (que requer um iPhone compatível), com um novo app dedicado a conversas mais naturais e contextuais. A interface também recebeu refinamentos visuais com o Liquid Glass, incluindo ícones redesenhados como o do Maps, além de um novo grid dinâmico de sugestões de apps ao pressionar a Digital Crown.
Outras novidades incluem novos botões para fechar ou silenciar notificações, um gesto de tocar e segurar para abrir itens do Conjunto Inteligente, e a chegada de um novo app Buscar (Find My), unificando a localização de pessoas, dispositivos e itens. Há ainda o recurso Call Context, que exibe informações relevantes durante chamadas.
No quesito desempenho, a reprodução de música ficou mais rápida, e a Apple promete melhor eficiência de bateria e conectividade Wi-Fi aprimorada. Para quem treina, o watchOS 27 traz maior precisão de distância em corridas e caminhadas na esteira, contagem de passos mais precisa e um Workout Buddy menos intrusivo, mais independente e agora com suporte a espanhol. O Acompanhamento de Ciclo (Cycle Tracking) também passa a contar com alertas de perimenopausa e menopausa.
Uma ausência notável é a do app Walkie-Talkie, que curiosamente não está presente nesta versão.
Este vídeo contou com o apoio do IvyCraft, um workspace de criação com IA que transforma documentos, vídeos e páginas da web em conteúdo pronto — slides, infográficos, vídeos explicativos, podcasts e muito mais, tudo direto do navegador, sem precisar instalar nada. Experimente gratuitamente!
Smartwatches können Trainingseinheiten, Schlaf und wichtige Gesundheitswerte erfassen. Im Zusammenspiel mit einem iPhone können Sie außerdem Nachrichten, Anrufe, Musik und Mitteilungen direkt am Handgelenk verwalten.
Die Apple Watch Series 11 mit GPS, 46-Millimeter-Aluminiumgehäuse in Space Grau und schwarzem Sportarmband in Größe M/L kostet bei Amazon aktuell nur 379 Euro. Gegenüber der UVP von 479 Euro sparen Sie 100 Euro beziehungsweise 21 Prozent.
Dabei handelt es sich um den bisherigen Tiefstpreis, der zuletzt Ende April beziehungsweise Anfang Mai erreicht wurde. Dazwischen stieg der Preis wieder auf etwa 430 bis 450 Euro. Die Watch wurde im vergangenen Monat mehr als 500 Mal gekauft und erreicht bei über 1.800 Bewertungen durchschnittlich 4,7 von 5 Sternen. Die Series 11 ist zudem Bestseller Nummer 1 bei Amazon (in der 42-Millimeter-Version).
Was die Apple Watch Series 11 zu bieten hat
Die smarte Uhr besitzt ein 46 Millimeter großes, 9,7 Millimeter dünnes Aluminiumgehäuse und wiegt als GPS-Version 37,8 Gramm. Das Always-On-Retina-Display erreicht bis zu 2.000 Nits und kann in dunkler Umgebung auf 1 Nit herunterregeln. Das Ion-X-Frontglas soll doppelt so kratzfest sein wie bei der Series 10.
Im Inneren arbeitet der S10-Chip mit 64 GB Speicher. Zur Bedienung stehen die Digital Crown, eine Seitentaste sowie Doppeltipp- und Drehgesten bereit. Hinzu kommen Mikrofon, Lautsprecher, Siri, Apple Pay, Bluetooth 5.3 sowie WLAN im 2,4- und 5-GHz-Bereich.
Ein Schwerpunkt liegt auf den Gesundheitsfunktionen. Die Series 11 bietet unter anderem EKG, Blutsauerstoffmessung, Herzfrequenz- und Zyklus-Tracking sowie Hinweise auf Schlafapnoe, unregelmäßigen Herzrhythmus und möglichen Bluthochdruck. Der Schlafindex fasst die Schlafqualität zusammen, während die Vitalzeichen-App wichtige nachts erfasste Daten übersichtlich darstellt.
