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ChatGPT Voice está agora disponível no app reformulado para desktop

24 July 2026 at 00:08

Pouco mais de sete meses após descontinuar o modo de voz no então aplicativo do ChatGPT para desktop (atualmente, chamado de ChatGPT Classic), a OpenAI anunciou hoje que a mais nova versão do app do chatbot agora suporta o ChatGPT Voice, alimentado pelo novíssimo e versátil modelo GPT-Live.

Graças a essa versatilidade, o novo modo de voz pode fazer bem mais que apenas conversar. Além de poder ser usado em chats, ele também está integrado ao Work e ao Codex — o que significa que você pode usá-lo para coordenar e acompanhar tarefas, sem usar texto.

ChatGPT Voice is now in the desktop app.

Control your computer and direct multiple agents running in ChatGPT Work or Codex, using just your voice.

It's powered by GPT-Live, so it can speak, listen, and coordinate work in the app at the same time.

Rolling out globally today… pic.twitter.com/ODZWKqecCf

— OpenAI (@OpenAI) July 23, 2026

Para usar a novidade, é necessário abrir um novo chat ou uma nova tarefa vazia no app e selecionar a opção “Iniciar nova conversa por voz”. As conversas ou tarefas precisam necessariamente ser iniciadas nesse modo — caso contrário, apenas o ditado por voz estará disponível.

O ChatGPT Voice oferece suporte a uma alternância natural entre as falas. Você pode interromper o ChatGPT durante uma resposta, fazer uma pergunta complementar ou mudar de direção. Se o ChatGPT começar a executar uma tarefa, continue falando para verificar o progresso ou orientar o trabalho.

Além disso, a OpenAI destaca que é possível iniciar conversas separadas para conversas mais longas, enviar ao app uma screenshot para apresentar o contexto do que está na tela, bem como usar o recurso pelo Remote do iOS com o iPhone emparelhado ao computador.

O ChatGPT Voice no desktop está sendo disponibilizado gradualmente para os planos Plus, Pro, Business, Edu e Enterprise. Nos dois últimos, há um período inicial de duas semanas com acesso antecipado antes de o recurso ser ativado por padrão.

É possível baixar o novo app do ChatGPT para macOS nessa página.

Modo de voz do Claude ganha suporte aos modelos Opus e Sonnet

23 July 2026 at 23:32

A Anthropic anunciou uma atualização para o modo de voz do Claude, que agora passa a ser compatível com os modelos Opus e Sonnet, ampliando as suas capacidades de funcionamento.

Até então, o modo era compatível somente com o modelo Haiku, voltado a respostas rápidas e com menor tempo de raciocínio. Agora, aqueles que possuem acesso aos outros modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic poderão utilizá-los durante conversas por voz, aproximando a experiência da entrega feita durante as interações por texto.

Segundo a empresa, a novidade permite o uso para fornecer feedbacks sobre a comunicação do usuário, simular apresentações ou até mesmo auxiliar em sessões de pesquisa mercadológica e brainstorming. O modo de voz do Claude também se tornou compatível com a integração de aplicativos como Gmail, Google Agenda, Slack, Canva e Notion, permitindo que a IA altere os horários de reuniões, redija emails ou crie documentos diretamente por comandos de voz.

O recurso também passa a dar continuidade a partir de uma conversa iniciada em texto, utilizando automaticamente o modelo previamente solicitado para manter a fluidez das interações, sem a necessidade de recomeçar uma conversa para iniciar o modo de voz. A cota de uso é a mesma em ambas as formas de uso.

Quanto aos idiomas compatíveis, além do português (do Brasil) e do inglês, temos francês, alemão, hindi, indonésio, italiano, japonês, coreano e espanhol (da Espanha e América Latina). A Anthropic pontua que o idioma deverá ser selecionado manualmente, já que o Claude não é capaz de reconhecer essa informação automaticamente.

No momento, a repaginada do recurso está em versão beta tanto para os usuários do Claude no app mobile quanto nas versões web e desktop — a Anthropic, porém, recomenda o uso principalmente no celular. Até agora, apenas os planos pagos possuem acesso aos modelos Sonnet e Opus, enquanto usuários da versão gratuita permanecem com o Claude Haiku.

Ford integrará Apple Maps à plataforma dos seus carros elétricos em 2027

23 July 2026 at 15:48

A Apple anunciou hoje uma parceria com a Ford para que o Apple Maps seja integrado à Universal Electric Vehicle Platform (UEV) da montadora até 2027, por meio do seu kit de desenvolvimento MapKit for Automotive.

A Maçã ainda afirmou que as informações cartográficas em nível de via serão utilizadas pela equipe Latitude AI da Ford para desenvolver um sistema de condução hands-free.

Com o novo SDK 1Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software., a plataforma UEV da Ford permitirá navegação curva a curva a partir de instruções em linguagem natural, informações de trânsito e incidentes em tempo real, busca intuitiva com cartões detalhados de locais e opções de rotas inteligentes.

