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Google admite piorar a pesquisa na Europa para cumprir lei antitrust da UE

A Google começou a alterar os resultados de pesquisa na Europa para cumprir com o DMA da UE, mas avisa que a experiência dos utilizadores vai piorar, e os custos para empresas locais vão subir.

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Pixel 11 review: Google sets the bar for standard flagship phones

Longer battery life, faster chip, actually useful AI tools and better cameras keep quality Android ahead of competition

Google’s Pixel 11 continues to set the standard for what you should expect from the base model of a flagship phone with class-leading cameras, long software support and almost all the bells and whistles of its most expensive phones.

The regular Pixel 11 costs £879 (€999/$899/A$1,499) making it £80 or equivalent more expensive than last year’s model as the cost of RAMageddon continues to bite. It’s not cheap by any stretch of the imagination, but it comes with 256GB of storage and is £200 less than the Pixel 11 Pro, matching rival Samsung’s Galaxy S26.

Screen: 6.3in 120Hz FHD+ OLED (422ppi)

Processor: Google Tensor G6

RAM: 12GB

Storage: 256 or 512GB

Operating system: Android 17

Camera: 48MP+ 13MP UW + 10.8MP 5x tele; 10.5MP selfie

Connectivity: 5G, eSIM, wifi 6E, UWB, NFC, Bluetooth 6 and GNSS

Water resistance: IP68 (1.5m for 30 minutes)

Dimensions: 152.8 x 72.0 x 8.6mm

Weight: 197g

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© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

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Relâcher des millions de moustiques pour faire baisser leur population : le principe surprend

32 millions de moustiques lâchés dans la nature, non pas pour piquer, mais pour stopper la propagation de maladies. Le projet de la filiale de Google fait autant parler les scientifiques que le grand public. Une initiative aussi audacieuse que méconnue qui mérite qu'on s'y attarde sérieusement.

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Meta faces expensive child safety reckoning

Also: Google executives jump ship in race for AI dominance

Hello, TechScape readers! Danielle Abril, editor of the Guardian’s Reworked series on AI and the future of work, filling in for Blake Montgomery this week. Major legal battles against Meta over child safety are playing out in courts across the US – and the tech giant is losing. Recent rulings raise big questions about social media companies’ responsibility to their youngest users. Meanwhile, more key executives have jumped ship from Google as it battles OpenAI and Anthropic in the race for AI dominance, and Meta’s smart glasses face a fearsome backlash. Let’s dig in!

‘I’ve definitely lost followers’: influencers face backlash over Meta ‘pervert glasses’ content

This man was secretly snapped by someone with smartglasses. He’s not alone in calling that a violation of privacy

Tell us: do you believe you have been filmed by Meta’s smartglasses without your consent?

Restaurants, pubs and theatres ban Meta’s ‘spy glasses’ over privacy fears

‘I’m not spying’: how Meta’s smartglasses have divided opinion

Bernie Sanders calls on Silicon Valley to ‘pause AI development’ in interest of humanity

Rising number of UK children report seeing explicit deepfakes of themselves

The White House’s plan to vet potentially dangerous AI is cloaked in secrecy

‘This is very real redlining’: outrage in Little Rock as two datacenters loom

Safety fears as scientists make first viruses designed by AI

SpaceX beats revenue expectations in first earnings report after IPO crash

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© Photograph: Jill Connelly/Getty Images

© Photograph: Jill Connelly/Getty Images

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Google DeepMind enters a new era as co-founder Demis Hassabis shifts AI role

Observers express concern that the division has lost its independence and commercial reality has taken over

When Sir Demis Hassabis said AI had brought the world to a “pivotal moment in human history” last month, he knew another big change was imminent.

This shift was closer to home. The Nobel prize-winning head of Google DeepMind, Google’s AI unit, announced this week he was relinquishing his day-to-day duties as chief executive and becoming chair. He is also taking on the role of chief scientist at DeepMind’s parent, Alphabet.

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© Photograph: Antonio Olmos/The Guardian

© Photograph: Antonio Olmos/The Guardian

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Após resultados financeiros, ações da Apple despencam mais de 7%

Apenas três dias após quebrar a barreira dos US$5 trilhões em valor de mercado, a Apple registrou uma queda e tanto no mercado de ações — algo que sucedeu a sua última conferência de resultados financeiros, realizada ontem (30/7).

Avaliada agora em US$4,537 trilhões (US$308,91 por ação, queda de 7,35%), a Maçã já tinha visto o valor dos seus papéis recuar cerca de 3% ainda ontem, logo após o fim da reunião com investidores, nas negociações pós-fechamento da Nasdaq.

Entre as causas dessa queda, estão um crescimento menor que o esperado para a App Store e para o segmento de serviços como um todo, além de desafios enfrentados pela companhia na cadeia de fornecimento — tanto pela forte demanda de produtos como o iPhone e o Mac quanto pela crise no mercado de memórias —, o que não afetou os resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal de 2026, mas nos dá um prognóstico do que pode vir pela frente.

Como era de se esperar, a queda grande de hoje fez com que a Apple perdesse o posto de empresa mais valiosa do mundo, ocupado agora pela NVIDIA [$NVDA], que fechou o dia avaliada em US$4,862 trilhões (US$200,75 por ação, +2,93%).

A gigante de Cupertino, no entanto, permanece à frente da Alphabet [$GOOG], que apresentou hoje um crescimento forte de 6,88% e fechou o dia avaliada em US$4,362 trilhões (US$356,65 por ação).