Für Sport und Fitness stehen zahlreiche Trainingsarten, Herzfrequenz-Zonen, Trainingsbelastung und eine Pacer-Funktion zur Verfügung. GPS, Kompass, Höhenmesser, Tiefenmesser und Wassertemperatursensor ergänzen die Ausstattung. Käufer erhalten außerdem drei Monate Apple Fitness+ kostenlos.
Die Akkulaufzeit beträgt laut Apple bis zu 24 Stunden bei normaler Nutzung und bis zu 38 Stunden im Stromsparmodus. Nach etwa 45 Minuten soll der Akku zu 80 Prozent geladen sein. 15 Minuten Ladezeit reichen für bis zu 8 Stunden Nutzung, 5 Minuten für bis zu 8 Stunden Schlaftracking.
Die Smartwatch ist bis 50 Meter wassergeschützt und nach IP6X staubgeschützt. Zu den Sicherheitsfunktionen gehören Notruf SOS, internationale Notrufe, Sturz- und Unfallerkennung sowie die Wegbegleitung. Bei einem erkannten schweren Unfall kann die Uhr automatisch Hilfe rufen und Notfallkontakte informieren.
Da es sich um die GPS-Version handelt, benötigt die Apple Watch unterwegs ein gekoppeltes iPhone. Die in den allgemeinen technischen Daten genannten 5G- und LTE-Funktionen gelten nur für die separat erhältliche Cellular-Version.
Warum sich das Angebot lohnt
Nutzer loben in den Rezensionen vor allem die Verarbeitung, das schlanke Design, das Display und die Funktionalität. Auch das Preis-Leistungs-Verhältnis und die Messfunktionen werden häufig positiv bewertet. Gemischte Meinungen gibt es allerdings zur Akkulaufzeit und zur Genauigkeit einzelner Messwerte.
In unserem Test überzeugen uns tatsächlich die längere Akkulaufzeit, die Bluthochdruckschätzung, das kratzfestere Display und die neuen Gesten. Gleichzeitig sind die Unterschiede zur Series 9 und Series 10 gering, da viele Funktionen auch dort per Software-Update verfügbar sind.
Für Besitzer einer Series 10 lohnt sich der Wechsel daher kaum. Interessanter ist die Series 11 für Neueinsteiger und Nutzer einer Series 8 oder eines noch älteren Modells. Zum aktuellen Tiefstpreis von 379 Euro ist sie innerhalb des Apple-Watch-Angebots eine gute Wahl.
AI note-taking startup Granola has expanded its popular meeting notepad to the Apple Watch, letting users capture and transcribe conversations with a single tap—no phone or laptop required.
The new watchOS app, which launched on July 28, 2026, targets in-person and on-the-go discussions such as walking one-on-ones, whiteboard brainstorms, and casual coffee chats. Users can start recording via a dedicated app or a watch face complication. The screen turns bright Granola green and plays a sound to confirm it’s listening. When the conversation ends, a second tap stops the recording; the audio syncs to the paired iPhone, where Granola’s AI processes it into structured notes complete with highlights, decisions, and action items. Those notes then appear across the user’s iPhone, Mac, or Windows devices.
The company designed the experience around the idea that “the best wearable is the one you’re already wearing.” Co-founder Chris Pedregal noted that the goal is to let people stay present in face-to-face meetings without pulling a phone from their pocket. Internal testing showed that once employees had access to the Watch app, a substantial portion of their mobile Granola usage shifted from iPhone to wrist.
Granola can record offline on the Watch; a connection is needed only when the audio syncs and notes are generated. The app also surfaces subtle haptic reminders for upcoming calendar meetings and works seamlessly with the existing iOS, iPadOS, macOS, and Windows versions of Granola. It requires watchOS 11 or later and the latest Granola iPhone app. Installation is straightforward through the Watch app on iPhone if it doesn’t appear automatically.
