Hongos que devoran rocas prosperan en las profundidades de la Tierra


A seção de avaliação locais em aplicativos como o Google Maps é bastante útil para ajudar outros usuários a visualizar imagens e feedbacks de lugares populares — mas recursos do gênero costumam ser bem limitados e oferecem uma abordagem que depende bastante da ação do usuário.
O Wrinkles, no entanto, oferece uma experiência bem mais completa nesse sentido. Basicamente, o app usa a localização do usuário para mostrar histórias sobre os lugares ao seu redor automaticamente — como um guia local personalizado em qualquer lugar do mundo.
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Alimentado por inteligência artificial, o app permite que os usuários perguntem sobre os lugares que acharem interessantes — e o app responde em tempo real com um conhecimento enciclopédico sobre praticamente qualquer assunto, daqueles mais simples aos mais complexos.
Com a capacidade de criar um roteiro turístico personalizado em questão de segundos, o app conta com um mapa que permite navegar e descobrir histórias em qualquer lugar — tanto as criadas pelo próprio aplicativo quanto as que forem criadas pelos usuários.
Isso porque o Wrinkles permite que os usuários vinculem suas publicações a locais específicos no mapa e destaquem lembranças pessoais a respeito deles. É possível também salvar os locais preferidos para que eles sejam organizados automaticamente pelo Wrinkles como guias pessoais.
O Wrinkles está disponível gratuitamente na App Store e conta com opções de assinatura por R$30/mês e R$300/ano, as quais liberam a versão Explorer. Também é possível adquirir o Trip Pass a partir de uma compra de R$250.
via TechCrunch


Na medicina, a computação espacial e os headsets de realidade aumentada/virtual — incluindo o Apple Vision Pro — têm sido aplicados em uma gama crescente de ambientes clínicos e cirúrgicos.
Inclusive, um novo estudo divulgado pelo Asymco, realizado por pesquisadores do Shiley Eye Institute (vinculado à Universidade da Califórnia em San Diego), está entre os primeiros a avaliar o uso do Apple Vision Pro como a tela principal de visualização intraoperatória para cirurgia lacrimal endoscópica.
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Intitulado “Apple Vision Pro as a Wearable Display for Endoscopic Dacryocystorhinostomy: Surgical Experience, Efficiency, and Cost” (“Apple Vision Pro como display vestível para dacriocistorrinostomia endoscópica: experiência cirúrgica, eficiência e custo”, na tradução direta), o estudo compara o uso do headset com a abordagem tradicional baseada em monitores, concentrando-se na eficiência cirúrgica, na carga de trabalho do cirurgião, na ergonomia e no custo.
Entre os achados do estudo, o uso do Vision Pro foi associado a tempos operatórios mais curtos e a uma menor carga de trabalho relatada pelo cirurgião — ocupando, ao mesmo tempo, um espaço mínimo. Por ser uma das primeiras avaliações do dispositivo para a cirurgia em questão, esses resultados sugerem vantagens ergonômicas e de fluxo de trabalho, mas requerem confirmação em estudos maiores e controlados.
Por outro lado, o Vision Pro é criticado por dois aspectos: ser grande/pesado demais e ser muito caro. Segundo o estudo, mesmo para um hospital, o custo do Vision Pro não é “insignificante” — ainda assim, ele levou em conta o que o dispositivo é capaz de fazer e, sob essa ótica, aponta-se que o headset representa um excelente custo-benefício.
A quem interessar possa, os detalhes do estudo estão disponíveis aqui.
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Nos últimos anos, a Apple abriu o iOS para atender aos requisitos de interoperabilidade da União Europeia estabelecidos pela Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA) — incluindo até mesmo a abertura de um sistema para pedidos por parte de rivais da companhia que quisessem solicitar a abertura de algum recurso específico.
Além da Meta, a Microsoft utilizou esse sistema de solicitações de interoperabilidade da UE para pedir à Apple suporte à função de copiar e colar entre dispositivos, abrangendo iPhones e PCs com Windows.
Conforme detalhado na página do pedido, disponível no portal Apple Developer, a empresa descreveu o recurso da seguinte forma:
À época em que comentamos o pedido da Meta, as informações eram de que a Apple havia colocado o pedido da Microsoft na fase II — o que significa que seus engenheiros estavam avaliando a possibilidade, sem um comprometimento de implementação. Mais recentemente, a Maçã moveu o pedido para a fase III — indicando que a companhia começará a desenvolver um recurso que atenda ao pedido da Microsoft.
Estranhamente, o cronograma exibido na página do pedido indica que essa mudança para a fase III aconteceu em junho — ou seja, antes mesmo da divulgação das informações sobre a fase II. Pode ser, porém, que a Apple tenha atualizado sua página retroativamente com o progresso do pedido, já que em meados de julho a página não indicava a mudança para a fase III ainda.
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Não obstante, o fato é que a solução proposta pela Apple exige a adoção do framework AccessorySetupKit para sincronizar os dados da área de transferência entre as duas plataformas — de modo que, após emparelhar um PC com Windows a um iPhone, será necessário conceder permissão uma única vez para que os dois dispositivos possam compartilhar conteúdos.
Ademais, a Apple observou que, dada a complexidade de engenharia envolvida, a conclusão do desenvolvimento do recurso deverá acontecer só no outono (do hemisfério norte) de 2027. Além disso, ele será disponibilizado inicialmente em uma versão beta para desenvolvedores, visando testes antes do lançamento oficial. Caso a funcionalidade comece a ser testada próximo ao fim de 2027, o acesso pelos usuários em geral poderá ocorrer apenas no início de 2028 (em futuras atualizações do iOS 28, portanto).
Vale notar, por fim, que assim como muitas das mudanças motivadas pela DMA, a Apple poderá lançar a sincronização da área de transferência entre iPhones e PCs com Windows (inicialmente?) apenas na UE.
via MacRumors




