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Apple tem pedido para suspender caso contra a Epic nos EUA negado

A Apple novamente não conseguiu obter a suspensão do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games. O caso, como já informamos, será analisado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em algum momento a partir de outubro — e a Maçã havia solicitado ao Tribunal Distrital Norte da Califórnia que suspendesse os trâmites até lá, mas o tribunal negou o pedido.

As informações foram divulgadas no X por Tim Sweeney, fundador e CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic.

Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
O pedido de suspensão da Apple foi negado! Agora, a empresa tem 24 horas para apresentar ao tribunal sua proposta de lista de taxas abusivas, e a Epic terá 60 dias para protocolar sua análise jurídica antes da audiência sobre o assunto.

Como também apontado por Sweeney, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal um esboço das taxas que pretende cobrar dos desenvolvedores pelo uso de opções de pagamento alternativas e por links externos para compras realizadas na web. A Epic poderá, dentro de 60 dias, apresentar uma análise da proposta de taxas da Maçã — e o tribunal decidirá o que deverá valer.

Sweeney fez uma segunda publicação sobre o imbróglio, questionando se a Apple vai “documentar honestamente seus custos com o tempo de revisores humanos e tentar recuperá-los?”. Alternativamente, ele sugere que a Apple pode “inventar noções novas e absurdas de custo, até então desconhecidas pela humanidade”.

Will Apple honestly document their costs for human reviewer time and seek to recoup them? Or fabricate outlandish new notions of cost previously unknown to mankind? Tune in 24 hours from now to find out.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026

Será que a Apple documentará honestamente os custos com o tempo de revisores humanos e tentará recuperá-los? Ou inventará noções de custo absurdas e inéditas para a humanidade? Fique ligado: a resposta virá daqui a 24 horas.

O desenrolar mais recente, cabe lembrar, faz parte de uma decisão na qual a Apple foi considerada em desacato por impor uma comissão de 27% sobre compras realizadas por meio de links externos, depois que a juíza Yvonne Gonzalez Rogers determinou que a empresa permitisse aos desenvolvedores direcionar os usuários para métodos de pagamento alternativos.

A Apple recorreu à Suprema Corte contra a referida decisão, que concordou em analisar o caso. A Maçã, em seguida, solicitou à magistrada a suspensão do processo na instância inferior, argumentando que a (futura) decisão da Suprema Corte poderá afetar qualquer trabalho realizado nesse meio-tempo.

A Apple (ainda) não comentou a decisão de hoje.

via AppleInsider

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Jennifer Bailey, chefe do Apple Pay e do Wallet, se aposentará

A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.

Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.

Eddy Cue, chefe da divisão de serviços da Apple, anunciou a saída dela em um comunicado interno (com tradução nossa abaixo), o qual foi repercutido pelo jornalista Mark Gurman (da Bloomberg).

Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.

Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.

Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.

Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.

Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.

Obrigado,

Eddy

A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.

Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.

Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.

Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.

— Mark Gurman (@markgurman) August 11, 2026
Mais uma saída na Apple: Josh Rosenstock, porta-voz de comunicação corporativa e financeira, está deixando a empresa após 14 anos. Ele ajudou a moldar a narrativa em torno da Apple e de Tim Cook. É uma perda para a área de relações públicas da Apple em meio à escassez de suprimentos, ao processo da OpenAI e à mudança de CEO. Será interessante ver qual será o próximo passo dele.

Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.

No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.

Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Apple estaria estocando displays para conter custos de produção de iPhones

Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.

No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.

Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.

Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.

O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.

No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.

Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.

A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.499,99
R$ 11.499,00

iPhone Air

Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00
R$ 10.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 6.099,00
R$ 7.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via MacRumors

Notas de rodapé

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    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

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Apple é alvo de processo por brecha na Retransmissão Privada do iCloud+

Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.

A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.

Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.

O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.

[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].

Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.

O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Apple é a segunda Big Tech com mais vagas de emprego de nível inicial nos EUA

Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.

Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.

BIG TECH COMPANIES WITH THE MOST ENTRY-LEVEL VACANCIES
Divulgação/CashNetUSA

Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.

Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).

THE MOST COMPETITIVE COMPANIES FOR ENTRY-LEVEL APPLICANTS
Divulgação/CashNetUSA

Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.