A Ford deverá utilizar os dados viários dos Mapas da Apple para aprimorar a próxima geração do BlueCruise, seu sistema de condução sem as mãos para rodovias. A experiência da plataforma UEV poderá se assemelhar à dos Mapas no CarPlay, oferecendo um roteamento inteligente para elétricos e pré-condicionamento de bateria — nesse caso, integrados diretamente ao sistema de navegação do veículo.

O CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Ford, Jim Farley, comentou a parceria:

Nossos novos carros de porte médio terão um preço por volta de US$30.000 e redefinirão o que a tecnologia avançada pode ser — simples, útil e realmente acessível para mais consumidores. […] Nós temos o orgulho de incorporar a navegação e a tecnologia de navegação de mapas do Apple Maps diretamente na nossa Universal Electric Vehicle Platform, dando aos consumidores uma experiência definitiva de navegação junto com o nosso app da Ford, uma suíte completa de software e a próxima geração do BlueCruise, tudo habilitado para uma nova arquitetura zonal. O Apple Maps entregou um produto de classe mundial, e estamos honrados em ser um dos primeiros a incorporá-lo diretamente em um veículo, ajudando a definir uma condução mais intuitiva e capaz.

Para os proprietários de carros da Ford, a Apple confirmou a continuidade do suporte ao CarPlay, embora a colaboração permita que até mesmo quem não utiliza um iPhone possua os Mapas da Apple com todos os seus recursos. Com o kit de desenvolvimento MapKit for Automotive, a expectativa da Apple é que mais montadoras incorporem os Mapas aos seus próprios sistemas.

Notas de rodapé

  • 1
    Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software.
  • 2
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Nova interface para personalizar voz da Siri é encontrada no macOS 27 beta

23 July 2026 at 15:12

Um membro do fórum do MacRumors identificado como mactracker descobriu, na quarta beta do macOS Golden Gate 27, uma nova interface a qual permitirá que usuários personalizem a voz da Siri.

Desativada por padrão, ela lembra, de certa forma, a interface de ajuste dos estilos fotográficos do iOS, com o usuário tendo que segurar e arrastar o dedo — ou, no caso do Siri no macOS 27, o cursor do mouse — por uma malha de pontos brancos.

Como explicado por mactracker, conforme o cursor do mouse navega por essa malha, a voz da Siri é modulada para reproduzir certas características. Quanto mais o cursor do mouse se aproxima de um ponto, mais clara a voz da Siri fica.

Esse “voice pad”, como a interface está sendo popularmente chamada, também conta com animações elaboradas e bastante coloridas, além de vir acompanhado de um áudio de referência — com direito a Áudio Espacial (Spatial Audio) — que fica tocando sem parar no fundo.

Ainda segundo as informações, essa malha comporta 13 pontos diferentes, sugerindo que o novo sistema operacional do Mac ganhará novas opções de vozes para a assistente virtual. Como a quarta beta do macOS 27 não conta com todos os modelos de voz necessários, no entanto, apenas 2 opções personalizadas podem ser definidas pelo usuário por enquanto.

A nova versão do sistema também inclui um arquivo com descrições (algumas mais completas do que outras) para todas essas 13 vozes:

GêneroIdadeCaracterísticasEstilo
FemininoJovemFala mansa—
FemininoJovemSussurrante, brilhante, suave—
FemininoAdulto na faixa dos 20 anos——
FemininoAdulto na faixa dos 30 anos—Amigável
FemininoAdulto na faixa dos 30 anos—Entusiasmada, relaxada, aconchegante
FemininoAdulto na faixa dos 40 anos——
FemininoVelho——
MasculinoJovem——
MasculinoAdulto na faixa dos 30 anosProfunda—
MasculinoAdulto na faixa dos 30 anosSuave—
MasculinoAdulto na faixa dos 30 anosRicaAmigável
MasculinoVelho——
MasculinoDesconhecido——

Ativar essa interface, porém, não é exatamente fácil, com usuários tendo que desativar o recurso System Integrity Protection (SIP) e sobrepor o código interno usando um depurador. Caso contrário, o sistema continuará exibindo o menu tradicional da voz da Siri no app Ajustes do Sistema (System Settings).

Por fim, embora essa interface tenha sido encontrada apenas no macOS 27, ela utiliza o mesmo framework de configuração da Siri que o iOS 27 e o iPadOS 27, o que sugere que ela também poderá dar as caras em iPhones e iPads. Ademais, também foi confirmado que ela será localizada para 44 outros idiomas.

via MacRumors

Aplicativo Apple Store poderá ganhar assistente alimentado por IA

22 July 2026 at 23:37

A Apple estaria testando um assistente de inteligência artificial para o aplicativo Apple Store — aparentemente nos mesmos moldes do recurso que a empresa tem testado desde o ano passado no app Suporte.

A maior evidência do futuro assistente já está disponível na página de privacidade do app Apple Store, o que indica que ele também está sendo testado com um grupo seleto de usuários.

Na descrição do assistente, a Apple também destaca que ele coletará e armazenará dados para personalizar a experiência do chat e possivelmente otimizar o assistente — inclusive compartilhando o chat com parceiros.

Como observado pelo MacRumors, isso pode indicar que a Apple usará um modelo de IA de terceiros para alimentar esse assistente.

