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Promoções na App Store: Recent Contacts Timeline, Black Border 2, Business Card Maker· e mais!

Nesta quarta-feira, aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!

O destaque do dia fica para o utilitário Recent Contacts Timeline. Desenvolvido por Adam Bardon, ele organiza suas interações recentes em uma linha do tempo visual simples.

A proposta é facilitar a identificação de novos números incluídos na sua agenda — agrupados por data e com acesso rápido. Em vez de listas tradicionais, ele apresenta uma visão cronológica, que pode ser muito mais prático, dependendo da sua necessidade.

Aproveite a oferta e baixe agora! 📇


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$70 em descontos:

Jogos

Controle de fronteira.

Acabe com as peças.

Jogo de aventura.

Aplicativos

Utilitário para cartões virtuais.

Utilitário para desenho.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸

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Meta lança Muse Code, agente de programação alimentado pelo novo modelo Muse Spark 1.2

A Meta lançou hoje o Muse Code, seu primeiro agente de programação — o qual rivalizará com soluções como o Claude Code (da Anthropic) e o Codex (da OpenAI).

A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.

Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v

— Mark Zuckerberg (@finkd) August 5, 2026
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.

Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).

Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:

curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash

Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.

O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.

Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj

— AI at Meta (@AIatMeta) August 5, 2026

O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.

O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.

O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

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SuperDuper 4 é lançado com nova forma de configurar backups no Mac

O clássico aplicativo de backup SuperDuper foi atualizado recentemente para a sua quarta versão, que chega com um novo visual, cópias até 2x mais rápidas e uma nova forma de configurar seus backups, entre outras adições.

A grande novidade dessa nova versão tem a ver com a seção “What’s going to happen?”, que descreve tudo o que será contemplado pelo seu backup na forma de uma frase simples em inglês. Deseja alterar alguma coisa? Agora basta clicar no trecho correspondente, fazer os ajustes necessários (em linguagem natural) e clicar em “Copy Now”.

Interface principal do SuperDuper 4.
Divulgação/Shirt Pocket

A nova versão também permite realizar quantas cópias você quiser — cada uma com sua própria fonte, destino, agendamento e ações subsequentes. Também passou a ser possível pré-visualizar as configurações de cada cópia antes mesmo de elas iniciarem, bem como realizar o backup de uma pasta individual, e não mais apenas de discos inteiros.

Seção "What's going to happen?" do SuperDuper 4
Divulgação/Shirt Pocket

Outra novidade é a possibilidade de rodar um atalho antes ou depois de uma cópia, bem como se uma falha acontecer. Assim, você pode determinar que um email seja enviado para você caso algo de errado aconteça, ou que um registro seja feito em uma planilha, por exemplo.

O SuperDuper 4 também suporta discos de rede e sistemas NAS 1Network-attached storage, ou armazenamento conectado à rede., além de formatos como FAT32 e exFAT. Também foi adicionado um ícone à barra de menus com informações sobre o progresso dos backups, bem como novas notificações.

Agendamento de backups do SuperDuper 4
Divulgação/Shirt Pocket

Compatível com o macOS Sonoma 14 ou superior, o SuperDuper 4 pode ser instalado tanto em Macs com chips Apple Silicon quanto em máquinas Intel por cerca de R$230. Usuários do SuperDuper 3 que adquiriram uma licença após 31 de julho de 2020 podem fazer o upgrade com 30% de desconto.

Notas de rodapé

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    Network-attached storage, ou armazenamento conectado à rede.

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DJI lança Mic Mini 2S, com gravação interna em 32-bit float

Conforme antecipado durante o anúncio do Mic Mini 2, a DJI enfim lançou o Mic Mini 2S, permitindo que cada transmissor realize uma gravação interna de áudios em 32-bit float — ou seja, sem a necessidade de ajustar níveis e sem risco de estourar (clipping) nada na captação.

