North Carolina leaders urge court to reject EPA’s 'backroom PFAS deal' with Chemours

The U.S. Environmental Protection Agency and Chemours announced they’d reached a $450 million settlement last month.


The U.S. Environmental Protection Agency and Chemours announced they’d reached a $450 million settlement last month.




Philly’s tap water meets federal drinking water standards but falls far short of public health goals when it comes to cancer-causing chemicals.



Se tempo pra você realmente é algo muito caro, conheça e veja como instalar o gerenciador de tarefas e tempo Empoche no Linux via Snap.
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Em sua rede social (a Truth Social), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que investigará as multas cobradas pela União Europeia contra empresas de tecnologia americanas (como a Apple, a Amazon, o Google e a Meta) acusadas pelo bloco de terem violado a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).
Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:
A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!
Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.
Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!
Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.
A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!
Presidente DONALD J. TRUMP
Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.
Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.
via MacRumors




The problem of per- and polyfluoroalkyl substances, or PFAS, a group of potentially cancer-causing “forever chemicals,” may finally have a solution, thanks to German scientists.
The PFAS group contains more than 10,000 synthetic substances that refuse to break down, leading to the term “forever chemicals,” and which instead build up in the body to cause developmental issues, immune problems, and even cancer.
Now, Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf (HZDR) researchers have reported not one, but two new solutions to the forever chemical problem in recent papers published in the journals Chemical Engineering Journal Advances and Scientific Reports.
One of these new processes for addressing this long-standing environmental problem employs hydrodynamic cavitation, while the other employs cold atmospheric plasma combined with gas dispersion.
PFAS have exceptionally stable carbon-fluorine bonds, which make them difficult to break down. Through industrial wastewater, these forever chemicals are released into oceans and rivers, where they can accumulate in plants, animals, and humans. While some of them are tied to specific health risks, many are still question marks, with their health consequences unclear.
The work at HZDR is part of Germany’s “National Water Strategy,” aimed at protecting the country’s water supplies. In a 2022 preliminary study that the new work built on, researchers degraded PFAS chemicals through a hydrodynamic cavitation process.
Work on these new processes was conducted at the Helmholtz Center for Environmental Research (UFZ), confirming that both processes degrade PFAS and produce fluoride, which the researchers hope will soon be adopted in industry.
“In hydrodynamic cavitation, we pass PFAS-enriched water through a constriction, generating small vapor bubbles,” explained co-author Dr. Sebastian Reinecke, head of the Department of Water and Environmental Technologies at HZDR. “When the bubbles burst under the rising ambient pressure in the water downstream of the constriction, the PFAS that are attached to the bubbles are exposed to local temperature spikes of several thousand degrees Celsius.”
While this occurs, highly reactive hydroxyl radicals form during cavitation, which the team believes then attack intermediate products, hastening the breakdown of PFAS.
The researchers demonstrated that PFAS chemicals in tap water were broken down, with higher concentrations of fluoride produced as treatment duration increased. A persistent and well-studied PFAS, perfluorooctane sulfonate (PFOS), was used in the research, with 37% of the dissolved chemical eventually breaking down.
“We are now conducting follow-up experiments to increase the degradation rate,” Reinecke added. “Our goal is to improve the process to a degradation rate of more than 80 percent of the PFAS in the solution and mineralizing more than 50 percent of the fluorine that is bound in the chemicals – that means, breaking down the carbon-fluorine bonds that are typical of PFAS.”
Dr. Amit Kumar, an environmental engineer at HZDR, led another series of experiments on cold atmospheric plasma and gas dispersion, which offered the advantage of not requiring catalysts or additional chemicals. Kumar applied some of his previous research on breaking down micropollutants to the problem of forever chemicals.
“We generated plasma at the water surface while simultaneously introducing gas into the PFAS-contaminated water,” Reinecke explained. “The PFAS attach to the surface of the gas bubbles. As they rise, the water is constantly circulated. This brings the PFAS to the surface, where they are broken down in the plasma.”
Roughly 35% of the fluorine atoms in these forever chemicals were released as fluoride salts in the process, almost completely degrading long- and short-chain PFAS.
“While this method has significantly faster reaction kinetics than cavitation, it also consumes far more energy per volume unit,” Reinecke notes. “In addition, the process generates numerous transformation products that we have not yet been able to investigate in detail – for instance, gaseous compounds that form during the reaction.”
With their central ideas proven, the researchers are now focused on scaling up these processes for industrial-scale wastewater applications. Part of this involves increasing the reaction volume from 50 milliliters to 5 liters and combining the two separate processes.
“I believe we’ll achieve high degradation rates by combining the highly reactive species from the plasma with the effects of cavitation,” says Reinecke.
Additionally, follow-up work is currently investigating whether any byproducts of the plasma process are harmful and how to mitigate those effects.
Merging the techniques could lead to a highly efficient new PFAS removal technology, providing a powerful tool for dealing with one of the most significant threats to clean water supplies.
The paper, “Enhanced Degradation and Defluorination of Perfluorooctane Sulfonate (PFOS) in Tap Water Using Gas-Dispersed Cold Atmospheric Plasma,” appeared in Scientific Reports on June 13, 2026, and the second study, “Degradation and Defluorination of Perfluorooctane Sulfonate (PFOS) Forever Chemical in Water Using Hydrodynamic Cavitation Treatment,” appeared in Chemical Engineering Journal Advances on March 26, 2026.
Ryan Whalen covers science and technology for The Debrief. He holds an MA in History and a Master of Library and Information Science with a certificate in Data Science. He can be contacted at ryan@thedebrief.org, and follow him on Twitter @mdntwvlf.
Embora os aplicativos Calendário (Calendar) e Lembretes (Reminders) da Apple atualmente estejam integrados, eles podem não ser a solução ideal para alguns usuários — principalmente os que precisam trabalhar com projetos.
Foi pensando nessa problemática que o desenvolvedor brasileiro Raphael Kitahara criou o Flick, um app que tem como objetivo principal ajudar as pessoas a fazer planos com menos esforço e ansiedade.
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O app unifica gerenciamento de tarefas e calendário em uma experiência única, permitindo visualizar compromissos no mesmo lugar e transformá-los em blocos de tempo arrastando-os para o calendário.
As tarefas podem ser agrupadas em projetos e áreas específicas — além de ser possível usar linguagem natural para criá-las rapidamente, sem precisar preencher vários campos manualmente.
Disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch, e altamente integrado ao ecossistema da Apple, o app inclui recursos bem interessantes como widgets, tarefas recorrentes, alarmes e notificações.

