❌

Reading view

Como baixar vídeos do YouTube para assistir offline sem instalar programas

CompartilharDescubra como baixar vídeos do YouTube para assistir offline sem instalar programas, para ver quando não tiver uma conexão disponível. Como baixar vídeos do YouTube …

O post Como baixar vídeos do YouTube para assistir offline sem instalar programas apareceu primeiro em Blog do Edivaldo - Informações e Notícias sobre Linux.

  •  

Liberdade de expressão não é liberdade de alcance

A detenção de Andrew Tate reabre a pergunta errada. O problema nunca foi ele poder falar - foi as plataformas terem transformado o que ele diz num produto, defende Elisa Tarzia.

The post Liberdade de expressão não é liberdade de alcance appeared first on Tek Notícias.

  •  

Como bloquear as mensagens de uma pessoa no YouTube [iPhone e iPad]

Com o recurso de mensagens diretas no YouTube, é possível compartilhar facilmente um vídeo que tenha curtido com quem você quiser.

Porém, como todo mensageiro, pode ser que você se depare com algum contato indesejado ou com quem não queira mais conversar. Pensando nisso, o aplicativo do Google permite bloquear uma pessoa.

Confira como é simples fazer isso! 🎬

Abra o app do YouTube no seu dispositivo (iPhone ou iPad) e toque no ícone de mensagens, localizado na parte superior direita.

Selecione a conversa com a pessoa que quer bloquear, vá até o botão com três pontinhos (no canto superior direito) e escolha “Bloquear as mensagens desta pessoa”.

O destinatário não receberá uma notificação sobre o bloqueio; depois de bloquear alguém, a conversa com ela vai permanecer na sua caixa de entrada, mas não será possível enviar novas mensagens.

Ao fazer esse bloqueio, você também não verá mais os chats ao vivo e os comentários dessa pessoa, nem receberá menções dela. O canal bloqueado também não vai mais receber as suas mensagens no chat ao vivo, comentários ou menções.

  •  

Como cancelar o envio de uma mensagem privada no YouTube [iPhone e iPad]

Com a reintrodução do recurso de troca de mensagens privadas no YouTube, ficou fácil compartilhar os seus vídeos prediletos com amigos ou familiares.

Se já estiver usando essa função, saiba que é possível também cancelar o envio de uma mensagem compartilhada dessa maneira.

Veja como fazer facilmente isso no seu iPhone ou iPad! 💬

Comece abrindo o app do YouTube no seu dispositivo. Selecione o botão de mensagens (na parte superior direita) e entre na conversa onde a mensagem está localizada.

Mantenha o dedo pressionado por alguns segundos em cima da mensagem, toque em “Cancelar envio” e novamente em “Cancelar envio” para confirmar a ação.

O YouTube informa que, ao cancelar o envio de uma mensagem, ela não aparecerá mais para as pessoas na conversa.

Além disso, é importante lembrar que a pessoa para quem você enviou a mensagem já pode tê-la visualizado e saber que foi apagada.

  •  

★ Fotos de viagem que se transformam em vídeo: como a IA está mudando as memórias digitais

As ferramentas de inteligência artificial estão mudando a forma como criamos e compartilhamos conteúdos de viagem. Hoje, uma simples fotografia pode se transformar num vídeo dinâmico, com movimentos, efeitos e uma narrativa mais envolvente.

Com plataformas como o AIReel, é possível converter fotos de viagem em vídeo de forma rápida, criando memórias digitais mais vivas sem precisar de experiência em edição profissional.

AIReel

Por que cada vez mais pessoas estão transformando fotos de viagem em vídeos com IA

Durante anos, as fotografias foram a principal forma de guardar momentos de viagem. No entanto, à medida que o consumo de vídeo continua a crescer, muitas pessoas começaram a procurar formas mais dinâmicas de reviver e compartilhar essas experiências.

A inteligência artificial está tornando este processo mais simples. Em vez de depender de programas complexos de edição, usuários podem transformar fotografias estáticas em pequenos vídeos com movimento, transições e efeitos visuais em poucos minutos.

Ferramentas como o AIReel permitem fazer esta transformação de forma acessível, ajudando qualquer pessoa a converter imagens de viagem em vídeos mais envolventes sem precisar de conhecimentos avançados de edição.