O recurso é possível graças aos 14,5GB de armazenamento interno do transmissor, que permite um acúmulo de até 28 horas de gravação diretamente no dispositivo. Como já havia sido mencionado pela DJI, cada receptor possui suporte a conexão com até quatro transmissores — sendo compatível, para além dos transmissores do próprio Mic Mini 2S, com os do Mic Mini e do Mic Mini 2, além do DJI Mic Series Mobile Receiver.

Meet DJI Mic Mini 2S – Capture Every Detail

DJI Mic Mini 2S wireless mic ensures secure backups with 32-bit float internal recording and up to 28 hours of storage , while AI-upgraded noise canceling precisely isolates vocals . Expand to a full wireless mic system with 4TX + 1RX… pic.twitter.com/PqpQs3QeE0

— DJI (@DJIGlobal) August 4, 2026
Conheça o DJI Mic Mini 2S – Capture Cada Detalhe

O microfone sem fio DJI Mic Mini 2S garante backups seguros com gravação interna em 32-bit float e até 28 horas de armazenamento, enquanto o cancelamento de ruído aprimorado por IA isola precisamente as vozes. Expanda para um sistema completo de microfone sem fio com conectividade 4TX + 1RX cross-gen, conexão direta OsmoAudio e um estojo de carregamento redesenhado.

✅ Armazenamento Interno de 28 Horas, Gravação Interna em 32-bit float
✅ Conectividade 4TX + 1RX Cross-Gen
✅ Cancelamento de Ruído por IA em Dois Níveis, Três Predefinições de Tom de Voz
✅ Leve & Versátil, Armazenamento Compacto
✅ Conexão Direta DJI OsmoAudio
✅ Tempo de Operação Longo & Carregamento Rápido

Descubra mais: brnw.ch/21x4F3g
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#djimicmini2s
#djimic
#djimicrophone
#wirelessmicrophone
#lavaliermicrophone

Ele conta com dois modos de cancelamento de ruído — ambos empurrados por inteligência artificial (IA), um mais básico para pequenos ruídos internos, e um modo mais forte desenvolvido para captações em ambientes externos —, os recursos Clipping Control e Loudness Balance, que impedem a distorção em picos de áudio e auxiliam no ajuste dos níveis do áudio em ambientes com grandes variações de volume, respectivamente. Sobre os perfis de voz, o Mic Mini 2S também conta com as predefinições Regular, Rico ou Brilhante.

Imagem promocional do DJI Mic Mini 2S - 2
Divulgação/DJI

Os transmissores do Mic Mini 2S também são compatíveis com as câmeras da DJI, como a Osmo Pocket 4P, Osmo Pocket 4, Osmo 360, Osmo Nano e Osmo Action 6, em conexão direta (sem receptor).

Preço e disponibilidade

Imagem promocional do DJI Mic Mini 2S - 3
Divulgação/DJI

Ainda não temos detalhes sobre o preço e a data de lançamento no Brasil, mas lá fora o DJI Mic Mini 2S chegará em cinco versões: somente com o transmissor, por 70€; com dois transmissores e um receptor, por 190€; com um receptor e um transmissor, por 100€; com um receptor, uma case de carregamento e um receptor móvel, pelos mesmos 100€; além da versão com dois transmissores, um receptor, uma case de carregamento e o DJI Mic Series Mobile Receiver por 205€.

O embargo contra a DJI segue em vigor nos Estados Unidos, indisponibilizando o Mic Mini 2S no país.

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Des lunes de Neptune seraient nées de catastrophes cosmiques !

Certaines des caractéristiques du Système solaire, à commencer par l'origine de la Lune, s'expliquent par des événements et des scénarios violents. Que faut-il en penser dans le cas de certaines des lunes de Neptune depuis que le télescope James-Webb a pris le relais de Hubble ?

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Dos grandes felinos às paisagens californianas: os nomes do macOS

A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.

Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.

As (várias) mudanças do passado

Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

Mac OS X

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.

A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).

Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.

Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.

OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia

A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.

A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.

O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Wallpaper do OS X Mavericks Developer Preview

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.

OS X Yosemite 10.10

Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.

Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

BG do OS X Yosemite

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.

Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.

OS X El Capitan 10.11

A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

Fundo de tela do OS X 10.11 El Capitan

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.

macOS Sierra 10.12

Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Wallpaper do macOS Sierra

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.

macOS High Sierra 10.13

Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Wallpaper oficial do macOS High Sierra 10.13

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.

macOS Mojave 10.14

Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Wallpaper oficial do macOS Mojave

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).

macOS Catalina 10.15

A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Wallpaper do macOS Catalina

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.

macOS Big Sur 11

Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Wallpaper do macOS Big Sur

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.

Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.

macOS Monterey 12

Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

Wallpaper do macOS Monterey 12

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.

Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.

macOS Ventura 13

Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Wallpaper do macOS Ventura

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.

macOS Sonoma 14

Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.

A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.

macOS Sequoia 15

Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

Novo wallpaper do macOS Sequoia 15

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.

Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).

macOS Tahoe 26

Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Tahoe Day

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.

Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.

macOS Golden Gate 27

E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Wallpaper oficial do macOS Golden Gate 27 (dia)

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.

Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.


E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊

via Basic Apple Guy

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Promoções na App Store: Pin To Wall: Photo Widget, HOOK 2, Speed Up Video e mais!

Fechando a semana e o mês de julho com a nossa seleção de promoções na App Store!

O nosso destaque do dia é Pin To Wall: Photo Widget, um app simples e direto ao ponto, pensado para quem quer manter uma única foto sempre à mão no iPhone, iPad ou Apple Vision Pro.

Ele funciona como um quadro digital: você escolhe uma imagem, fixa na Tela de Início como widget e pronto, ela fica ali até você trocar.

A proposta é armazenar apenas uma foto por vez, seja da sua biblioteca ou com uma nova captura, evitando acúmulos desnecessários na biblioteca de fotos e tornando o app leve e fácil de usar.

Para quem gosta de foco e não quer gerenciar álbuns, é uma solução prática. Aproveite a oferta! 🌠


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$100 em descontos:

Jogos

Puzzles.

Jogo de estratégia.

Jogo de cartas.

Aplicativos

Editor de vídeos.

Utilitário para desenvolvedores.


Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖

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CrossOver 27 ganha versão de teste com suporte a chips Apple Silicon

A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.

Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.

O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).

Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.

Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.

A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.

O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.

via AppleInsider

Notas de rodapé

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    Advanced RISC Machine.
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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Spain commits up to $2.3 billion for national military communications for IRIS²

WARSAW, Poland — The Spanish government announced it will allocate between 1.6 billion and 2 billion euros ($1.8 to $2.3 billion) to develop a national military satellite communications constellation that […]

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Rivian (RIVN) Q2 2026 earnings: revenue up 27%, gross margins soaring

Rivian reported its second-quarter 2026 earnings today, and there are improvements across the board. It’s a car. The company started delivering the R2, its first vehicle priced under $50,000, to customers on June 9.

The financials came in strong too. Revenue reached $1.658 billion, up 27% year-over-year, and Rivian posted a record $179 million gross profit while beating Wall Street on revenue, earnings, and adjusted EBITDA.

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Apple’s AirTag 2 four-pack hits record low of $89

Apple introduced the new AirTag, now with an expanded finding range and a louder speaker.
Apple’s new AirTag (second generation), now with an expanded finding range and a louder speaker.

Apple’s second-generation AirTag is currently available at its lowest price ever: $89 for a four-pack, down from the usual $99. The deal matches the previous all-time low first spotted during Amazon’s Prime Day event and remains one of the strongest discounts on the newer model.

