Pennsylvania coal industry positions itself for a future in energy and new tech
Some see this moment of rapidly growing energy demand and desire for reliable, domestic energy as an opportunity to revitalize coal’s image.


Google Smart Bidding changes August 17. Learn which Target CPA and Target ROAS campaigns to audit and what to update before the deadline.
The post Google Is Ending Target Overperformance – What to Fix Before August 17 appeared first on Search Engine Journal.
El nuevo borrador de un tratado sobre la contaminación por plásticos, un proyecto de la ONU con graves dificultades para ser aprobado, ha sido objeto de críticas desde su divulgación por supuesta falta de ambición.


A Satechi revelou ontem uma nova versão do seu carregador de mesa ChargeView, agora com seis portas USB-C e uma potência total de 240W. Ele conta com uma tela LCD 1Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. semelhante à do primeiro modelo da linha (lançado em abril), capaz de exibir a potência liberada em cada uma das portas em utilização, além de contar com a tecnologia GaN 2Gallium nitride, ou nitreto de gálio..
As portas C1 e C2 contam com suporte a uma potência de 140W cada com a tecnologia USB Power Delivery (PD) 3.2, que conta com o Extended Power Range (EPR) e Adjustable Voltage Supply (AVS) para carregamento via USB-C (o protocolo de carregamento rápido do iPhone 17).
As portas C3 e C4 fornecem 100W de potência cada, enquanto a C5 e a C6 estão limitadas a 30W de carregamento cada. Além disso, essas quatro últimas fazem uso da tecnologia USB PD 3.0 com suporte ao Programmable Power Supply (PPS).
Em matéria de acabamento, ele possui uma parte em metal fosco e uma cobertura brilhante para a tela. Sua cor, Space Black, foi pensada para combinar com o ecossistema de computadores da Apple, com destaque para o MacBook Pro e o Studio Display. O carregador é acompanhado ainda de um suporte, o qual permite que ele seja utilizado tanto na horizontal quanto na vertical em sua mesa de trabalho.
O ChargeView 240W Desktop Charger está disponível na loja oficial da Satechi e na Amazon dos Estados Unidos por US$150.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.



Depois de permitir que os nomes de usuário sejam compartilhados e conversas sejam iniciadas a partir deles, o WhatsApp agora disponibilizou um campo para que seus usuários criem novos contatos salvando apenas o username, dispensando a necessidade de atrelar qualquer pessoa a um número de telefone.
A alternativa permite, por exemplo, checar os status de um determinado contato, ou habilitar que ele veja determinadas informações do seu perfil (como o seu ícone ou o campo de recado) caso a visibilidade esteja restrita à sua lista de contatos — coisas que só eram possíveis antes ao salvar seu número de telefone.
WhatsApp launches a username field for new contacts, compatible with Status Sharing!
— WABetaInfo (@WABetaInfo) August 10, 2026
On Android and iOS, WhatsApp has introduced a new field for the contact creation screen that lets users save a contact's username alongside their name.https://t.co/5hSI6SUrs0 pic.twitter.com/InGkJzgI7W
O novo campo está disponível tanto no iOS quanto no Android na tela já conhecida do público para adicionar novos contatos (ela pode ser acessada tocando no botão “+”, na seção “Conversas”, e depois selecionando a opção “Novo contato”).
Embora ainda não haja uma previsão oficial quanto à disponibilidade geral da novidade, o campo já foi notado por algumas pessoas que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store e pelos usuários da versão beta (via TestFlight).
Já presente na versão beta para Android, o mensageiro da Meta está testando no iOS um recurso que permite aos administradores de um grupo enviar uma mensagem automatizada de saudação para cada novo membro que integra a conversa coletiva.
O WhatsApp identifica a mensagem com um balão que inclui o texto “saudação automática”, e ela não poderá ser vista pelo restante do grupo (embora o usuário possa interagir com o recado).
WhatsApp is testing greeting messages for group chats on iOS!
— WABetaInfo (@WABetaInfo) August 11, 2026
WhatsApp is working on a feature that shares a welcome message in group chats.https://t.co/hr6GZoGaMm pic.twitter.com/7BXtCOYXoI
Mesmo que um grupo tenha vários administradores, haverá apenas uma mensagem de boas-vindas para todo o grupo. Todos os administradores compartilharão o mesmo texto e qualquer um deles poderá editá-lo.
Ainda em desenvolvimento, a ferramenta não foi sequer disponibilizada para testadores do app, embora tenha sido notada na versão 26.31.10.73 beta.



