Des lunes de Neptune seraient nées de catastrophes cosmiques !


A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.
Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.
Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.
A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).
Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.
Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.
A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.
A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.
O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.
Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.
Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.
Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.
A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.
Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.
Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.
Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).
A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.
Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.
Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.
Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.
Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.
Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.
Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.
A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.
Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.
Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).
Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.
Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.
E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.
Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.
E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊
via Basic Apple Guy

Fechando a semana e o mês de julho com a nossa seleção de promoções na App Store!
O nosso destaque do dia é Pin To Wall: Photo Widget, um app simples e direto ao ponto, pensado para quem quer manter uma única foto sempre à mão no iPhone, iPad ou Apple Vision Pro.
Ele funciona como um quadro digital: você escolhe uma imagem, fixa na Tela de Início como widget e pronto, ela fica ali até você trocar.
A proposta é armazenar apenas uma foto por vez, seja da sua biblioteca ou com uma nova captura, evitando acúmulos desnecessários na biblioteca de fotos e tornando o app leve e fácil de usar.
Para quem gosta de foco e não quer gerenciar álbuns, é uma solução prática. Aproveite a oferta! 🌠
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$100 em descontos:
Puzzles.
Jogo de estratégia.
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Editor de vídeos.
Utilitário para desenvolvedores.
Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖


A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.
Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.
O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).
Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.
Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.
A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.
O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.
via AppleInsider



WARSAW, Poland — The Spanish government announced it will allocate between 1.6 billion and 2 billion euros ($1.8 to $2.3 billion) to develop a national military satellite communications constellation that […]
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Rivian reported its second-quarter 2026 earnings today, and there are improvements across the board. It’s a car. The company started delivering the R2, its first vehicle priced under $50,000, to customers on June 9.
The financials came in strong too. Revenue reached $1.658 billion, up 27% year-over-year, and Rivian posted a record $179 million gross profit while beating Wall Street on revenue, earnings, and adjusted EBITDA.

