Um tópico aberto recentemente no fórum de suporte da Withings indica que a empresa adotou uma estratégia no mínimo questionável no que se refere à sincronização automática de dados obtidos por seus dispositivos com o aplicativo Saúde (Health), da Apple.
Desde o dia 13 deste mês, qualquer nova conta da Withings precisa de uma assinatura do serviço Withings+ (que custa nada menos que R$50/mês ou R$500/ano) para realizar essa sincronização — algo que foi confirmado ao usuário pelo time de suporte da empresa.
“Qualquer conta criada depois de 13 de outubro precisará de uma assinatura do Withings+ para exportar dados”, disse o suporte da empresa, que justificou a mudança alegando “motivos de segurança” e a existência de um conector de inteligência artificial.
Como bem observado pelo usuário que fez a reclamação, sincronizar dados com o app Saúde é algo que acontece localmente no dispositivo com uma chamada básica de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. e não requer qualquer custo com servidores ou conectores de IA para a empresa responsável.
Embora os usuários ainda possam exportar manualmente seus dados em um arquivo CSV, convenhamos que isso não é nada prático para quem está chegando agora ao ecossistema da Withings — a contrapartida é ser obrigado a pagar bem caro por algo que pode ser implementado de maneira simples.
Mesmo com a medição funcionando normalmente, é possível que você esteja enfrentando problemas relacionados à leitura desses dados pelo aplicativo Sinais Vitais (Vitals) ao fazer o upgrade para o watchOS 27 — sabe-se lá por qual motivo. Como consequência, essa medição aparece indisponível no gráfico do app Saúde (Health) do iPhone.
Felizmente, um truque muito simples permite consertar isso. Veja como! ⌚️
Material: alumínio, titânio ou cerâmica Cores (alumínio): bronze-escuro, dourado-claro, preto ou cinza-espacial Cores (titânio): ouro-brilhante ou natural Cores (cerâmica): branco-pérola ou azul-noite Tamanhos: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Como esperado, as Releases Candidates (RCs) dos próximos sistemas operacionais da Apple foram disponibilizadas hoje, logo após o evento especial de apresentação dos novos iPhones, Apple Watches e AirPods.
Ainda que se tratem das versões esperadas para o lançamento, que acontecerá na semana que vem, elas trouxeram algumas mudanças e novidades que vale a pena conferirmos. A começar pelo app Câmera (Camera) do iOS 27, que ganhou a opção de customizar os botões da barra de ferramentas.
A versão final do iOS 27 adiciona a tão aguardada barra de ferramentas de controles personalizáveis ao aplicativo Câmera.
A RC do iOS 27 também adiciona um design renovado, além de dois recursos, ao Apple TV Remote: um inicializador de aplicativos, bem como os principais conteúdos do aplicativo aberto na Apple TV. É possível também visualizar a lista “Continuar assistindo”.
Apple TV Remote is getting more useful. #AppleEvent
iOS 27 RC adds a refreshed design and two features, both currently disabled: 1. An app launcher to open apps on your Apple TV. 2. Top Shelf content from the selected app on your Apple TV, with Continue Watching as a fallback. pic.twitter.com/Si3EZc1b8L
O Apple TV Remote está ficando mais útil. #AppleEvent
O iOS 27 RC traz um design renovado e dois recursos, ambos atualmente desativados: 1. Um inicializador de aplicativos para abrir apps na sua Apple TV. 2. Conteúdo da “Top Shelf” do aplicativo selecionado na sua Apple TV, com a opção “Continuar Assistindo” como alternativa padrão.
Embora não seja necessariamente um novo recurso, o sistema também inclui um easter egg na seção de customização do Liquid Glass, presente no app Ajustes (Settings). Ao rolar pela prévia exibida no próprio app até o fim, é possível visualizar uma animação que representa uma versão repaginada do Clarus, mascote do famoso desenho de computador Dogcow criado pela Apple nos anos 1980 — o qual emite o som “Moof!”, que mistura o mugido de uma vaca com o latido de um cão.
iOS 27 has a fun Easter egg found in the Liquid Glass settings. Scroll to the bottom and keep scrolling to see it. Here is a screen recording on my iPhone on iOS 27 RC so you can see it. pic.twitter.com/HJ3MxIApnp
O iOS 27 traz um Easter egg divertido nas configurações do Liquid Glass. Role até o final e continue rolando para vê-lo. Aqui está uma gravação de tela feita no meu iPhone rodando o iOS 27 RC, para que você possa conferir.