Há alguns anos, eu troquei a tela de um iPhone XR da minha esposa em parceria com a iFixit. Pois é, o desafio voltou — desta vez, em um aparelho bem mais recente e complexo: o iPhone 15 Pro Max dela, cuja bateria já estava com apenas 77% de saúde.
Aceitei o convite da iFixit para trocar a peça por uma nova, e topei documentar todo o processo em vídeo para vocês. Divirtam-se:
Para a troca, recebi da iFixit o kit de bateria para iPhone 15 Pro Max, que já vem com todas as ferramentas necessárias, e também o iOpener, aquele saquinho que se aquece no micro-ondas e ajuda muito a amolecer o adesivo que prende a tela ao aparelho.
Segui à risca o tutorial passo a passo da própria iFixit para a substituição da bateria, e depois o guia específico para reinstalar o adesivo em volta da tela.
Confesso que desta vez foi bem mais desafiador do que da última: entre um passo e outro, entre pausas para respirar e conferir o manual outra vez, levei quase 3h do início ao fim. Mas deu tudo certo, e a sensação de ver o aparelho funcionando perfeitamente com uma bateria novinha (e a esposa satisfeita) não tem preço. 😄
Meu muito obrigado à iFixit por mais essa parceria e pelas ferramentas certas para o trabalho. E aí, quem topa o desafio também? 😅


Se você usa um Mac com o macOS Tahoe 26.5 ou versões posteriores, é possível que esteja enfrentando problemas de congelamento no trackpad do seu notebook, com o surgimento da famosa bola de praia (que indica um travamento) na máquina.
Graças a uma dica supersimples, é possível resolver esse problema no seu computador usando o Finder.
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Veja como! 👨💻
~/Library/Metadata/CoreSpotlight e pressione return.
via Macworld



O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.
Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.
1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.
— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026
Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn
Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.
Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.
Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.


A SpaceXAI liberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.
Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.
Introducing Grok Bot, now in early beta.
— Grok Bot (@bot) August 11, 2026
Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98
A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.
“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.

Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.
Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.
A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.
Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.

