Conforme visto pela agência Reuters, a Apple publicou uma documentação oficial de suporte ensinando usuários do macOS na China a conectar o Qwen, plataforma de inteligência artificial (IA) proprietária da Alibaba, como uma extensão da Apple Intelligence no país.
Embora ensinasse efetivamente a fazer essa integração (o que indica que não era apenas algo preparatório), a documentação foi retirada do ar pouco tempo depois — o que nos leva a entender que ela foi, no mínimo, lançada em cima da hora ou antes do período previsto pela empresa.
O guia atualizado em chinês da Apple diz que os usuários que optam por participar podem usar o Qwen via Siri para obter respostas mais detalhadas a algumas solicitações, incluindo análise de fotos e documentos. As Ferramentas de Escrita também podem se basear no serviço para criar texto ou imagens a partir de uma descrição.
A possibilidade de usar o Qwen estaria disponível para usuários elegíveis com o macOS Tahoe 26.6 ou posterior. Eles devem se sujeitar a condições específicas para o mercado chinês e fazer login na plataforma — que não pode usar os materiais gerados para treinar seus modelos.
Segundo a Alibaba, que poderá usar a integração com os softwares da Apple para aumentar o alcance do Qwen, a plataforma será incorporada à Apple Intelligence também em iPhones, iPads e Vision Pros — embora ainda não se saiba qual modelo alimentará essa integração.
Com inúmeros modelos e variações de Macs já fabricados, a Apple consegue abranger diferentes públicos-alvo. Desta forma, seja você uma pessoa que usa computador apenas para navegar na web ou um profissional que precisa de máquinas parrudas para dar conta do recado, pode usufruir de notebooks ou desktops da empresa.
Para ter certeza de qual modelo de computador da Apple você tem no momento, é possível conferir exatamente essa informação pelo sistema.
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.
Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).
Interface e personalização
Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.
A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.
Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.
Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.
Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.
O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.
O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).
A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.
Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.
No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.
Principais recursos
Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.
Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.
Ferramentas fundamentais
No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.
A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.
Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.
Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.
Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.
Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.
O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.
Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.
A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.
Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.
A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.
Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.
Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.
Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.
Gravação e recursos de IA
Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.
Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.
Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.
Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.
Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.
Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.
O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.
Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.
Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.
Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.
Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.
Menções honrosas (e muito boas)
Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.
Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.
Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.
Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.
A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.
Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).
O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).
Apple Pencil: experiência real
Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.
No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.
A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.
Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.
“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido
Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.
Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.
Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.
As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.
Importação, exportação e compartilhamento
Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.
Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.
O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.
Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.
Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.
Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.
Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.
Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.
Screenshot
Sincronização e backup
A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.
Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.
Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.
Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.
Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.
Compatibilidade e preços
Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.
Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.
Vale a pena?
Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).
Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.
Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.
Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!
iPad Pro de 13″
Cores: preto-espacial ou prateado Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB Vidro: convencional ou nano-texture Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
O macOS é o sistema operacional que equipa os computadores da Apple, os Macs.
Para receber os novos recursos e estar sempre protegido contra ataques ou brechas de segurança, é recomendável manter o seu dispositivo atualizado para a última versão disponível.
Veja como conferir qual versão do sistema seu Mac está usando! 👨💻
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Anthropic recently released a highly useful feature for developers who run multiple terminal windows at once. The latest version of Claude Code allows different open sessions to send messages directly to one another. Users working on complex projects can now have the tool coordinate tasks across various active tabs without ever needing to manually copy […]
Apple has released updates to macOS 26.6.1, 15.7.9, and 14.8.9 to fix a Screen Sharing vulnerability that could let an attacker “on the network” connect without valid credentials. Update soon.