O iOS 27 (bem como o watchOS 27) também incluirá um aplicativo Saúde (Health) repaginado que utiliza a Apple Intelligence para interpretar melhor seus dados de saúde. As novidades incluem uma aba Insights com um resumo das informações mais relevantes do momento, além de orientações personalizadas, avaliações, uma nova pontuação de “prontidão” e o cálculo da sua “Idade de Saúde”.
🩻 iOS 27 RC Brings a more vibrant and reworked Health App – pending the upcoming improvements to it in an expected iOS 27.1 update. pic.twitter.com/dZgI9QmrKJ
As novidades incluem também uma nova aba de longevidade, que utiliza métricas do Apple Watch e do iPhone para avaliar sua saúde com base no sono, na movimentação, na saúde cardíaca e em outros fatores.
Divulgação/Apple
Além disso, o app renovado permitirá que os usuários realizem avaliações detalhadas sobre a movimentação do corpo, o que pode ajudar pessoas que estão envelhecendo ou se recuperando de lesões. Um instrutor pode até demonstrar certos movimentos para você experimentar durante a avaliação — uma experiência que, segundo a Apple, equivale a ter um treinador acompanhando você pessoalmente.
A versão atualizada do aplicativo Saúde será lançada ainda neste ano — possivelmente com o iOS 27.1 —, a princípio somente em inglês (versão dos EUA).
watchOS 27
A RC do watchOS 27 inclui um novo mostrador chamado Siri Modular, disponível tanto nos Apple Watches intermediários quanto nos modelos Ultra — no entanto, a versão para este último oferece algumas opções de personalização adicionais.
Ambas as versões do mostrador utilizam o mesmo layout, que conta com uma complicação na linha central superior, a hora (centralizada), uma complicação larga e uma linha com três complicações circulares. O Apple Watch Ultra também oferece opções de borda, adicionando mais uma maneira de configurar o novo mostrador.
Três opções de estilo permitem ajustar a tela do relógio. A primeira opção apresenta o relógio mais alto e três complicações circulares. O segundo estilo traz um relógio compacto, acompanhado pela complicação larga e três complicações circulares. O terceiro estilo apresenta um relógio de tamanho médio com uma complicação larga.
Tanto no modelo intermediário quanto no Ultra também há opções de fonte para o relógio. Por fim, há a opção de definir a cor do mostrador, incluindo diversas novidades como bronze-escuro, ouro-brilhante e outras novas alternativas.
A Lampsy Health, fundada por Vicente Garção, Leonor Pereira e Joana Pinto, vai representar Portugal na final internacional do Global Tech Innovator, em novembro, durante a Web Summit, onde vai competir com os vencedores nacionais de mais de 20 países.
Em sua tradicional newsletter “Power On”, o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg) tratou dos planos da Maçã para futuro do Apple Watch. A linha poderá passar por reformulações em seu formato, expandindo a variedade de modelos ofertados — mas essa mudança não estaria no horizonte de curto prazo.
Ainda que o bem-estar seja um pilar basilar do segmento de vestíveis (tanto por parte da Apple quanto na concorrência), a equipe de design industrial da empresa trabalha em novos produtos que funcionem como a resposta da Maçã à expansão da gama de dispositivos vestíveis disponíveis no mercado, sejam os anéis inteligentes ou as pulseiras sem tela.
Gurman salientou, no entanto, que essas mudanças poderão “levar tempo” para chegar ao consumidor final, e que atualizações modestas deverão definir o tom da linha durante pelo menos os próximos dois anos; ele reiterou ainda que a Apple planeja reintroduzir o acabamento em cerâmica — ou agora em setembro, com o “Apple Watch Series 12” e o “Ultra 4”, ou com os modelos que deverão ser apresentados no ano que vem —, além de apresentar melhorias significativas de performance.