O Flick pode ser baixado de graça, mas é possível assinar uma versão Pro (por R$9/mês ou R$100/ano) que permite criar projetos ilimitados, sincronização completa entre dispositivos, suporte prioritário, etc.
Outra coisa bem bacana é que 5% de cada assinatura é destinado ao Trees for the Future, projeto que apoia a recuperação de áreas degradadas e comunidades agrícolas.


Seguindo a onda cada vez mais popular dos agentes de inteligência artificial (IA), mais um aplicativo focado na execução de modelos capazes de realizar tarefas em nome do usuário surgiu recentemente: o Open Minis.
Disponível para iPhones, iPads, Macs e Apple Vision Pros, o aplicativo se integra perfeitamente ao ecossistema da Maçã — o que permite fazer tarefas para muito além das que um chatbot tradicional faria.
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Você pode fazer coisas como controlar acessórios do HomeKit, gerenciar calendários, lembretes, mídias e arquivos, bem como acessar dados disponíveis no aplicativo Saúde (Health) ou o hardware do dispositivo.
Para que tudo isso seja possível, o Open Minis possui um ambiente Linux que roda de forma isolada e o permite executar scripts, usar interfaces de linha de comando ou até mesmo um navegador web integrado.

Para usá-lo, você precisa conectar algum modelo de IA suportado (Claude, GPT, Gemini e OpenRouter) ou endpoints compatíveis com a OpenAI. Também é possível criar fallback de modelos para casos de falha.
Capaz de lembrar preferências e contextos de conversas anteriores para aprender os gostos do usuário, o app mantém todas as chaves de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. no dispositivo e não coleta nem envia nenhum dado a terceiros.
Uma espécie de concorrente do LM Studio, que recentemente ganhou suporte a agentes, o app pode ser baixado gratuitamente — seu custo será exclusivamente com créditos para os modelos de IA que for usar.
via MacStories


Chegou o momento do nosso ritual de todo mês: pausar por um instante para agradecer a quem ajuda o MacMagazine a se manter de pé pelo Patreon ou pelo Catarse. Isso não é força de expressão — é algo que realmente importa para a gente.
Quem lê o MM há um tempo sabe qual foi sempre o nosso plano: viver de publicidade e jamais colocar uma paywall entre você e o conteúdo do site. Isso não mudou. Só que a publicidade sozinha não dá conta de tudo o que é preciso para manter o site no ar, o canal no YouTube, o podcast, o MM Fórum e tudo aquilo que acontece nos bastidores e que ninguém vê. É aí que entra quem nos apoia diretamente.
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Patrões BronzeMuito obrigado, galera! 😀


A extensão para o browser da Focus To-Do reúne as principais funcionalidades da popular app de produtividade, permitindo gerir tarefas e acompanhar o tempo dedicado a cada projeto sem sair do navegador.
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PFDA, a PFAS “forever chemical,” can cause craniofacial birth defects by disrupting retinoic acid regulation during fetal development, revealing the first clear molecular mechanism behind the link. Researchers have long linked perfluoroalkyl and polyfluoroalkyl substances (PFAS), often called “forever chemicals,” to serious birth defects. However, scientists have struggled to explain exactly how these pollutants affect [...] Em vez de abrir o bloco de notas e adicionar tarefas ou marcar um lembrete na agenda, basta dizer à Blurto o que tem em mente. A partir daí, a app trata de organizar a informação: de ideias e tarefas a listas e eventos.
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