Usuários do Telegram notaram ontem que o aplicativo do mensageiro para iOS ficou indisponível na App Store por um breve período, o que deixou muita gente confusa.
Contatada pela Reuters, a Apple explicou que tirou o mensageiro do ar após um usuário ter reportado a presença de “material de abuso sexual infantil” na plataforma, o que obviamente vai contra as regras da sua loja.
Ainda segundo a gigante de Cupertino, a página do Telegram foi restaurada depois que a equipe do mensageiro removeu o conteúdo supracitado e baniu o usuário responsável pela publicação.
Em resposta, o mensageiro disse que possui uma política de “tolerância zero” contra esse tipo de conteúdo, além de ter bloqueado mais de 338.000 grupos e canais com material ilegal ao longo do último ano.
Ainda assim, a equipe do app ironizou a decisão da Apple nas redes sociais, dando a entender que a companhia não aplica o mesmo tratamento a outros apps. Ela também aproveitou a situação para divulgar uma página com dados sobre a moderação de conteúdo na plataforma:
I'm sure this stance will be applied equally to all other apps in the store, in the future right? @Apple
— Telegram Messenger (@telegram) August 4, 2026
(btw: https://t.co/ZRYqIGaxVH)
Outra pessoa a ir às redes sociais para comentar esse pequeno imbróglio foi o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic Games, Tim Sweeney, que criticou a falta de transparência na tomada de decisão da Apple, além de classificá-la como “arbitrária”. Em guerra com a fabricante do iPhone há alguns anos por conta das regras da App Store, ele aproveitou a situação para dizer que a loja da Maçã “precisa desesperadamente de concorrência”:
Such arbitrary policy enforcement, by a monopoly gatekeeper, creates a perfect storm of fear and acquiescence by developers who are victims of Apple’s monopoly. Speak up and criticize their gatekeeping and maybe they’ll enforce the rules one way rather than the other way.
— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 4, 2026
Questionada sobre os comentários de Sweeney, a Apple preferiu não emitir uma resposta.
Atualização 04/08/2026 às 13:10
O chefão do Telegram, Pavel Durov, finalmente se pronunciou sobre a remoção do seu app da App Store por meio de uma mensagem no seu canal pessoal.
Segundo ele, todo esse imbróglio foi provocado por um único usuário mal intencionado, que plantou conteúdo impróprio modificado por inteligência artificial (IA) em um grupo público na plataforma. Para tal, essa pessoa editou uma mensagem antiga na conversa, o que acabou fazendo com que ela passasse despercebida pelos administradores do grupo.
Ainda de acordo com Durov, esse usuário era um extorsionista — ou seja, uma pessoa que usa “contas automatizadas para plantar conteúdo ilegal em grupos públicos e depois denunciá-lo diretamente à Apple, tentando provocar a remoção de comunidades legítimas” cujos donos se recusaram a pagar o resgate.
O executivo também garantiu que a presença de conteúdo desse tipo na plataforma não representa um problema sistêmico e que sua equipe de moderação é efetiva, além de ter criticado a Apple por ter removido o app de sua loja sem contatar o Telegram primeiro. “Se um aplicativo usado por mais de 1 bilhão de pessoas pode ser removido da App Store sem aviso prévio, qualquer aplicativo pode ser”, comentou.


