A Tapbots revelou o Pastebot 3, uma nova versão do seu gerenciador de área de transferência para o macOS.
A empresa anunciou a nova versão no seu perfil do Mastodon, juntamente com um relato sobre questões pessoais que impactaram o trabalho da empresa recentemente. Ela ainda mencionou que trabalha em novidades para o Ivory e o Phoenix, seus clientes do Mastodon e do Bluesky, respectivamente.
Entre as funções presentes na nova versão, o site oficial do utilitário destaca recursos como o histórico da área de transferência, Pastebins customizados, um menu de colagem rápido para acesso instantâneo das funcionalidades do Pastebot, filtros avançados para aplicar a um determinado conteúdo copiado (antes de colar) e até mesmo a criação de stacks para copiar/colar conteúdos em lote.
Outros recursos (de maneira geral, presentes em versões anteriores) incluem o bloqueio de apps com conteúdos sensíveis (como credenciais ou senhas, impedindo que sejam capturados pelo Pastebot), sincronização com o iCloud, atalhos, uma espécie de “cola” dos seus comandos, bem como acesso à CLI e ao app Atalhos (Shortcuts) da Apple.
O Pastebot 3 ainda está em análise na Mac App Store, mas ele já pode ser baixado no site oficial da Tapbots. Ele possui um teste gratuito de 14 dias e pode ser adquirido tanto com uma licença vitalícia de US$40 (com suporte a um ano de atualizações) quanto com uma assinatura de US$3/mês ou US$25/ano.
I know there are options out there like Paddle, FastSpring, and Lemon Squeezy that have worked for many apps like mine over the years. But I also wanted something simple for my users. Not to mention Apple Pay was a must-have.
I believe all the services he mentions do support Apple Pay.
RevenueCat serves as the source of truth for whether or not a customer is licensed.
I create RevenueCat customer IDs from local iCloud identifiers (more specifically, calling userRecordID() on my CKContainer in CloudKit).
When the user makes a purchase, they earn an entitlement that I look for in Arborist to grant them a license.
He doesn’t need to run his own server, and the purchases are automatically tied to the user’s iCloud account, so there are no e-mails or serial numbers to deal with. On the other hand, well, it’s all dependent on the Apple Account.
The app, which helps manage Git worktrees, is shipping now.
As part of the upgrade, the Home app uses AI to generate summaries of motion alerts from compatible HomeKit Secure Video cameras.
[…]
Apple likely requires the 2TB iCloud+ tier because HomeKit Secure Video already relies on iCloud+ storage tiers. The 2TB plan supports a larger number of cameras, and AI-generated video descriptions would add to Apple’s cloud processing costs.
That makes sense, but it seems odd because the iCloud tiers are named based on storage amounts, yet the feature isn’t tied to how much space you’re actually using. A lower iCloud plan with tons of free space doesn’t get the features, yet a nearly full 2 TB plan does. There are already restrictions where supporting more cameras requires higher plans, but that is at least quasi related to storage.
I reluctantly upgraded to a 2 TB family plan within the last year or so. We don’t store many files in iCloud, messages are set to auto-delete after a year, and I manually offload photos older than a year (except for hearted favorites). It’s hard to believe given how I remember the original 5 GB free tier once being sufficient, but staying under 200 GB became untenable without a lot of extra work. It doesn’t help that Live Photos sometimes gets inadvertently turned on, so that we’re storing all these little videos without realizing it.
Agora, o mesmo veículo informou que a Apple corrigiu a vulnerabilidade em questão em uma atualização (muito provavelmente remota) lançada em 3 de julho — mais de um ano após ter sido alertada sobre a falha.
Tyler Murphy, cofundador da EasyOptOuts e responsável por relatar a falha à Apple inicialmente, disse ter sido informado de que o caso estava sob investigação. A Apple afirmou a ele que a vulnerabilidade havia sido corrigida em março de 2026, o que não aconteceu. Nos meses seguintes, a Apple disse estar analisando o problema novamente […] por isso, Murphy contatou o 404 Media para tornar o caso público.
Como já informamos, o envio de um email para um usuário que possuía o recurso de privacidade ativado — email esse que acabava sendo rejeitado como spam — fazia com que o endereço real da pessoa aparecesse nos registros do remetente.
