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Normal view

Chatrie v. United States

30 June 2026 at 20:49

Amy Howe:

The Supreme Court on Monday ruled that when law enforcement officials used a “geofence warrant” – a warrant that instructed Google to provide location data for cellphone users who were near a particular place during a specific time period – to obtain evidence used to convict a Virginia man of a 2019 bank robbery, they conducted a “search” for purposes of the Fourth Amendment. By a vote of 6-3, the justices sent Okello Chatrie’s case back to the lower court for it to consider whether, as the Fourth Amendment requires, the search was “reasonable.”

Writing for the majority, Justice Elena Kagan emphasized that “[a]n individual has a reasonable expectation of privacy in records about his cell phone’s location, and police intrude on that constitutionally protected interest when they demand the information—even though for only a limited time, and from a third-party tech company.”

[…]

For purposes of whether the government conducted a search, Kagan said, it does not matter that law enforcement officials “access[ed] only a short amount of cell-phone location information.” […] Nor does it matter, Kagan continued, that Chatrie gave Google permission to collect and use the location data.

Previously:

“Apple Upgrade”: empresa poderá bloquear apps por pagamentos atrasados

22 July 2026 at 13:32

Ontem, falamos aqui sobre o rumor de que a Apple estaria prestes a lançar, nos Estados Unidos, um programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches, dando aos consumidores mais formas de acessar seus dispositivos.

Logo depois, o 9to5Mac encontrou, no código da beta do iOS 27, menções a um novo framework que serviria para gerenciar dispositivos alugados por meio de assinaturas como essa.

Chamado App Managed Features, ele permitirá, ao que tudo indica, que um aplicativo autorizado de financiamento ou de prestação de serviços — e não apenas o “Apple Upgrade”, como a solução proprietária está sendo chamada — registre um iPhone e realize verificações contínuas de status.

Caso haja algum problema com o registro (como pagamentos atrasados), o iPhone será colocado automaticamente em um estado intitulado “Restricted Mode” (“Modo Restrito”, em tradução livre), que bloqueia o acesso a uma série de apps do iOS, incluindo:

  • Leitor de Acessibilidade (Accessibility Reader)
  • App Store
  • Saúde (Health)
  • Lupa (Magnifier)
  • Telefone (Phone)
  • Relógio (Clock)
  • Ajustes (Settings)
  • Carteira (Wallet)
  • Senhas (Passwords)
  • A interface do “Restricted Mode” em si

Como é possível notar, alguns apps mais “críticos”, como o Mensagens (Messages) e o Casa (Home), poderão continuar disponíveis mesmo quando esse bloqueio estiver ativo. Segundo o 9to5Mac, no entanto, o provedor do aparelho será capaz de escolher quais apps ficarão (ou não) de fora dessa lista.

Embora restrinja o acesso aos apps do aparelho, o recurso não parece modificar assinaturas da App Store, o que significa que o usuário continuará sendo cobrado pelos seus apps e serviços mesmo após ter sido colocado no “Restricted Mode”.

Além disso, o código do iOS 27 não lista um número limite de pagamentos atrasados como condição para o bloqueio dos apps, o que significa que ficará a cargo dos serviços de assinatura decidir quando impor essas restrições de acordo com os seus termos e condições.

Há, no entanto, menções a um novo tipo de Bloqueio de Ativação (Activation Lock) chamado “Partner Finance Lock”, criado com o objetivo de impedir que usuários apaguem, vendam ou desmontem um aparelho alugado para revender suas peças.

Ainda segundo as informações, o App Managed Features faz parte do app Buscar (Find My), embora o provedor não tenha acesso à localização do dispositivo. Ao que tudo indica, essa integração existe apenas para garantir que o bloqueio continue de pé mesmo que o usuário apague ou redefina o aparelho.

Embora essas referências não tenham sido encontradas na versão Release Candidate (RC) do iOS 26.6, é possível que elas sejam adicionadas à versão final do sistema, já que, segundo a Bloomberg, o “Apple Upgrade” será anunciado na semana que vem.