A single AirTag 2 is also discounted to $27 (from $29). While that price isn’t quite as aggressive as some earlier promotions, it still ranks among the better current offers for buyers who only need one unit.

The AirTag 2 is a compact Bluetooth tracker that helps users locate everyday items like keys, wallets, bags, or luggage through Apple’s Find My network, showing the last known location on a map and enabling Lost Mode to lock the tag and display a custom contact message via NFC when found by someone else.

AirTag 2 offers Precision Finding with a second-generation Ultra Wideband chip that provides directional arrows, distance readouts, and haptic/audio cues from up to 50% farther away (on compatible iPhone 15 or later models, excluding certain variants), plus the first-time ability to use this feature on Apple Watch Series 9 or later and Ultra 2 or later; an upgraded Bluetooth chip for expanded proximity range; a 50% louder speaker with a distinctive new chime that can be heard from twice as far; “Left Behind” alerts; sharing location access with family or friends; temporary secure sharing with airlines for luggage recovery; a user-replaceable CR2032 battery lasting over a year; IP67 water and dust resistance; and built-in privacy protections including frequent Bluetooth ID rotation and end-to-end encryption so only the owner can access location data.

MacDailyNews Take: Get ’em while they last here.


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Rivian R2 uses up to 26% more energy than Model Y in real-world test

Out of Spec Reviews put a Rivian R2 Performance and a Tesla Model Y Performance on the same roads on the same afternoon. The R2 used 18% to 26% more energy at every single speed they tested.

That’s awkward, because the two SUVs carry identical EPA efficiency ratings, and Rivian CEO RJ Scaringe has been telling media the R2 matches the Model Y.

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Planetary-Mass Exomoon Found Circling Brown Dwarf

This illustration shows the stellar system CD-35 2722, with the newly found exomoon at the center; the star has about half the mass of our Sun, and it is orbited by a brown dwarf, the reddish-brown object seen here in the foreground (right). Image credit: ESO / M. Kornmesser.

Astronomers using ESO’s Very Large Telescope (VLT) have discovered a gas giant around a brown dwarf in the stellar system CD-35 2722.

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Toutes les vitamines D ne se valent pas : voici la fascinante découverte d'une méta-analyse britannique

Toutes les vitamines D ne se valent pas. Une vaste analyse révèle même que l'une des deux formes pourrait faire baisser les niveaux de l'autre, celle qui protège le mieux notre immunité. De quoi interroger le choix des compléments alimentaires, très prisés à la saison sombre.

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Aspire Pixo Aura 2 Vape Review: A Compact Pod System Built for Flavor and Convenience

Aspire Pixo Aura 2 is a stylish and easy-to-use pod vape designed for adult users who value portability, performance, and simplicity. As the latest addition to Aspire’s Pixo Series, the Pixo Aura 2 combines a sleek ergonomic design, long-lasting battery, refillable pods, and smooth airflow to deliver an enjoyable vaping experience for both beginners and experienced users.

Whether you’re switching from disposable vapes or looking for a reliable everyday pod system, the Aspire Pixo Aura 2 offers a balance of flavor, convenience, and modern design.

Modern and Ergonomic Design

The Aspire Pixo Aura 2 features a slim, lightweight body that fits comfortably in your hand or pocket. Constructed from durable materials with a premium finish, the device is designed for everyday portability while maintaining a stylish appearance.

Its minimalist design includes intuitive controls, making it easy to operate without a complicated learning curve.

Long-Lasting Built-In Battery

Powered by a high-capacity rechargeable battery, the Pixo Aura 2 is designed to provide all-day vaping for most users. USB Type-C fast charging helps reduce downtime, allowing you to recharge quickly and get back to vaping with minimal interruption.

Smooth and Consistent Flavor

The Pixo Aura 2 is engineered to maximize flavor delivery through Aspire’s advanced pod technology. The integrated mesh coil heats e-liquid evenly, producing rich flavor, smooth vapor, and excellent coil longevity.

