Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉
Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.
Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.
Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.
Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
Aprimoramentos gerais em acessibilidade.
Agradecimentos
Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.
A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉
Ou seja, eles se comportam exatamente como mostrado nas capturas de tela da App Store quando acessados de praticamente qualquer lugar do mundo, exceto em terras tupiniquins.
A maioria dos aplicativos é publicada por contas de desenvolvedores com apenas um registro na loja da Maçã. Esses aplicativos também tendem a usar políticas de privacidade semelhantes — ou possuem até mesmo políticas idênticas.
Ao aprofundar sua investigação, a reportagem encontrou um repositório público no GitHub contendo instruções para um agente de IA criar aplicativos simples, com código criado por meio de vibe coding, que servem como fachada para as plataformas de apostas.
As instruções exigem que cada aplicativo inclua de três a cinco interfaces visíveis, use um nome comercial e um ícone com tema animal (um dragão, boi, coelho, rato ou tigre) e suporte roteamento controlado remotamente para o aplicativo local, uma página da web dentro do aplicativo ou um site externo.
Elas também afirmam que os aplicativos devem ser construídos em torno de conceitos simples e imediatamente compreensíveis, com uma marca clara e várias áreas de recursos proeminentes, mas suficientemente diferentes entre si para parecerem produtos separados.
O repositório também inclui instruções explícitas destinadas a impedir que os aplicativos sejam sinalizados como suspeitos durante a revisão da App Store. Isso inclui atribuir a cada aplicativo códigos de inicialização e configuração remota com nomes exclusivos, dificultando a identificação deles como parte do mesmo grupo pelos revisores.
O método para burlar as diretrizes de revisão de apps da Apple tem funcionado, já que o próprio sistema de recomendação da App Store direciona os usuários para outros aplicativos suspeitos com mais frequência do que para aplicativos genuínos.
Procurada, a Apple ainda não comentou as descobertas da reportagem.
Fechando a semana com a nossa tradicional seleção de promoções na App Store para esta sexta-feira!
Canon: Chord Composer, desenvolvido por Dylan Shade, destaca-se como uma ferramenta de composição extremamente intuitiva e inspiradora — e, por isso, é o nosso destaque do dia.
O app combina três modos de criação (Instant Inspiration, Intelligent Discovery e Total Control), permitindo desde progressões totalmente aleatórias até construções manuais detalhadas.
A interface, limpa e direta, facilita a experimentação dos acordes de diferentes estilos (jazz, guitarra, piano, ukulele) e a audição de tudo com reprodução realista, seja você um músico profissional ou apenas um entusiasta no assunto.
Desbloqueie sua criatividade musical! Aproveite a oferta!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$60 em descontos:
A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.
As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.
Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:
Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.
Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.
A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.
Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:
O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.
A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.
Doze títulos não acontecem por acaso. Conheça por dentro um dos programas mais prestigiados do basquete universitário. A Dinastia: #UConnHuskies — 21 de agosto na Apple TV.
“The Dynasty: UConn Huskies” narra a ascensão do programa mais dominante na história do basquete universitário nos Estados Unidos. Com entrevistas exclusivas com a equipe campeã nacional de 2025 e participações de figuras do basquete da UConn, a série explora a busca pela excelência, as expectativas que acompanham o sucesso duradouro e as pessoas que mantiveram esse padrão ao longo das gerações.
A série reflete sobre o legado que construiu o programa e oferece um olhar raro de bastidores sobre as jogadoras que dão continuidade a essa história, por meio de conversas aprofundadas com técnicos, atletas, ex-jogadoras, rivais e jornalistas de várias gerações do basquete da UConn, incluindo KK Arnold, Auriemma, Sue Bird, Paige Bueckers, Jim Calhoun, Swin Cash, Chris Dailey, Mickie DeMoss, Jana El Alfy, Jamelle Elliott, Azzi Fudd, Jeff Goldberg, Sally Jenkins, Steve Kerr, Rebecca Lobo, Jackie MacMullan, Maya Moore, Alexa Philippou, Shea Ralph, Semeka Randall, Jennifer Rizzotti, Breanna Stewart, Sarah Strong, Diana Taurasi e Tamika Williams-Jeter.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Sleep tracking on Apple Watch can make an invisible part of daily health easier to understand. Each morning, the watch may show sleep duration, stages, interruptions, overnight vitals and a score intended to summarize the night.
That information can be useful. It can also create a new habit of judging the entire day before getting out of bed.
One low score may make a person feel tired before noticing how they actually feel. A few minutes less deep sleep can become a source of concern. Going to bed can even start to feel like a test that must be passed rather than a normal biological process.
Apple Watch sleep data works better as a long-term observation tool than as a nightly verdict. The goal is not to collect perfect scores. It is to notice repeatable patterns and make small changes when those patterns match real-life problems.
What Apple Watch Measures During Sleep
Apple Watch estimates sleep using movement and signals collected while it is worn overnight. Depending on the model and available features, the Health and Sleep apps can show total sleep time, awake periods and estimates for core, deep and REM sleep.
The watch may also collect sleeping heart rate, respiratory rate, wrist temperature and other overnight metrics. The Vitals app compares several of these measurements with the user’s established typical range.
A sleep score compresses parts of the night into one number or category. Apple’s score considers factors including sleep duration, consistency and time spent awake. That makes it convenient, but convenience should not be confused with a complete medical interpretation.
The watch cannot know whether a stressful conversation kept someone awake, whether a child interrupted the night or whether the wearer woke feeling unexpectedly refreshed after fewer hours. It estimates physiological and behavioral signals. The person still supplies the context.
