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Julho foi um dos meses mais quentes de que há registo. Oceanos atingem novo recorde de temperatura

Dados do Serviço de Alterações Climáticas Copernicus (C3S) mostram que julho de 2026 foi um dos meses de julho mais quentes à escala global. Na Europa, as condições quentes e secas agravaram os incêndios florestais, enquanto a temperatura da superfície dos oceanos atingiu um novo recorde para o mês.

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CHEOPS vai ter mais tempo para explorar outros mundos. Portugal mantém papel central na missão europeia

A missão CHEOPS vai continuar a funcionar como uma espécie de laboratório orbital, ajudando a responder a algumas das perguntas mais antigas da humanidade: como se formam os planetas e quantos deles podem ser semelhantes à Terra.

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Uso precoce de redes sociais pode afetar o desempenho escolar. Estudo aponta para impacto negativo nas notas

À medida que o debate sobre a utilização das redes sociais pelas crianças continua a ganhar força em vários países, juntando-se à aplicação de novas regras para a IA em escolas, um estudo reforça a ideia de que o acesso precoce a estas plataformas pode ter consequências no percurso escolar.

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Los monumentos megalíticos de Europa fueron construidos por comunidades igualitarias que cooperaban sin una élite que las controlara

Los megalitos —esos enormes bloques de piedra que llevan milenios en pie— siguen fascinando a arqueólogos y público general. Una reciente recopilación de libros publicados entre 2025 y 2026 muestra que, aunque la investigación ha avanzado a pasos agigantados gracias a nuevas tecnologías, algunas preguntas fundamentales siguen sin respuesta definitiva. ¿Quiénes construyeron estos monumentos? ¿Por […]

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Fire Emissions Watch usa satélites para mostrar a evolução dos incêndios e poluição do ar em tempo real

À medida que os incêndios florestais continuam a afetar várias regiões da Europa, um nova ferramenta, que usa dados dos satélites Copernicus, permite acompanhar, em tempo real, a evolução dos fogos, a propagação do fumo e as emissões de carbono.

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Pesquisa: Diretiva transposta? Refresh e nada!

O prazo para a transposição da Diretiva sobre o Direito à Reparação termina amanhã e Paulo Fonseca alerta para a falta de indicação de que Portugal vai cumprir as datas. Quem perde é o consumidor.

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Trump ameaça tarifaço contra a UE por multas à Apple e Big Techs americanas

Em sua rede social (a Truth Social), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que investigará as multas cobradas pela União Europeia contra empresas de tecnologia americanas (como a Apple, a Amazon, o Google e a Meta) acusadas pelo bloco de terem violado a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:

A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!

Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.

Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!

Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.

A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!

Presidente DONALD J. TRUMP

Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.

Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.

via MacRumors

Notas de rodapé

  • 1
    Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA.
  • 2
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Santa Maria quer ser o “aeroporto” europeu para o regresso do Espaço e há uma nova indústria a caminho da ilha

Embora tenham objetivos diferentes, a Orbital Paradigm e a Space Forge veem Santa Maria como uma localização estratégica para as suas operações. Ao TEK Notícias, contam como planeiam estabelecer operações na ilha, à medida que os Açores avançam rumo a um futuro hub espacial.

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OnePlus confirma saída do mercado Europa e da América do Norte. Marca vai manter-se no mercado Indiano

Depois de meses de rumores e de uma negação que durou pouco, a OnePlus confirmou hoje o abandono dos mercados ocidentais como parte de uma reestruturação profunda da empresa-mãe, a OPPO. O inventário existente continuará à venda até esgotar.

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Satélite Sentinel-1A diz adeus depois de mais de uma década a vigiar a Terra. Legado continua em órbita

Ao longo da missão, o Sentinel-1A registou milhões de imagens usadas para monitorizar cheias, incêndios, gelo marinho, culturas agrícolas, infraestruturas, tráfego marítimo e operações de resposta a catástrofes.

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Ética na IA (5): Proteção de dados e abordagem baseada nos riscos

A União Europeia tem uma regulação para a proteção de dados que vai do RGP ao AI Act mas Miguel S. Albergaria avisa que o sucesso depende de monitorização e adaptação permanente.

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La Edad Media no fue tan sucia como la historia popular sostiene

Ciudad medieval europea con calles empedradas, habitantes limpiando canales, controlando alimentos en el mercado y gestionando agua y residuos para proteger la salud urbana.

Durante siglos, la imagen de ciudades medievales sumidas en el barro, el hedor y las enfermedades ha dominado el imaginario colectivo. Sin embargo, investigaciones recientes revelan una realidad más compleja: los habitantes de la Edad Media no solo eran conscientes de los riesgos de la suciedad, sino que desarrollaron normas, oficios y estrategias urbanas para combatirla.