Scientists in Arkansas have developed a machine-learning approach that can identify potentially disease-causing strains of a poultry bacterium by analyzing not only which genes are present, but also how those genes are arranged across the genome. The method focuses on the “genetic neighborhoods” surrounding genes, offering a new way to distinguish harmful strains of Enterococcus cecorum from closely related strains that do not cause disease.
E. cecorum is commonly found in poultry environments, and many of its strains are harmless. However, pathogenic strains can cause arthritis, bone infections and lameness, creating serious animal-welfare problems and economic losses for poultry producers. Because pathogenic and nonpathogenic strains can share many of the same genes, identifying the genetic features associated with disease has been challenging.
The research team, led by Aranyak Goswami of the Arkansas Agricultural Experiment Station’s Center for Agricultural Data Analytics, examined the organization of genes within genomic islands. These are segments of DNA that bacteria often acquire from other microorganisms through horizontal gene transfer. Genomic islands can carry genes involved in antibiotic resistance, bacterial survival, movement of DNA and virulence, making them important regions for understanding how pathogens emerge.
Rather than treating the bacterial genome as a simple list of genetic components, the researchers analyzed it as a structured map. They investigated which genes occurred near one another, the order in which they appeared and the way groups of neighboring genes formed recurring units known as genomic-island cassettes. This architecture provided information that could be missed when genes are examined individually.
“The machine-learning model recognizes patterns in gene order much like it recognizes patterns in language,” Goswami said. In the same way that a language model can learn that certain words frequently appear together, the computational system learned that particular combinations and arrangements of bacterial genes were associated with pathogenic strains. The approach therefore captures relationships among genes rather than relying only on the presence or absence of individual DNA sequences.
For the proof-of-concept study, the researchers analyzed the genomes of 145 E. cecorum strains isolated from poultry. The dataset included 95 nonpathogenic strains and 50 pathogenic strains capable of causing illness. The analysis found that disease-associated strains were more likely to contain genomic islands enriched in genes linked to antimicrobial resistance and the transfer of genetic material between bacteria.
Those findings do not mean that every bacterium carrying such genes will necessarily cause disease. Instead, the researchers describe the system as an exploratory classification and research tool. It identifies patterns that may help scientists investigate why some bacterial lineages become harmful, while also providing clues about how resistance and virulence traits move through bacterial populations.
Current monitoring methods for E. cecorum often depend on culturing the bacterium or screening for specific genes. Such techniques remain valuable, but they may overlook broader genomic relationships. The new pipeline could complement these approaches by evaluating the wider context in which genes occur. Additional testing with larger and more geographically diverse datasets will be necessary before the method can be used for routine flock surveillance or diagnostic decision-making.
The researchers believe the strategy could eventually be adapted to other bacterial species affecting animals, humans, wildlife and plants. Goswami’s team is beginning to examine Enterococcus faecalis, a close relative of E. cecorum and a frequent cause of hospital-acquired infections in humans. They also plan to apply the pipeline to Escherichia coli and other bacteria to study how nonpathogenic lineages acquire the genomic configurations associated with disease. The study, published in Frontiers in Microbiology, demonstrates how machine learning and comparative genomics can reveal hidden signals in bacterial DNA and may help researchers track the evolution of emerging pathogens.
Subject of Research: Animals
Article Title: Genomic-island cassette architecture provides interpretable signal for exploratory classification of poultry-associated Enterococcus cecorum lineages
News Publication Date: 7-Jul-2026
Web References: https://doi.org/10.3389/fmicb.2026.1882753
References: Frontiers in Microbiology, DOI: 10.3389/fmicb.2026.1882753
Image Credits: UA University Relations photo by Chieko Hara
Keywords: artificial intelligence, machine learning, deep learning, computational biology, bacterial pathogens, Enterococcus cecorum, genomic islands, genomic architecture, antibiotic resistance, poultry disease, pathogen surveillance, comparative genomics
Around 11,000 years ago, communities in southwest Asia began one of the most consequential experiments in human history: growing their own food. Wild cereals, legumes and fruit-bearing plants were gradually brought under human management, setting in motion the transition from mobile hunter-gatherer lifeways to farming societies. For decades, archaeologists have assumed that one of the earliest signs of this transformation was an increase in cereal grain size. A new study, however, suggests that some of the biggest grains found at the dawn of agriculture may not have been genetically altered at all. They may simply have grown in wetter conditions.
The findings, published in the Proceedings of the National Academy of Sciences, challenge a central assumption about how cereal domestication began. Researchers studying charred barley and emmer wheat grains from the Early Neolithic sites of el-Hemmeh and Sharara in the southern Levant found that the plants still possessed fully wild characteristics during the earliest phases of the Pre-Pottery Neolithic. Their ears had brittle rachises, the structures that naturally break apart when mature, allowing seeds to disperse in the wild. There was no evidence of the tough, non-shattering rachis that later became one of the defining features of domesticated cereals.
The absence of non-shattering forms is significant because a tough rachis makes harvesting far more efficient. In wild cereals, the rachis fractures as the plant ripens, scattering seeds before people can collect them. A mutation that keeps the grains attached would have offered major advantages to human harvesters and could then have spread through repeated cultivation and replanting. Researchers have therefore often treated the appearance of non-shattering cereals as a key marker of domestication. Grain size, by contrast, has frequently been interpreted as an earlier signal that people were already selecting plants through cultivation.
At el-Hemmeh and Sharara, however, grain size told a more complicated story. Barley and emmer wheat remained morphologically wild, yet their grains varied dramatically. Some were as small as typical wild cereals, while others fell within the size range commonly associated with domesticated plants. If large grains were the product of genetic selection caused by systematic tillage, the researchers expected to find other evidence of intensive cultivation. Instead, the ecological evidence pointed toward relatively low-disturbance environments.
