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Como ocultar os dados de exercícios enquanto o iPhone estiver bloqueado

23 July 2026 at 11:30

Para evitar que as suas informações acabem sendo visualizadas por outras pessoas, a Apple permite escolher o que pode ou não ser mostrado no seu iPhone enquanto ele estiver bloqueado.

Dentre as opções, é possível ocultar os dados de saúde de exercícios físicos iniciados usando o seu iPhone ou Apple Watch. Assim, somente após você ter feito a autenticação via Face ID, Touch ID ou código, eles serão mostrados.

Veja como limitar isso! 🏃‍♂️

  1. No seu iPhone, abra os Ajustes (Settings) e toque em “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código”, dependendo do seu aparelho.
  2. Autentique-se digitando a senha usada para desbloquear o iPhone.
  1. Na seção “Permitir Acesso Quando Bloqueado”, desmarque a opção “Dados de Saúde do Exercício”.

“Apple Upgrade”: empresa poderá bloquear apps por pagamentos atrasados

22 July 2026 at 13:32

Ontem, falamos aqui sobre o rumor de que a Apple estaria prestes a lançar, nos Estados Unidos, um programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches, dando aos consumidores mais formas de acessar seus dispositivos.

Logo depois, o 9to5Mac encontrou, no código da beta do iOS 27, menções a um novo framework que serviria para gerenciar dispositivos alugados por meio de assinaturas como essa.

Chamado App Managed Features, ele permitirá, ao que tudo indica, que um aplicativo autorizado de financiamento ou de prestação de serviços — e não apenas o “Apple Upgrade”, como a solução proprietária está sendo chamada — registre um iPhone e realize verificações contínuas de status.

Caso haja algum problema com o registro (como pagamentos atrasados), o iPhone será colocado automaticamente em um estado intitulado “Restricted Mode” (“Modo Restrito”, em tradução livre), que bloqueia o acesso a uma série de apps do iOS, incluindo:

  • Leitor de Acessibilidade (Accessibility Reader)
  • App Store
  • Saúde (Health)
  • Lupa (Magnifier)
  • Telefone (Phone)
  • Relógio (Clock)
  • Ajustes (Settings)
  • Carteira (Wallet)
  • Senhas (Passwords)
  • A interface do “Restricted Mode” em si

Como é possível notar, alguns apps mais “críticos”, como o Mensagens (Messages) e o Casa (Home), poderão continuar disponíveis mesmo quando esse bloqueio estiver ativo. Segundo o 9to5Mac, no entanto, o provedor do aparelho será capaz de escolher quais apps ficarão (ou não) de fora dessa lista.

Embora restrinja o acesso aos apps do aparelho, o recurso não parece modificar assinaturas da App Store, o que significa que o usuário continuará sendo cobrado pelos seus apps e serviços mesmo após ter sido colocado no “Restricted Mode”.

Além disso, o código do iOS 27 não lista um número limite de pagamentos atrasados como condição para o bloqueio dos apps, o que significa que ficará a cargo dos serviços de assinatura decidir quando impor essas restrições de acordo com os seus termos e condições.

Há, no entanto, menções a um novo tipo de Bloqueio de Ativação (Activation Lock) chamado “Partner Finance Lock”, criado com o objetivo de impedir que usuários apaguem, vendam ou desmontem um aparelho alugado para revender suas peças.

Ainda segundo as informações, o App Managed Features faz parte do app Buscar (Find My), embora o provedor não tenha acesso à localização do dispositivo. Ao que tudo indica, essa integração existe apenas para garantir que o bloqueio continue de pé mesmo que o usuário apague ou redefina o aparelho.

Embora essas referências não tenham sido encontradas na versão Release Candidate (RC) do iOS 26.6, é possível que elas sejam adicionadas à versão final do sistema, já que, segundo a Bloomberg, o “Apple Upgrade” será anunciado na semana que vem.

Adobe explora mais recursos de IA em seu app de fotografia Project Indigo

21 July 2026 at 14:39

A Adobe anunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.

Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).