Quem lidera a frente de ampliação dos vestíveis da Apple é Eddy Cue, que assumiu o comando do setor de saúde no ano passado. O executivo parece estar atento às iniciativas de empresas como a WHOOP ou a Oura, que redefiniram a relação dos wearables com a integração de recursos de inteligência artificial (IA) — o que, dada a expansão da IA no ecossistema da Maçã, poderá ser um caminho para os diferenciais em termos de software.
Os planos para o futuro, de acordo com o jornalista, envolvem variações de wearables sem telas, que deverão ser ainda mais acessíveis do que o Apple Watch SE, além de variantes que extrapolam a linha Ultra e Hermès. Gurman mencionou que, embora acredite que a hipótese nunca se transformará em um lançamento real, a Apple cogitou ainda a implementação de telas redondas.
Ao fazer um breve passeio pela trajetória do Apple Watch, ele destacou que as suas evoluções, assim como as do iPhone, partiram (e seguem partindo) de mudanças incrementais, sem romper com o formato do relógio apresentado por Tim Cook em 2014. Ao traçar um paralelo com a trajetória dos iPhones, a ampliação dos formatos do Apple Watch lembra a expectativa de que o “iPhone Ultra” redefina o paradigma de formato dos celulares da Maçã.
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Desenvolvida por um programador independente, a Helys usa uma fórmula científica que considera o seu tipo de pele, localização, hora do dia, condições meteorológicas e índice UV para calcular, em tempo real, quanto tempo de exposição solar é seguro e suficiente. Disponível gratuitamente apenas para iOS.
Ex-aluno de biomedicina e atualmente no 6º período de medicina na FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde). É usuário do ecossistema Apple desde o iPhone 4. Atualmente tem iPhone, Apple Watch, MacBook Air, iPad e Apple TV 4K.
Antes de tudo, quero contextualizar: sou aluno de medicina e estou na metade do curso, o que me dá mais capacidade de interpretar alguns sinais dos alertas do relógio.
Eu tenho doença autoimune (alopécia areata) e, devido a isso, já fiz uso de muito corticoide em tempo prolongado, o que é um fator de risco. Mas já faz alguns anos que não há mais necessidade de tomar.
Enquanto eu tomava, estava sempre em acompanhamento médico (fazendo exames), mas quando parei, relaxei e fiquei um bom tempo sem avaliar meu colesterol (corticoide aumenta o LDL, conhecido como colesterol ruim). Entretanto, jamais imaginei que infartaria aos 35 anos — e sobreviveria!
Aconteceu em 6 de março deste ano — ainda está recente. Eu cheguei da faculdade no dia anterior (uma quinta-feira) muito cansado e dormi por volta das 18h30, acordando às 22h. Recebi o feedback dos Sinais Vitais do Apple Watch Ultra 2, como toda vez que eu durmo, independentemente da hora do dia. Só que, dessa vez, com um alerta.
Durante o meu sono, minha frequência cardíaca aumentou acima do meu padrão — o Apple Watch monitora de forma individualizada, para cada usuário. Como eu não havia jantado, ignorei o alerta. Comi algo e me organizei para voltar a dormir.
Só que, quando eu deitei, comecei a sentir dor epigástrica (como se subisse do estômago para o meio do peito, região esternal), e a dor passava quando eu sentava ou ficava em pé. Depois desse episódio, consegui dormir normalmente.
No dia seguinte, foi feriado (Data Magna) no meu estado, Pernambuco. Acordei por volta das 9h da manhã perfeitamente bem, como se nada tivesse acontecido, e fui tomar café da manhã. Quando acabei, fui deitar e procurar algo para assistir, pois queria aproveitar o feriado para descansar e relaxar.
Ao me alimentar e deitar, a dor da noite anterior voltou com a mesma intensidade. Deitado, com dor; sentado ou em pé, sem dor.
O que eu fiz? Eu tomei um remédio para dor de estômago, um antiácido e esperei fazer efeito. Esse tipo de dor torácica é muito sugestiva de Doença do Refluxo Gastroesofágico.
