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Apple antecipa entregas do iPhone Duo e limita compras a duas unidades por pessoa

20 October 2026 at 13:16

Depois de indicar prazos de até três meses para quem comprou o iPhone Duo na pré-venda, a Apple começou a reduzir o tempo estimado de entrega para os seus consumidores nos Estados Unidos e no Japão.

Para alguns usuários, as datas de entrega passaram de dezembro para a terceira semana de novembro e, em outros casos, para a próxima sexta-feira (23/10), data do lançamento oficial do produto — a depender, claro, da cor e da capacidade de armazenamento escolhidas.

Apparently iPhone Duo shipping dates are being bumped up in Japan?? 👀👀 pic.twitter.com/mw8w07tVf8

— Dylan (@DylanMcD8) October 19, 2026
Aparentemente, as datas de envio do iPhone Duo estão sendo antecipadas no Japão?? 👀👀

Oh snap! My iPhone Duo order got moved up. Used to be December. pic.twitter.com/SgfADfMW1c

— Matt Gonzalez (@mattdgonzalez) October 19, 2026
Nossa! Meu pedido do iPhone Duo foi antecipado. Antes era em dezembro.

Além disso, para novos pedidos, a Apple limitou a aquisição do aparelho a até duas unidades por pessoa no Japão, no Reino Unido, nos Estados Unidos, na Espanha e, como verificado pela equipe do MacMagazine, também no Brasil.

Ao tentar adicionar mais do que duas unidades, a Apple exibe o seguinte aviso:

É possível comprar no máximo 2 iPhone Duo por cliente. Ajuste a quantidade total de iPhone Duo em seu pedido antes de finalizar a compra.

Não se sabe exatamente quando a empresa implementou essa limitação, já que era possível adquirir três unidades ou mais do iPhone Duo na sexta-feira passada (16/10), quando a pré-venda começou. A medida, muito provavelmente, foi a alternativa encontrada pela Apple para lidar com a escassez do produto.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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Apple é investigada na Índia por defeitos supostamente causados pelo iOS 18

15 September 2026 at 16:11

A Autoridade Central de Proteção ao Consumidor (CCPA, na sigla em inglês) da Índia está intensificando uma investigação contra a Apple envolvendo o lançamento do iOS 18, que teria causado problemas nas telas e nos microfones de iPhones — forçando, assim, consumidores do país a pagar quantias “exorbitantes” por reparos.

Segundo informações da Reuters, esse mais novo desdobramento é uma continuação de uma investigação iniciada ainda em 2024, quando o órgão regulador recebeu um grande número de reclamações relacionadas a essa atualização de software.

De acordo com alguns desses relatos, os problemas se manifestaram na forma de linhas verdes, rosas e brancas nas telas dos aparelhos — no caso do iPhone 15 (um dos modelos mais populares na época) podem custar cerca de ₹27.900 (algo em torno de R$1.500) para serem substituídas. Como updates do iOS não vêm com garantia, a Apple teria se recusado a arcar com os custos desses reparos.

O CCPA entrou em contato com a Apple em 29 de julho deste ano para informá-la que havia elevado o caso a uma “investigação detalhada” sobre o tema, citando uma possível “violação dos direitos dos consumidores”. A Apple, por sua vez, respondeu ao argumentar que softwares virem sem garantia trata-se de um “padrão global da indústria”, além de ter insistido que o iOS 18 não possuía problemas sistêmicos.

Em sua carta, a Maçã também destacou que a investigação se baseia em “apenas” 75 reclamações e disse que usuários foram lembrados nos termos de uso do seu software que ele vem “sem garantia de qualquer tipo”, bem como precisariam arcar com os custos de reparo caso haja algum problema com o software. “Exigir que cada problema seja tratado como uma violação de garantia absoluta transformaria efetivamente qualquer fornecedor de software em uma seguradora contra todos os riscos tecnológicos”, concluiu.

Em contrapartida, o CCPA disse que “cobrar dos consumidores por problemas decorrentes da própria negligência da empresa viola o princípio do comércio justo”.

Aguardemos os próximos desdobramentos.

via AppleInsider

Pesquisa: Diretiva transposta? Refresh e nada!

30 July 2026 at 19:11

O prazo para a transposição da Diretiva sobre o Direito à Reparação termina amanhã e Paulo Fonseca alerta para a falta de indicação de que Portugal vai cumprir as datas. Quem perde é o consumidor.

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