O estudo completo pode ser conferido nessa página.

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Quinta beta do iOS 27 faz referência a seis iPhones ainda não lançados

A Apple disponibilizou ontem a quinta versão beta dos sistemas 27 e, no caso do iOS, além de trazer novidades como novos ícones para apps nativos e mais opções de personalização de voz para a Siri, a última atualização fez menção à linha de iPhones que deverá ser lançada entre o final deste ano e o início do ano que vem, composta pelos modelos “18 Pro”, “18 Pro Max”, “Ultra”, “18”, “18e” e “Air 2”.

As referências foram encontradas pela Macworld em arquivos do sistema relacionados aos drivers de bateria do iPhone, limitando-se à exibição dos codinomes desses aparelhos. Nenhuma outra informação sobre esses dispositivos foi localizada.

A lista dos seis codinomes internos inclui:

  • V62: “iPhone Air 2”
  • V63: “iPhone 18 Pro”
  • V64: “iPhone 18 Pro Max”
  • V67: “iPhone 18”
  • V68: “iPhone Ultra”
  • V69: “iPhone 18e”

Algo semelhante ocorreu com o “iPhone Ultra” na quarta versão beta do novo iOS, cujo código incluía referências a um aparelho com múltiplas baterias — algo inexistente hoje e fortemente especulado no caso do primeiro dobrável da Apple.

Em um feito inédito, o tradicional evento de setembro destinado ao anúncio de novos iPhones — cujos preparativos já começaram — poderá dividir os lançamentos da linha “iPhone 18”, restringindo-se inicialmente aos modelos premium, como o “Ultra”, o “18 Pro” e o “18 Pro Max”, enquanto os demais aparelhos ficarão para o início do ano que vem.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

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“Desaparecida”, série do Apple TV com Patrick Brammall, ganha trailer

O Apple TV liberou hoje o trailer oficial de “Desaparecida” (“Last Seen”), thriller australiano estrelado por Patrick Brammall que estreará no serviço no dia 9 de setembro.

Comandada pelo escritor e produtor executivo Kris Mrksa e dirigida por Christian Schwochow, a série é uma adaptação do livro “The Dispatcher: A Novel” (de Ryan David Jahn) e conta ainda com Maxine Peake, Brendan Cowell, Daniel Henshall, Jessica Wren, Zahra Newman, Tobias Muhafidin e Chloe Jean Lourdes no elenco.

“Last Seen” acompanha a vida de Ian Ridley (interpretado por Brammall), detetive policial que teve o rumo de sua vida alterado quando sua filha, Maggie, desapareceu sem vestígios. Agora ocupando o cargo de despachante policial, ele segue em uma busca para reunir a família a todo custo após receber um pedido de socorro de uma jovem que ele tem a certeza de ser Maggie.

Quando o despachante de emergência, lan Ridley, recebe uma ligação de uma adolescente exasperada que ele acredita ser sua filha desaparecida, nada pode impedi-lo de encontrá-la.

Confira o trailer:

A missing daughter. An alarming distress call. A father who refuses to give up.#LastSeen premieres September 9 on Apple TV. pic.twitter.com/nb1a33KMm8

— Apple TV (@AppleTV) August 11, 2026
Uma filha desaparecida. Um pedido de socorro alarmante. Um pai que se recusa a desistir.

#LastSeen estreia dia 9 de setembro no Apple TV.

Ele também foi disponibilizado no YouTube:

Além de Mrksa e Schwochow, também são produtores executivos da série Joanna Werner, Jamie Laurenson e Hakan Kousetta.

No dia da estreia, como de tradição no Apple TV, chegarão ao catálogo do serviço apenas os dois primeiros episódios. Os demais serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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AirTag em cadela ajuda a encontrar idosos após incêndio florestal no Canadá

Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).

Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.

Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.

Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.

Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.

Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.

Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.