The launch arrives as dedicated AI note-taking hardware (pins, pendants, and similar devices) has proliferated. Granola deliberately chose to build for an existing wearable rather than create new hardware. It also follows the company’s earlier unicorn milestone after a $125 million Series C led by Index Ventures.
To mark the release, Granola collaborated with London-based weaver Nowshin Prenon on a limited run of handwoven Apple Watch straps. The Watch app itself is free to download and use via the Granola iOS app.
With the Apple Watch increasingly positioned as an AI-friendly device, Granola’s arrival underscores growing interest in discreet, always-available capture tools that keep the focus on conversation rather than technology. Users can try it on their next in-person meeting simply by updating the iPhone app and installing the Watch companion.
MacDailyNews Take: More info about Granola for Apple Watch via Apple’s App Store here.
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Apple today announced Apple Upgrade, a new product leasing program provided by Klarna for iPhone, Apple Watch, Mac, and iPad available on the Apple Store online, in the Apple Store app, and at Apple Store locations in the United States.
[…]
Apple Upgrade offers 12- and 24-month leasing options for iPhone and Apple Watch, and 24- and 36-month leasing options for Mac and iPad. Leasing prices start as low as $17.99 per month for iPhone, $11.99 for Apple Watch, $24.99 for Mac, and $11.99 for iPad.
The $17.99/month gets you a base model iPhone 17e for 24 months. This is a total of $431.76 vs. $599 for buying a new one today, but then you have to make a decision:
At the end of the lease term, customers can upgrade their device to the latest generation, purchase it with a one-time payment, or simply return it and exit the program.
I used to get a new phone every other year, but I kept my iPhone 12 mini for three years and will likely keep my 15 Pro for four years. In addition to making it easier to buy phones without the up-front payment, Apple is probably hoping this will encourage more customers to get back on the two-year cycle. Given the choice between continuing a small monthly payment and getting a new phone or making a larger payment to keep their old phone, many may opt to upgrade.
The payoff amount is the difference between what was paid during the leasing period and the retail price of the device, minus any remaining trade-in credits. Klarna is not charging a fee for the leasing program, so an iPhone that’s $1,099 can be leased and then purchased for $1,099 with no extra cost beyond taxes.
I guess this means that, for a bit of hassle, you can essentially buy the device for the list price at 0% interest.
Lease participants can opt to end a lease early and return a device, but Apple says there may be “substantial fees” for terminating a lease before the end of the term.
[…]
Customers must upgrade, end the lease, or purchase the device at the end of the lease term. If that doesn’t happen, the lease converts to a month-to-month lease for up to six months.
[…]
Damage to an iPhone, losing an iPhone, or having an iPhone stolen could incur fees.
The rollout of the program comes as Apple has been struggling with supply chain issues related to “RAMageddon,” which refers to the industry-wide shortage of memory chips that is driving up the price of hardware. As a result, Apple recently announced price hikes for its Mac and iPad lineups, sparing the iPhone for now. The new Upgrade program seems to be Apple’s answer to making those higher prices more manageable for consumers.
Customers can manage their lease directly in the Klarna app, where they can view their billing schedule and track remaining payments.
With the launch of the new Upgrade program, Apple is discontinuing its existing in-house financing and installment programs in the U.S., which include the iPhone Upgrade Program and iPhone Payments.
For iPhones, you have to have a carrier and can’t use a prepaid plan.
[…]
For iPads, the starting prices range from $12.99/month to $24.99/month, Macs range from starting prices of $24.99/month to $48.99/month, and the Apple Watch ranges from starting prices of $11.99/month to $47.03/month. But again, these are just starting prices. You can configure a fully loaded 16-inch MacBook Pro that is just under $230/month, and it won’t include AppleCare.
