A produção girará em torno de um financista desacreditado acusado de fraude em larga escala e colocado sob custódia. Na cadeia, ele se verá obrigado a lidar com a política da prisão, recuperar sua reputação e enfrentar as consequências de seus atos enquanto aguarda o julgamento.
Benicio Del Toro is set to make his leading comedy series debut on Apple TV.
Also starring and executive produced by Ben Stiller, and hailing from Emmy Award-winner Mike Judge, Emmy Award-winner Steve Hely and Dave King, comes a new series about a disgraced financier navigating… pic.twitter.com/3rglVYsR7C
“Protective Custody” também marcará o reencontro entre del Toro e Stiller, que já colaboraram na minissérie “Escape at Dannemora”. A produção marca, ainda, a estreia de Stiller como protagonista em uma série de comédia roteirizada, fora do formato de esquetes.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.
Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?
A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.
Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido
As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.
Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.
Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.
Acompanhar palestras e conferências online;
Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
Revisar treinamentos profissionais;
Utilizar computadores compartilhados;
Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.
Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.
Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.
Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha
Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.
Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.
Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.
Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.
Não existe uma solução única
Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.
Imagine alguns exemplos:
Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.
Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.
O fator mais importante é a praticidade
Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.
Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.
Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.
Conclusão
O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.
Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.
Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.
Taiwanese prosecutors on Monday indicted a former deputy manager at Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) for allegedly stealing trade secrets involving technologies designated as national core technologies, with the intent to use them in China.
The defendant, identified by the surname Chen, faces charges under Taiwan’s National Security Act and the Trade Secrets Act. Prosecutors are seeking a seven-year prison sentence.
According to the indictment, Chen conspired with a Hong Kong national between 2023 and 2024 to establish CSMAC, a semiconductor materials analysis company in China. He is accused of copying 21 TSMC documents containing national core technologies and other proprietary trade secrets for use in the new venture.
TSMC, the world’s largest contract chipmaker and a key supplier to companies such as Nvidia and Apple, detected the unauthorized copying through an internal investigation and successfully recovered all duplicated documents. The Hong Kong co-conspirator was not prosecuted because he had died. Chen remains in custody, and Reuters was unable to reach him for comment. TSMC declined to comment on the case.
Prosecutors described this as Taiwan’s first indictment involving the alleged theft of trade secrets related to technologies officially designated as national core technologies for intended use in China.
The case underscores heightened concerns in Taiwan over China’s efforts to recruit Taiwanese semiconductor talent and acquire advanced chip know-how. In response, Taiwan has significantly tightened protections for technologies deemed critical to its economic and national security.
MacDailyNews Take: TSMC clearly plays a central role in the global semiconductor supply chain, making the protection of its intellectual property a matter of strategic importance far beyond Taiwan’s borders.
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Apple is quietly shopping for AI chip companies. According to a new report from The Information, the company has been approaching chip startups and consulting with bankers about potential acquisitions — a notable shift for a firm long known for its reluctance to make big hardware buys.
The move comes as Apple grapples with limitations in its current AI infrastructure. Its Private Cloud Compute servers, which power parts of Apple Intelligence, currently rely on internally designed M2 Ultra chips. These have proven insufficient for handling larger, more demanding AI models.
The Siri Overhaul Problem
One concrete example stands out: Apple has been working on a major Siri overhaul powered in part by Google’s Gemini models through a partnership. When engineers tried running these advanced models on Apple’s own servers, the M-series hardware fell short. As a result, more complex Siri tasks are now routing through Nvidia GPUs hosted in Google’s cloud infrastructure.
This dependency clashes with Apple’s long-standing preference for controlling its own silicon and protecting user privacy through on-device and Private Cloud Compute processing.
Baltra Delayed
Internally, Apple has been developing its first dedicated AI server chip, codenamed Baltra. The company had originally targeted a 2026 launch, but the timeline has slipped. Baltra is designed as a purpose-built server ASIC (with Broadcom contributing key networking and interconnect technology) to reduce reliance on third-party GPUs for cloud AI workloads.
The reported pursuit of acquisitions suggests Apple wants to accelerate progress on its next-generation server silicon — either by bringing in specialized talent and IP or by acquiring teams that have already solved similar challenges.
A Rare Shift in M&A Approach
Apple has historically avoided large acquisitions, preferring to build technology in-house. Its most recent notable deal was the January 2026 acquisition of Israeli audio AI startup Q.ai (reportedly valued around $2 billion). With roughly $45.6 billion in cash and cash equivalents as of late March 2026, Apple certainly has the financial firepower if it chooses to move.
This new interest in chip startups marks a pragmatic acknowledgment that the AI hardware race — particularly in data center-scale inference and training — moves extremely fast. While Apple excels at designing efficient mobile and laptop chips, scaling specialized AI accelerators for servers is a different challenge that hyperscalers like Google, Amazon, and Meta have been tackling for years.
Broader Context
This development comes just days after Apple announced a major multi-year expansion of its partnership with Broadcom, worth more than $30 billion. The deal includes custom silicon components and supports U.S. manufacturing expansion in Colorado. It underscores Apple’s broader push to strengthen its custom silicon capabilities while also highlighting how much it still relies on external partners for certain advanced technologies.
What It Means
If Apple follows through on acquisitions, it could help close the gap in its cloud AI infrastructure faster than organic development alone would allow. Success here would support more ambitious on-device and private-cloud AI features without heavy dependence on external clouds and GPUs.
It would also represent a meaningful evolution in Apple’s strategy: from a company that largely designs its own chips from scratch to one willing to acquire specialized expertise to stay competitive in the AI era.