Recurso Styles do Project Indigo da Adobe
Divulgação/Adobe

De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:

Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.

Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.

Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.

via TechCrunch

Notas de rodapé

  • 1
    Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.
  • 2
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
  • 3
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

Código do iOS 27 faz referência a iPhone com mais de uma bateria

20 July 2026 at 21:06

De acordo com a Macworld, a recém-liberada quarta versão beta do iOS 27 traz em seu código referências a um possível iPhone com múltiplas baterias — muito provavelmente o “iPhone Ultra”, cotado para ser o primeiro dobrável da Apple.

Essas menções tratam-se de mensagens relacionadas à saúde do componente e chamam a atenção justamente por estarem no plural, já que os smartphones da Maçã contam com apenas uma célula de bateria em suas entranhas.

Foram identificadas, ao todo, três mensagens, as quais muito provavelmente serão exibidas em momentos distintos da vida útil dessas baterias. A primeira (em tradução livre), por exemplo, deverá ser exibida quando as células ainda são relativamente novas:

As baterias deste iPhone estão apresentando o desempenho esperado.

Já a segunda provavelmente entrará em cena assim que o desgaste da bateria começar a afetar a performance do “iPhone Ultra”:

A saúde das baterias deste iPhone se degradou significativamente. Um Centro de Serviço Autorizado Apple pode substituir as baterias para restaurar o desempenho e a capacidade totais.

A terceira, por fim, alertará usuários sobre componentes fabricados por terceiros:

A saúde das baterias deste iPhone sofreu uma degradação significativa, e não foi possível verificar se uma delas é uma bateria original da Apple. Um Centro de Serviço Autorizado Apple pode substituir as baterias para restaurar o desempenho e a capacidade totais.

O iOS, é claro, já exibe mensagens parecidas no seção “Saúde da Bateria e Carregamento” do menu “Bateria”, presente no app Ajustes (Settings), de modo que a novidade aqui é mesmo a linguagem adaptada para um dispositivo com mais de uma bateria. Como o “iPhone Ultra” provavelmente será dividido em duas partes, é bem possível estejamos falando de um par de células.

No último dia 10/7, vale lembrar, o leaker conhecido como Digital Chat Station disse em uma rede social que o primeiro dobrável da Apple contará com uma bateria de 1.921mAh e outra de 2.962mAh, levando o total para 4.883mAh. Embora esteja alinhado com o vazamento de hoje, essa aposta vai ao encontro de outro rumor do início do ano, o qual diz que a bateria do “iPhone Ultra” contará com uma capacidade de pelo menos 5.500mAh.

Orange-Lipped Monkey Photo Helps Scientists Identify New Species

20 July 2026 at 11:19
The medium-sized monkey with an orange-colored patch around its nose and mouth, known locally as Likweli, joins a very short list of newly identified African monkey species.

Lewis Pullman entra para o elenco de “Guilty Creatures”, série do Apple TV

20 July 2026 at 18:42

Anunciada no último dia 6/7 pelo Apple TV, a série “Guilty Creatures” — que terá Julia Garner como protagonista — teve mais um nome anunciado para o seu elenco: o ator americano Lewis Pullman.

O próprio perfil oficial do serviço de streaming anunciou o novo integrante da série, que é uma adaptação do livro “Guilty Creatures: Sex, God, and Murder in Tallahassee, Florida”, de Mikita Brottman.

Lewis Pullman joins Julia Garner in #GuiltyCreatures, the true crime thriller adapted from Mikita Brottman's book coming to Apple TV. pic.twitter.com/YE73edpQPM

— Apple TV (@AppleTV) July 20, 2026

A história acompanha um romance sucedido por um assassinato envolvendo “dois amantes jovens, adultos, mas tementes a Deus” e uma investigação que tentará desvendar o custo emocional de se viver como assassinos por 18 anos.

Essa fascinante narrativa de crimes reais, ambientada em um pano de fundo de sexo e assassinato no Panhandle da Flórida, promete se tornar um clássico instantâneo.

De acordo com a Apple, “Guilty Creatures” será produzida pelo Tomorrow Studios (parceira do ITV Studios) como fruto de um acordo com a Alma Margo e a Fortunate Jack Productions.