Eis a descrição da novidade:

Caso o assistente virtual de compras do app Apple Store esteja disponível, a Apple coletará e armazenará as informações da sua conta, identificadores do dispositivo, informações da operadora e do chat, e, se habilitados, dados da localização para personalizar a experiência do chat, fornecer respostas relevantes e, caso opte, otimizar o assistente virtual de compras. Antes de compartilhar o chat com nossos parceiros, a Apple remove os identificadores pessoais do chat. Nossos parceiros usam tais informações somente para ajudar a Apple a fornecer respostas conversacionais. A Apple salvará as transcrições para nossa análise comercial, disponibilizando-as assim que você retornar ao app Apple Store, e, caso opte, para otimizar o assistente virtual de compras. É possível controlar se o uso que você faz do assistente virtual de compras será aproveitado para oferecer uma experiência melhor, basta acessar Conta » Configurações e selecionar “Otimizações de Chat” no app Apple Store.

Detalhes sobre o funcionamento do recurso em si ainda não foram divulgados pela Apple.

Apple Sues OpenAI Over Trade Secrets

13 July 2026 at 20:02

Sarah Perez (PDF, Hacker News, MacRumors):

The iPhone maker alleges that this misconduct, which it says reveals a pattern of theft from OpenAI employees who previously worked at Apple, was directed by OpenAI’s senior leadership, including Chief Hardware Officer Tang Tan.

The lawsuit, which was filed in the U.S. District Court for the Northern District of California, accuses Tan of using Apple’s confidential project code names during OpenAI’s recruiting process, asking job candidates to bring in Apple hardware components to their interviews, coaching departing Apple employees on how to evade the company’s security procedures, and asking for details about the company’s unannounced products.

Apple’s allegations are detailed and shocking, and it sounds like they have a lot of evidence.

Chance Miller:

The lawsuit names Chang Liu and Tang Tan as two of the defendants. Tang Tan served as VP of product design at Apple, leading iPhone and Apple Watch product design. He departed the company in February 2024 to work with Jony Ive. Chang Liu, meanwhile, worked at Apple for eight years and was a senior system electrical engineer before departing to join OpenAI in January 2026.

Apple’s lawsuit also names OpenAI and io Products as defendants.

OpenAI’s hardware efforts are being led by Jony Ive, Apple’s former chief design officer.

[…]

Ive, Hankey, and Cannon are not personally mentioned anywhere in Apple’s initial filing today.

Emma Roth:

Here are the most surprising claims in Apple’s 41-page filing.

Marcus Mendes (MacRumors):

OpenAI’s Director of Strategic Communications, Drew Pusateri, took to X to comment on the company’s behalf.

In his post, he claims OpenAI has “no interest in other companies’ trade secrets,” adding that OpenAI remains “focused on building innovative technology that empowers people everywhere.”

This seems like a weak response, given that Apple says it reported its findings to OpenAI in February and never heard back. Presumably, they’ve already investigated but see the situation as serious enough that they need to say as little as possible.

It’s not clear to me the extent to which Apple believes the behavior was limited to the named defendants. It’s hard to believe that the rest of OpenAI’s leadership—including Altman and Ive—were unaware, given the scale of their recruiting from Apple. It’s equally hard to believe that they were aware and thought they could get away with it. I guess little from Altman would surprise me at this point. I’d like to believe that Ive wasn’t part of it, but then are we to believe that his former coworkers all kept him in the dark?

Nick Heer:

What is immediately notable about this whole thing is the myriad conflicts of interest. Apple, of course, has a current partnership with OpenAI to power Apple Intelligence features, something repeatedly mentioned on the previous version of its marketing webpage, and conspicuously absent on the current one.

But the history runs far deeper. Among the defendants in the suit is io Products — do not blame me for that capitalization choice — founded by Jony Ive and acquired by OpenAI last May. Total mentions of “Ive” in the body of this lawsuit? Zero. Also, one of the investors in Ive’s company was Emerson Collective, founded by Laurene Powell Jobs, and which now has equity in OpenAI. Neither Emerson nor Powell Jobs are defendants.

M.G. Siegler:

It all reads a bit as if Apple has been building up evidence of these allegations for some time and recently got their smoking gun. It’s not just nebulous “trade secrets” either, there are specific mentions down to “metal finishing techniques” that Apple apparently invented and protected.

It also comes a little less than a month after OpenAI was rumored to be threatening Apple with a lawsuit over the perceived failure of their deal to bake ChatGPT into the iPhone. As I wrote at the time, even just that threat was clearly not going to go over well in Cupertino.

John Gruber (Mastodon):

Footnote 13 on p. 15 states:

Apple and OpenAI have a commercial relationship involving the integration of OpenAI’s ChatGPT into Apple Intelligence. The companies have entered into a written agreement governing that integration. That agreement is not at issue here. OpenAI’s acts of trade secret misappropriation alleged herein do not arise from and have no connection to that agreement.

Be that as it may legally speaking, in practical terms it seems untenable for that Apple Intelligence partnership to continue after this.