Whether you enjoy nicotine salts or standard freebase e-liquids, the device is optimized to provide a satisfying vape with consistent performance.

Refillable Pod System

The refillable pod design allows users to easily fill their favorite e-liquid while reducing waste compared to disposable devices.

Benefits of the refillable system include:

  • Easy top or side filling (depending on pod version)
  • Leak-resistant construction
  • Transparent pod for monitoring e-liquid levels
  • Convenient magnetic pod connection

The pod system is designed for quick installation and effortless daily maintenance.

Adjustable Airflow

The Aspire Pixo Aura 2 features adjustable airflow, allowing users to customize their vaping experience.

With a simple airflow adjustment, you can switch between:

  • Tight Mouth-to-Lung (MTL) draws for a cigarette-like inhale
  • Restricted Direct-to-Lung (RDL) vaping for increased vapor production

This flexibility makes the device suitable for a wide range of vaping preferences.

Intelligent Performance

The device automatically detects the installed pod and delivers an appropriate power level for consistent vapor production. This smart output system eliminates complicated wattage adjustments, making the Pixo Aura 2 especially beginner-friendly.

Built-in safety protections typically include:

  • Overcharge protection
  • Short-circuit protection
  • Low-voltage protection
  • Overheat protection
  • Overtime vaping protection

These features help ensure reliable and safe operation during everyday use.

Easy Everyday Operation

Designed with convenience in mind, the Aspire Pixo Aura 2 offers a simple vaping experience.

Key user-friendly features include:

  • Draw-activated firing
  • Quick pod replacement
  • Fast USB Type-C charging
  • Lightweight construction
  • Compact pocket-friendly size
  • Minimal maintenance

Its intuitive operation makes it an excellent choice for users transitioning from disposable vapes to refillable pod systems.

Key Features

  • Compact and ergonomic design
  • Rechargeable built-in battery
  • USB Type-C fast charging
  • Refillable pod system
  • Advanced mesh coil technology
  • Rich flavor production
  • Adjustable airflow
  • Leak-resistant pod design
  • Automatic power adjustment
  • Suitable for MTL and RDL vaping
  • Multiple built-in safety protections

Who Is the Aspire Pixo Aura 2 For?

The Aspire Pixo Aura 2 is ideal for:

  • Adult smokers switching to refillable vape devices
  • Users replacing disposable vapes
  • Beginners seeking a simple pod system
  • Flavor-focused MTL vapers
  • Users looking for a compact everyday vape
  • Travelers who need a lightweight and portable device

Final Thoughts

Aspire Pixo Aura 2 combines elegant design, dependable battery life, refillable convenience, and excellent flavor performance in a compact pod system. With adjustable airflow, intelligent power delivery, and easy operation, it offers a satisfying vaping experience for both new and experienced adult users.

If you’re looking for a stylish refillable pod vape that delivers consistent performance without unnecessary complexity, the Aspire Pixo Aura 2 is a strong option for everyday use.

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Poland commits $745 million to EU’s IRIS² constellation project

WARSAW, Poland — The Polish government has agreed to invest around $745 million in the development of the planned IRIS² multi-orbit satellite internet constellation with the European Union.  The money […]

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Apple’s iPhone Air 2 expected to sport dual cameras, vapor chamber cooling, and bigger battery

Available in four beautiful colors, the new polished titanium on iPhone Air has an elegant mirrored finish.
Available in four beautiful colors, the polished titanium on Apple’s original iPhone Air has an elegant mirrored finish.

Apple is doubling down on its ultra-thin iPhone experiment. According to The Information, the upcoming iPhone Air 2 will feature a vapor chamber cooling system — a significant upgrade that first appeared in the iPhone 17 Pro series. The report also confirms that Apple is proceeding with the second-generation model despite softer-than-expected sales of the original iPhone Air.