Apple’s second-generation AirTag is currently available at its lowest price ever: $89 for a four-pack, down from the usual $99. The deal matches the previous all-time low first spotted during Amazon’s Prime Day event and remains one of the strongest discounts on the newer model.
A single AirTag 2 is also discounted to $27 (from $29). While that price isn’t quite as aggressive as some earlier promotions, it still ranks among the better current offers for buyers who only need one unit.
The AirTag 2 is a compact Bluetooth tracker that helps users locate everyday items like keys, wallets, bags, or luggage through Apple’s Find My network, showing the last known location on a map and enabling Lost Mode to lock the tag and display a custom contact message via NFC when found by someone else.
AirTag 2 offers Precision Finding with a second-generation Ultra Wideband chip that provides directional arrows, distance readouts, and haptic/audio cues from up to 50% farther away (on compatible iPhone 15 or later models, excluding certain variants), plus the first-time ability to use this feature on Apple Watch Series 9 or later and Ultra 2 or later; an upgraded Bluetooth chip for expanded proximity range; a 50% louder speaker with a distinctive new chime that can be heard from twice as far; “Left Behind” alerts; sharing location access with family or friends; temporary secure sharing with airlines for luggage recovery; a user-replaceable CR2032 battery lasting over a year; IP67 water and dust resistance; and built-in privacy protections including frequent Bluetooth ID rotation and end-to-end encryption so only the owner can access location data.
MacDailyNews Take: Get ’em while they last here.
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Out of Spec Reviews put a Rivian R2 Performance and a Tesla Model Y Performance on the same roads on the same afternoon. The R2 used 18% to 26% more energy at every single speed they tested.
That’s awkward, because the two SUVs carry identical EPA efficiency ratings, and Rivian CEO RJ Scaringe has been telling media the R2 matches the Model Y.
Astronomers using ESO’s Very Large Telescope (VLT) have discovered a gas giant around a brown dwarf in the stellar system CD-35 2722.
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Aspire Pixo Aura 2 is a stylish and easy-to-use pod vape designed for adult users who value portability, performance, and simplicity. As the latest addition to Aspire’s Pixo Series, the Pixo Aura 2 combines a sleek ergonomic design, long-lasting battery, refillable pods, and smooth airflow to deliver an enjoyable vaping experience for both beginners and experienced users.
Whether you’re switching from disposable vapes or looking for a reliable everyday pod system, the Aspire Pixo Aura 2 offers a balance of flavor, convenience, and modern design.
The Aspire Pixo Aura 2 features a slim, lightweight body that fits comfortably in your hand or pocket. Constructed from durable materials with a premium finish, the device is designed for everyday portability while maintaining a stylish appearance.
Its minimalist design includes intuitive controls, making it easy to operate without a complicated learning curve.
Powered by a high-capacity rechargeable battery, the Pixo Aura 2 is designed to provide all-day vaping for most users. USB Type-C fast charging helps reduce downtime, allowing you to recharge quickly and get back to vaping with minimal interruption.
The Pixo Aura 2 is engineered to maximize flavor delivery through Aspire’s advanced pod technology. The integrated mesh coil heats e-liquid evenly, producing rich flavor, smooth vapor, and excellent coil longevity.
Whether you enjoy nicotine salts or standard freebase e-liquids, the device is optimized to provide a satisfying vape with consistent performance.
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The refillable pod design allows users to easily fill their favorite e-liquid while reducing waste compared to disposable devices.
Benefits of the refillable system include:
The pod system is designed for quick installation and effortless daily maintenance.
The Aspire Pixo Aura 2 features adjustable airflow, allowing users to customize their vaping experience.
With a simple airflow adjustment, you can switch between:
This flexibility makes the device suitable for a wide range of vaping preferences.
The device automatically detects the installed pod and delivers an appropriate power level for consistent vapor production. This smart output system eliminates complicated wattage adjustments, making the Pixo Aura 2 especially beginner-friendly.
Built-in safety protections typically include:
These features help ensure reliable and safe operation during everyday use.
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Designed with convenience in mind, the Aspire Pixo Aura 2 offers a simple vaping experience.
Key user-friendly features include:
Its intuitive operation makes it an excellent choice for users transitioning from disposable vapes to refillable pod systems.
The Aspire Pixo Aura 2 is ideal for:
Aspire Pixo Aura 2 combines elegant design, dependable battery life, refillable convenience, and excellent flavor performance in a compact pod system. With adjustable airflow, intelligent power delivery, and easy operation, it offers a satisfying vaping experience for both new and experienced adult users.
If you’re looking for a stylish refillable pod vape that delivers consistent performance without unnecessary complexity, the Aspire Pixo Aura 2 is a strong option for everyday use.
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WARSAW, Poland — The Polish government has agreed to invest around $745 million in the development of the planned IRIS² multi-orbit satellite internet constellation with the European Union. The money […]
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Apple is doubling down on its ultra-thin iPhone experiment. According to The Information, the upcoming iPhone Air 2 will feature a vapor chamber cooling system — a significant upgrade that first appeared in the iPhone 17 Pro series. The report also confirms that Apple is proceeding with the second-generation model despite softer-than-expected sales of the original iPhone Air.
The first-generation iPhone Air, released as part of Apple’s 2026 lineup, stood out for its remarkably slim profile — one of the thinnest iPhones ever made. However, it came with notable trade-offs: a single rear camera and relatively modest battery capacity (around 3,149mAh).
Key Upgrades Rumored for iPhone Air 2
Multiple credible sources, including The Information and Bloomberg News, point to several meaningful improvements:
• Dual rear cameras: The biggest change is the addition of a second camera. The iPhone Air 2 is expected to feature a 48MP main wide lens paired with a new ultrawide lens. This brings the camera setup in line with Apple’s base iPhone models and directly addresses one of the most common criticisms of the first-generation Air.
• Vapor chamber cooling system: The Information specifically reports that the Air 2 will incorporate a vapor chamber for better heat dissipation. This technology allows the phone to sustain higher performance levels for longer periods without thermal throttling — a welcome addition in such a thin chassis.
• Larger battery: Leaks suggest the battery will grow to approximately 3,500mAh or more (an increase of roughly 11% or greater). Combined with the efficiency gains from the next-generation chip, this should deliver noticeably better endurance than the original Air.
• A20 Pro chip on 2nm process: The device is expected to be powered by Apple’s A20 Pro chipset, fabricated on a 2nm process node. This should bring meaningful gains in both performance and power efficiency. Some reports also mention advanced integration techniques (such as Wafer-Level Multi-Chip Module) for further optimizations.
Design and Display
The iPhone Air 2 is expected to retain the signature ultra-thin form factor of its predecessor, with possible minor refinements. No major redesign is anticipated. It will likely feature a similar 6.55-inch LTPO OLED display with 120Hz ProMotion refresh rate.
Release Timeline and Positioning
Current expectations point to a spring 2027 launch for the iPhone Air 2, alongside the base iPhone 18 and iPhone 18e models. This would be a departure from Apple’s traditional September iPhone event timing for the “Air” line.
Some reports also suggest Apple may lower the price of the Air 2 compared to the first generation in an effort to boost adoption.
MacDailyNews Take: The iPhone Air line is Apple at its most audacious — a premium “thin-and-light” flagship that dares to prioritize sleek portability and elegant design above all else, even if it means sacrificing some camera versatility and outright battery capacity in the process. The first-generation model successfully proved the concept and wowed those who value form factor above all, but it also laid bare the inevitable trade-offs that come with pushing the envelope that far.
The iPhone Air 2 looks to be Apple’s smart evolution: giving customers the most-requested upgrades — a second rear camera, improved thermals via vapor chamber cooling, and a meaningfully larger battery, all while retaining the ultra-thin identity that defines the Air. It’s classic Apple: listen to real-world feedback, iterate intelligently, and refuse to bloat the design just to check arbitrary spec boxes.
Will these enhancements be enough to push the Air into the mainstream hit column? Time will tell, but the signals are clear: Apple isn’t walking away from its thin-phone vision. Instead, the company is committed to refining it, learning from the first generation, and delivering a more complete package in 2027.
As always the case with pre-launch rumors and supply chain whispers, final specs can shift before the iPhone Air 2 hits store shelves next spring. We’ll be watching closely as development continues. Apple’s willingness to iterate boldly on ambitious new product categories is exactly why the company continues to lead in smartphones, the product it invented and revealed way back in 2007.
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The pilot of Artemis 2 says NASA’s return to the moon should start with human landings in less challenging equatorial regions rather than go directly to the south pole.
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The near-Earth object (875163) 1998 SH2, which is currently classified as an asteroid, has revealed a hidden identity: it’s actually a comet in disguise, according to a new study published in the journal Nature Astronomy.
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Nintendo Switch 2
The single-player offshoot of the quirky and colourful multiplayer series is disappointingly run-of-the-mill
Splatoon is among Nintendo’s most ingenious inventions of the last decade: a series of shooting games whose paint-splattered turf war nature means being bad at shooting is just as valuable as – if not more so than – being good. It is also blessed with an abundance of personality, with vibrant characters, a richly imagined world, and a hipness that the competition can only dream of achieving. Unfortunately, Splatoon Raiders makes it difficult to remember all of this.
The first spinoff in the ink-soaked franchise, Splatoon Raiders is advertised as a single player-focused entry in this primarily multiplayer series. While this is true enough – one can play through the entire game solo just fine – Raiders is clearly best enjoyed cooperatively with up to three others. Players start each session on a hideout ship where they can upgrade their equipment and tweak their play style before heading out on bite-sized repeatable missions, and this structure is tailor-made for teaming up with friends or helping out strangers (the game lets you do either), as each person works towards creating their ultimate squid-kid avatar of chaos.
Splatoon Raiders is out 23 July; £41.99
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© Photograph: Nintendo