Enquanto Craig Gillespie será o diretor, Stuart Zicherman será showrunner e também atuará como produtor executivo ao lado de Garner, Brottman, Marty Adelstein, Becky Clements, Alissa Bachner e Annie Marter.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Karla Ximena Vargas Berrones: «Mi meta es que mis investigaciones ayuden a sanar nuestros ríos y mares»

18 July 2026 at 09:00

Karla Ximena Vargas Berrones es Licenciada en Química, Magister en Planeación Estratégica e Innovación y Doctora en Ciencias Ambientales. Es investigadora y docente en la Facultad de Ciencias Químicas de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí.

Su línea de investigación se enfoca en el desarrollo tecnológico de compuestos químicos sustentables y bioinsumos para disminuir la exposición y efectos adversos a la salud humana y ecológica por la exposición a contaminantes emergentes, así como ofrecer alternativas sostenibles y seguras para el uso de productos químicos domésticos e industriales.  

Ha recibido varias distinciones por su trabajo; la más reciente, en 2024, es la beca L’Oréal-UNESCO para las Mujeres en la Ciencia en colaboración con la Asociación Mexicana de Ciencias. Este reconocimiento subraya su destacada contribución y compromiso con la investigación científica en el ámbito de la química y las ciencias ambientales.

Karla Ximena Vargas Berrones. Fotografía proporcionada por la investigadora.

1. ¿Cuál es tu área de investigación?
Mi trabajo se enfoca en la protección del medio ambiente a través de la ciencia y la tecnología. Investigo cómo restaurar ecosistemas dañados y cómo prevenir la contaminación antes de que ocurra. Actualmente, mi labor se divide en tres áreas clave: primero, identifico contaminantes peligrosos para evitar que afecten nuestra salud; segundo, desarrollo métodos para limpiar ríos, manglares y mares —especialmente tras derrames de petróleo— usando limpiadores orgánicos creados en mi laboratorio; y finalmente, diseño productos industriales seguros, como detergentes sustentables, que impulsan una economía más limpia y circular.

2. ¿Por qué te dedicas a ella?
Me apasiona innovar y crear soluciones reales que cuiden nuestro planeta. Para mí, la innovación no se trata solo de construir robots o viajar al espacio. Soy fiel creyente de que la innovación puede salvar al planeta desde lo cotidiano, no solo con grandes máquinas. Me motiva el reto de sacar los inventos del laboratorio y llevarlos a la industria, porque es ahí donde realmente transforman el mundo. Mi trabajo consiste en tender un puente entre el laboratorio y la industria para que los cambios lleguen a todos. Un ejemplo de esto son los detergentes que desarrollo: una respuesta directa a problemas globales como la contaminación del agua, protegiendo así nuestra salud y la naturaleza.

Al final del día, mi meta es crear soluciones que sanen nuestros ecosistemas y aseguren el bienestar de quienes habitamos en ellos.

3. ¿Has tenido alguna figura de referencia en tu trayectoria?
Mi familia es el pilar de mi trayectoria. De mis padres aprendí que construir una familia es el máximo trabajo en equipo: es sostener al otro cuando no puede y entender que, a veces, para lograr el 100 %, uno pone el 90 % y el otro el 10 % sin reclamos.

Ellos me enseñaron que, mientras la ciencia y los experimentos permiten segundas oportunidades, el tiempo en casa es irreversible. Mis hijos crecen solo una vez. He comprobado que cuando la vida personal está en equilibrio, la profesional despega; tener una red de apoyo sólida hace que cualquier desafío sea más fácil de superar.

4. ¿Qué te gustaría descubrir o solucionar en tu campo?
Creo firmemente que la contaminación del agua es uno de los desafíos más críticos de nuestra era. Aunque resolverlo por completo es una tarea compleja, atenderlo de forma integral puede generar cambios extraordinarios. Mi meta es que mis investigaciones ayuden a sanar nuestros ríos y mares desde dos frentes: primero, evitando la raíz del problema mediante la creación de detergentes sostenibles que no generen residuos tóxicos; y segundo, desarrollando técnicas naturales (biorremediación) para limpiar el agua que ya está dañada.