The coming months will reveal whether these discussions lead to actual deals — and whether they can meaningfully accelerate Apple’s ability to run sophisticated AI models on its own terms.
MacDailyNews Take: The mad scramble to catch up continues. Hopefully, new Apple CEO John Ternus can quickly kick things back into high gear after far too many years of coasting along in neutral.
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OpenAI has replaced its Mac apps with a confusing 1.45 GB amalgamation, killed its ChatGPT Atlas Web browser after less than a year, and boosted ChatGPT Voice by backing it with more capable models.
Após atingir três valores recordes só nesta semana, as ações da Apple [$AAPL] mantiveram a ascensão nesta sexta-feira e, graças a uma alta de 0,14%, elas valem agora US$333,74 — US$0,48 a mais do que o valor registrado ontem e um novo recorde histórico.
Já o pico do pregão foi de US$334,98, o que também representa um recorde em relação ao penúltimo valor máximo registrado (US$334,68).
Com relação ao ranking das empresas de capital aberto mais valiosas do mundo, a Apple segue na segunda posição, agora com um market cap de US$4,902 trilhões. Porém, algo interessante aconteceu hoje: ela ultrapassou brevemente a NVIDIA [$NVDA] durante o pregão, assumindo a posição de empresa mais valiosa do mundo por algum tempo; no fechamento da Nasdaq, porém, ela acabou voltando ao segundo lugar.
Isso foi facilitado após mais um dia de queda nas ações da fabricante de GPUs (o segundo seguido), desta vez de -2,21%, o que fez com que os papéis da empresa fechassem valendo US$202,81. Já o market cap está agora em US$4,912 trilhões — ou seja, apenas US$10 bilhões a mais do que o da Apple.
A Alphabet [$GOOG], empresa-mãe do Google, segue na terceira posição desse ranking, agora um market cap de US$4,224 trilhões. Assim como a NVIDIA, as ações da gigante de Mountain View também recuaram hoje, fechando o dia valendo US$346,12 (-2,17%).
A pesquisa de imagens no Google já começou há 25 anos, com a evolução do motor de busca de pesquisas simples em texto para uma exploração mais visual da informação. Agora o google Images ganhou novos truques.
Sempre più giocatori condividono le proprie partite sui social, realizzano tutorial oppure analizzano ogni singolo movimento per migliorare le prestazioni nelle competizioni online. Nvidia è da sempre molto attenta a queste necessità, perché la qualità della registrazione è diventata importante quasi quanto quella del gioco stesso.
Ha così deciso di aggiornare NVIDIA App, con notevoli novità dalp unto di vista prestazionale. Oa la nuova versione introduce la possibilità di registrare i gameplay fino a 240 fotogrammi al secondo tramite ShadowPlay.
Va da sè che una registrazione così dettagliata consente di rallentare le immagini senza perdere nitidezza, un aspetto molto apprezzato sia dai creatori di contenuti sia dai giocatori competitivi.
Skyroot Aerospace’s Vikram-1 rocket successfully lifted off on its inaugural flight July 18, becoming the first commercial Indian rocket to reach orbit.
The Spanish-language broadcaster has won over millions of US viewers with its energetic commentary during games
Soccer fans looking to watch the 2026 World Cup on US television have been presented with two very different options this tournament.
The first is Fox Sports, a cousin of Fox News owned by the same parent company and the sole network airing matches in English in the US. Audiences tuning in to Fox, which acquired the exclusive English broadcast rights in 2015, are met with coverage that reflects the network’s “America first” aesthetic, with promos for pro-Donald Trump talkshows, advertising breaks during games and the frequent, grating presence of host Alexi Lalas.
Shift in pecking order illustrates that investors are reassessing outlook for artificial intelligence
Apple overtook Nvidia on Friday to become the world’s most valuable company, reshuffling the top ranks of tech heavyweights as investors reassess the outlook for artificial intelligence.
Apple was last valued at $4.88tn as its shares held steady, while Nvidia was roughly at $4.86tn, after a 3.5% decline.
Mercurio y plata mezclados en una fina capa: así falsificaban monedas en el siglo XV. Un estudio con tecnología de sincrotrón aplicado a los materiales hallados en el castillo italiano de Godano lo confirma.
Em 1995, a SEGA investiu 5 milhões de dólares na Nvidia e salvou a empresa da falência. Três décadas depois, Jensen Huang e o CEO da SEGA celebraram a parceria em Akihabara, anunciando que jogos clássicos e novos títulos como o Virtua Fighter Crossroads chegarão aos novos PCs RTX Spark.
Una investigación combina filología, matemáticas y simulaciones por ordenador para reconstruir el destino de miles de manuscritos medievales y descubrir que la mayor parte de la literatura escrita durante la Edad Media nunca llegó hasta nosotros.
A extensão para o browser da Focus To-Do reúne as principais funcionalidades da popular app de produtividade, permitindo gerir tarefas e acompanhar o tempo dedicado a cada projeto sem sair do navegador.
The Indian government has fined HP India and its partners a total of 1.4 billion rupees (about $14.4 million) for working with reseller partners in the “cartelization” of computers, ink cartridges, and toner.
The Competition Commission of India (CCI) said this week that it found HP India had colluded with some channel partners to drive up the cost of bids for government contracts for computers, as well as for selling ink cartridges, toner, and other printing supplies, including graphic and digital manufacturing supplies.
It said that HP was aiming to outcompete other OEMs and discourage resellers from selling “counterfeit” ink and toner.
Entre a correria do dia a dia, arranjar ideias novas para brincar com os filhos nem sempre é fácil. Com Hearty, organize centenas de atividades por idade e categoria, para pais, avós e até professores usarem em casa.