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After decades of searching, astronomers have pinpointed the first of an estimated 10,000 stellar-mass black holes thought to lurk in Omega Centauri, the most massive stellar system in the Milky Way found so far, with a stellar mass of 3.6 million solar masses.
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Segundo o que foi reportado por fontes de cadeia de suprimentos, a Foxconn já teria dado o pontapé inicial na produção em massa do “iPhone 18 Pro” e do “iPhone 18 Pro Max”, os próximos smartphones topos-de-linha da Apple.
A informação partiu do portal de notícias chinês MyDrivers, o qual afirmou que a principal fabricante contratada da Apple iniciaria em breve seu período de pico de contratações para dar conta desse estágio de aumento da produção em massa, já iniciado no mês de julho.
As novidades dos iPhones “18 Pro” incluem, segundo os rumores, uma redução de 35% no tamanho da Ilha Dinâmica (Dynamic Island), a implementação de uma lente com abertura variável no sensor principal de 48 megapixels — essa especulação, vale lembrar, ganhou força após a informação ser citada no vazamento da Tata Electronics, fornecedora indiana da Apple —, a estreia do chip “A20 Pro” (que poderá contar com novas tecnologias de encapsulamento) e do modem “C2” (que deverá ser compatível com redes 5G via satélite).
Pela primeira vez, a Apple deverá segregar o lançamento dos novos iPhones, separando os modelos tradicionais dos da linha Pro: tanto o “18 Pro” quanto o “18 Pro Max” deverão ser anunciados em setembro ao lado do “iPhone Ultra” — a estreia da Apple no segmento de celulares com telas dobráveis —, enquanto lançamentos como a segunda geração do iPhone Air, o “iPhone 18” e o “iPhone 18e” deverão ficar para o começo do ano que vem.
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via MacRumors


Na mais recente edição do seu tradicional evento anual Unpacked, a Samsung revelou os seus novos smartphones dobráveis (o Galaxy Z Fold8, o Galaxy Z Fold8 Ultra e o Galaxy Z Flip8), além de novos smartwatches.
Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!

Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.

Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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