Um tempo depois, a medicação não fez efeito e a dor que eu sentia (apenas sentado) começou a não passar quando eu levantava. Nesse momento, eu lembrei do alerta que havia recebido do Apple Watch e pensei: Será? E foi!
A minha conclusão: sim, o alerta fez diferença — principalmente por eu não ter o perfil para infartar tão jovem.
Sempre pratiquei atividade física, durante toda a minha vida. Fui atleta de natação pelo colégio, jogo vôlei com amigos, faço musculação, corro… inclusive, ganhei o GymRats entre meus amigos ano passado com mais de 250 treinos (fora os check-ins que esqueci de fazer) — até o infarto, eu liderava o de 2026. Não sou hipertenso, diabético, obeso… enfim, a intenção é dizer que eu não tenho nenhuma comorbidade que me levasse a crer que isso aconteceria.
O fato é que eu poderia ter tomado mais remédios para o estômago, poderia ter aguardado mais ou qualquer outra coisa. Eu moro sozinho, poderia não conseguir ajuda e morrer trancado em casa. Mas eu fui capaz de agir rápido. Tive tempo e condições físicas de, mesmo com dor, tomar um banho, pegar o carro e me dirigir até o hospital sozinho.
Chegando lá, eu passei mal de verdade. Comecei a ter sudorese, dor mais forte e fui atendido rapidamente. Os exames estavam alterados: eletrocardiograma sugestivo de infarto agudo do miocárdio com supra de ST, pressão alta e eu estava bastante ansioso. Eu poderia ter começado a passar mal desse jeito em casa, mas consegui chegar ao hospital.
Fiz duas angioplastias para desobstruir duas artérias. Por que não fiz tudo de uma vez? Porque tive taquicardia ventricular (parada cardiorrespiratória), então preferiram fazer a outra artéria dias depois. Passei uma semana na UTI, tive alta e hoje estou bem.
Ter agido rápido não apenas salvou minha vida — já que em pessoas jovens o infarto costuma ser mais grave —, como também evitou um dano maior. No meio médico dizem que “tempo é músculo (cardíaco)”. Minha lesão acabou sendo muito discreta para o tipo de infarto que eu tive. Hoje eu estou apto a praticar qualquer atividade física e levo uma vida normal, só que com mais atenção aos riscos de agora em diante.
Vale ressaltar que o alerta de frequência cardíaca elevada, por si só, não caracteriza infarto. A frequência cardíaca pode subir por diversas causas: ansiedade, esforço físico, dor, febre, problemas hormonais, consumo de energéticos… e por aí vai.
O alerta não é motivo para ninguém ficar assustado e correr pro hospital toda vez que, esporadicamente, surgir um alerta do Apple Watch — que, lembrando, não é capaz de fazer diagnóstico. No meu caso, houve um conjunto de fatores que me levaram a crer numa hipótese bem atípica para a minha idade e acabou sendo real.
Sem o alerta, talvez eu continuasse pensando, por muito mais tempo, que o problema era no estômago. Mas eu tive algo no meu pulso me dizendo: “Olha, pode ser que o problema esteja aqui, e não ali.” ⌚️
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Quando a nossa saúde exige mudanças repentinas de rotina, organizar a frequência e a quantidade de medicações e horários para consultas/exames pode se tornar um desafio. Foi a partir dessa necessidade que o desenvolvedor brasileiro Wilton Fernandes criou o RecapMed, uma espécie de diário sobre dores, sintomas e medicamentos.
Entre os seus recursos, destacam-se o registro de dor — que possui indicadores de região e uma escala visual para intensidade, além do tipo (pontada, queimação, choque, peso, formigamento, pressão, rigidez ou latejante) —, notificações e acompanhamento de adesão a medicamentos (permitindo registrar as doses tomadas para alimentar automaticamente o cálculo do percentual de adesão) e o Health Vault, que permite anexar exames, receitas e laudos em um espaço com acesso protegido por autenticação biométrica. Todos os registros são armazenados localmente, sem processamento em nuvem.
Outra funcionalidade bem interessante é o Doctor Brief, que consolida todos os seus registros em um documento PDF resumido que pode ser compartilhado com o médico na hora da consulta, para que ele compreenda seu quadro clínico rapidamente.