Como a IA está transformando fotos de viagem em memórias digitais vivas

Uma fotografia consegue guardar um momento, mas um vídeo consegue transmitir melhor a sensação desse momento. É aqui que a inteligência artificial começa a mudar a forma como as pessoas preservam as suas memórias de viagem.

Transformar imagens estáticas em histórias animadas

Com a tecnologia atual, uma fotografia de uma paisagem, cidade ou momento especial pode ganhar movimento natural. A IA consegue criar transições, pequenos movimentos de câmera e efeitos que tornam a experiência mais próxima de um vídeo real.

Criar vídeos personalizados a partir de fotografias

Cada viagem tem uma história diferente, e as ferramentas de IA permitem transformar várias fotografias numa sequência com ritmo e estilo próprios. Recursos de conversão de imagem em vídeo com IA ajudam usuários a criar vídeos únicos, combinando fotografias, animações e estilos visuais sem processos complicados.

Recuperar e valorizar momentos antigos

Muitas pessoas têm centenas ou até milhares de fotografias guardadas no telefone ou no computador que raramente voltam a ver. Transformar algumas dessas imagens em vídeos pode ser uma forma simples de recuperar memórias esquecidas e dar-lhes um novo significado.

Criar conteúdos de viagem mais envolventes

Em vez de publicar apenas uma fotografia, os viajantes podem criar pequenas histórias em vídeo. Ferramentas como o AIReel, uma solução de imagem para vídeo IA, permitem converter imagens estáticas em vídeos com movimento, ajudando criadores a produzir conteúdos mais atrativos e dinâmicos.

Como criar vídeos de viagem mais envolventes a partir das suas fotografias

Muitas pessoas gostam de fotografar durante as viagens para guardar os melhores momentos, mas transformar essas imagens em vídeos interessantes pode ser um processo demorado e complicado. Com as ferramentas de IA, criar vídeos de viagem personalizados a partir de fotografias tornou-se uma tarefa muito mais simples e acessível.

Escolha as fotografias que melhor representam a viagem

Antes de criar um vídeo, selecione imagens que contem uma história. Uma boa combinação de paisagens, pessoas e pequenos detalhes da viagem ajuda a criar um resultado mais emocional e envolvente.

Organize as imagens e defina o estilo do vídeo

Pense no tipo de experiência que pretende transmitir. Pode optar por um estilo mais cinematográfico, descontraído ou focado nas redes sociais, dependendo do objetivo final do vídeo.

Use uma ferramenta de IA para transformar imagens em vídeo

Com ferramentas como o AIReel, o processo de criação torna-se mais rápido. Basta carregar as fotografias, adicionar um prompt com a descrição do movimento ou estilo pretendido, e a plataforma gera rapidamente um vídeo de viagem mais dinâmico e atrativo a partir das imagens.

AIReel

Ajuste o resultado antes de compartilhar

Depois de gerar o vídeo, pequenos ajustes podem melhorar a experiência final. Escolher a duração adequada, adicionar música ou adaptar o formato para plataformas como Instagram, TikTok ou YouTube Shorts pode tornar o conteúdo mais apelativo.

O futuro das memórias digitais criadas com IA

A forma como guardamos as nossas viagens está mudando. As fotografias continuam sendo importantes, mas os vídeos oferecem uma maneira mais próxima de reviver sons, movimentos e emoções associadas a cada momento.

Com ferramentas de inteligência artificial cada vez mais acessíveis, transformar uma coleção de fotografias numa história visual deixará de ser algo reservado a profissionais de edição. Para muitos viajantes, será simplesmente uma nova forma de contar as suas próprias experiências.

  •  

The roaring 20s: how the current decade revolutionised cinema

Pre-Covid, the movie landscape was dramatically different: YouTubers weren’t dominating the box office, video game spin-offs rarely made an impact and Winnie-the-Pooh wasn’t yet the star of a slasher movie. Why such a flurry of innovation – and what will be next?

Cinema has always been a medium of research and development. At any given point, the industry is searching for yet another breakthrough that can drive it into the future. Synchronised sound in the 1920s. Technicolor in the 1930s. The invention of the modern blockbuster in the 1970s.