Pero la ciencia no basta por sí sola; también quiero transformar la conciencia de las personas. Hoy en día, muchos desconocemos que productos tan cotidianos como los detergentes pueden afectar gravemente nuestra salud y el entorno. Compartir este conocimiento me llena de satisfacción, pues estoy convencida de que, si todos aportamos nuestro grano de arena, lograremos un impacto positivo real en la salud de nuestro planeta.

5. ¿Qué consejo darías a quien quiera adentrarse en el mundo de la investigación?
Como corredora, encuentro en el maratón la analogía perfecta para la ciencia. Correr un maratón y hacer ciencia tienen algo en común: el muro del kilómetro 30. Ese momento donde el entusiasmo del inicio desaparece, la meta se siente lejana y piensas seriamente en rendirte. Pero en la pista, como en el laboratorio, la meta no se mueve; ella te espera. Si sigues avanzando —aunque sea paso a paso— vas a llegar. Muchos creen que la ciencia es éxito tras éxito, pero en realidad es la suma de muchos fallos superados. Al final, lo que separa a un científico que transforma el mundo de los demás no es su brillantez absoluta, sino su capacidad de mantenerse en movimiento cuando otros deciden parar.

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Pokémon Go fans gather in Times Square to celebrate 10 years of game – video

10 July 2026 at 11:28

Pokémon Go celebrated its 10th anniversary with a Times Square takeover in New York featuring a special event to defeat the Pokémon species Mewtwo. Nearly 2,000 people played the game together simultaneously in what organisers called one of the largest in-person Pokémon battles in history

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© Photograph: Reuters

© Photograph: Reuters

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What will define Elon Musk’s legacy? Doge cuts to USAID Ebola programs

Experts say cuts have hindered the response to DRC’s Ebola outbreak and resulted in ‘significant numbers’ of deaths

Elon Musk has an Ebola problem. SpaceX stock dropped precipitously after its initial public offering, and Tesla faces a wave of lawsuits. But instead of focusing on his companies, Musk has posted frequently on X about the US Agency for International Development (USAID), which he helped dismantle – or, in his words, feed into the woodchipper – last year.

“Elon’s USAID crash-out over the past week has been a thing to behold,” said Jeremy Konyndyk, a former top USAID official who oversaw the agency’s Ebola response in 2014-2015 and the president of Refugees International. “In a way, it’s helpful that Elon is doing this, because it’s putting attention back on the issue of what he did last year.”

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© Photograph: Dieudonne Dirole/EPA

© Photograph: Dieudonne Dirole/EPA

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Whirlpool in Spacetime Around a Black Hole Merger Provides First Detection of this General Relativity Prediction

26 June 2026 at 13:44

Hidden in the gravitational waves generated by the largest black hole collision ever detected, clues retrieved by Australian National University (ANU) researchers have helped them observe how black holes drag spacetime itself along with their spin.

As two black holes collide, they merge in a massive cosmic impact, forming a larger black hole and creating ripples in spacetime called gravitational waves. In the largest black hole merger observed, GW250114, the ANU team discovered a hidden direct wave for the first time, a feature expected by general relativity and revealed in a recent paper published in Nature.

Black Holes and Gravitational Waves

Some of the most intriguing objects in the universe, black holes have enormous power and effect on their surroundings, which scientists are still working to better understand. The gravitational waves produced by their collisions compress space as they travel, and highly sophisticated—and very precise—detectors are required to observe these waves, such as the United States’ Laser Interferometer Gravitational Wave Observatory (LIGO).

Since not even light can escape a black hole’s event horizon, gravitational waves’ ability to carry information about what lies just beyond the rim’s edge provides an important means of gaining perspective into one of a black hole’s most mysterious regions.

The most extreme black hole merger ever recorded, GW250114, came from a black hole perfectly positioned for Earth observers, allowing LIGO to capture faint signatures in the data. The team decoded the event’s direct wave, previously hidden in the data, revealing the black hole’s drag on spacetime.