O 404 Media confirmou que a vulnerabilidade foi corrigida, mas ainda aponta que os usuários devem ser cautelosos.
A falha que fazia com que o recurso Ocultar Meu E-mail da Apple vazasse endereços ocultos para os remetentes foi corrigida. No entanto, não acreditamos que o risco para os usuários do recurso tenha sido eliminado. Como emails legítimos podiam ser rejeitados (gerando uma devolução ou bounce), revelando seu endereço oculto, e como os registros de transferência de email são frequentemente armazenados, presumimos que qualquer endereço oculto vinculado a um endereço do Ocultar Meu E-mail criado antes de 7 de julho de 2026 pode ter sido exposto e ainda pode constar em registros de terceiros.
A Apple, vale lembrar, já foi alvo até mesmo de uma ação judicial devido à falha, com os autores da ação buscando o reconhecimento de uma ação coletiva. Eles alegam que a Apple violou uma lei da Califórnia sobre publicidade enganosa e outras normas de proteção ao consumidor, pois a empresa sabia que o recurso não funcionava conforme anunciado.
In a significant victory for Apple, a U.S. federal judge has dismissed a proposed class-action lawsuit accusing the company of failing to prevent the spread of child sexual abuse material (CSAM) through its iCloud storage service. The ruling relies heavily on Section 230 of the Communications Decency Act, which shields online platforms from liability for user-generated content.
U.S. District Judge Noël Wise in San Jose, California, issued the decision late Monday, agreeing with Apple’s position that it is immune from the claims. The plaintiffs alleged that Apple did not take sufficient action to stop images of their childhood sexual abuse from being stored and shared on iCloud.
Key Details from the Case
The lawsuit, filed in 2024 by two plaintiffs using the pseudonyms Amy and Jessica, represented a class of 2,680 individuals with similar claims. It sought up to $32.8 billion in compensatory damages and a court order requiring changes to iCloud.
Judge Wise ruled that the claims treated Apple as an online publisher responsible for user content, placing them squarely under Section 230 protections. She emphasized, “Nothing in federal law requires Apple to proactively utilize available technology or develop new technology to identify and report child sexual abuse material on its cloud platform.”
In a notable statement, the judge added, “Lawmakers can fix this problem that is contributing to the exploitation of children. This Court cannot.”
The case was dismissed with prejudice, meaning the plaintiffs cannot refile it.
Background and Apple’s Position
The suit claimed Apple knew about CSAM issues on iCloud, but chose not to deploy available detection tools. It referenced Apple’s 2021 announcement of the NeuralHash program for identifying such material, which was later abandoned in favor of end-to-end encryption—making detection more difficult. Apple has maintained that it has worked diligently to combat CSAM while prioritizing user privacy and security.
James Marsh, an attorney for the plaintiffs, said they are considering an appeal and exploring other legal avenues. He noted, “While the plaintiffs disagree with the judge’s conclusion on the law, we agree with her conclusion that Congress should do more to protect children online and address the skyrocketing harms from online exploitation.”
Apple did not immediately respond to requests for comment.
Broader Context
This ruling highlights ongoing debates over Section 230 and tech companies’ responsibilities regarding harmful content. Apple faces a similar lawsuit from West Virginia’s attorney general, described as the first of its kind by a government agency targeting iCloud’s role in CSAM distribution.
MacDailyNews Take: For those unfamiliar with the NeuralHash debacle, over which we were vehemently opposed, more here.
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Apple’s Hide My Email feature has a vulnerability that does exactly what the name says it shouldn’t: reveal your real email address. Worse, Apple has ignored reports of the flaw for over a year.
“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.
Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.
Os mesmos 5GB desde 2011
Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.
Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.
Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).
A conta em horas, plano a plano
A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.
Plano
Brasil
EUA
Canadá
Portugal
iCloud+ de 50GB
42min
8min
4min
11min
iCloud+ de 200GB
2h20min
25min
14min
34min
iCloud+ de 2TB
7h52min
1h23min
44min
1h53min
iCloud+ de 12TB
47h
8h16min
4h33min
11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.
À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.
Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.
O pedágio que nunca acaba
Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.
Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.
E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.
Por que a caixa não cresce
Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.
E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.
Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.
No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.