Conversely, the consensus is that, if the 2020s has a defining trend, then it is one of decline. The theatrical experience is under attack from all angles: streaming, YouTube, a once-in-a-century health crisis that shut cinemas down entirely. And yet, if you look closer, this has actually been one of the most innovative decades that cinema has ever seen. Whether down to technology or desperation, the film industry has spent these last few years figuring out new ways to make films that simply could not have existed even at the turn of the decade.

Continue reading...

© Photograph: SKLAE/Signature Entertainment

© Photograph: SKLAE/Signature Entertainment

© Photograph: SKLAE/Signature Entertainment

  •  

Suno Hack and Audio Scraping

Jason Koebler (tweet, Reddit):

The AI music generation tool Suno scraped millions of songs and lyrics from YouTube Music, Deezer, and Genius, as well as from the stock music libraries Pond5, Jamendo, Freesound, the International Music Score Library Project, and podcasts via RSS feeds, according to a hacker who breached the company and shared data about Suno’s training libraries with 404 Media. The hacker was also able to access user information for hundreds of thousands of Suno’s customers, as well as Stripe payment information, they said.

[…]

As part of these legal proceedings, Suno previously admitted that it was trained on “essentially all music files of reasonable quality that are accessible on the open internet,” which included a total of “tens of millions of recordings.” Suno has been making the argument that it is allowed to train on copyrighted works as fair use in those cases, one of which has been settled.

Corbin Bolies:

Suno has long acknowledged that its AI music generator relied on the scraping of millions of songs available across the internet, but a new hack reveals just how the company pulled from streaming services and websites[…] all while user information remained vulnerable.

[…]

“Our goal has always been to help people create original new music, not replicate someone else’s. That’s why we build our models around what we call ‘Original Creation, By Design,’” the spokesperson said in a statement. “For example, we intentionally do not use artist names as a category of training metadata because we want our models to help people create brand new songs, not music that replicates other artists’ existing work. It’s also why we built Suno with detection filters that block or prevent a user from using specific artist, song, or album names as prompts, and prevent users from uploading lyrics or sound recordings that match existing works.”

Previously:

  •  

Meta and YouTube Addiction Lawsuits

Cecilia Kang, Ryan Mac, and Eli Tan (March, Hacker News):

The social media company Meta and the video streaming service YouTube harmed a young user with design features that were addictive and led to her mental health distress, a jury found on Wednesday, a landmark decision that could open social media companies to more lawsuits over users’ well-being.

[…]

Citing features like infinite scroll and algorithmic recommendations, K.G.M. sued Meta, which owns Instagram and Facebook, and Google’s YouTube, claiming they led to anxiety and depression.

Nick Heer:

For its part, the Wall Street Journal editorial board is standing up for beleaguered social media companies in an editorial today criticizing everything about these verdicts, including this specific means of liability, which it calls a “dodge” around Section 230.

[…]

Product design, though, is a different question. It would be a mistake, I think, to read Section 230 as a blanket allowance for any way platforms wish to use or display users’ posts. (Update: In part, that is because it is a free speech question.) From my entirely layman perspective, it has never struck me as entirely reasonable that the recommendations systems of these platforms should have no duty or expectation of care.

Nick Heer, on an April Massachusetts lawsuit:

To me, a non-lawyer, much of the actual text of the ruling (PDF) explaining why this lawsuit was not immediately turfed on Section 230 grounds seems pretty reasonable. For example, the judge says “[u]nder the default settings, Meta enables approximately forty types of notifications” for the Instagram app, which the government alleges “is designed to overwhelm young users and compel them repeatedly to reopen Instagram”. We can argue whether this is a meaningful thing for a government to police or if it is just another example of Meta resorting to tacky growth-hacking techniques instead of trusting their product is sufficiently compelling on its own. (Most days when I open Instagram in my browser, it puts a red badge over the notifications tab and suggests I have one new follower. I do not; I never have. It lies to me every time, presumably because it knows most people, including me, will usually click on that, thereby increasing a number on a dashboard somewhere.)