Sleep Tracking Apple Watch Data Works Best as a Trend
One night can be distorted by almost anything: travel, alcohol, illness, noise, a late meal, room temperature or a loose watch band. Even the position of the arm can affect sensor collection.
A weekly or monthly view is more useful because it reduces the influence of isolated nights. Patterns begin to emerge around bedtime consistency, total duration and changes in overnight vitals.
To review longer sleep trends on iPhone:
Health > Search > Sleep > select the weekly, monthly or six-month view
Look first at sleep duration and timing. These measurements are generally easier to interpret than small changes in individual sleep stages.
A person who repeatedly sleeps less on work nights may have a scheduling issue. Someone whose sleep becomes more fragmented after late caffeine may have found a useful connection. A consistently irregular bedtime may explain more than whether deep sleep moved by 12 minutes on Tuesday.
The data becomes valuable when it supports an observation that can lead to a realistic adjustment.
Image Credit: Apple Inc.
Do Not Treat Sleep Stages as Exact Measurements
Core, deep and REM sleep are presented as distinct colored sections, which can make them appear more precise than they are. Apple Watch estimates these stages from signals available at the wrist. A clinical sleep study uses additional equipment and is designed for medical evaluation.
That does not make the stage information worthless. It means small nightly differences should not be overinterpreted.
A person does not need to increase deep sleep manually or achieve a perfect proportion of REM sleep. Sleep architecture changes naturally across age, stress levels, exercise, illness and different parts of the night.
Use stage data to notice substantial or persistent changes, not to compete with yesterday’s chart. Spending 15 minutes less in one estimated stage is not automatically a health problem.
Start With How You Feel
Before opening the Sleep app, notice how the morning feels.
Was waking difficult? Is concentration normal? Is there unusual daytime sleepiness? Does the body feel recovered after exercise? Was the night interrupted for an obvious reason?
This brief self-check prevents the score from defining the experience. Someone may feel fine after a lower-rated night, while another person may feel exhausted despite receiving a favorable score.
The most useful interpretation combines both sources: subjective experience and device data. When they repeatedly agree, the pattern deserves attention. When they conflict for one night, there may be no reason to react.
Use Vitals as Context, Not a Diagnosis
The Vitals app can show whether overnight measurements such as heart rate, respiratory rate, wrist temperature and sleep duration fall within a typical range. It becomes more useful after the watch has collected enough nights to establish a personal baseline.
An outlier may reflect alcohol, medication, elevation, intense training or the beginning of an illness. It may also be an ordinary variation or imperfect reading.
Several unusual metrics appearing together may provide more context than one isolated number. Even then, Apple Watch data should not be used to diagnose a condition independently.
Persistent symptoms, breathing concerns, extreme daytime sleepiness or major changes in sleep should be discussed with a qualified healthcare professional. Bring the trend data if it helps describe what has been happening, but do not let the watch replace an evaluation.
Build a Routine Around Behavior, Not Scores
The healthiest use of sleep tracking is to connect the data with actions a person can actually control.
A consistent bedtime may improve the pattern. Charging the watch before the evening makes tracking more reliable. Reducing late caffeine, adjusting the bedroom temperature or moving an intense workout earlier may also produce noticeable changes.
To set a sleep schedule:
Health > Search > Sleep > Full Schedule & Options > Add Schedule
A schedule can provide Wind Down reminders and help keep bedtime more regular. It should remain a helpful structure rather than a rigid obligation. Life will occasionally interrupt it.
Choose one adjustment and observe it for a week or two. Changing five habits after one poor night makes it difficult to identify what helped.
Image Credit: Apple Inc.
When Sleep Tracking Creates More Stress
Some people become preoccupied with improving sleep data, repeatedly checking results or worrying that a low score guarantees a bad day. The anxiety can itself make falling asleep more difficult.
That is a sign to reduce exposure to the numbers.
Sleep tracking can be turned off temporarily, or the data can be reviewed only once per week. Another option is to avoid checking the score in the morning and examine trends at a neutral time later.
To change sleep tracking settings:
Watch app on iPhone > My Watch > Sleep
A break does not erase the knowledge already gained. A person who has learned that regular timing and less late caffeine improve sleep may no longer need a daily chart to confirm it.
The device should support rest, not supervise it.
A Better Way to Read the Morning Report
A practical morning review can remain simple. Check whether the watch recorded the full night. Notice total duration. Consider whether the bedtime was typical. Look for any major change in overnight vitals, then move on.
There is rarely a need to analyze every stage, compare several apps or search for explanations after one ordinary variation.
Sleep tracking on Apple Watch is most useful when it reveals something that was difficult to see without data: a repeated shortfall in duration, an inconsistent schedule or a pattern linked to habits and recovery.
The score can summarize one night, but it cannot grade the person who slept through it. A healthier measure is whether the information helps create calmer nights, better days and fewer reasons to think about the watch after waking.
This week, San Francisco’s attorney general, David Chiu, sent cease-and-desist letters, demanding that Apple and Google remove 13 so-called nudification apps from their app stores, Wired reported.
Nudification apps can make it trivially easy to transform ordinary photos of real people into explicit images. The harmful AI tools allow bad actors to remove clothing, change a person’s features, place them in sexualized positions, and swap victims’ faces onto other people’s naked bodies.
Chiu's letter warned that app stores were violating "California’s laws that prohibitsupporting servicesthat create deepfake pornography," Wired reported.