O prazo para o registo na plataforma MyCiber termina dentro de cinco dias e, como lembra o Centro Nacional de Cibersegurança, o incumprimento constitui uma contraordenação grave, punível com coima.
A MBLM divulgou seu estudo anual mais recente sobre as marcas que tem as “conexões mais íntimas” com seus clientes — avaliando o grau de apego dos consumidores a empresas específicas.
Embora geralmente bem colocada nesse ranking, neste ano a Apple não ficou em uma posição muito prestigiada: a empresa está agora na sétima colocação da lista (e em segundo lugar no ranking do setor).
Com isso, pela primeira vez, ela foi ultrapassada pela sua rival Samsung (que ocupa a terceira posição geral e a primeira em tecnologia).
Na avaliação da MBLM, a Apple tem um quociente de relacionamento de 55,5, sendo que seu arquétipo mais forte é o “ritual”.
A Apple tem 15% dos usuários na fase de compartilhamento, 7% na de vínculo e 4% na de fusão. Dos consumidores que escrevem sobre a Apple, 25,5% têm algum tipo de intimidade com a marca.
A MBLM faz essa medição examinando as conexões emocionais dos usuários com uma marca, incluindo as características de seu vínculo em categorias como nostalgia, indulgência e identidade. O estudo deste ano abrangeu 425 marcas em 23 setores.
Nuno Miguel Guerra lembra que antes de começarem usar a IA para o trabalho do dia a dia, as empresas devem avaliar se a informação está preparada. E avisa que a próxima fase da transformação digital será menos sobre acrescentar tecnologia e mais sobre reduzir fricção.
Investigadores franceses y egipcios han presentado las primeras pruebas sólidas de que dos enormes estructuras lineales situadas al suroeste de la Pirámide Roja, en la meseta de Dahshur (Egipto), no eran rampas para arrastrar piedras, como se creía desde hace casi un siglo, sino que se tratan de dos grandes presas construidas hace unos 4.550 […]
Esta semana a Teamlyzer abriu uma folha para reunir dados sobre os salários tech em Portugal e há uma espécie de movimento pela transparência salarial a formar-se. A plataforma já partilhou os primeiros resultados
Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.
Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.
A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.
O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.
Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.
Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.
A reorganização da operação da Ingram Micro em Portugal já está em marcha e Jaime Soler descreve as mudanças como uma evolução que traz benefícios aos clientes no mercado português.
Um novo relatório da Sophos indica que 79% dos ataques de ransomware têm agora origem em dados de acesso comprometidos. As vulnerabilidades deixaram de ser a principal arma usada pelos hackers.
Entrou hoje em vigor o Regulamento do Regime Jurídico da Cibersegurança que dá início à contagem de prazos para as medidas de cibersegurança que decorrem da transposição da NIS2. A plataforma de registo MyCiber já está disponível e há prazos curtos a cumprir.
À medida que a tecnologia de Inteligência Artificial ganha escala, surgem novas preocupações. Joana Linhas defende que o desafio está na capacidade de parar para pensar como queremos construir o futuro.
Pedro Rocha avalia as várias abordagens das empresas na procura de um modelo de IA, assumindo que não há soluções perfeitas e que o futuro passa por uma stack, com ecossistemas modulares.
Um estudo da Oxylabs fez uma análise às ofertas de emprego nos Estados Unidos e concluiu que o Python se afirma como a linguagem de programação mais mencionada como requisito, seguindo-se SQL.
Nuno Matos defende que a adoção da faturação eletrónica não depende apenas de legislação, tecnologia ou prazos. Depende também da forma como a mudança é comunicada, explicada e enquadrada junto das empresas.
O primeiro aviso do Start from Knowledge, da Agência Nacional de Inovação e Startup Portugal, já foi publicado. O programa quer aproximar a investigação académica do mundo empresarial, apoiando a criação de startups com base no conhecimento desenvolvido nas universidades e politécnicos.
Num momento em que quase todos reconhecem a cloud como peça central das estratégias digitais, um novo estudo aponta uma contradição relevante: o investimento e a ambição em torno da IA estão a crescer mais depressa do que a maturidade tecnológica necessária para os suportar.
Portugal reforçou a sua presença na edição de 2025 do Technology Fast 500 EMEA. com 18 empresas distinguidas. A melhor classificação portuguesa pertence à Bloq.it que ocupa novamente o segundo lugar no ranking da Deloitte.
Estamos próximos de um SaaSpocalypse? Para Mike Maddison, o foco não está em substituir a especialização pela automação, mas em combinar ferramentas inteligentes com supervisão humana de confiança.
O financiamento europeu pode ajudar a reduzir o risco da transição para a IA, mas não substitui a decisão estratégica. São as empresas que têm de identificar prioridades, definir objetivos e escolher os primeiros casos de aplicação com impacto real, defende Paulo Ribeiro.