La expresión “Edad Oscura” ha servido durante mucho tiempo para describir un periodo supuestamente atrasado en términos de ciencia, higiene y calidad de vida. En ese relato popular, las calles estaban cubiertas de desechos, la gente convivía sin reparos con la inmundicia y las enfermedades se propagaban sin resistencia. Pero esa visión, heredada en gran parte de prejuicios posteriores, empieza a resquebrajarse a la luz de nuevas investigaciones históricas.

Uno de los trabajos que más ha contribuido a matizar esta imagen es el de la historiadora Janna Coomans, especialista en historia urbana y ambiental. Sus estudios sobre ciudades de los Países Bajos medievales muestran que la preocupación por la limpieza, la calidad del aire y la salud colectiva formaba parte central de la vida urbana mucho antes de la peste negra. Lejos de la indiferencia, existía una atención constante —y a menudo conflictiva— por mantener el orden y la salubridad en los espacios compartidos.

El miedo al mal aire como amenaza mortal

Para entender la mentalidad medieval respecto a la higiene, es útil detenerse en sus relatos simbólicos. Uno de los más difundidos fue la leyenda de San Jorge y el dragón. En la historia, el monstruo no solo aterroriza a la población por su fuerza, sino por su aliento pestilente, capaz de enfermar y matar a quienes lo respiran. El sacrificio diario de animales buscaba aplacar esa amenaza invisible, hasta que el santo logra eliminarla.

Este relato no era un simple cuento fantástico. Funcionaba como una advertencia moral y sanitaria. El “mal aire” era percibido como un peligro real, una sustancia corrupta que podía penetrar en el cuerpo y alterar su equilibrio interno. “La asociación entre hedor y enfermedad estaba profundamente arraigada en la cultura urbana medieval”, explica Coomans en sus investigaciones. Respirar aire corrompido no era una molestia, sino una posible sentencia de muerte.

En consecuencia, pozos malolientes, canales estancados o montones de basura no eran vistos solo como problemas estéticos. Representaban focos de riesgo sanitario. Esta percepción explica por qué las autoridades urbanas dedicaron tantos recursos a regular el uso del espacio público y a sancionar comportamientos considerados peligrosos para la comunidad.

Ciudades vigiladas por normas y conflictos

Durante décadas, muchos historiadores asumieron que las políticas de higiene surgieron como reacción tardía a grandes catástrofes, como la peste del siglo XIV. Sin embargo, el trabajo de Coomans demuestra que ya en los siglos anteriores existía un entramado normativo sorprendentemente denso. Para llegar a esta conclusión, la investigadora analizó ordenanzas municipales, libros de leyes y registros financieros de ciudades como Deventer, Leiden y Gante.

Estos documentos revelan una vida urbana marcada por disputas constantes en torno a la limpieza. Vecinos que se denunciaban entre sí, autoridades que imponían multas y tribunales que resolvían conflictos aparentemente menores, pero cargados de significado sanitario. Un caso estudiado por Coomans en Deventer ilustra bien esta dinámica: tres vecinos protagonizaron un litigio por un callejón público que servía de paso. Una pareja había retirado una puerta y comenzó a verter aguas residuales en el pasaje, provocando acumulación de agua y suciedad.

El problema no era solo la incomodidad. El callejón quedó “estropeado”, en términos de la época, porque el agua ya no fluía. Esa alteración del entorno justificó una acción legal. “Estos conflictos muestran hasta qué punto la gestión de la suciedad era una cuestión colectiva, no privada”, señala la historiadora. La ciudad, como organismo vivo, debía mantenerse en equilibrio para proteger la salud de todos.

Un cuerpo gobernado por los humores

La obsesión medieval por el aire, el agua y los residuos no puede entenderse sin su marco médico. Durante más de mil años, el pensamiento europeo estuvo dominado por la teoría de los cuatro humores, formulada por el médico griego Galeno en el siglo II. Según este modelo, el cuerpo humano estaba compuesto por sangre, flema, bilis amarilla y bilis negra, cada una asociada a cualidades específicas como el calor, la humedad o la sequedad.

La salud dependía del equilibrio entre estos humores. Cualquier alteración podía provocar enfermedad. Y esas alteraciones no surgían solo desde dentro del cuerpo, sino también por factores externos. El aire viciado, los alimentos en mal estado o el agua contaminada podían desequilibrar los humores y desencadenar dolencias graves. Aunque hoy sabemos que esta teoría era incorrecta en términos biológicos, ofrecía una lógica coherente para interpretar la relación entre entorno y salud.