Jason Snell:

All that bubbling-under-the-surface tension between Apple and OpenAI is now out in the open!

M.G. Siegler:

Namely, while Apple frames OpenAI – or at least its fledgling hardware division – as “rotten to its core” (interesting terminology!), they really only have a case against two and maybe three individuals. But they also clearly believe that if this case goes to trial, they will have a case against a lot more.

[…]

The parallels to the Anthony Levandowski situation after he left Google for Uber have been drawn.

[…]

It is interesting that Apple is not suing Yu-Ting “Alyssa” Peng, who is named in the suit as a co-conspirator with Liu while she was still employed at Apple, before she also subsequently went to work at OpenAI. Is it possible she’s cooperating or has cooperated with Apple in this investigation?

[…]

Even if these allegations are found to be untrue or embellished, can he reasonably stay at OpenAI now? And perhaps that’s the real outcome Apple is looking for here, as they clearly frame him as the ringleader of the 400-plus people who have come over to OpenAI from Apple.

Hartley Charlton:

OpenAI’s ambitions to build a hardware rival to the iPhone are already running into trouble because of Apple’s trade secret lawsuit, according to Bloomberg’s Mark Gurman, who argues the damage is showing up well before any court ruling.

[…]

The scale of the talent drain is a major part of why this matters to Apple. More than 400 former Apple employees now work at OpenAI, including former Apple design chief Jony Ive, and Gurman says the company poached so heavily from Apple’s iPhone product design group specifically that Apple had to rebuild parts of the team. Apple has responded with bigger retention bonuses and executives personally working to keep engineers from leaving.

Jeff Johnson:

OpenAI stole stuff? I can’t believe it! I thought they were done with stealing after they stole literally everything on the internet.

Colin Cornaby:

I’m sure there’s no problem with sending this company all your source code they pinky swear not to train on.

Steve Troughton-Smith:

I can’t believe this awful company solicited confidential information and stolen trade secrets, hiring from this other company while pretending to partner with them. ‘Rotten to the core’ indeed

😛

He’s referencing Apple doing this to Masimo. And, of course, Steve Jobs himself directed Apple to engage in illegal hiring practices.

Previously:

Update (2026-07-17): See also: Dithering.

Tim Hardwick (FT, Hacker News):

Apple has reportedly sent legal letters to dozens of former Apple employees now working at OpenAI, telling them to preserve potentially relevant documents and communications as it continues to pursue its trade secret lawsuit against the AI company.

Update (2026-08-06): Hartley Charlton (PDF):

OpenAI has asked a federal judge to dismiss Apple’s lawsuit accusing the AI company of stealing trade secrets, calling the allegations “meritless.”

Previously:

Sunsetting ChatGPT Atlas

10 July 2026 at 16:47

James Sun (via Tim Hardwick):

Lastly, with all these updates, we are going to be sunsetting Atlas.

All these capabilities were built on what we learned from Atlas users who took a leap of faith on a new browser.

You taught us how agents can help make browsing and doing work on the open web better, and we are applying these learnings to these new products.

Zac Hall:

With the new ChatGPT desktop app, OpenAI now has a desktop app with robust browser capabilities. ChatGPT (and Codex before it) also supports a Chrome desktop browser plugin. This lets Chrome users benefit from ChatGPT integration without completely switching browsers.

Kyle Hughes:

Anthropic and OpenAI have legacy software media in the blender because they are playing a new game. They are legitimately racing to build God. The products they release are one-off fundraising vehicles to buoy the next training run. They are not trying to build long-term consumer goodwill.

Previously:

Core AI Announced

18 June 2026 at 19:55

Meet Core AI:

Discover Core AI, Apple’s new framework for on-device AI model deployment. Tour the ecosystem, from Python libraries for converting, authoring, and optimizing models, to a Swift API for simple plug-and-play inference and advanced use cases with strict latency and memory requirements. Explore the new Core AI models repository with ready-to-run examples for popular architectures. See how deep Xcode integration, including ahead-of-time model compilation, streamlines the workflow so you can deliver smarter, more responsive app experiences.

Dive into Core AI model authoring and optimization:

Dive into the complete custom model deployment workflow for Apple silicon with the new Core AI framework. Discover powerful techniques for authoring models using custom Metal kernels, alongside platform-aware compression strategies. The new Core AI Debugger offers deep intrinsic analysis, and AI-assisted workflows guide you from initial concept to optimized on-device execution.

Integrate on-device AI models into your app using Core AI:

Discover a curated collection of popular open-source models — including Qwen, Mistral, SAM3, and more — optimized for Apple silicon using the new Core AI Framework. Learn how to download, run, and benchmark models on your Mac, and integrate them into your app with just a few lines of code. Explore a new workflow for model compilation and on-device specialization to speed up first-time model load. Find out how to profile and optimize runtime performance with Core AI tools in Xcode.

Core AI Documentation (Hacker News):

Core AI helps you build, run, and deploy AI models in your app. Designed with Apple silicon in mind, Core AI allows your app to use the latest model architectures and inference techniques across the CPU, GPU, and Neural Engine. The Swift API makes common tasks simple, while giving you more control over model specialization, caching, and inference performance when needed.