AirTag (2ª geração; pacote com 4 unidades)

R$ 1.288,78

AirTag (2ª geração)

R$ 329,00
R$ 369,00

AirTag (pacote com 4 unidades)

R$ 1.049,90
R$ 1.249,00

AirTag

R$ 369,00

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Dos modelos premium aos mais “económicos”: 12 smartphones com as melhores câmaras que pode comprar em Portugal

Fomos procurar quais os smartphones com as melhores câmaras à venda em Portugal, dividindo-os em duas categorias, sem limite de preço e até 500 euros. Explicamos também quais os critérios que deve ter em contra na hora de escolher.

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iPhone 17 è in offerta su Amazon: il momento giusto per prenderlo prima dei rincari

Da qualche tempo si parla di un possibile aumento di prezzi imminente per la linea iPhone 17 di Apple, soprattutto in vista del lancio della nuova generazione previsto per settembre, probabilmente per i modelli Pro. Quindi, prima che arrivino i rincari è molto interessante l'offerta su Amazon che ti permette di acquistarlo a 899 euro invece di 979: uno sconto valido per tutte le colorazioni e che è abbinabile al pagamento in 5 rate senza interessi.

Nota: Prezzo rilevato in data 11 agosto alle ore 12.32 direttamente sulla pagina prodotto ufficiale Amazon.it. I prezzi su Amazon sono soggetti a frequenti variazioni da parte del venditore.

iPhone 17 è dotato di un display da 6.3 pollici con tecnologia ProMotion fino a 120Hz e luminosità di picco di 3000 nit che lo rende adatto anche sotto la luce diretta estiva del sole. A proteggere tutto questo interviene la nuova formulazione del pannello in Ceramic Shield 2, che si dimostra ben tre volte più resistente ai graffi rispetto al passato.

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Non solo iPhone 18 Pro: Apple lancerà 8 prodotti a settembre per i rumor

Il tradizionale evento Apple di settembre quest'anno sarà diverso dal solito. La prima ragione è che a tenerne le redini non dovrebbe essere più Tim Cook, ma il suo erede John Ternus: il nuovo CEO infatti diverrà operativo proprio dal prossimo mese. Quello più caldo per Cupertino, e che in particolare a questo giro è di particolare importanza: oltre agli iPhone 18 Pro e Pro Max, infatti, Apple sta per svelare anche iPhone Ultra, ovvero il primo melafonino pieghevole.

LE 8 NOVITÀ IN ARRIVO

Ormai non manca molto, e il solito Mark Gurman di Bloomberg nella sua ultima rubrica Power On ha scelto di fare il punto della situazione, ricapitolando tutti gli annunci attesi. Che dovrebbero essere otto: e no, tra questi non c'è l'iPhone 18 base. Né compaiono iPhone Air 2 e iPhone 18e: tutti modelli che sono in arrivo, ma attesi per il primo trimestre del 2027, con Apple che avrebbe cambiato la propria storica strategia "spezzando" in due il lancio dei melafonini, con i modelli premium a fine anno e i restanti all'inizio.

Di otto novità, i nuovi iPhone quindi sono solo tre tenendo conto di iPhone 18 Pro, Pro Max e iPhone Ultra. Restano quindi cinque prodotti: secondo Gurman settembre sarà l'occasione anche per conoscere Apple Watch 12 e un Apple Watch Ultra 4. I restanti tre prodotti dovrebbero avere a che fare con l'ecosistema domestico di Apple: parliamo di una nuova Apple TV, di HomePod mini 2 e di un dispositivo inedito cui Gurman fa riferimento come "HomePad" o "HomePod Touch". 


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Il leak del brand luxury svela molto su iPhone 18 Pro: colori, display e data

Manca ancora un mese circa all'evento con cui Apple presenterà al mondo i nuovi iPhone 18 e la variante Fold/Ultra con display pieghevole. Eppure, c'è chi ha già pubblicato un mini-sito che svela parecchie informazioni chiave sui modelli iPhone 18 Pro e Pro Max. Si tratta di Caviar, brand che propone accessori e personalizzazioni di lusso per dispositivi come smartphone e occhiali smart.

DA CAVIAR, UN LEAK SU IPHONE 18 PRO E PRO MAX

Un esempio? L'immagine qui sotto è tratta proprio dal portale. La pagina fa riferimento al fatto che Apple manterrà la scocca in alluminio anodizzato, introducendo però colorazioni inedite, tra le quali troveremo finiture in rosso scuro intenso (Dark Cherry), argento, grigio e azzurro.