The first-generation iPhone Air, released as part of Apple’s 2026 lineup, stood out for its remarkably slim profile — one of the thinnest iPhones ever made. However, it came with notable trade-offs: a single rear camera and relatively modest battery capacity (around 3,149mAh).

Key Upgrades Rumored for iPhone Air 2

Multiple credible sources, including The Information and Bloomberg News, point to several meaningful improvements:

• Dual rear cameras: The biggest change is the addition of a second camera. The iPhone Air 2 is expected to feature a 48MP main wide lens paired with a new ultrawide lens. This brings the camera setup in line with Apple’s base iPhone models and directly addresses one of the most common criticisms of the first-generation Air.

• Vapor chamber cooling system: The Information specifically reports that the Air 2 will incorporate a vapor chamber for better heat dissipation. This technology allows the phone to sustain higher performance levels for longer periods without thermal throttling — a welcome addition in such a thin chassis.

• Larger battery: Leaks suggest the battery will grow to approximately 3,500mAh or more (an increase of roughly 11% or greater). Combined with the efficiency gains from the next-generation chip, this should deliver noticeably better endurance than the original Air.

• A20 Pro chip on 2nm process: The device is expected to be powered by Apple’s A20 Pro chipset, fabricated on a 2nm process node. This should bring meaningful gains in both performance and power efficiency. Some reports also mention advanced integration techniques (such as Wafer-Level Multi-Chip Module) for further optimizations.

Design and Display

The iPhone Air 2 is expected to retain the signature ultra-thin form factor of its predecessor, with possible minor refinements. No major redesign is anticipated. It will likely feature a similar 6.55-inch LTPO OLED display with 120Hz ProMotion refresh rate.

Release Timeline and Positioning

Current expectations point to a spring 2027 launch for the iPhone Air 2, alongside the base iPhone 18 and iPhone 18e models. This would be a departure from Apple’s traditional September iPhone event timing for the “Air” line.

Some reports also suggest Apple may lower the price of the Air 2 compared to the first generation in an effort to boost adoption.

MacDailyNews Take: The iPhone Air line is Apple at its most audacious — a premium “thin-and-light” flagship that dares to prioritize sleek portability and elegant design above all else, even if it means sacrificing some camera versatility and outright battery capacity in the process. The first-generation model successfully proved the concept and wowed those who value form factor above all, but it also laid bare the inevitable trade-offs that come with pushing the envelope that far.

The iPhone Air 2 looks to be Apple’s smart evolution: giving customers the most-requested upgrades — a second rear camera, improved thermals via vapor chamber cooling, and a meaningfully larger battery, all while retaining the ultra-thin identity that defines the Air. It’s classic Apple: listen to real-world feedback, iterate intelligently, and refuse to bloat the design just to check arbitrary spec boxes.

Will these enhancements be enough to push the Air into the mainstream hit column? Time will tell, but the signals are clear: Apple isn’t walking away from its thin-phone vision. Instead, the company is committed to refining it, learning from the first generation, and delivering a more complete package in 2027.

As always the case with pre-launch rumors and supply chain whispers, final specs can shift before the iPhone Air 2 hits store shelves next spring. We’ll be watching closely as development continues. Apple’s willingness to iterate boldly on ambitious new product categories is exactly why the company continues to lead in smartphones, the product it invented and revealed way back in 2007.


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Puzzling Near-Earth Asteroid Turns Out to Be Comet with Weak Tail

This artist’s concept depicts a near-Earth asteroid with an elongated orbit; a few objects such as these can exhibit significant perturbations in their motion around the Sun and, like 1998 SH2, could turn out to be regular comets with a weak tail and coma. Image credit: NASA / JPL-Caltech.

The near-Earth object (875163) 1998 SH2, which is currently classified as an asteroid, has revealed a hidden identity: it’s actually a comet in disguise, according to a new study published in the journal Nature Astronomy.

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