Black Hole Frame Dragging

In his theory of relativity, Albert Einstein described black holes as producing a “frame dragging” effect in which they pull nearby spacetime with them as they rotate, like water circling a drain. Also, according to general relativity, the region where this frame-dragging occurs, just past the event horizon’s edge, should produce gravitational radiation that creates a direct wave, imprinting information about the cosmic whirlpool surrounding the black hole.

Event horizons have been essential to theoretical physics models for decades, but very little observational data on them has been collected due to the difficulty of observing light that close to a black hole. Although not a physical object and instead merely a boundary in spacetime, general relativity posits that the event horizon’s properties, such as gravitational strength and rotational speed, should be measurable. Therefore, having access to a data source so close to the black hole’s edge, as with a direct wave, is extremely valuable to understanding our universe.

Due to the extreme nature of the event and our prime viewing location on Earth, the extremely powerful gravitational wave produced by GW250114 was the perfect opportunity to hunt for a direct wave. Despite longstanding predictions of direct waves based on general relativity, this is the first time that one has ever been detected, providing new insight into how fast the black hole is spinning and the gravitational power of the event horizon.

Direct Wave Observation

The researchers employed a new technique to isolate the subtle direct wave in the data from the rest of the event. This first success proves the case for direct waves and how to detect them, opening an entirely new avenue for investigating black holes. By finally detecting these waves, the team provides future researchers with an essential technique for designing new tests of General Relativity, as direct waves, horizon rotations, and surface gravity should all be linked.

Scientists currently grapple with the apparent incompatibility between general relativity, which describes our universe at the macro scale, and quantum physics, which operates at the smallest scales of matter and energy.

Some of our most essential technologies, such as GPS, lasers, quantum computers, and semiconductors, are designed according to these theories and operate perfectly despite the seeming contradiction of how these two perspectives of our universe describe physical reality.

The difficulty of reconciling these ideas is one reason scientists are interested in distant black holes. The extreme conditions of spacetime at the edge of an event horizon may offer the best clues for finally reconciling these existing theories, or for upending them altogether in favor of something that more accurately describes the physical universe at all scales.

The paper, “GW250114 Reveals Signatures of Post-Merger Black-Hole Horizon,” appeared in Nature on June 24, 2026.

Ryan Whalen covers science and technology for The Debrief. He holds an MA in History and a Master of Library and Information Science with a certificate in Data Science. He can be contacted at ryan@thedebrief.org, and follow him on Twitter @mdntwvlf.

It's a crime these Lego Star Wars sets are being retired but you can save big before they go

24 June 2026 at 13:42

Lego is amazing, and Lego Star Wars in particular. The fact that you can spend $1000 on a gigantic Death Star set is a clear sign it's not just for kids.

But there's a catch; Lego retires sets, meaning that, unless you're willing to pay silly prices on eBay, they're forever out of your reach. Oh, sure, Lego might need space for new sets, and stores likewise, but that's no excuse to rob builders of the best Lego Star Wars sets, especially with Star Wars' 50th anniversary next year.

I've rounded up the best deals on retired or retiring Lego sets. Some of these sets have been this price before Prime Day but don't count on them sticking around much longer.

Save $24 on this Lego model of the first ship you see in Star Wars, pursued by a Star Destroyer right after the opening crawl. View Deal

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Get $10 off this Attack of the Clones troop carrier, which was bumped out by the Venator in Return of the Sith. View Deal

This isn't reduced but it's such an awesome set, a mini-sized model of the original trilogy's biggest vessel, you need this on your shelves. View Deal

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Save $12.00 on this N-1 Starfighter, The Mandalorian's second favorite ship. It's been replaced by the far pricier UCS N-1 set but you can still grab this if you're fast. View Deal

Get $10 off the helmet worn by Captain Rex, a Clone Commander who managed to outlive many of his manufactured brethren. View Deal

This Clone Wars walker is another set that's not reduced but it's such a brilliant, play-friendly build that Lego should be ashamed for retiring it. View Deal

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