Apple has released security updates for MacOS Tahoe 26.6.1, MacOS Sequoia 15.7.9, and MacOS Sonoma 14.8.9, each addressing the same security flaw relating to the Screen Sharing service where an attacker could authenticate without valid credentials. Download links for IPSW and full installers for these new versions of MacOS are available further below. Due to ... Read More
If you’re curious about testing out MacOS 27 Golden Gate beta but you aren’t ready for the full commitment of installing it as your primary operating system, the simplest and safest way to run MacOS 27 Golden Gate beta is within a virtual machine. While one of our authors dove right into MacOS 27 Golden ... Read More
I know it’s only in beta, and probably halfway through the beta cycle at that, but I’m going all in on MacOS 27 Golden Gate. Why, you might ask? Because, for me, the MacOS 27 beta is better than MacOS 26 Tahoe is, in some pretty critical ways. And to be clear, I do not ... Read More
Com o aplicativo Atalhos (Shortcuts), fica fácil criar atalhos a fim de realizar uma ou mais ações com os aplicativos que estejam instalados no seu iPhone, iPad e Mac.
Além de ser possível compartilhar um desses atalhos usando o iCloud, você também pode fazer isso como um arquivo. E é esse processo que mostraremos em detalhes nos próximos parágrafos, confira! 🙂
Como compartilhar um atalho como arquivo pelo iPhone/iPad
Com a aba “Biblioteca” selecionada, toque nos três pontinhos dentro do quadro do atalho.
Vá até o botão de compartilhamento (na parte inferior), em “Opções” e “Arquivo”.
Escolha entre “Qualquer um” (para que qualquer pessoa possa executar o atalho) ou “Pessoas Que Me Conhecem” (apenas as pessoas que incluíram você nos contatos delas poderão executar o atalho).
Toque em “OK” e escolha como deseja compartilhá-lo.
Como compartilhar um atalho como arquivo pelo Mac
Clique uma vez em cima de um atalho e escolha Arquivo » Exportar… na barra de menus.
Digite um nome para o arquivo e escolha o local que deseja salvá-lo.
Siga os demais procedimentos para selecionar a forma que deseja compartilhar o atalho.
Se você costuma usar o aplicativo Relógio (Clock) em iPhones, iPads e Macs ou o Timers do Apple Watch para ativar alarmes ou timers, saiba que é possível identificá-los adicionando um nome (ou etiqueta, como a Apple chama).
Isso é muito útil para quem possui múltiplos alarmes/timers em ação e quer ter um controle sobre eles.
Neste artigo, ensinaremos como é simples adicionar uma etiqueta em cada um, veja só.
A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.
Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.
Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).
Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:
curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash
Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.
O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.
Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj
O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.
O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.
O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.
Mas, além disso, esse mesmo procedimento pode ser realizado dentro de um álbum que tenha sido criado no seu iPhone, iPad ou Mac e que contenha esse tipo de mídia.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo iPhone/iPad
Abra o app Fotos e toque em “Coleções”.
Selecione o álbum desejado na seção “Álbuns”.
Vá até o botão com três risquinhos (no canto inferior esquerdo) e toque em “Opções de Visualização”.
Desmarque “Capturas de Tela”.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo Mac
Expanda a seção “Álbuns” (na barra lateral esquerda).
Clique no nome do álbum.
Clique nos três pontinhos (na parte superior) e desmarque “Capturas de Tela”. Ou, se preferir, vá até “Visualizar”, na barra de menus, e desmarque “Capturas de Tela”.
Com o aplicativo Pré-Visualização (Preview), usuários de iPhones, iPads e Macs podem facilmente preencher e assinar formulários, escanear documentos e fazer alterações em PDFs e imagens, por exemplo.
Para encontrar mais facilmente um arquivo, você pode renomeá-lo em alguns passos simples.
Veja, nos parágrafos a seguir, como fazer exatamente isso no seu dispositivo! 😉
Com o app Pré-Visualização aberto, faça um dos seguintes procedimentos:
Toque e segure o dedo ou clique com o botão direito do mouse em cima do arquivo e escolha “Renomear”.
