Usuários do Threads em todo o mundo já podem enviar mensagens para a Meta AI por meio da área de mensagens diretas (direct messages, ou DMs) da rede social, segundo informações do Engadget.
Antes disso, já era possível interagir com o chatbot da empresa comandada por Mark Zuckerberg em certos mercados por meio de menções em posts, mas essa nova opção permite iniciar conversas mais privadas com a ferramenta.
Segundo a Meta, é possível compartilhar posts do Threads, imagens, links e vídeos com a Meta AI, bem como manter conversas duradouras e explorar tópicos de interesse do usuário. “A experiência de mensagens diretas (DMs) oferece às pessoas maior flexibilidade sobre como e onde interagem com a Meta AI”, afirmou a companhia em um comunicado.
Divulgação/Meta
O próprio sistema de DMs é uma adição relativamente recente ao Threads, que só foi ganhar esse recurso no ano passado. Com essa atualização, a rede social fica em paridade com as outras plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), que já permitem o envio de mensagens privadas para a Meta AI há algum tempo.
A empresa disse ainda que pretende continuar testando a interação com a Meta AI em feeds públicos em mercados selecionados e que considera aumentar sua disponibilidade. Nos lugares nos quais essa função já pode ser acessada, basta incluir @meta.ai na sua postagem com o prompt. Para diminuir a frequência com que ela aparece no seu feed, selecione a opção “Não tenho interesse”.
Xiamen, China – The 2026 Fujian Global Innovation and Entrepreneurship Competition has been recently launched in Fujian, China. The organizing committee will provide more favorable policies, a broader platform, and better services to help talents from around the world settle and develop in Fujian.
The competition was first held in 2025, attracting 683 projects from 39 countries and regions. Among them, 72 projects have made to the finals, and 24 projects won the first, second, and third prizes.
Applications for the 2026 competition are now open to the talents worldwide. The main applicant of each project is required: to have earned a master’s degree (or above) overseas (or outside the Chinese mainland) or to have more than two years of innovation and entrepreneurship experience overseas (or outside the Chinese mainland); and to be currently employed overseas (or outside the Chinese mainland) or to have established businesses/been employed on the Chinese mainland after January 1, 2021. Participating projects must possess completely independent intellectual property rights, demonstrate the technological level that is internationally advanced or leading in China, and exhibit a clear business model and promising market prospects.
The 2026 competition will be organized into three tracks: Electronic Information, Biotechnology, and Advanced Manufacturing. The Electronic Information track includes artificial intelligence, integrated circuits, and information technology; the Biotechnology track covers innovative drugs and therapies, high-end medical devices, and cutting-edge biotechnology; the Advanced Manufacturing track spans new energy, new materials, and equipment manufacturing. The competition provides talents in the relevant industries with excellent opportunities to quickly connect with industrial application scenarios, venture capital funds, and research platforms.
This year, the number of final awards has been increased. There are 6 First Prizes, 9 Second Prizes, and 15 Third Prizes Excellence Award will be given to projects ranked 11th to 20th in each track. First Prize winners may also receive project funding of up to RMB 2 million. Additionally, a referral reward of up to RMB 20,000 is available to individuals or organizations that have recommended prize-winning projects.
The finals will be held in Xiamen, Fujian Province, during the 2026 China International Fair for Investment and Trade (CIFIT). The organizing committee will provide accommodation and meals for up to two members per finalist team and reimburse travel expenses for up to two members (up to RMB 20,000 per person, depending on the places of departure).
Online application is now accessible on the official website: https://www.fujiantalent.com. The deadline of application is 24:00 Beijing time on June 30, 2026.
For inquiries, please contact the organizing committee office.
The organizing committee confirms that no fees will be charged to participants. Applicants must guarantee the authenticity of the project information provided and the clarity of intellectual property rights, and will bear all legal consequences resulting from inaccurate information or disputes. The organizing committee reserves the right to further supplement the competition rules and to provide the final interpretation.
We warmly welcome the talents from around the world!
