O Opera One para desktop é o mais novo navegador a aderir ao modo de abas verticais. A novidade, que é opcional, foi anunciada hoje pela Opera em seu blog oficial e funcionará de forma semelhante à que ficou popular em outros softwares — como o falecido Arc Browser.
A Opera coloca como grande vantagem o fato de que os usuários podem visualizar mais facilmente o nome das abas quando elas estão num formato vertical se muitas delas estiverem abertas. No formato tradicional, apenas o favicon fica visível — o que dificulta a identificação.
Esse modo também adiciona mais espaço vertical para a navegação em sites, já que apenas a barra de endereços fica visível na parte superior. Na vertical, embora a maioria dos sites já deixem muito espaço vazio nas laterais, é possível escondê-las quando necessário.
O funcionamento das abas na vertical é bastante intuitivo e semelhante as abas horizontais tradicionais. Inclusive, as ilhas de guias também estão disponíveis no novo formato com a maioria de suas funcionalidades — e são preservadas quando o modo de abas é alterado.
Para ativar as abas verticais no Opera One, basta clicar com o botão direito em qualquer local na barra de abas e selecionar a opção correspondente — e o mesmo pode ser feito para reverter a alteração. A opção também está disponível no botão de configuração rápida.
Além dessa novidade, o Opera One também ganhou uma integração com o Google Lens, que agora está disponível diretamente de sua barra de pesquisa — tal qual já ocorre no Google Chrome.
With the new ChatGPT desktop app, OpenAI now has a desktop app with robust browser capabilities. ChatGPT (and Codex before it) also supports a Chrome desktop browser plugin. This lets Chrome users benefit from ChatGPT integration without completely switching browsers.
Anthropic and OpenAI have legacy software media in the blender because they are playing a new game. They are legitimately racing to build God. The products they release are one-off fundraising vehicles to buoy the next training run. They are not trying to build long-term consumer goodwill.
Firefox is evolving with a refreshed design that makes the browser feel more modern, approachable, and consistent across desktop and mobile. The refresh also extends to Firefox’s voice and writing style, making product experience feel more human, direct, and unmistakably Firefox.
Internally, we’ve been calling this work Project Nova, and today we’re excited to share a deeper look at what we’ve been building and where we’re heading next.
The goal of this work is to create a more cohesive foundation for Firefox: making the browser feel cleaner, warmer, faster, and more adaptable.
Some of the areas we’re working on include:
Simpler navigation and a redesigned Settings experience
Easier access to features like tab groups, split view, and vertical tabs
The return of Compact Mode
Refreshed visual updates across tabs, icons, spacing, and browser surfaces
More customization options, including new themes and wallpapers
Starting today, you can try out the next design evolution of Firefox in Nightly.
It’s still Firefox, now with a more cohesive look and feel across tabs, menus, panels, and other browser surfaces. You’ll notice softer tab shapes, a warmer color palette, updated icons, and – after hearing from many of you – the return of Compact Mode and new theme options to make Firefox your own.
Contra the previous post, just spotted this “Same settings, new look!” callout in Firefox, on a page I have never visited before, talking about a feature I have never used[…]
O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.
Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.
Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.
Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.
Outras novidades
Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.
Divulgação/Mozilla
Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.
Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.
Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.
O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).
Divulgação/Mozilla
Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.
Divulgação/Mozilla
O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.
Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.
Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?
A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.
Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido
As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.
Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.
Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.
Acompanhar palestras e conferências online;
Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
Revisar treinamentos profissionais;
Utilizar computadores compartilhados;
Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.
Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.
Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.
Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha
Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.
Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.
Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.
Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.
Não existe uma solução única
Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.
Imagine alguns exemplos:
Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.
Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.
O fator mais importante é a praticidade
Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.
Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.
Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.
Conclusão
O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.
Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.
Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.
In Safari Technology Preview 247, we’re introducing the Safari MCP server — a Model Context Protocol server for web developers that makes your web development and debugging workflow faster and more powerful. We know agents are increasingly integral to the coding process and the Safari MCP server gives your agent the ability to know how your code actually renders in the browser by connecting it to a Safari browser window.
Any MCP-compatible client can connect to the Safari MCP server. By connecting your agent to a Safari browser window, your agent can emulate what your users experience, giving it the information it needs to debug more autonomously, like access to the DOM, network requests, screenshots, and console output.
Importantly:
The Safari MCP server runs entirely on your local machine and makes no network calls of its own. It also does not have access to your personal information in Safari (e.g. AutoFill or other browser activity). When it captures page content, screenshots, or console logs, that data goes directly to the agent you’re running — not to Apple. What happens to that data from there depends on the agent and model you’re using. As with any agent you give access to your browser, only use ones you trust.
For the past few months, I’ve been using Google Chrome on my MacBook Pro and Mac Studio not because I like the browser (in fact, I really dislike Chrome’s text rendering and UI), but simply because it was the best option for agents. In Codex specifically, between Playwright, Chrome Dev Tools, and OpenAI’s own Chrome extension, I could kick off research tasks (such as vacation planning and booking a hotel) that involved a browser directly from my iPhone, letting Codex drive the research on my remote Mac.
Safari in Codex.
Now, thanks to Safari’s new MCP server, I no longer have to use Chrome on desktop and can return to a unified browser setup across all my devices. Even better: it actually looks like Apple shipped the most ergonomic browser MCP for agents to date. The MCP server has dedicated tools for page extraction (including getting webpages as Markdown, based on WebKit’s own conversion pipeline), evaluating JavaScript, DOM interactions (clicking, scrolling, resizing the viewport for mobile screens, etc.), taking screenshots, and more. I set this up immediately in Codex, and I also asked Codex about comparing Safari’s MCP to its own Chrome extension and the older Playwright. The verdict: although Chrome has a richer API with Chrome Dev Tools when it comes to network requests, Codex actually preferred Apple’s leaner, more direct approach for letting an agent drive and debug a browser.
I’m really happy to see folks at Apple embrace agentic tools: between the new MCP capabilities of Xcode and now this, it looks like Apple’s software (on the Mac, of course) is becoming more and more approachable by people who are working in new ways thanks to agents. Whether you’re a web developer or tinkerer, I highly recommend checking out what Apple has released in Safari Technology Preview. More of this, please.
Está a meio de uma tarefa no computador, mas não quer perder um vídeo do YouTube? A boa notícia é que não precisa de escolher. Os principais browsers já dispõem de uma funcionalidade integrada que abre uma janela flutuante para reproduzir vídeos do YouTube, enquanto trabalha noutras aplicações.
Uma publicação no Threads juntou mais de 1.700 respostas com os atalhos de teclado favoritos da internet. Recolhemos os mais surpreendentes, e há boas hipóteses de ainda não conhecer alguns dos atalhos sugeridos.
Concebida para quem está a aprender novas línguas, a Vocabi é uma extensão para o browser que permite traduzir e guardar palavras enquanto navega na Internet, sendo possível revê-las mais tarde para que não desapareçam da sua memória.
A Breathhh é uma extensão para o browser com ferramentas para quem se preocupa com o bem-estar e, além de sugerir pausas ao longo do dia, conta com exercícios práticos de respiração e alongamentos, bem como ferramentas de produtividade.