Com o arquivo aberto, selecione a setinha ao lado do nome dele e renomeie-o (no iPhone/iPad, é preciso primeiramente tocar em “Renomear”). Se estiver no Mac, você também pode fazer a mesma coisa indo até Arquivo » Renomear…, na barra de menus.
Na mais recente versão beta do WhatsApp para o macOS, a Meta implementou uma novidade que facilitará a escolha, pelos usuários, de qual versão do aplicativo instalar em seu computador — basicamente uma “central de atualizações”.
De acordo com o WABetaInfo, esse novo recurso estará disponível em uma nova seção denominada “App updates” (“Atualizações do app”), nas configurações do aplicativo — que servirá também como um local para visualizar rapidamente a versão instalada.
Ao todo, a seção disponibilizará para os usuários dois canais de atualização: a “última versão” e a “versão estável da semana” — ambas com “correções de bugs e melhorias de estabilidade”, conforme indica a legenda exibida em cada uma delas.
A última versão disponível é lançada com correções e melhorias diariamente — o que pode resultar em bugs em algumas ocasiões, já que trata-se de um trabalho em desenvolvimento. A outra, cujos updates são semanais, geralmente é um pouco mais estável.
Ambas as opções oferecem os mesmos recursos principais, mas os tempos de lançamento são diferentes. A opção “versão mais recente” pode ocasionalmente oferecer novos recursos antes da compilação semanal. Como resultado, as atualizações diárias às vezes podem incluir funcionalidades que a versão semanal ainda não inclui. No entanto, a “versão semanal estável” é a escolha mais segura para a maioria dos usuários.
Cabe destacar que o WhatsApp também disponibiliza uma versão beta para o macOS. Embora ela não esteja mais disponível no TestFlight, é possível baixá-la manualmente dos servidores da Meta pelo link que é disponibilizado periodicamente pelo WABetaInfo.
De acordo com uma reportagem do Financial Times, a gigante de Cupertino disse que precisou limitar, ainda em junho, o número de relatórios de bugs enviados por caçadores de vulnerabilidades amadores para a empresa, já que muitos têm utilizado LLMs 1Large language models, ou grandes modelos de linguagem. para identificar supostas brechas em seus softwares.
Embora sejam, sim, capazes de identificar bugs em códigos, ferramentas de IA possuem a tendência de alucinar e apontar vulnerabilidades que, na verdade, não são reais. Isso, como era de esperar, dificulta o trabalho dos engenheiros da Apple, que, embora também estejam explorando ferramentas de IA, precisam revisar as denúncias manualmente.
Segundo as informações, além de poderem relatar apenas um número limitado de bugs por vez, os caçadores ainda precisam esperar 30 dias para enviar novos relatórios. Pessoas/empresas que quiserem aumentar o seu limite precisam enviar um pedido para a Apple, que pode ou não ser atendido.
Esse fenômeno, vale notar, também está atrapalhando o trabalho de firmas de cibersegurança, as quais não estão conseguindo comunicar à Apple falhas graves em seus sistemas devido a esse limite. Entre elas, está a startup italiana Bynario, que disse ao FT ter usado o ChatGPT para identificar mais de 50 bugs no macOS, incluindo um que poderia permitir que um invasor assumisse o controle total do Mac, obtendo acesso irrestrito ao sistema.
Questionada pelo veículo, a Apple disse que já entrou em contato com a Bynario. “Com o crescente volume de relatórios de segurança gerados por IA em todo o setor, ajustamos recentemente o número de novos relatórios que um pesquisador pode ter abertos simultaneamente”, disse a empresa em um comunicado.
A Maçã, vale lembrar, mantém o programa Apple Security Bounty, que oferece recompensas em dinheiro para pessoas/empresas que conseguirem encontrar brechas de segurança em seus sistemas.
Notas de rodapé
1
Large language models, ou grandes modelos de linguagem.