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App Convites ganha reações por emojis e nova animação; TestFlight recebe melhorias

21 July 2026 at 22:56

A Apple liberou hoje uma nova atualização para o seu aplicativo Convites (Invites), implementando alguns ajustes pequenos, mas que melhorarão a experiência dos usuários.

Agora, por exemplo, quem organiza/recebe o convite pode reagir às respostas com emojis — o que permitirá que todos possam mostrar seus feedbacks conforme a lista de convidados é montada.

Além de trazer correções de erros e melhorias de desempenho, a Apple ainda adicionou uma animação com confetes que é reproduzida quando alguém responde ao convite para um evento.

TestFlight também ganha atualização

Além do app Convites, a Apple também liberou um update modesto para o TestFlight, que ganhou um campo de busca para encontrar apps rapidamente, além de melhorias de estabilidade e desempenho.

Threads ganha recursos de controle parental e novidades para Live Chats

21 July 2026 at 21:00

Como parte de seus esforços para dar a pais um maior controle sobre o que seus filhos visualizam e com quem se comunicam em suas plataformas, a Meta está expandindo alguns dos seus recursos de controle parental para o Threads.

A partir da semana que vem, pais e responsáveis nos Estados Unidos poderão usar a Central da Família da Meta para controlar como as crianças sob sua guarda usam o Threads — tal como já é possível no Instagram e no Facebook.

Supervisão parental da Meta
Supervisão parental da Meta

Divulgação/Meta

Quando a supervisão estiver ativada, pais poderão visualizar o tempo que as crianças e adolescentes gastam na plataforma, definir limites de tempo para o uso, gerenciar quem pode marcá-los em posts e preferências de conteúdo.

A Meta ainda destacou que continuará expandindo suas ferramentas de supervisão para tornar mais fácil a familiares encontrarem controles e apoiar a experiência de seus adolescentes nas suas diferentes plataformas.

Novidades para os Live Chats

Além dos recursos de controle parental, o Threads também está ganhando novidades especificamente para os Live Chats, bem como anunciou recursos que chegarão em breve às suas salas de bate-papo públicas.

Segundo o TechCrunch, a Meta está liberando a criação de Live Chats para todos os Community Champions (usuários ativos e influentes nas comunidades da plataforma) e um recurso que permite traduzir mensagens na conversa.

Anfitriões, por sua vez, agora contam com um maior destaque em suas mensagens, bem como podem convidar até três co-hosts para ajudá-los a conduzir uma conversa, além de agora poderem excluir mensagens para todos os participantes.

Para o futuro, a Meta prometeu novidades como suporte aos Live Chats na versão para desktop do Threads e às mensagens fixadas, que permitirão ao anfitrião deixar avisos ou informações importantes no topo de uma conversa.

Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador

21 July 2026 at 20:44

O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.

Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.

Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.

Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.

Outras novidades

Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Código QR do Firefox para o compartilhamento de uma página composto por pontos pretos com o logo do navegador (um globo envolto por uma raposa avermelhada). Logo abaixo, há botões para salvar ou copiar o código.
Divulgação/Mozilla

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.

Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.

Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.

O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Ícone de acesso à localização do Firefox 153, destacado em vermelho no canto esquerdo da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

Seletor de modelos de IA (em formato de lista) do assistente Smart Window no Firefox 153, posicionado no canto inferior direito da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.

Promoções na App Store: Endling, Dread Rune, Otter – Food & Meal Diary e mais!

21 July 2026 at 01:52

Abrindo esta semana com uma boa seleção de promoções na App Store!

Endling, criado pela HandyGames e um dos vencedores dos Apple Design Awards 2023, é o nosso destaque do dia.

Experimente e explore um mundo devastado pela humanidade na pele da última raposa da Terra e de seus filhotes. Descubra toda a destruição, a poluição e os problemas causados ao planeta.

Explore várias áreas de rolagem lateral em 3D e defenda suas pequenas bolas de pelo, alimente-as, veja-as crescer, observe suas personalidades e medos únicos e, o mais importante, ajude-as a sobreviver.

Confira um vídeo:

Controles na tela serão as suas ferramentas. Proteja-se de ameaças, cace, esconda-se e teste o seu instinto de sobrevivência. Aproveite a oferta e compre esse belo título! 🦊


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$120 em descontos:

Jogos

Jogo de ação e estratégia.

Jogo de corrida.

Jogo de aventura.

Gerencie seu shopping.

Aplicativos

Diário de alimentação.