Instagram is banning videos filmed with Meta smart glasses that harass strangers in public, including prank videos targeting service workers and pickup-artist clips of women who may not realize they are being recorded. "If you're posting content that is taking advantage of people and harassing them, like a lot of these pickup line kind of videos that we've heard of and seen, then we're going to take the content down," said Instagram head Adam Mosseri in response to a question on his Instagram stories last week. "We don't want people to be surreptitiously taking videos of other people and harassing them and then posting them on our platform. So we're trying to fight that every way we can." Business Insider reports: It's unclear how many videos have been removed under this new policy. Business Insider found that two large accounts of pickup artists who filmed themselves approaching women in public while wearing the glasses had been deactivated. (Both previously had more than a million followers.)
A Meta spokesperson confirmed to Business Insider that these accounts were booted for violating the policy about posting harassing content that had been filmed with the glasses. Meta did not directly respond to questions about how this new policy is being enforced or what exactly constitutes a violation.
Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:
A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!
Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.
Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!
Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.
A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!
Presidente DONALD J. TRUMP
Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.
Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.
Recebeu um email da Segurança Social com um pedido de atualização de dados ou das Finanças sobre uma carta que não chegou ao destino? Atenção: tratam-se de emails de phishing e estão a ser usados em novas campanhas para roubar informação pessoal e dinheiro às vítimas.
Você é daqueles que estão cansados de manter o Facebook instalado em seu dispositivo apenas para usar o Marketplace? Então trago boas notícias: a Metalançou um aplicativo independente para a plataforma, em comemoração aos seus dez anos.
O Seller, como o próprio nome já indica, é indicado para usuários que vendem com frequência no Facebook Marketplace. É um entendimento de que usar o app principal da plataforma para vendas pode não ser a melhor experiência para esses vendedores.
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Como destaques, o Seller oferece ferramentas centralizadas como criação de anúncios impulsionada por inteligência artificial, uma caixa de entrada unificada para mensagens de compradores, gestão de estoque e dados de desempenho de venda.
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Disponível, por ora, apenas para usuários dos Estados Unidos (e com 18 anos de idade ou mais), ele sincroniza automaticamente com a conta do Facebook caso ela esteja conectada ao dispositivo.
Selo de verificação
A Meta também está lançando o Facebook Verified, um selo de verificação gratuito que ajudará usuários a comprovar a autenticidade de seus perfis em locais como os grupos, o Marketplace e o Namoro (Dating).
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Para garantir um selo, os usuários (que não podem ser páginas e perfis profissionais) deverão enviar um vídeo no formato de selfie, o qual a plataforma comparará com as fotos publicadas para atestar a autenticidade.
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A novidade está sendo lançada gradualmente em mercados selecionados (com planos de expansão global), mas a empresa não especificou exatamente quais são eles. Ela é restrita a maiores de 18 anos.
Mais novidades
A Meta ainda anunciou que está implementando uma nova experiência imersiva em que o usuário visualiza um modo de vídeo em tela cheia assim que abre o Facebook — uma opção para quem consome muitos vídeos na plataforma.
Por fim, a empresa também destacou o recém-lançado app Forum e novos recursos da Meta AI — como a possibilidade de encontrar um date no Namoro usando IA, sugestões de preços no Marketplace e um assistente para criadores.
Segundo a ESET, a ameaça do ClickFix continua a crescer e a evoluir. Entre as novas vertentes do ataque estão páginas falsas de ajuda baseadas em IA, extensões maliciosas e processos de autenticação manipulados.
Pesquisadores da Group-IBapontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.
Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.
Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).
Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.
Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.
O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.
Owen Flowers, de 18 anos, e Thalha Jubair, de 20, atacaram a Transport for London em 2024, quando ainda eram menores, como membros do coletivo criminoso Scattered Spider, o mesmo grupo ligado aos ataques à Marks & Spencer e ao Co-op. O hack custou 39 milhões de libras e expôs os dados de milhões de clientes.
The updates come as Meta and other tech companies are facing scrutiny from regulators and parents around how AI chatbots respond to users in crisis, particularly teenagers.
The restrictions, which can be turned off, will include a crackdown on “addictive” app features and will be in addition to a total ban on children under 16 accessing platforms like TikTok and YouTube.