Em quarto lugar, temos a Microsoft [$MSFT], um dia após suas ações registrarem a maior valorização da história em um único dia (ontem os papéis subiram 15,51%, adicionando cerca de US$450 bilhões ao valor de mercado da companhia). Avaliada agora em US$3,451 trilhões (US$464,72 por ação), ela apresentou hoje um crescimento de 3,02%.

Que reviravolta, hein?! 💸

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How AI may drive union-resistant tech workers to the bargaining table

Tech workers are increasingly unionizing, trading Silicon Valley’s myth of exceptionalism for collective bargaining to contest the corporate deployment of artificial intelligence

For decades, the technology industry was a fortress that labor unions couldn’t breach. Tech workers already had cushy compensation packages, dream benefits like unlimited vacation and free lunch, and a flat corporate hierarchy that made engineers feel as powerful as their bosses, all of whom dressed down in sneakers and hoodies. So why unionize?

Now, that fortress is cracking from the inside. Unions have become increasingly popular for tech employees. After months of mass layoffs tied to artificial intelligence and mounting anxieties about how it’s being deployed, some tech workers say they’ve been saddled with higher workloads while facing the threat of job loss caused by the very products they’re building. Workers from Google DeepMind and Meta in the UK are also objecting to how their companies’ AI products are being used, such as for military purposes or to monitor employee productivity. Those same workers are now attempting to unionize.

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© Composite: Rita Liu/The Guardian/Getty Images

© Composite: Rita Liu/The Guardian/Getty Images

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$AAPL bate novo recorde e Apple reassume o posto de empresa mais valiosa do mundo

Pela quinta vez só neste mês, as ações da Apple [$AAPL] voltaram a alcançar uma nova máxima histórica após abrirem esta semana com uma alta de 1,17%. Agora, elas valem US$336,91 — o penúltimo recorde, vale lembrar, foi de US$333,74 e havia sido registrado no último dia 17/7.

Durante o pregão, os papéis da Maçã chegaram a atingir a marca dos US$339,57, o que também representa um recorde em relação ao último pico registrado (US$334,98).

Além disso, a empresa voltou a assumir a liderança do ranking das mais valiosas do mundo, após atingir um market cap de US$4,948 trilhões — se aproximando, portanto, da marca dos US$5 trilhões pela primeira vez.

Agora segunda colocada dessa lista, a NVIDIA [$NVDA] apresentou uma queda forte durante o pregão (-4,99%, mais especificamente), o que fez com que suas ações fechassem o dia valendo US$196,51. Em termos de valor de mercado, a empresa está agora avaliada em US$4,76 trilhões (US$188 bilhões a menos do que a Apple).

Na terceira posição, temos a Alphabet [$GOOG], com um market cap de US$3,994 trilhões. Durante o dia de hoje, os papéis da empresa-mãe do Google cresceram 2,34%, fechando o dia valendo US$326,57.

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Apple agora vale US$4,9 trilhões; empresa ultrapassou a NVIDIA brevemente em valor de mercado

Após atingir três valores recordes só nesta semana, as ações da Apple [$AAPL] mantiveram a ascensão nesta sexta-feira e, graças a uma alta de 0,14%, elas valem agora US$333,74 — US$0,48 a mais do que o valor registrado ontem e um novo recorde histórico.

Já o pico do pregão foi de US$334,98, o que também representa um recorde em relação ao penúltimo valor máximo registrado (US$334,68).

Com relação ao ranking das empresas de capital aberto mais valiosas do mundo, a Apple segue na segunda posição, agora com um market cap de US$4,902 trilhões. Porém, algo interessante aconteceu hoje: ela ultrapassou brevemente a NVIDIA [$NVDA] durante o pregão, assumindo a posição de empresa mais valiosa do mundo por algum tempo; no fechamento da Nasdaq, porém, ela acabou voltando ao segundo lugar.

Isso foi facilitado após mais um dia de queda nas ações da fabricante de GPUs (o segundo seguido), desta vez de -2,21%, o que fez com que os papéis da empresa fechassem valendo US$202,81. Já o market cap está agora em US$4,912 trilhões — ou seja, apenas US$10 bilhões a mais do que o da Apple.

A Alphabet [$GOOG], empresa-mãe do Google, segue na terceira posição desse ranking, agora um market cap de US$4,224 trilhões. Assim como a NVIDIA, as ações da gigante de Mountain View também recuaram hoje, fechando o dia valendo US$346,12 (-2,17%).

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Thousands of Google workers demand layoff protections amid AI boom in petition to CEO

The petition to Sundar Pichai, the CEO, included more than 4,500 signatures and included calls for buyout options

Google workers on Thursday delivered a petition calling for layoff protections as tech giants continue to slash their workforces while pouring billions into AI.

“Make no mistake: this is a company that is enjoying massive, unprecedented success,” Parul Koul, Google software engineer and Alphabet Workers Union president, said outside the company’s California headquarters after delivering the petition to the office of the CEO, Sundar Pichai’. Koul pointed to Google’s $4tn valuation, which has quadrupled over the last six years: “These layoffs and cuts are not difficult decisions, but simply profit being put over the people that make this company run.”

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© Photograph: Justin Sullivan/Getty Images

© Photograph: Justin Sullivan/Getty Images

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Google quer reduzir dependência da TSMC e negoceia a produção de um novo chip de IA com a Samsung e Intel

O próximo processador de IA da Google terá uma arquitetura de fabrico dividida. A TSMC deverá produzir o núcleo computacional, cabendo à Samsung o fabrico do componente de interligação à memória. A Intel poderá também entrar na equação com a produção da TPU.

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