As a point of comparison, under the current program that is being discontinued, I pay $69.50/month for an iPhone 17 Pro Max, but I have a 512GB model, so my lease price for the same phone would be $40.83/month, significantly lower, but keep in mind that doesn’t include AppleCare+, which would add $13.99/month or $139/year for that iPhone. On a monthly basis, that puts a new iPhone 17 Pro Max with 512GB of storage and AppleCare+ at just under $55/month. Still a superior deal, but not nearly as good as the landing page might initially lead you to believe.
[…]
If you lease accessories for your device, those don’t have to be returned. Why? Presumably because they have no value to Apple or Klarna.
9to5Mac can now confirm that code found in the iOS 27 beta appears to reveal a broader system for managing a financed iPhone, including the ability to restrict apps and services when payments are missed.
The code describes a system called App Managed Features, which allows an authorized financing or provider app to enroll an iPhone and perform ongoing status checks.
If the contract is no longer in good standing, Apple’s system services can place the iPhone in “Restricted Mode,” which blocks access to most apps until the payment or contract issue is resolved, while keeping a small set of apps available.
I bet there are some governments that would love to commandeer that for their own purposes.
Finally, the new framework also introduces a new type of activation lock called “Partner Finance Lock,” which is meant to prevent users from erasing, reselling, or stripping a restricted device for parts.
Apple says it won’t limit the capabilities of devices leased through its new Upgrade program if you miss a payment. In an emailed statement to The Verge, Apple spokesperson Brian Bumbery says, “There will be no restricted mode and/or there will be no limitations put on device functionality due to missed payments or default with the Apple Upgrade program.”
One possibility is that it was developed for financing programs offered by carriers, retailers, or other partners outside Apple Upgrade, potentially including markets where device restrictions are already used to enforce installment agreements.
Here’s a breakdown of how much you’d pay for the devices included in the Apple Upgrade program, as well as how much more you’d pay to purchase the devices outright at the end of your lease[…]
[…]
Klarna doesn’t say what will happen if you don’t pay the outstanding balance.
[…]
During the lease, Klarna owns your device. You’re responsible for any damage, and will get charged a fee if you don’t return the device in “good condition.” That’s why Apple is encouraging customers to sign up for an AppleCare subscription that could drive up the cost of your lease even more.
[…]
Apple also notes that you’ll have to pay an early termination fee if you want to return the device before your lease ends or if you want to upgrade early.
The Apple Card Monthly Installments aren’t going away, so I’ll keep using that.
[…]
When you finance using the Apple Card Monthly Installments, you pay a fixed amount to own your device. There are no savings here — aside from the 3% cashback — the monthly payment is the purchase price divided by either 12 or 24 months.
When you lease an iPhone through Apple Upgrade, you need a cellular account on one of the big three U.S. carriers: AT&T, T-Mobile, or Verizon. That kind of stinks, and I’m not quite sure I understand why.
The iPhone upgrade program always required it. For a time you could do Apple Card installments without a carrier if you bought it online but never in store. I assume there is carrier pressure to tie the phones to the carriers. Activating iPhones on carriers was a key metric at the Apple Store.
Credit-risk assessment is seemingly part of it. There’s a lot of fraud in iPhone purchases specifically and cell phone service generally. The big three carriers do a significant amount of risk assessment before letting you open a new postpaid account; that you have an active account with one of them is a signal that you’re not trying to lease an iPhone using phony credentials in order to sell it.
But the bigger reason is the complex nature of the contracts between Apple and each of the big three carriers.
Apple has revealed its new hardware leasing program called Apple Upgrade, which is being offered in collaboration with Klarna. This is Apple’s pitch:
Introducing Apple Upgrade, a new way to always have the Apple products you love. Lease a new iPhone, iPad, Mac, or Apple Watch with pocket-friendly payments and terms that work for you. Then easily upgrade to something new at the end of your lease, and return your current device. It’s that simple.
That pitch comes with a footnote that includes other details worth considering:
The program is U.S. only (excluding U.S. territories).
