« La beauté sert à capter l’attention » : comment le photographe Marcio Cabral veut transformer l’émerveillement en engagement


Semanalmente, destacamos aqui os cinco artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).
Eis a lista da vez, de 9 a 16 de agosto:
Boa (re)leitura! 😉


Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.

Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.

A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.

Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
Muito útil, não? 🖥️


Semanalmente, destacamos aqui os cinco artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).
Eis a lista da vez, de 2 a 9 de agosto:
Boa (re)leitura! 😉





Semanalmente, destacamos aqui os cinco artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).
Eis a lista da vez, de 26 de julho a 2 de agosto:
Boa (re)leitura! 😉




Além de compartilhar uma página da web usando um link normal, o navegador Mozilla Firefox também permite enviar um endereço da web de outra forma.
Mais precisamente, trata-se da geração de um código QR (QR code) — que pode, posteriormente, ser lido a partir de qualquer câmera ou compartilhado em uma postagem, por exemplo.
Veja como fazer isso no seu Mac! 👨💻
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Chegou o momento do nosso ritual de todo mês: pausar por um instante para agradecer a quem ajuda o MacMagazine a se manter de pé pelo Patreon ou pelo Catarse. Isso não é força de expressão — é algo que realmente importa para a gente.
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Dependendo da categoria escolhida, dá pra aproveitar benefícios como navegação sem anúncios, prioridade em ações como o MM Tour e a chance de participar das gravações do nosso podcast, entre outras vantagens.
Aos nossos 115 patrões atuais: obrigado por acreditarem no nosso trabalho e por fazerem tudo isso ser possível, todo santo mês. 💙


Muito obrigado, galera! 😀


Semanalmente, destacamos aqui os cinco artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).
Eis a lista da vez, de 12 a 19 de julho:
Boa (re)leitura! 😉


My first day on the job at Macworld, Apple was perilously close to going out of business. It was the fall of 1997, and Steve Jobs had returned to Apple and engineered the ejection of Gil Amelio as CEO, but there was no iMac yet, no visible turnaround in terms of products at all. Beyond the release of the iconic “Think Different” ad campaign, there was nothing.
Apple’s survival hung by a thread. Steve Jobs asked everyone to trust him. At Macworld Expo, he had enlisted Bill Gates—Bill Gates, of all people!—to help him instill belief in the world that Apple would find a way to survive.
The world was skeptical, to say the least. My family asked what job I thought I’d get once Apple went out of business. The magazine I had worked at for four years, MacUser, had been folded, and some of us had been transferred over to our rival, Macworld, presumably to publish issues until Apple finally gave up the ghost and died. We existed to minimize the loss exposure of our respective publishing companies.
1997 was weird, folks. And that’s how my tenure at Macworld started.

The last two years at WWDC, Apple has felt like it’s been in a hurry. In 2024, in a hurry to catch the AI wave before it entirely passed them by. (They didn’t catch that wave—they wiped out, lost their surfboard, and may have been partially gnawed on by a shark.) Then last year it felt like it was trying to cover up its embarrassment about AI failures by rushing out a new design scheme that felt ill conceived, especially when it came to the Mac.
This year feels different. Apple is unveiling a second take on its AI plans, but it feels like they’ve spent the intervening two years trying to make sure that this time, it sticks. And when it comes to almost every other announcement at WWDC 2026, it feels like the company is taking stock, measuring twice, and cutting once. As famed basketball coach John Wooden warned his young charges, it’s important to be quick—but not to hurry.