Apple has increased the price of iCloud+ in Nigeria, Türkiye, Vietnam, Japan, Egypt, New Zealand, the Philippines, and Indonesia, according to an updated version of its iCloud support document.
Price increases range from 11 percent to 55 percent depending on the plan and the country. Nigeria saw the biggest hike, and a 50GB plan is now ₦1,300, up from ₦900. Türkiye saw the next largest increase, with a 50GB plan priced at 49.99 TL, up from 39.99 TL.
Apple has likely adjusted pricing due to currency fluctuations. The Japanese Yen has weakened over the past year, for example, and the dollar is up almost 10 percent against the yen. The Turkish Lira has also depreciated, increasing the value of the U.S. dollar.
A full list of price changes can be found on Apple's iCloud website. U.S. pricing has not changed, nor has pricing in any other country not listed above.
All Apple Accounts receive 5GB of free iCloud storage. Apple's iCloud+ plans give users extra storage, as well as perks like Hide My Email, HomeKit Secure Video, and iCloud Private Relay.
O caso remonta a 2024, com a associação britânica de defesa dos consumidores Which? a acusar a Apple de abusar da sua posição dominante no mercado ao “prender” os utilizadores do iPhone e de outros equipamentos ao iCloud. A empresa da maçã rejeita as acusações.
Forty million UK iCloud users could be owed up to $100 (£77) each after a $3.9 billion (£3 billion) class action lawsuit against Apple was cleared for trial — and the company’s problems may be just getting started.
For Apple, the worry is that this case could snowball to become yet another existential regulatory problem. The action was brought by consumer group Which?, which accused Apple of breaching UK competition law by giving its iCloud storage service preferential treatment and “trapping” customers with Apple devices into using iCloud.
Trapping happy customers
Apple achieves this by encouraging its customers to sign up to iCloud for storage of photos, videos and other data while also making it difficult for them to use alternative providers to backup key data. The company also squeezes extra dollars out of customers by providing a stingy 5GB of storage for free, while putting important data including messages and photos inside that allocation. Even Google provides 15GB of storage in its free tier.
The problem is that the scale of Apple makes it difficult for competitors to reach customers with alternative solutions, while Apple’s control over the operating system gives it integration advantages third-party competitors don’t get.
While there may well be justifications for constraining access to some personal data, those privacy and security challenges don’t apply to all of it.
You are the product
When it originally filed the claim, Which? explained that Apple could resolve the claim without litigation by offering consumers their money back and opening up iOS to allow users a real choice for cloud services. This is unlikely to happen.
Apple won’t be looking at a hefty fine just yet. The first available trial date is in October 2028 and the legal fight is expected to last nine weeks, which might, or might not, equate to a Christmas surprise for Apple’s then CEO. There’s no time to sit back, however, as the company must still file its defense papers with the court by the end of next month, July 31.
The snowball factor
The UK is not alone. Italy has launched its own antitrust probe into Apple’s iCloud dominance under the EU’s Digital Markets Act (DMA). The problem with that litigation is that since Italy has commenced the probe, other nations across the bloc might also act.
Italy is looking to see whether Apple has failed to open up its iOS and iPadOS ecosystems to rival cloud services, arguing that third-party providers are unable to access the same system components as iCloud. The DMA insists competitors should enjoy the same degree of access as iCloud because Apple is seen as a gatekeeper, which means it is required to meet a higher set of standards.
Apple, of course, will inevitably — and rightly — argue that customer privacy needs to be protected, and that open, free, access to some of the data its trusted iCloud service can use is not in the consumer interest.
The company has already proposed one way in which it can provide third-party services with access to confidential data with a trusted intermediary system that anonymizes that information in use.
Why we need a Trusted System Agent model
That’s precisely what it offered Europe when it proposed a solution called Trusted System Agent — an intermediary that would allow virtual assistants to safely access the same features and capabilities as Siri AI for devices in the EU. Unfortunately, EU regulators didn’t accept Apple’s justification concerning the need to protect customer privacy, which is why Apple Intelligence won’t be available in Europe for a while, if at all.
That’s in Europe, of course. But the UK case is likely to get to court long before litigation processes in Europe get going, making the UK action an important test case in which yet another important component of Apple’s offering to consumers is up for trial.
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