O app também é compatível com o Apple Watch, permitindo registrar dores, confirmar doses de medicamento e acompanhar a sua porcentagem de hidratação, sincronizando automaticamente as informações registradas no iPhone.
A novidade pode ser considerada uma expansão da sincronização limitada que já existia entre os dois aplicativos, e que permitia enviar dados já consolidados do aplicativo da Apple para o do Google — mas não o contrário.
Segundo o site, agora é possível compartilhar dados gravados com o Fitbit Air — como registros de exercícios, de sono e de passos — diretamente para o app da Maçã, sem usar qualquer gambiarra ou apelar para o registro manual.
Para isso, basta tocar no ícone de perfil dentro do app do Google, selecionar “Apps parceiros” e depois escolher o Apple Health entre as opções. Aí, é só conceder as permissões para a sincronização ser completada.
De acordo com o site Droid Life, no entanto, a sincronização ainda não funciona para a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), uma vez que as duas empresas calculam essa métrica usando fórmulas diferentes.
De acordo com Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, a Apple pretende transformar seus futuros óculos e headsets em dispositivos voltados à saúde.
Na edição mais recente da newsletter “Power On”, ele ressaltou que a ideia já havia sido levantada durante o desenvolvimento do Apple Vision Pro, que contaria com uma versão do Apple Fitness+ com execução local — permitindo que o dispositivo auxiliasse os usuários no acompanhamento dos seus treinos e na análise dos movimentos —, mas o recurso foi descartado.
A ideia, no entanto, parece viva para novos dispositivos, como os rumorados óculos inteligentes da Apple. O que ressalta essa especulação é a descrição de uma vaga para uma liderança estratégica de design de produto.
Com vinculação ao Vision Products Group, a demanda envolve “definir o futuro das experiências de saúde, bem-estar e condicionamento físico nos produtos de computação espacial”, transformando “oportunidades ambíguas na interseção entre computação espacial, vestíveis, saúde do consumidor e comportamento humano”.
Caso esse direcionamento se concretize a partir da estreia da Apple no segmento dos óculos inteligentes, essa abordagem — somada à integração com o seu ecossistema — pode se tornar a sua marca registrada em relação a competidores estabelecidos desse mercado, como a Meta.
Novos AirPods ainda em 2026?
Questionado sobre o futuro dos AirPods, Gurman rememorou que, embora a primeira versão dos AirPods com câmeras integradas a recursos de inteligência artificial (IA) — de codinome B798 — tenha sido adiada para 2027, uma segunda versão encontrada no código do iOS 27, sob o codinome B790, pode sugerir que a estreia dessa reformulação dos fones ocorrerá ainda em 2026.
Imagem: ChatGPT
O jornalista mencionou, ainda, que a última variante estaria no cronograma interno da Apple com previsão de lançamento já para este ano.
AirPods Max 2
Chip: H2 Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
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E se em vez de colar ou colocar um sensor pudéssemos simplesmente pintá-lo na pele? Uma nova tinta condutora transforma tatuagens temporárias em tecnologia capaz de acompanhar o coração, o cérebro e os músculos, controlar próteses robóticas e, um dia, monitorizar doenças.
A solução de fisioterapia remota com IA da Sword estará disponível no SNS a partir da próxima semana. Segundo o únicórnio português, o objetivo passa por reduzir as listas de espera, cortar custos com deslocações e tornar o acesso a cuidados de saúde mais conveniente para todos os utentes.
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De acordo com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, uma falha de energia está na origem das interrupções que estão a afetar vários sistemas informáticos do SNS. A entidade avança que os serviços e sistemas “estão a ser progressivamente repostos".
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Entre células estaminais, plantas e fluidos, a Estação Espacial Internacional continua a funcionar como um laboratório único, onde cada dia de trabalho ajuda a preparar o futuro da exploração espacial e, em muitos casos, a melhorar a vida na Terra.
Segundo novos rumores, os primeiros óculos inteligentes da Apple só deverão ser revelados no final do próximo ano, sendo provável que cheguem apenas às lojas em 2028. Apesar disso, a empresa da maçã não desiste da entrada num mercado avaliado em cerca de 200 mil milhões de dólares.