Galeno, cuyas ideas se difundieron ampliamente tanto en Europa como en el mundo islámico, se convirtió en una autoridad incuestionable. Sus textos fueron copiados, comentados y enseñados durante siglos. En ese contexto, cuidar el entorno urbano era una forma de medicina preventiva. Mantener calles limpias y aire en movimiento no era solo una cuestión de orden, sino de supervivencia.

Oficios y arquitectura contra la suciedad

A partir de estas creencias, las ciudades medievales desarrollaron una serie de medidas prácticas. Una de ellas fue la orientación de las viviendas. En muchos casos, las casas se construían de este a oeste para aprovechar los vientos considerados purificadores. La circulación del aire era vista como una defensa natural contra los miasmas, esos vapores nocivos que se creía causaban enfermedades.

También surgieron oficios específicos. Los llamados “maestros del lodo” se encargaban de retirar residuos y mantener transitables las calles. Eran, en esencia, precursores de los servicios de limpieza urbana. Su trabajo evitaba que los desechos se acumularan y comenzaran a descomponerse, liberando olores peligrosos.

Los excrementos humanos se depositaban en pozos negros, que debían situarse a una distancia prudente de las viviendas. La ubicación no era arbitraria: se pensaba que los vapores que emanaban podían infiltrarse en las casas y corromper el aire interior. Además, las élites urbanas invirtieron en pavimentar calles con piedra y en sistemas de drenaje. Estas infraestructuras reducían la formación de charcos y facilitaban la limpieza, un lujo inaccesible para muchos barrios pobres, pero revelador de una clara intención sanitaria.

Agua, alimentos y control del mercado

La preocupación por la salud no se limitaba al aire. El agua potable era un recurso crítico. Beber agua en mal estado se consideraba una de las formas más directas de alterar los humores. Por ello, muchas ciudades protegían cuidadosamente sus pozos y sistemas de captación. El agua de lluvia se canalizaba mediante tuberías y se almacenaba para su uso doméstico.

Cuando el agua presentaba mal olor o sabor, se recurría a hervirla antes de consumirla, una práctica que, aunque no basada en el conocimiento de microorganismos, reducía efectivamente ciertos riesgos. Esta atención al agua muestra que la población no era ajena a la relación entre ingestión y enfermedad, incluso sin comprender los mecanismos modernos de contagio.

Los alimentos también estaban bajo vigilancia. En los mercados operaban funcionarios encargados de inspeccionar la calidad de los productos. Carne, pescado y otros alimentos perecederos debían retirarse si se consideraban en mal estado. El hedor no era solo señal de putrefacción, sino una amenaza directa para la salud pública. Por esa razón, los mercados se ubicaban estratégicamente, de modo que los olores —especialmente los del pescado— no se desplazaran hacia las zonas residenciales con el viento dominante.

Entre la realidad y el mito de la suciedad medieval

Nada de esto significa que las ciudades medievales fueran limpias según estándares actuales. Las enfermedades eran frecuentes, la mortalidad elevada y las condiciones de vida duras. Sin embargo, reducir todo el periodo a una caricatura de inmundicia permanente es una simplificación injusta. Las numerosas normas y conflictos documentados indican que existía un esfuerzo constante por mejorar el entorno urbano.

En su obra Community, Urban Health and Environment in the Late Medieval Low Countries, publicada por la Universidad de Cambridge, Coomans subraya que la abundancia de regulaciones no debe interpretarse como prueba de fracaso. Al contrario, revela una sociedad activa, consciente de los problemas y dispuesta a intervenir. “Del mismo modo que una sociedad con muchas leyes contra el homicidio no es necesariamente más violenta, la presencia de numerosas normas de higiene no implica que no tuvieran ningún efecto”, afirma la historiadora.

Los habitantes de la Edad Media no se revolcaban deliberadamente en el barro ni arrojaban residuos con despreocupación absoluta. Hacerlo podía acarrear multas, disputas legales o sanciones sociales. La suciedad era tolerada hasta cierto punto, pero también combatida con los conocimientos y recursos disponibles.

La imagen de una Edad Media completamente “asquerosa” dice más sobre los prejuicios posteriores que sobre la realidad histórica. Lejos de la indiferencia, hubo preocupación, debate y acción. Comprender esto no solo corrige un error histórico, sino que recuerda que la relación entre salud y entorno ha sido una inquietud humana constante, mucho antes de la llegada de la ciencia moderna.

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Earthlings on Europa? Provocative Study Explores ‘Reverse Panspermia’ Scenario Where Earth Life May Have Invaded an Alien Moon

Astronomers have long wondered whether life on Earth might have had origins somewhere else in the cosmos. The idea that the key ingredients for life, or even simple organisms, might be carried through space by non-animate objects—a concept known as panspermia—has been proposed as one way such “seeding” of life on Earth might have occurred.