Previously:

Samsung anuncia Galaxy Z Fold8, Z Fold8 Ultra e Z Flip8, além de novos smartwatches

22 July 2026 at 17:51

Na mais recente edição do seu tradicional evento anual Unpacked, a Samsung revelou os seus novos smartphones dobráveis (o Galaxy Z Fold8, o Galaxy Z Fold8 Ultra e o Galaxy Z Flip8), além de novos smartwatches.

Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.

Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!

Galaxy Z Fold8

Samsung Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung

Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.

Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.

A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).

Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.

Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.

Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Z Fold8 Ultra

Divulgação/Samsung

Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.

Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.

Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.

Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Z Flip8

Samsung Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung

Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.

Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.

Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.

O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Watch9 e Ultra2

Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.

Samsung Galaxy Watch9 e Ultra2
Divulgação/Samsung

Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.

Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).

Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.

Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.

Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.

Inteligência artificial

Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.

A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.

Preço e disponibilidade

Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.

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Claude Code ganha suporte ao iOS Simulator

22 July 2026 at 14:41

A Anthropic implementou no Claude Code a possibilidade de testar aplicativos para iPhone em um painel interativo do iOS Simulator.

Aos interessados, será possível construir aplicativos para iPhones diretamente do Claude Code Desktop a partir da versão 1.24012.0 do app. A integração possibilita ainda a utilização de toques, gestos e atalhos da solução nativa da Apple para simular o iPhone.

Claude Code on desktop now works with the iOS simulator.

Build and run your iOS app, and the simulator opens in a panel right next to your conversation. Available today in public beta. pic.twitter.com/su4IguzPVb

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) July 21, 2026
O Claude Code no desktop agora funciona com o simulador do iOS.

Construa e execute seu aplicativo para iOS, e o simulador abre em um painel bem ao lado da sua conversa. Disponível hoje em beta público.

O recurso é exclusivo da versão para macOS do Claude Code (levando em conta, claro, a disponibilidade do Simulator da Apple), e é necessário ainda ter o Xcode com a plataforma iOS instalada.

Para executar um determinado app, basta abrir o projeto na aba “Code” do Claude Code Desktop, pedir à inteligência artificial (IA) para testar o aplicativo e… pronto. É possível que no primeiro acesso o app solicite uma permissão para seguir com a instalação. O painel dispensa o uso do Computer Use (com exceção da versão em CLI), controlando diretamente o uso do iOS Simulator.

Ainda em beta pública, a ferramenta exige sessões locais, pois sessões em nuvem não são capazes de acessar simuladores instalados no Mac. A novidade está disponível para usuários dos planos Pro, Max e Team.

Filmada com o iPhone 17 Pro, “Nido de Villanas” é a aposta da Apple no mundo das micronovelas

22 July 2026 at 14:13

As novelas verticais já são um fenômeno à parte na América Latina, e a Apple parece estar ciente disso: brincando com o gênero, ela disponibilizou no seu canal do YouTube “Nido de Villanas”, uma micronovela mexicana dividida em 14 partes e filmada com o iPhone 17 Pro.

Cada um dos 14 episódios, com duração estimada de 2 minutos, faz uso dos principais recursos de gravação do iPhone, como o modo Ação (Action mode), o zoom óptico de 8x ou até mesmo o modo de câmera lenta do aparelho.

A Maçã compartilhou um vídeo apresentando a produção:

Com uma trama “repleta de ambição, segredos e traições, na qual quatro mulheres estão dispostas a fazer de tudo para ficar com a fortuna dos Iturribiaga”, “Nido de Villanas” oscila entre emular as novelas mexicanas — referência histórica do gênero — e apresentar as principais funcionalidades de vídeo disponíveis no iPhone 17 Pro.

Esse enquadramento em termos de formato, diga-se de passagem, proliferado especialmente por estúdios asiáticos em plataformas de vídeos curtos (como o TikTok ou o Kwai) movimenta uma indústria que disputa a longeva hegemonia das telenovelas.

Foi o suficiente para que conglomerados conhecidos por sua dominância no segmento, como a TV Globo (no Brasil) e a Televisa (no México), oferecessem suas contrapartidas na transformação pela qual as novelas passam diante da mudança de hábito de consumo na América Latina e em todo o mundo. A opção da Maçã, evidentemente, carrega menos desse peso, mas demarca um possível interesse de presença nesse mercado.

“Nido de Villanas” está disponível no canal da Apple no YouTube, podendo ser visualizada na seção de Shorts da plataforma.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.999,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

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Vídeo: as novidades de IA no Safari, Atalhos e Fotos no macOS Golden Gate 27

22 July 2026 at 13:00

Dando continuidade à nossa série de vídeos sobre o macOS Golden Gate 27, desta vez o foco foi em novidades que espalham inteligência artificial por diferentes cantos do sistema: Safari, Atalhos (Shortcuts), Finder, Image Playground e Fotos (Photos).

Neste segundo vídeo, mostramos o agrupamento inteligente de abas no Safari, os recursos de IA no app Atalhos e a sugestão inteligente de nomes para pastas no Finder, feita com base no conteúdo que elas guardam. Fechamos com o Image Playground e as novas ferramentas da Apple Intelligence que chegaram ao app Fotos.