You need to be a U.S. resident who is at least 18 years old, or whatever the legal age is where you live.
There are eligibility and credit approval requirements and you must have a credit or debit card and an Apple ID.
When a device is returned, it must be in good condition or damage fees will be assessed.
Upgrades require a new lease subject to whatever eligibility and credit requirements apply at that time.
For iPhones, you have to have a carrier and can’t use a prepaid plan.
The program isn’t available for refurbished devices or through the Apple Employee Purchase Plan, corporate Employee Purchase Plans, Apple at Work, Government, Education, or Veterans and Military Purchase Programs.
Okay, so maybe it’s not “that simple” after all.
The program is available for the iPhone, iPad, Mac, and Apple Watch product lines. For the iPhone, monthly payments start at $17.99 for an iPhone 17e and start at $34.99 for an iPhone 17 Pro Max, for leasing periods of either 12 months or 24 months.
For iPads, the starting prices range from $12.99/month to $24.99/month, Macs range from starting prices of $24.99/month to $48.99/month, and the Apple Watch ranges from starting prices of $11.99/month to $47.03/month. But again, these are just starting prices. You can configure a fully loaded 16-inch MacBook Pro that is just under $230/month, and it won’t include AppleCare.
As a point of comparison, under the current program that is being discontinued, I pay $69.50/month for an iPhone 17 Pro Max, but I have a 512GB model, so my lease price for the same phone would be $40.83/month, significantly lower, but keep in mind that doesn’t include AppleCare+, which would add $13.99/month or $139/year for that iPhone. On a monthly basis, that puts a new iPhone 17 Pro Max with 512GB of storage and AppleCare+ at just under $55/month. Still a superior deal, but not nearly as good as the landing page might initially lead you to believe.
At the end of your lease you’ll have six months to decide to return the leased device, during which you’ll continue to make monthly payments, or pay a fee equal to the difference between the original purchase price and your lease payments to buy it outright. Your other option is to enter into a lease for a new device. If you return your leased device in poor condition, Klarna will charge you a damage fee. You can also terminate your lease early if you pay the remaining lease payments in full plus any taxes and fees.
If you lease accessories for your device, those don’t have to be returned. Why? Presumably because they have no value to Apple or Klarna.
Of course, if you have a device to trade in, that monthly figure could be significantly reduced. If I had the iPhone 16 Pro Max I had last year to trade in and leased a 17 Pro Max for 12 months, my monthly payments would be under $1. However, keep in mind that once you’re on the leasing train, you no longer own your iPhone, so future upgrades won’t reduce your payments the next time you swap your device for a new model. If you don’t own it, the value isn’t yours to trade in.
If you’re on the existing iPhone Upgrade Program like me, it’s being discontinued, but Apple has a transition offer for you. The old program spread payments over 24 months with the option to turn in an iPhone for a new one after 12 months. That’s not changing. If you’re paid in full on your first 12 months of an iPhone, you can sign up for the new program, get a new iPhone, and return your old iPhone to Apple, which will close your old account but won’t reduce your lease payments. You’re not obligated to join the new leasing program, though. You can also trade in your old iPhone, ending your finance contract, and buy a new full price iPhone.
As you may have figured out by now, I’m not a fan of this program, though I expect it will be successful.
Apple products, like all consumer electronics, are getting more expensive every day. The monthly payments on a leased device look very attractive compared to the pay-up-front price. For years, car leases have induced people into monthly payments that can become a burden when their financial situation changes. Now the same will be true of iPhones, iPads, Macs, and Apple Watches.
Maybe as a practical matter this program isn’t that different from the old financing program, but at least there, you owned your device at the end and could just keep using it indefinitely. With the new program, that’s not an option. When your lease is over, you’re empty-handed and faced with leasing again, buying out the lease, or buying at full price with no trade-in, which is objectively worse.
Ultimately, Apple isn’t responsible for customers’ bad financial decisions, but this program feels like Apple is putting its customers in harm’s way.