But what if it could also happen in reverse? In other words, what if life were one day found on an alien moon, which could later be traced back to Earth?

This is the very idea presented in a new study that explores the provocative idea that Jupiter’s frozen moon Europa may not only be hospitable, but that life from Earth could be thriving there.

In the new study, published in the International Journal of Astrobiology, astrophysicist Zaza Osmanov of the Free University of Tbilisi explored whether Earthly bacteria might have been able to escape our planet by traveling on microscopic dust particles, which, after escaping Earth’s gravity, could have drifted through space until they reached Europa.

There, a vast subsurface ocean is believed to exist beneath the moon’s icy crust, meaning that any simple organisms capable of escaping from Earth on tiny spacefaring rafts of dust might have found their way to a new home, and one that could support life.

Panspermia, but in Reverse

The long-debated idea of panspermia already presents the general idea for how this might work. However, Osmanov’s study investigates this idea in reverse order: not only might life on Earth have originated from elsewhere, but our planet could also hypothetically be the source of similar “seeding” events that might occur on alien worlds.

Based on mathematical models, Osmanov calculated how bacteria-rich dust grains could be launched into space, resulting from collisions with incoming dust in Earth’s upper atmosphere. Upon escaping the planet’s gravity, some of these bacteria might be able to sail along toward distant locales like Europa with the help of pressure generated by solar radiation—essentially the same concept as a solar light sail spacecraft, albeit much smaller.

With the help of solar radiation and occasional gravitational interactions, Osmanov theorizes that some particles might eventually be “steered” by such natural processes over time, eventually making their way to Jupiter.

Tiny Earthling Alien Invaders

Based on Osmanov’s estimates, there could potentially be as many as hundreds of millions of Earth-originating dust particles that might make their way to Europa every second. That’s a significant number, and although he estimates that the majority would be destroyed on impact, a small fraction could arrive at extremely shallow angles, which he believes may be able to survive landing on Europa’s surface.

However, even if a few bacterial invaders managed to survive, the next challenge they would face would be to reach the moon’s ocean that astronomers believe to be concealed beneath its icy exterior. Based on past studies, tidal forces generated by the massive host planet Jupiter offer a solution: such events are believed to likely cause fractures in Europa’s icy shell, which lead to the creation of entry points where surface materials might be capable of migrating downward.

Adding to this, Osmanov also points to instances where ice melting may also provide a means for the movement of material from the surface down into the moon’s hidden ocean. Over periods of thousands of years, some of these tiny bacterial invaders might make their way past the harsh surface environment and down into the moon’s far more hospitable subsurface ocean.

Osmanov estimates that there may be considerable numbers of Earth-derived particles that could reach Europa’s ocean over geological timescales. This could mean that terrestrial particles, Earthly microbes that have made the journey, may have had time to establish themselves as microbial colonists—if, of course, current presumptions about the moon’s conditions for supporting life are correct.

While the theory remains speculative, and Osmanov concedes that it cannot be tested directly at present, it suggests something fascinating: that the eventual discovery of life on an alien world could have ancestral links to our own planetary home.

Osmanov’s recent study, “Earth as a potential source of life for Europa’s subsurface ocean,” appeared in the journal International Journal of Astrobiology.

Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached at micah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.

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Já ouviu falar na W? Rede social europeia quer ser a próxima rival da X e entra em fase de testes públicos

Desenvolvida pela sueca W Social, a rede social quer oferecer uma nova abordagem ao discurso público digital, apostando numa europeia, e a fase de testes públicos já está aberta.

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Radar Observations Reveal New Clues about Europa’s Hidden Interior

This artist’s impression shows radar waves from NASA’s Goldstone Solar System Radar pinging Europa; the radar waves penetrate Europa’s icy surface before bouncing back to be collected by NSF’s Green Bank Telescope on Earth. Image credit: NSF / AUI / NSF’s NRAO / P.Vosteen.

Using NASA’s Goldstone Solar System Radar and NSF’s Green Bank Telescope, astronomers from the University of California, Los Angeles, confirmed that the icy surface of Jupiter’s moon Europa scatters radio energy in an unusually strong and complex way not seen on rocky worlds.

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Un fisico georgiano ha calcolato che granelli di polvere sparati dall'atmos…

Un fisico georgiano ha calcolato che granelli di polvere sparati dall'atmosfera terrestre da impatti con micrometeoriti potrebbero aver trasportato batteri fino a Europa, la luna ghiacciata di Giove. Le probabilità di sopravvivenza sono bassissime, ma su scale di milioni di anni i numeri diventano enormi. Se un giorno trovassimo vita nell'oceano di Europa, potrebbe non essere aliena — potrebbe venire da qui.
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