Ainda tem mais pela frente nessa cobertura do macOS 27 — continue acompanhando o canal do MacMagazine para não perder os próximos vídeos! 😀

Google lança modelos Gemini 3.6 Flash, 3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

21 July 2026 at 18:57

O Google apresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.

A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.

Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.

Meet the new Gemini models ↓ pic.twitter.com/hVYNQqxgjd

— Google (@Google) July 21, 2026
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis ​​em escala.

Conheça os novos modelos Gemini. ↓

Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.

Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.

Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.

3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.

Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.

Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.

Notas de rodapé

  • 1
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

Adobe explora mais recursos de IA em seu app de fotografia Project Indigo

21 July 2026 at 14:39

A Adobe anunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.

Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).

Recurso Styles do Project Indigo da Adobe
Divulgação/Adobe

De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:

Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.

Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.

Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.

via TechCrunch

Notas de rodapé

  • 1
    Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.
  • 2
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
  • 3
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

Betas do iOS 27 trazem novidades para a Siri AI, nova animação de bateria fraca e mais

20 July 2026 at 23:25

A Apple liberou hoje as quartas versões betas dos sistemas 27 e, como já é tradição, os desbravadores de plantão já descobriram uma série de novidades nas novas compilações.

Veremos, a seguir, tanto novidades que acabaram de pintar quanto algumas que chegaram ainda com a terceira beta (além daquelas que já havíamos falado).

iOS 27 (quarta beta)

Começando pelas novidades que chegaram hoje, a maioria delas tem relação com a Siri AI. Agora, por exemplo, o sistema exibe uma tela de boas-vindas para o usuário quando ele usa a nova assistente pela primeira vez.

New in iOS 27 beta 4: There is a new splash screen when using Siri AI for the first time pic.twitter.com/R6kFXk1loF

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Falando em Siri AI, a nova beta acrescentou novas opções de vozes na personalização da Siri — que requerem dispositivos com pelo menos 12GB de memória, cabe recordar.

New in iOS 27 beta 4: Apple has added more Siri voices with a note that customizations for them are coming soon pic.twitter.com/5ksQXTERAm

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Já na seção da Siri do aplicativo Ajustes, há uma nova opção para ajustar o tamanho das prévias das informações da assistente, com a possibilidade de escolher entre nenhuma e até até cinco linhas. No menu de Acessibilidade, há uma nova opção “Sempre Mostrar Solicitação” que exibe na tela uma transcrição do que você diz à Siri.

New in iOS 27 beta 4: Siri app preview settings

You can choose how many lines between 0-5 pic.twitter.com/7yRgzdHtMa

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Além disso, a Apple removeu o recurso que causava um efeito de profundidade ao abrir a central de notificações. Ao deslizar, era possível ver um recorte do elemento principal do papel de parede da Tela de Início, mas isso não está mais disponível.

iOS 27 beta 4 removes the depth effect when opening Notification Center, a change that first showed up in beta 3. pic.twitter.com/1at4mqM3KU

— Beta Profiles (@BetaProfiles) July 20, 2026

Ainda em termos de correção, os ícones de atalhos na Tela Bloqueada mantém a aparência tanto no modo escuro quanto no modo claro.

Outras novidades incluem:

  • Na seção de ajustes do app Apple TV, há uma nova opção “Downloads Automáticos”. Ao ativá-la, os dois próximos episódios das séries que você começar a assistir na seção “Continuar Assistindo” serão baixados automaticamente.
  • Uma nova opção “Ampliar fotos para preencher”, na seção de ajustes do aplicativo Fotos (Photos), amplia levemente as fotos que têm proporção próxima à da tela e vem ativada por padrão.
  • Na seção Câmera (Camera) do aplicativo Ajustes, há uma opção para escolher um formato ProRes Log se você ativar o Apple ProRes.
  • Existe uma opção para ativar ou desativar o recurso Assistência ao Wi-Fi para cada rede Wi-Fi conectada, independentemente de a função geral estar ativada ou não.
  • A Central de Controle agora suporta o novo controle deslizante para o Modo Adaptável (Adaptive Mode) dos AirPods Pro.

iOS 27 (terceira beta)

Ainda durante o ciclo da terceira beta, outro destaque vai para a possibilidade de a Siri AI obter informações de aplicativos de terceiros — algo que, por ora, parece se restringir a informar o nível de bateria de veículos elétricos.

Siri AI can use third-party apps in iOS 27 beta 3! pic.twitter.com/YaxCmqewu2

— Max Weinbach (@mweinbach) July 6, 2026

O app Traduzir (Translate), por sua vez, também suportará os idiomas/dialetos português (Portugal), dinamarquês, malaio, norueguês bokmål, sueco, cantonês (chinês tradicional) e espanhol (México e Estados Unidos).

Além disso, uma nova (e bem bonita) animação ao estilo Liquid Glass para o ícone de bateria fraca aparece quando o iPhone está prestes a “morrer”.

