O clássico aplicativo de backup SuperDuper foi atualizado recentemente para a sua quarta versão, que chega com um novo visual, cópias até 2x mais rápidas e uma nova forma de configurar seus backups, entre outras adições.
A grande novidade dessa nova versão tem a ver com a seção “What’s going to happen?”, que descreve tudo o que será contemplado pelo seu backup na forma de uma frase simples em inglês. Deseja alterar alguma coisa? Agora basta clicar no trecho correspondente, fazer os ajustes necessários (em linguagem natural) e clicar em “Copy Now”.
Divulgação/Shirt Pocket
A nova versão também permite realizar quantas cópias você quiser — cada uma com sua própria fonte, destino, agendamento e ações subsequentes. Também passou a ser possível pré-visualizar as configurações de cada cópia antes mesmo de elas iniciarem, bem como realizar o backup de uma pasta individual, e não mais apenas de discos inteiros.
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Outra novidade é a possibilidade de rodar um atalho antes ou depois de uma cópia, bem como se uma falha acontecer. Assim, você pode determinar que um email seja enviado para você caso algo de errado aconteça, ou que um registro seja feito em uma planilha, por exemplo.
O SuperDuper 4 também suporta discos de rede e sistemas NAS1Network-attached storage, ou armazenamento conectado à rede., além de formatos como FAT32 e exFAT. Também foi adicionado um ícone à barra de menus com informações sobre o progresso dos backups, bem como novas notificações.
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Compatível com o macOS Sonoma 14 ou superior, o SuperDuper 4 pode ser instalado tanto em Macs com chips Apple Silicon quanto em máquinas Intel por cerca de R$230. Usuários do SuperDuper 3 que adquiriram uma licença após 31 de julho de 2020 podem fazer o upgrade com 30% de desconto.
Notas de rodapé
1
Network-attached storage, ou armazenamento conectado à rede.
Spotlight doesn’t currently appear able to search Time Machine backups reliably, at least not in Sequoia or Tahoe, although this may not be universal.
[…]
If I now step back through my backups to reach one that I know contains that file, I can restore it. But if I type anything into the search field, nothing is found. If I change the scope of the search to that backup, the window title changes but its contents remain blank, and there isn’t even a busy spinner to indicate a search is in progress.
[…]
As I can’t disable Spotlight indexing on that volume without macOS telling me that it’s required to be indexed by Spotlight, neither can I force that volume to be reindexed.
[…]
My conclusion is that using Spotlight to search Time Machine backups no longer works, and the instructions given by Apple are also broken.
That has been my experience, too. As I see it, there are four separate problems:
I want to be able to search all my backup snapshots, because I don’t know which one might contain the file I want to restore. Time Machine only lets you search one at a time.
Searching an individual snapshot doesn’t actually work.
Spotlight indexing is invasive, using lots of CPU time, and with spinning hard drives causes wear and tear and creates lots of noise. If search doesn’t work anyway, I’d like to turn it off, but macOS won’t let me.
If the problem is with the index, there’s no way to reset it without deleting your backup.
Unfortunately, all those saved versions in the version database fall outside the scope of Spotlight indexing, and Spotlight search can’t look inside any of the old versions saved in a volume’s version database. Surprisingly, the version browser doesn’t offer any search facilities either, as that’s presumably another feature intended for a future that never came.
[…]
One way around this is to save each document version as a separate file, allow Spotlight to extract their contents and add those to its indexes for that volume, then to search those files. This is quick and simple using my free utility Versatility.
“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.
Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.
Os mesmos 5GB desde 2011
Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.
Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.
Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).
A conta em horas, plano a plano
A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.
Plano
Brasil
EUA
Canadá
Portugal
iCloud+ de 50GB
42min
8min
4min
11min
iCloud+ de 200GB
2h20min
25min
14min
34min
iCloud+ de 2TB
7h52min
1h23min
44min
1h53min
iCloud+ de 12TB
47h
8h16min
4h33min
11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.
À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.
Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.
O pedágio que nunca acaba
Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.
Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.
E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.
Por que a caixa não cresce
Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.
E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.
Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.
No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.
I’m sure this scenario is familiar to you — you buy an external hard drive for a certain capacity, thinking that it would have more than enough space to store all your current files, and many more in the future — but then you soon realise that you’ve filled it up in no time. You’re then forced to delete some files to make enough room for new ones that you need to back up or archive. And so it goes.
I can definitely relate, having filled up a couple of hard drives ranging from 2TB to 6TB containing photo libraries, videos and Steam game backups, then later finding myself auditing those files more often than I’d like to clear up storage space.
This deal can also benefit those who work with large files regularly, like content creators, video editors, data professionals, graphic artists and more, where they can focus on their work and not constantly worry about storage.
This listing is from Amazon Germany, so you may have to wait until at least early next month for delivery to Australia, but this is so far the lowest price we’ve seen for EOFY. The Seagate Expansion Desktop has USB 3.0 file transfers, Windows and Mac support (with automatic recognition for easy setup) and access to a data recovery service for that extra peace of mind.View Deal
In our best external hard drives buying guide, our reviewer called the Seagate Expansion Desktop the best-performing HDD they'd tested thanks to the read and write speeds of 242 MB/s and 237 MB/s, respectively, and for its relatively compact size compared to others in this category.
The main downsides the tester mentioned were the hard drive’s external power requirement — which is something I would certainly live with for a capacity of this size — and the expensive RRP, which this 32% discount handily takes care of.
While you can invest in some network attached storage (NAS) devices for your growing storage needs, the Seagate Expansion Desktop is an easier plug-and-play solution that won’t require much fiddling to set up — it’s as easy as plugging the drive in and moving files to it via Windows Explorer or macOS Finder. Plus, this deal is a much cheaper alternative as the NAS devices themselves without drives cost around the same or even more in some cases.
On the other hand, this external drive can be used in a NAS device (or your PC, even) through “shucking”, or removing the external casing and installing the bare drive into a hard drive bay to add more storage for redundancy or otherwise. Do note that this will void the drive’s warranty.
In any case, a deal like this in a period of storage component shortages is hard to pass up for anyone in need of extra storage space for backups, archiving or any work that involves large file sizes.
Thousands of electric vehicles in Waymo’s autonomous robotaxi fleet may eventually give up their used batteries for a very different purpose—contributing up to hundreds of megawatt-hours of stationary energy storage to local power grids.
That prospect comes from a “strategic supply agreement” announced by Waymo and B2U Storage Solutions on June 4. B2U has been repurposing thousands of used batteries from various electric vehicles by installing them in large stationary energy storage projects. Such energy storage facilities can capture excess renewable energy during low demand periods and release such energy when local power grids are experiencing peak demand periods.
“Our business is getting the full residual value out of electric vehicle batteries after they're no longer suitable for automotive use,” Freeman Hall, CEO of B2U Storage Solution, told Ars. “Waymo puts a lot of miles on EVs and their model is expanding rapidly, and so we're just very pleased and honored to be able to work with them.”
O Windows 11 tem ferramentas nativas para fazer cópias de segurança automáticas dos seus ficheiros, e pode configurá-las demora menos de cinco minutos. Mostramos como fazê-lo passo a passo, com e sem disco externo.