Muito tem se falado, nos últimos tempos, sobre a enxurrada de apps feitos com ferramentas de vibe coding que tem chegado à App Store. Essa, no entanto, está longe de ser a única frente na qual a Apple tem sofrido para lidar com “AI slop”, como conteúdos de baixa qualidade feitos com ferramentas de inteligência artificial (IA) têm sido popularmente chamados.
De acordo com uma reportagem do Financial Times, a gigante de Cupertino disse que precisou limitar, ainda em junho, o número de relatórios de bugs enviados por caçadores de vulnerabilidades amadores para a empresa, já que muitos têm utilizado LLMs 1Large language models, ou grandes modelos de linguagem. para identificar supostas brechas em seus softwares.
Embora sejam, sim, capazes de identificar bugs em códigos, ferramentas de IA possuem a tendência de alucinar e apontar vulnerabilidades que, na verdade, não são reais. Isso, como era de esperar, dificulta o trabalho dos engenheiros da Apple, que, embora também estejam explorando ferramentas de IA, precisam revisar as denúncias manualmente.
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Segundo as informações, além de poderem relatar apenas um número limitado de bugs por vez, os caçadores ainda precisam esperar 30 dias para enviar novos relatórios. Pessoas/empresas que quiserem aumentar o seu limite precisam enviar um pedido para a Apple, que pode ou não ser atendido.
Esse fenômeno, vale notar, também está atrapalhando o trabalho de firmas de cibersegurança, as quais não estão conseguindo comunicar à Apple falhas graves em seus sistemas devido a esse limite. Entre elas, está a startup italiana Bynario, que disse ao FT ter usado o ChatGPT para identificar mais de 50 bugs no macOS, incluindo um que poderia permitir que um invasor assumisse o controle total do Mac, obtendo acesso irrestrito ao sistema.
Questionada pelo veículo, a Apple disse que já entrou em contato com a Bynario. “Com o crescente volume de relatórios de segurança gerados por IA em todo o setor, ajustamos recentemente o número de novos relatórios que um pesquisador pode ter abertos simultaneamente”, disse a empresa em um comunicado.
A Maçã, vale lembrar, mantém o programa Apple Security Bounty, que oferece recompensas em dinheiro para pessoas/empresas que conseguirem encontrar brechas de segurança em seus sistemas.






Mesmo num eclipse total, a tecnologia ajuda a que ninguém fique de fora. Chama-se LightSound e é um pequeno dispositivo capaz de transformar a luz do Sol em notas musicais, permitindo que pessoas cegas ou com deficiência visual "ouçam" a passagem da Lua em frente ao astro-rei.
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