Ci sono conferme anche sulle dimensioni dei display: 6,3 pollici per iPhone 18 Pro e 6,9 pollici per il modello Pro Max. Stessa diagonale, ma un'area più piccola occupata dalla Dynamic Island, grazie all'integrazione di sensori riprogettati, a partire da quello per Face ID.


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Quais são os smartphones com a melhor relação entre preço e desempenho? Veja os modelos que se destacam

Serão realmente os smartphones topo de gama que oferecem o melhor valor-desempenho? Ou existem equipamentos a preços mais acessíveis que acabam por se destacar? O ranking da AnTuTu foca-se exatamente neste tema.

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Apple, MLB announce September ‘Friday Night Baseball’ schedule and first‑ever 3D broadcast in Apple Immersive

Apple, MLB announce September 'Friday Night Baseball' schedule and first‑ever broadcast in Apple Immersive

Today, Apple and Major League Baseball (MLB) unveiled the September schedule for “Friday Night Baseball,” the weekly doubleheader streaming every Friday on Apple TV throughout the 2026 regular season. Apple TV subscribers across 60 countries and regions can enjoy two marquee matchups each week with enhanced production quality, expert commentary, and no local broadcast restrictions.

For the first time, baseball fans can take in all the action of “Friday Night Baseball” live in Apple Immersive on Apple Vision Pro, leveraging 3D video recorded in 8K with a 180-degree field of view. On August 28, viewers with Vision Pro will experience the iconic Red Sox vs. Yankees rivalry from unique camera angles that place viewers right in the game, immersed in the drama of each at-bat, the celebrations in the dugout after a big hit, close plays at the outfield wall, and more.

The experience features bespoke commentary from Paul Severino (play-by-play), Xavier Scruggs (analyst), and Michelle Margaux (sideline reporter); dedicated replays; and an immersive graphics package that includes team lineups and stats floating in the viewer’s space. During breaks in the action, the broadcast remains live, immersing viewers in the stadium experience from all angles as ambisonic microphones capture sounds in Spatial Audio.

Apple Vision Pro users with an Apple TV subscription in Australia, Canada, Germany, Hong Kong, Japan, South Korea, Taiwan, the UK, and the U.S. can stream the games live directly through the Apple TV app. Full game replays, as well as a highlight package of the game’s key moments, will be available on demand in the Apple TV app for Vision Pro.

Apple, MLB announce September 'Friday Night Baseball' schedule and first‑ever broadcast in Apple Immersive

On September 4, the Cleveland Guardians look to keep their playoff hopes alive as they host the Detroit Tigers at Progressive Field. More intra-division matchups headline the schedule on September 11, as the first-place Milwaukee Brewers continue their run for a fourth consecutive division title against Elly De La Cruz and the Cincinnati Reds. Meanwhile, Fernando Tatís Jr. and the surging San Diego Padres push for a National League wild card berth against the San Francisco Giants.

On September 18, newly acquired Philadelphia Phillies infielder Luis Arráez furthers his pursuit of a fourth career batting title while teaming up with two-time MVP Bryce Harper as they look to help the Phillies gear up for a postseason run against the New York Mets.

The “Friday Night Baseball” schedule concludes with one of baseball’s most storied rivalries taking center stage as four-time MVP Shohei Ohtani and the Los Angeles Dodgers host the San Francisco Giants, with the Dodgers looking to clinch their fifth consecutive division title.

“Friday Night Baseball” games on Apple TV are called by broadcast teams Wayne Randazzo (play-by-play), Dontrelle Willis (analyst), and Heidi Watney (sideline reporter); and Alex Faust (play-by-play), Ryan Spilborghs (analyst), and Tricia Whitaker (sideline reporter). Game-by-game announcer assignments will be revealed weekly. The “Friday Night Baseball” pregame shows will be hosted by Siera Santos, former MLB All-Star Eric Hosmer, and insider Russell Dorsey.

Fans in the U.S. and Canada will also have the option to listen to home and away local radio broadcasts during “Friday Night Baseball” games.

