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Após resultados financeiros, ações da Apple despencam mais de 7%

Apenas três dias após quebrar a barreira dos US$5 trilhões em valor de mercado, a Apple registrou uma queda e tanto no mercado de ações — algo que sucedeu a sua última conferência de resultados financeiros, realizada ontem (30/7).

Avaliada agora em US$4,537 trilhões (US$308,91 por ação, queda de 7,35%), a Maçã já tinha visto o valor dos seus papéis recuar cerca de 3% ainda ontem, logo após o fim da reunião com investidores, nas negociações pós-fechamento da Nasdaq.

Entre as causas dessa queda, estão um crescimento menor que o esperado para a App Store e para o segmento de serviços como um todo, além de desafios enfrentados pela companhia na cadeia de fornecimento — tanto pela forte demanda de produtos como o iPhone e o Mac quanto pela crise no mercado de memórias —, o que não afetou os resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal de 2026, mas nos dá um prognóstico do que pode vir pela frente.

Como era de se esperar, a queda grande de hoje fez com que a Apple perdesse o posto de empresa mais valiosa do mundo, ocupado agora pela NVIDIA [$NVDA], que fechou o dia avaliada em US$4,862 trilhões (US$200,75 por ação, +2,93%).

A gigante de Cupertino, no entanto, permanece à frente da Alphabet [$GOOG], que apresentou hoje um crescimento forte de 6,88% e fechou o dia avaliada em US$4,362 trilhões (US$356,65 por ação).

Em quarto lugar, temos a Microsoft [$MSFT], um dia após suas ações registrarem a maior valorização da história em um único dia (ontem os papéis subiram 15,51%, adicionando cerca de US$450 bilhões ao valor de mercado da companhia). Avaliada agora em US$3,451 trilhões (US$464,72 por ação), ela apresentou hoje um crescimento de 3,02%.

Que reviravolta, hein?! 💸

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How AI may drive union-resistant tech workers to the bargaining table

Tech workers are increasingly unionizing, trading Silicon Valley’s myth of exceptionalism for collective bargaining to contest the corporate deployment of artificial intelligence

For decades, the technology industry was a fortress that labor unions couldn’t breach. Tech workers already had cushy compensation packages, dream benefits like unlimited vacation and free lunch, and a flat corporate hierarchy that made engineers feel as powerful as their bosses, all of whom dressed down in sneakers and hoodies. So why unionize?

Now, that fortress is cracking from the inside. Unions have become increasingly popular for tech employees. After months of mass layoffs tied to artificial intelligence and mounting anxieties about how it’s being deployed, some tech workers say they’ve been saddled with higher workloads while facing the threat of job loss caused by the very products they’re building. Workers from Google DeepMind and Meta in the UK are also objecting to how their companies’ AI products are being used, such as for military purposes or to monitor employee productivity. Those same workers are now attempting to unionize.

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© Composite: Rita Liu/The Guardian/Getty Images

© Composite: Rita Liu/The Guardian/Getty Images

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