The team examined the weed species preserved alongside the cereal remains. Weeds are valuable archaeological indicators because different plants thrive under different environmental conditions. Species associated with heavily tilled or frequently disturbed soils were not dominant in the assemblages from these early sites. This weakened the argument that repeated ploughing or intensive soil preparation had already created strong selection for larger seeds. The researchers began looking for another explanation for the striking variation in grain size.
Their answer came from stable carbon isotope analysis. Carbon exists in several naturally occurring forms, or isotopes, and plants incorporate these isotopes in ways that are influenced by their growing conditions. In cereals, the stable carbon isotopic composition of a grain can reflect the balance between carbon uptake and water loss during photosynthesis. When plants experience water stress, changes in gas exchange through their leaves alter the carbon isotope signal recorded in their tissues. By measuring this signal in ancient grains, scientists can reconstruct aspects of the moisture conditions under which the plants grew.
The results showed a strong relationship between grain size and water availability. Barley grains that reached domestic-sized dimensions had carbon isotope values indicating that they developed under wetter conditions. Smaller, wild-sized grains carried signatures consistent with considerably drier growth environments. The difference suggests that environmental moisture, rather than inherited genetic change, was responsible for much of the early increase in cereal grain size. In other words, the same wild plant population could produce grains of very different sizes depending on the conditions it experienced during development.
This phenomenon is known as developmental plasticity: the ability of a single genotype to produce different physical traits in response to the environment. It is widespread in plants and can affect characteristics such as height, leaf area, flowering time and seed production. In the Early Holocene southern Levant, developmental plasticity may have created the visual impression that cereals were already becoming domesticated. People collecting and replanting the largest grains might eventually have generated genetic selection, but the initial size increase itself appears to have been ecological rather than evolutionary.
“Environmental conditions provided a much better explanation for the observed variation in grain size than genetic selection under tillage,” said Dr Jade Whitlam of the University of Oxford, who led the study. The researchers propose that genetic selection for larger grains may have occurred later than previously thought, perhaps after selection for non-shattering rachises had already begun. This reverses the sequence often assumed in models of domestication and places greater emphasis on the complex interaction between climate, plant biology and human harvesting practices.
The study also reframes the origins of agriculture as a gradual process of niche construction rather than a sudden decision to domesticate plants. Early communities altered their relationship with wild vegetation through harvesting, protection, transport and repeated use of particular landscapes. These practices may have changed plant populations long before crops displayed unmistakable domestication traits. By combining archaeobotany, weed ecology and stable isotope evidence, the researchers argue that the first steps toward agriculture were not necessarily driven by deliberate genetic engineering of crops, but by prolonged human management operating within a variable environment. The result is a more nuanced picture of farming’s origins—one in which climate could temporarily make wild cereals look domesticated before their genomes caught up.
Subject of Research: The environmental and biological processes that influenced cereal grain size and plant domestication in the Early Holocene southern Levant.
Article Title: Developmental plasticity under human management shaped cereal evolution prior to domestication in the Early Holocene southern Levant
News Publication Date: 4-Aug-2026
Web References: https://www.eurekalert.org/multimedia/1146086
References: Proceedings of the National Academy of Sciences. DOI: 10.1073/pnas.2535274123
Image Credits: Jerome Poulalier, www.jerome-poulalier-photography.com
Keywords: Archaeology, archaeobotany, cereal domestication, agriculture, Neolithic, Early Holocene, southern Levant, barley, emmer wheat, stable carbon isotopes, developmental plasticity, plant evolution, climate, hunter-gatherers
A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.
Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.
Eddy Cue, chefe da divisão de serviços da Apple, anunciou a saída dela em um comunicado interno (com tradução nossa abaixo), o qual foi repercutido pelo jornalista Mark Gurman (da Bloomberg).
Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.
Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.
Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.
Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.
Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.
Obrigado,
Eddy
A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.
Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.
Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.
Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.
— Mark Gurman (@markgurman) August 11, 2026
Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.
No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.
Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.


Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.
No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.
Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.
Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.
O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.
No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.
Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.
A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
via MacRumors


Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.
A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.
Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.
O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.
[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].
Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.
O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].


Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.

Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).

Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
O estudo completo pode ser conferido nessa página.


Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
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Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.

A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.