An anonymous reader quotes a report from Reuters: Britain is considering forcing social media companies to prioritize what the government called trusted news sources as part of its broader push to tighten regulation of the sector. The culture department said on Monday it was considering requiring platforms such as Meta's Facebook, Alphabet-owned YouTube and TikTok to make content from public service media -- including the BBC, ITV and Channel 4 -- and other trusted news providers easier to find in users' feeds and searches.
Boosting the visibility of regulated news providers could help tackle misinformation, particularly during crises, the government said. However, any move to influence how platforms rank content is likely to face scrutiny from the social media firms, which say such rules could override user choice and disadvantage other creators. The proposals form part of a broader overhaul of Britain's public service media system to help broadcasters compete with streaming platforms and shifting viewing habits. Ministers are also considering widening public service media status to include online-only providers, extending free-to-air protections for major sporting events to on-demand viewing, and consulting on a shift to internet-based TV from 2034 or 2044. "It is vital that we make sure that people have better access to trusted and accurate news and that our regulated public service media is seen and heard in the fierce battle against mis- and disinformation," culture minister Lisa Nandy said in a statement.
The move follows the UK's recently-announced ban on social media use for those under 16.
Mot oublié, clés introuvables, rendez-vous qui s'efface… Après 60 ans, ces petits ratés font parfois resurgir une peur sourde : et si c'était le début de la démence ? Bonne nouvelle, une partie du risque se joue dans des gestes parfaitement ordinaires. Voici les sept habitudes du quotidien à...
In January a college student posted a video showing him winning $100,000 on Polymarket — one of 145 that appeared to show bets adding up to almost $410,000, reports the Wall Street Journal. "But none of those bets were real."
Instead its creator was "one of dozens of mostly college-age creators Polymarket paid to film themselves making fake trades and sometimes scoring fake wins," the Journal reports, citing interviews with the creators an an analysis of more than 1,100 of their videos:
Polymarket built near-perfect copies of its website, then instructed creators to make simulated trades on those dummy sites and hide that they were being paid by Polymarket. To get the videos to go viral, Polymarket has recruited a social-media army to copy and re-post creators' footage. Though the New York-based company has been banned from offering its primary crypto platform in the U.S. since 2022, the social-media creators are paid to specifically target U.S. users, who can still access the site with a virtual private network...
Polymarket hired and worked closely with a marketing contractor to promote the site. In a message reviewed by the Journal, that contractor told its social-media army to repost content made by 10 Polymarket creators in particular... These creators didn't initially identify themselves as paid by Polymarket, although one offered a $20 bonus code in his social-media bio... The company instructed creators not to disclose they are paid, according to creators who have worked with the company. They said the pay often added up to $2,000 to $3,000 a month...
A handful of videos the Journal reviewed also contained short glimpses of URLs indicating the sites were test environments for Polymarket engineers... Creators said they send the finished videos to Polymarket for review. If a video isn't engaging enough, or if it bears obvious signs of being faked, Polymarket will ask for the videos to be reshot, the creators said... Polymarket sends creators bullet-point guidance on what to say, according to creators who have worked with the company and a recruiting website... Polymarket's viral clipping campaign racked up more than 140 million views on TikTok, YouTube and Instagram, according to the analytics provider Tubular...
Internal materials show that Polymarket and Virality promote videos showing how easy it is to conduct insider trades on the platform. Polymarket has paid clippers to promote at least 19 videos discussing opportunities to use inside information or other tactics to manipulate markets.
America's advertising laws "require people who are paid to endorse a product to disclose their ties," the article notes, "although there is some gray area about what's permitted." (After the Journal's investigation, the creators started adding "@polymarket partner" to their bios, the article points out._ And when asked for a comment, Polymarket "said it plans to conduct a comprehensive audit of active promotional content."
Desenvolvida pela sueca W Social, a rede social quer oferecer uma nova abordagem ao discurso público digital, apostando numa europeia, e a fase de testes públicos já está aberta.
Social media feeds are becoming more customizable as platforms like Threads, Instagram, and TikTok introduce tools that let users directly influence the algorithms powering their recommendations.