Apple really cooked with iOS 27 Beta 3🔥
That new liquid-glass, low-battery animation is absolutely sick. The glow and texture on the graphic are pure eye candy—almost makes you want your phone to die just to look at it. pic.twitter.com/gmFwRMhSbd

— Yash (@Phonenurd) July 6, 2026

Por fim, de acordo com o Cult of Mac, especificamente na terceira beta do watchOS 27, a Apple passou a permitir usar a Siri para configurar um tempo adicional para um timer já em andamento — algo impossível até então nos relógios da Maçã.


Alguém por aí já testando essas novidades?

via 9to5Mac, MacRumors

Nova interface contextual da Siri AI é descoberta no macOS 27; veja como ativá-la

20 July 2026 at 16:35

A Apple está testando uma nova interface na beta do macOS Golden Gate 27 que exibe uma série de atalhos da Siri AI sempre que o usuário seleciona texto em um app qualquer.

Descoberta pelo usuário identificado como “pdfu” em uma comunidade do Reddit, a novidade está claramente inacabada, o que explica o fato de ela vir desativada por padrão nas versões mais recentes do sistema operacional.

Como é possível notar abaixo, a interface assume a forma de um popover que aparece no canto superior esquerdo da seleção feita pelo usuário. Além disso, os atalhos são contextuais, o que significa que ações diferentes poderão ser sugeridas dependendo do conteúdo em destaque.

Caso o usuário esteja trabalhando em um texto, o recurso exibirá atalhos relacionados às Ferramentas de Escrita (Writing Tools), só para citar um exemplo. Ainda de acordo com as informações, o recurso também pode sugerir ações como enviar um email, adicionar um número aos contatos, exibir um endereço no app Mapas (Maps) ou rastrear um voo.

Para testar a novidade, é necessário estar rodando a terceira beta para desenvolvedores ou a primeira beta pública do macOS 27. Feito isso, basta abrir o Terminal, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo mkdir -p /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain && sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool true

Para desativar a novidade (o que talvez se prove necessário, já que, como dito, ela ainda está inacabada e apresenta inconsistências), basta abrir o Terminal novamente, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool false

Como essa nova interface já está disponível (mesmo que escondida) nas betas do macOS 27, é bem possível que ela dê as caras em uma futura versão de teste do sistema — provavelmente em um estado bem mais polido.

via iThinkDifferent

Apple teria descartado dois modelos do Mac Pro, incluindo um com chip Intel

20 July 2026 at 15:14

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista da Bloomberg Mark Gurman comentou sobre os planos da Apple envolvendo o Mac Pro antes de anunciar a sua descontinuação no início do ano — incluindo dois modelos descartados e variantes ainda mais poderosas dos chips Apple Silicon do que as da linha Ultra — e a implementação da inteligência artificial (IA) no atendimento do Genius Bar.

Segundo o Gurman, a Apple desenvolveu pelo menos dois modelos do Mac Pro que nunca viram a luz do dia: um com processador da Intel — mesmo depois do lançamento da linha M1, curiosamente —, de codinome J170, para atender casos específicos; e outro equipado com o M3 Ultra, chamado internamente de J190 e previsto para ser lançado junto da última leva do Mac Studio, que chegou ao mercado no começo do ano passado. 

Um caminho possível para a linha seria um suposto chip superior aos do sufixo Ultra; citado pelo jornalista como a variante “Extreme”, ele teria como objetivo oferecer o dobro de núcleos de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. em relação aos do Ultra, e o desenvolvimento do projeto chegou até o M3 antes de ser encerrado devido à preocupação com custos e demanda.

Genius Bar com IA?

Na mesma edição, o jornalista comentou que a Apple passou a testar a implementação de um sistema que utiliza IA para registrar conversas entre clientes e funcionários do Genius Bar.

Divulgação/Apple

Intitulado Live Notes, o recurso opcional testado em algumas Apple Stores permitiria que os funcionários do Genius Bar registrassem transcrições dos seus atendimentos com uma ferramenta capaz ainda de resumir as interações com os clientes. Ambas as partes deverão consentir com a gravação e o resultado final é passível de ajustes, sendo adicionado ao iPad do funcionário como parte do registro do atendimento ou reparo.

Ainda assim, o teste gerou preocupações entre os empregados, os quais temem que esses registros poderão ser usados para metrificar avaliações de desempenho e o trabalho dos colegas. A Apple teria descartado essa possibilidade, afirmando que as gravações não serão armazenadas e que nem mesmo os gerentes possuirão acesso às transcrições.

Notas de rodapé

  • 1
    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

20 July 2026 at 13:36

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

Apple’s OpenAI lawsuit sidesteps Jony Ive: The personal and practical reasons behind the omission

20 July 2026 at 17:00
Jony Ive
Jony Ive

Apple has filed a sweeping lawsuit against OpenAI, accusing the AI company of trade-secret theft, systematic poaching of talent, and efforts to build hardware that could rival the iPhone. Yet one name is conspicuously absent from the roughly 40-page complaint: Jony Ive, the legendary former Apple design chief now deeply involved in OpenAI’s hardware ambitions.