Promoções na App Store: Labyrinth City, Star Wars: KOTOR, Camera Copy e mais!

22 July 2026 at 02:38

Nesta terça-feira, confira e aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!

Nosso destaque do dia fica por conta de Labyrinth City, um jogo de aventura e quebra‑cabeças que se destaca imediatamente pelo seu visual encantador, inspirado nos livros ilustrados “Pierre the Maze Detective”.

Cada fase funciona como um grande labirinto interativo, repleto de personagens, objetos tocáveis e pequenos segredos que enriquecem a exploração. A ambientação colorida e detalhada nos remete a uma pegada de Onde Está Wally?, criando uma experiência que mistura nostalgia e modernidade.

A jogabilidade é simples, mas envolvente: o jogador controla o detetive Pierre enquanto persegue o vilão Mr. X, que roubou a Pedra do Labirinto e espalhou o caos pela cidade. A cada nova fase, os desafios vão ficando mais complexos, exigindo mais atenção aos detalhes e paciência na busca das pistas, itens colecionáveis e caminhos.

Confira um trailer:

Aproveite a oferta e boa investigação diversão! 🕵️‍♂️


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$70 em descontos:

Jogos

RPG 1Role-playing game, ou jogo de interpretação de papéis. da franquia “Star Wars”.

Puzzles.

Aplicativos

Escaneie e copie textos.

Para meditação.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🚀

Notas de rodapé

  • 1
    Role-playing game, ou jogo de interpretação de papéis.

Physical Activity and Health Inequality in China’s Older Adults

19 July 2026 at 04:29

Older adults in China are not experiencing health improvements evenly, and a new study links part of that gap to how physical activity is distributed across communities. Researchers report that physical activity is associated with better health outcomes, but the benefits are not uniform—creating measurable health inequality rather than a single “one-size-fits-all” effect.

The findings focus on older adults and examine whether differences in activity levels translate into unequal health trajectories across demographic and socioeconomic conditions. Instead of treating “activity” as a simple yes-or-no behavior, the analysis considers how gradients of movement relate to disparities in health.

To quantify inequality, the study employs population-level metrics commonly used in health economics and epidemiology. These approaches can separate overall health variation into components that reflect group differences, allowing investigators to estimate how much of the inequality is potentially attributable to physical activity patterns.

The work also emphasizes that health inequality can widen even when average health improves. In this scenario, some groups may adopt or maintain activity more easily—because of access to safe spaces, health literacy, social support, or fewer mobility constraints—while other groups fall behind.

Technically, the authors analyze observational data and control for key confounders that might otherwise explain both activity and health status. This helps reduce the chance that the observed association is merely driven by factors such as baseline chronic disease burden, education, or geography.

Importantly, the results suggest that physical activity does not just correlate with health—it may act as a modifiable lever shaping how evenly health benefits are shared. If interventions can shift activity patterns among disadvantaged groups, the study implies that inequality could shrink, not just outcomes improve.

Because the paper is based on real-world evidence from China, it also highlights cultural and structural realities that shape behavior. Urban design, community programming, and the availability of age-friendly exercise options may influence who can be active consistently.

From a “viral science news” perspective, the headline takeaway is straightforward: getting older doesn’t have to mean accepting unequal health. The study frames physical activity as both a health tool and an inequality amplifier—meaning targeting participation gaps could deliver outsized public health impact.

Subject of Research: Health inequality among older adults; physical activity effects
Article Title: The impact of physical activity on health inequality among older adults: evidence from China
Article References: Dang, X., Pan, J., Xing, X. et al. The impact of physical activity on health inequality among older adults: evidence from China. BMC Geriatr (2026). https://doi.org/10.1186/s12877-026-08008-2
Image Credits: AI Generated
DOI: https://doi.org/10.1186/s12877-026-08008-2
Keywords: physical activity; health inequality; older adults; China; public health; epidemiology

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