The weekly “Friday Night Baseball” doubleheader on Apple TV is produced by MLB Network’s Emmy Award-winning production team in partnership with Apple’s live sports production team, with the first game of each weekly doubleheader presented by Essilor.

Apple TV Pricing and Availability

Apple TV subscribers can watch “Friday Night Baseball” on the Apple TV app on iPhone; iPad; Apple TV 4K; Apple Vision Pro; Mac; popular smart TVs from Samsung, LG, Sony, VIZIO, TCL, and others; Roku and Amazon Fire TV devices; Chromecast with Google TV; PlayStation and Xbox gaming consoles; and at tv.apple.com, for $12.99 (U.S.) per month with a seven-day free trial for new subscribers.2 For a limited time, eligible customers who purchase and activate a new iPhone, iPad, Apple TV, or Mac can enjoy three months of Apple TV for free.3 Find out how to watch Apple TV and see the full list of supported devices. “Friday Night Baseball” in Apple Immersive will be available live on Apple Vision Pro (M5) and Vision Pro (M2) for users with an active Apple TV subscription.
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MacDailyNews Take: All three baseball fans who own Vision Pros are currently popping champagne, polishing their headsets, and getting their couches and cervical pillows ready! 😘


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Apple’s real memory problem isn’t cost, it’s supply

Apple continues work to get White House go-ahead to source memory from Chinese supplier CXMT, which the US government has placed restrictions on.

For Apple, the issue comes down to simple math. With the cost of making iPhones up 38% because of eye-watering memory price increases — up almost 7-fold since the beginning of 2025 — it makes sense to make pragmatic choices when it comes to sourcing supply, particularly when other computer companies (including HP and Acer) already obtain memory from CXMT.

US resistance to the plan is that because of the way Apple packages memory on chip, the use of that memory might partly contravene the technology transfer restrictions the US has in place. Note: use of off-the-shelf components is fine.

Apple has been lobbying to use memory from the supplier only on devices made and sold in China and would likely argue this is reasonable given that both HP and Acer already use CXMT memory in products sold outside the US. 

Why it’s really about supply

The iPhone maker’s dilemma isn’t just about memory price, it’s also about ensuring it has enough component supply to satisfy demand for its products. This is plausibly a bigger challenge for the company, which is already warning of constrained supply because of lack of available memory. Samsung, Micron, and SK Hynix have allegedly already sold through all their DRAM production for 2027, which only sharpens Apple’s case to secure alternate sources.

With that in mind, it matters that China consumes around 20% of all Apple hardware sold globally. All the company needs is the go-ahead to use RAM from CXMT in those Chinese-made, China-sold devices.

That alone would effectively grow its usable memory supply by the same amount, because the non-restricted memory it currently has to use in Chinese-market products could be freed up for devices sold elsewhere, with CXMT covering the China-sold units instead.

With demand for its products accelerating —even amid a broad industry downturn — Apple really wants to make sure it has enough of the component to meet demand. Those powerful, on-premises 1.5TB RAM-equipped M7 Ultra Mac Studio AI clusters won’t exist unless it’s possible to find memory to put inside them.

The timeline challenge

The proposed arrangement with CXMT might not be a quick fix. Recent reporting indicated the company has already reached its production capacity for 2026, though it is working to double capacity by 2028. Apple has already tested memory chips from the company across products including iPhones and MacBooks.

While Apple this year has applied steep price increases across all its products (except for iPhones), it is now expected to increase the cost of the current iPhone 17 models perhaps as soon as this week. 

Market reports already warn that Apple will raise prices on its soon-to-debut iPhone 18 Pro and iPhone Ultra devices next month, and we expect availability to be constrained, once again as a result of RAM shortages. Even if Apple gets the go-ahead to work with CXMT to close the gap, the positive impact of that arrangement is unlikely to kick in before next year.

Enjoy the pain

Elsewhere, big memory manufacturers, including SK Hynix, have announced plans to invest in new DRAM manufacturing capacity. But this will not be operational until 2029, at the earliest.

This suggests constrained product availability and higher prices for the coming months — and the only way Apple, or anyone else, will be able to limit the impact of those price increases across the entire electronics industry will be if they can obtain additional stocks of memory from vendors outside the big three. If they cannot, you can kiss the age of abundance goodbye.

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