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Mais franquias de consoles e PCs estão chegando ao mobile, diz chefe da App Store

Em entrevista ao Polygon, o vice-presidente da App Store, Carson Oliver, comentou o Apple Arcade e a relação da Maçã com os desenvolvedores de jogos independentes.

As declarações ocorreram em meio à Indie Games Week, evento que deu destaque a alguns títulos de sucesso disponíveis para os dispositivos da Apple, como Sifu, Vampire Crawlers e No Man’s Sky.

A matéria avalia que a investida da Apple no mercado de videogames ao longo da última década foi consistente o suficiente para conquistar de fato o público gamer. Oliver, vale lembrar, assumiu a liderança da loja de aplicativos do ecossistema da Apple, após Phil Schiller deixar o posto em agosto.

O executivo falou sobre os esforços da empresa no segmento, que, segundo ele, vão além da distribuição, e ressaltou a chegada de títulos AAA ao ecossistema:

O que está acelerando esse movimento hoje é a tecnologia que impulsiona esse ecossistema. Apoiamos os desenvolvedores na App Store com muito mais do que distribuição. Continuamos investindo pesadamente em gaming: de novas tecnologias de hardware que entregam o mais alto desempenho sustentado, como o ray tracing acelerado por hardware do A20 Pro e a câmara de vapor de última geração no iPhone 18 Pro; a ferramentas de desenvolvimento, como o Game Porting Toolkit 4, o Metal e os nossos plugins de código aberto da Unity.

Temos observado o crescimento no número de jogos que chegam à App Store, em geral, com mais títulos premium este ano do que no anterior. […] Enquanto muitos são indies, nós estamos vendo mais franquias de consoles e PC chegando ao mobile, já que é um público em expansão para esses jogos.

O executivo também falou sobre a relação da Apple com os desenvolvedores independentes, além de destacar as diferentes formas de levar os jogos a Macs, iPhones e iPads:

Desde o primeiro dia, a App Store foi pensada para equilibrar as condições de descoberta e distribuição, de modo que um título indie possa se equiparar às maiores franquias do entretenimento. […]

Nós queremos dar aos desenvolvedores um ambiente confiável para alcançar usuários ao redor do mundo, dar-lhes suporte em cada passo e ajudá-los a construir negócios bem-sucedidos. […] Para atingir esses objetivos, nós oferecemos modelos de negócio flexíveis. Isso significa que um fenômeno inovador como Balatro pode prosperar como um jogo premium, e também pode encontrar um espaço no serviço Apple Arcade. O importante é que damos aos desenvolvedores a flexibilidade para fazer a melhor escolha e, a todos os jogos e jogadores, a liberdade de jogar como quiserem.

O Apple Arcade conta com mais de 200 títulos no acervo (livres de propagandas ou compras internas), os quais podem ser acessados por até cinco membros de um Compartilhamento Familiar em iPhones, iPads, Macs, Apple TVs e/ou Apple Vision Pros. O serviço de jogos custa R$14,90 por mês e também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Small but mighty! Remembering the GameCube, Nintendo’s purple bundle of joy

The first console I ever bought, it was hyped as a threat to the PlayStation, then mocked as a flop. But now, as it marks its 25th anniversary, it’s looked back on with misty-eyed reverence

This week marks the 25th anniversary of the Nintendo GameCube, the first console I ever bought with my own money. I vividly remember getting on the bus after school with a year’s worth of savings safely zipped into the pocket of my bag and going to a branch of Currys, where I dumped a bunch of notes, coins and vouchers on the counter to collect my pre-order. (It turned out that some of the vouchers from the previous Christmas had expired, but the guy at the checkout clearly felt so sorry for me that he redeemed them anyway. If you’re out there, Currys guy: thank you for taking pity on a desperate 13-year-old.)

If it hadn’t been for the ill-fated Wii U console, whose failure to take off in 2012 resulted in the first unprofitable periods in Nintendo’s game-making history, the GameCube would be remembered as the company’s biggest flop aside from the infamous Virtual Boy, from 1995. Released in Japan this week in 2001 (and in May 2002 in Europe), this surprisingly powerful purple cube sold less than the Xbox and the PlayStation 2. With its squat, colourful form and unusual controller, arranged around a big traffic-light-green A button and small analogue sticks designed for small hands, it had a hint of Fisher-Price about it.

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© Photograph: Yoshikazu Tsuno/EPA

© Photograph: Yoshikazu Tsuno/EPA

© Photograph: Yoshikazu Tsuno/EPA

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