Mike Masnick:

couple weeks back, Jonathan Haidt published another entry in his ongoing campaign to convince the world that social media is inherently ruining kids’ lives. This one was a victory lap titled “Seven Lines of Evidence Against Social Media,” treating recent developments — including the social media addiction verdicts against Meta that most people are misunderstanding — as vindication of his thesis.

[…]

But then something inconvenient happened for Haidt’s thesis: Pew went and did a brand new study exploring teens’ experiences on TikTok, Instagram, and Snapchat. This one asked the kids themselves.

[…]

Indeed, the research repeatedly suggests that for the very small number of kids who are facing mental health problems and overrelying on social media in response, the answer is a targeted intervention to help those individuals — not a broad “ban kids from social media” program.

Previously:

  •  

Filmada com o iPhone 17 Pro, “Nido de Villanas” é a aposta da Apple no mundo das micronovelas

As novelas verticais já são um fenômeno à parte na América Latina, e a Apple parece estar ciente disso: brincando com o gênero, ela disponibilizou no seu canal do YouTube “Nido de Villanas”, uma micronovela mexicana dividida em 14 partes e filmada com o iPhone 17 Pro.

Cada um dos 14 episódios, com duração estimada de 2 minutos, faz uso dos principais recursos de gravação do iPhone, como o modo Ação (Action mode), o zoom óptico de 8x ou até mesmo o modo de câmera lenta do aparelho.

A Maçã compartilhou um vídeo apresentando a produção:

Com uma trama “repleta de ambição, segredos e traições, na qual quatro mulheres estão dispostas a fazer de tudo para ficar com a fortuna dos Iturribiaga”, “Nido de Villanas” oscila entre emular as novelas mexicanas — referência histórica do gênero — e apresentar as principais funcionalidades de vídeo disponíveis no iPhone 17 Pro.

Esse enquadramento em termos de formato, diga-se de passagem, proliferado especialmente por estúdios asiáticos em plataformas de vídeos curtos (como o TikTok ou o Kwai) movimenta uma indústria que disputa a longeva hegemonia das telenovelas.

Foi o suficiente para que conglomerados conhecidos por sua dominância no segmento, como a TV Globo (no Brasil) e a Televisa (no México), oferecessem suas contrapartidas na transformação pela qual as novelas passam diante da mudança de hábito de consumo na América Latina e em todo o mundo. A opção da Maçã, evidentemente, carrega menos desse peso, mas demarca um possível interesse de presença nesse mercado.

“Nido de Villanas” está disponível no canal da Apple no YouTube, podendo ser visualizada na seção de Shorts da plataforma.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.999,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

  •  

Apple divulga relato de homem salvo com a ajuda do Apple Watch

Já compartilhamos muitos casos de vidas que foram salvas com a ajuda do Apple Watch, mas a maioria deles parte de relatos feitos pelos protagonistas (ou terceiros) nas redes sociais ou para publicações jornalísticas.

Desta vez, a própria Apple publicou em seu canal no YouTube o relato de um homem chamado Phil, que contou em um vídeo de pouco mais de meio minuto como o recurso SOS de Emergência do relógio salvou a sua vida.

Ele relatou estar pedalando em uma trilha com seus filhos pequenos quando calculou mal um salto e sofreu um acidente que o deixou desacordado — o que fez o Apple Watch detectar a queda e ligar imediatamente para a emergência.

“Só agradeço muito por estar usando o meu Apple Watch”, disse Phil, que foi resgatado pelos bombeiros e ficou internado por uma semana após quebrar a clavícula e sete costelas por causa do acidente.

Baita história, não?

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.678,80
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

  •  

★ Ferramentas no navegador ou aplicativos: qual é a melhor opção para acessar conteúdo offline?

Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.

Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?

A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.

Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido

As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.

Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.

Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.

  • Acompanhar palestras e conferências online;
  • Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
  • Revisar treinamentos profissionais;
  • Utilizar computadores compartilhados;
  • Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.

Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.

VidsSave.com

Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.

Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha

Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.

Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.

Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.

Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.

Não existe uma solução única

Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.

Imagine alguns exemplos:

  • Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
  • Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
  • Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
  • Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.

Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.

O fator mais importante é a praticidade

Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.

Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.

Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.

Conclusão

O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.

Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.

Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.

  •  
❌