Ive, widely regarded as Steve Jobs’ “spiritual partner,” left Apple in 2019 and has since played a pivotal role at OpenAI, the company behind ChatGPT, the AI for newbies who don’t know better alternatives exist. Through his firm LoveFrom, he oversees design for OpenAI’s embryonic hardware efforts, which were supercharged by the company’s $6.5 billion acquisition of io Products, a startup co-founded by Ive. Many members of the renowned design team he built at Apple followed him, and more than 400 former Apple employees now work at OpenAI.

Why the Omission of Ive?

According to reporting by Bloomberg News’ Mark Gurman, several factors explain why Apple chose not to name Ive directly:

• Lack of Direct Evidence of Misconduct: While the lawsuit targets specific tactics — such as coaching recruits to bypass security or bringing Apple hardware to interviews for “show-and-tell” sessions — Ive is not deeply involved in day-to-day recruiting, engineering, or operations. Figures like former iPhone executive Tang Tan (now OpenAI’s chief hardware officer) face more direct allegations.

• Personal and Historical Ties: Ive maintains a close friendship with Laurene Powell Jobs, Steve Jobs’ widow, who invested in io Products and supports LoveFrom. Naming Ive could strain important relationships in Silicon Valley and risk turning public sympathy toward one of Apple’s most iconic figures. Ive even spoke at Jobs’ memorial service.

• Optics and Legacy: Ive remains synonymous with Apple’s greatest hits. Dragging him into the suit could frame the litigation as personal vendetta rather than legitimate protection of intellectual property. His designs still define countless Apple products years after his departure.

Ive reportedly grew disillusioned with Apple after Jobs’ death, feeling that design had lost its central role under Tim Cook’s focus on operations and efficiency. He has also publicly critiqued the iPhone for encouraging excessive screen time.

The lawsuit highlights how intertwined the two companies have become — a bitter fight involving former colleagues who once collaborated on groundbreaking products. Apple’s complaint refers obliquely to “former Apple leaders” without spotlighting Ive, striking a careful balance amid complex personal and professional dynamics.

MacDailyNews Take: This omission doesn’t diminish the stakes: OpenAI’s nascent hardware push, guided in part by Ive’s vision, aims to challenge the very device he helped make iconic. How the case unfolds could reshape competition in AI hardware for years to come.


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Apple sends legal preservation letters to dozens of former employees now at OpenAI

17 July 2026 at 14:00

Apple logo

Apple has intensified its high-stakes legal fight against OpenAI by sending formal preservation letters to approximately 40 former employees who now work at the AI company, according to reports from the Financial Times and corroborated by tech outlets.

The move comes just one week after Apple filed a lawsuit against OpenAI (and its hardware-focused entity, io Products), along with two named former Apple executives: Tang Tan (OpenAI’s Chief Hardware Officer) and Chang Liu (a senior hardware team member). In the complaint, Apple accuses OpenAI of orchestrating a coordinated effort to poach talent and misappropriate confidential information related to hardware engineering, product development, manufacturing processes, and other proprietary designs.

Preservation Letters: What They Mean

These letters are not lawsuits themselves, but formal legal notices requiring recipients to preserve all potentially relevant documents, communications, emails, files, and other evidence. They serve as an early step in litigation to prevent the destruction or alteration of materials that could be critical to the case. Apple appears to believe the alleged misconduct extends beyond the individuals explicitly named in the original filing, viewing the evidence uncovered so far as potentially just the “tip of the iceberg.”

Apple’s lawsuit highlights that more than 400 former Apple employees have joined OpenAI. While hiring talent from competitors is common in Silicon Valley (especially in California, where non-compete agreements are limited), Apple alleges specific breaches involving the theft of trade secrets, violation of employment contracts, and improper use of proprietary information to accelerate OpenAI’s hardware ambitions, particularly its reported AI device development.

Background on the Dispute

• Key Defendants: OpenAI, io Products, Tang Tan (24-year Apple veteran who led product design), and Chang Liu (former senior system electrical engineer).

• Apple’s Demands: An injunction to stop OpenAI from using any Apple-derived information, plus monetary damages.

• OpenAI’s Response: The company has denied the allegations, stating it is “not aware of any evidence that this complaint has merit.”

The escalation underscores growing tensions between the two tech giants. Apple, a leader in consumer hardware, is protective of its tightly controlled supply chain and engineering secrets, while OpenAI is pushing aggressively into hardware to leverage its chatbot.

This development is likely to fuel further scrutiny of talent poaching in the AI sector, where companies compete fiercely for top engineers. Legal experts note that preservation letters are standard in complex intellectual property cases and signal Apple’s intention to build a broader case through discovery.

As the lawsuit progresses, both sides will be watching closely, especially as OpenAI continues its hardware timeline reportedly unchanged despite the legal pressure. The case could set important precedents regarding employee mobility, trade secret protection, and the blurry lines between accumulated expertise and stolen proprietary information in the fast-moving tech industry.

MacDailyNews Take: OpenAI, the company behind ChatGPT, the AI for newbies who don’t know better alternatives exist, seems to be filled with traitors.


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