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Vídeo: troquei a bateria do iPhone 15 Pro Max da minha esposa!

Há alguns anos, eu troquei a tela de um iPhone XR da minha esposa em parceria com a iFixit. Pois é, o desafio voltou — desta vez, em um aparelho bem mais recente e complexo: o iPhone 15 Pro Max dela, cuja bateria já estava com apenas 77% de saúde.

Aceitei o convite da iFixit para trocar a peça por uma nova, e topei documentar todo o processo em vídeo para vocês. Divirtam-se:

Para a troca, recebi da iFixit o kit de bateria para iPhone 15 Pro Max, que já vem com todas as ferramentas necessárias, e também o iOpener, aquele saquinho que se aquece no micro-ondas e ajuda muito a amolecer o adesivo que prende a tela ao aparelho.

Segui à risca o tutorial passo a passo da própria iFixit para a substituição da bateria, e depois o guia específico para reinstalar o adesivo em volta da tela.

Confesso que desta vez foi bem mais desafiador do que da última: entre um passo e outro, entre pausas para respirar e conferir o manual outra vez, levei quase 3h do início ao fim. Mas deu tudo certo, e a sensação de ver o aparelho funcionando perfeitamente com uma bateria novinha (e a esposa satisfeita) não tem preço. 😄

Meu muito obrigado à iFixit por mais essa parceria e pelas ferramentas certas para o trabalho. E aí, quem topa o desafio também? 😅

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Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

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