Uma palavra por dia.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸

App Store tem cada vez mais aplicativos, mas número de downloads está estagnado

21 July 2026 at 01:46

Mesmo com a Apple adotando políticas bastante rígidas relacionadas à hospedagem de aplicativos do tipo vibe coding (criados por ferramentas de inteligência artificial) na App Store, uma nova reportagem do The New York Times indica que eles estão ajudando a inflar o número de novos aplicativos na loja.

O jornal divulgou dados da empresa de pesquisas Sensor Tower que apontam para o lançamento de cerca de 600 mil apps (um crescimento de 30%) na App Store no ano passado — justamente no ano em que os aplicativos criados com inteligência artificial começaram a se tornar cada vez mais populares.

É um crescimento relevante, mas a tendência é que o deste ano seja ainda maior. Só no primeiro semestre, foram publicados 560 mil novos apps. Com o ritmo de novos lançamentos mais que dobrando, pode-se dizer que trata-se do primeiro grande crescimento desde o boom dos primeiros anos da App Store.

Embora isso possa ser considerado vantajoso para a Apple, que recebe uma comissão por compras dentro de apps, muitos desses softwares sobrevivem exclusivamente com anúncios (o que não rende receita à Maçã) e uma boa parte está apenas “ocupando espaço”, sem um número relevante de downloads.

Os dados da Sensor Tower, inclusive, mostram que o crescimento na quantidade de downloads é bem mais modesto que o de novos apps. Ao longo de todo o ano passado, foram registrados 35,4 bilhões de downloads (+3%) na loja, enquanto no primeiro semestre deste ano esse número é de 17,6 bilhões (+2%).

Para a Apple, isso pode ser algo negativo, uma vez que todos os aplicativos hospedados na loja dependem de avaliação humana para serem liberados. Um alto número de novos apps pode dificultar esse processo de revisão ou até mesmo diminuir a qualidade dos softwares que são disponibilizados.

via 9to5Mac

App Passable cria cartões de contato na forma de tíquetes da Carteira (Wallet)

20 July 2026 at 20:25

Há algum tempo, o iOS permite compartilhar o seu contato com outra pessoa facilmente por meio do recurso NameDrop, que entra em cena ao aproximar um iPhone do outro.

Por mais prática que essa ferramenta possa ser, porém, ela não chega a atender por completo as necessidades de usuários corporativos, por exemplo, os quais podem ter múltiplas informações de contato salvas nos seus aparelhos — como uma para a vida pessoal e a outra para o trabalho.

E é exatamente essa lacuna que o aplicativo Passable tenta preencher! Focado no app Carteira (Wallet), do iOS, ele permite criar tíquetes digitais personalizados que servem mais como cartões de contato em vez de ingressos ou coisas do tipo, além de poderem ser compartilhados com poucos toques.

O editor do Passable permite mudar, entre outras coisas, detalhes como a cor e o estilo dos seus cartões, bem como adicionar logos e outros elementos visuais. Enquanto um tíquete pode ter um visual mais descontraído para situações mais casuais, outro pode ser mais sério e clean — ideal para o ambiente de trabalho.

Passable
Passable
Passable

Uma vez criado, o tíquete pode ser exportado para o app Carteira e compartilhado com quantas pessoas você quiser. Além disso, caso você exclua ou faça uma alteração no seu cartão, ele será automaticamente atualizado nos iPhones das pessoas com as quais você compartilhou seu contato, o que significa que elas sempre terão o seus dados mais recentes.

Mas não para por aí, já que o Passable também permite criar tíquetes para compartilhar coisas como sites da web, portfólios e até aplicativos da App Store ou do TestFlight — algo que as atuais soluções da Apple não chegam nem perto de fazer.

Com versões para iPhone/iPad, Mac e Apple Vision Pro, ele requer minimamente iOS/iPadOS 18, o macOS 15 ou o visionOS 2.

Com suporte ao português, ele permite criar um tíquete por categoria — limite que é expandido para dez com assinatura Gold, que sai por R$7 mensais, R$55 anuais ou por uma compra única de R$100.

via 9to5Mac

Eredivisie, J1 League e outras ligas de futebol chegam ao Apple Sports

20 July 2026 at 17:32

A Copa do Mundo pode até ter acabado, mas o app Apple Sports segue ganhando novos recursos focados no esporte mais popular do planeta. A sua mais recente atualização (4.2), por exemplo, adiciona suporte a uma série de novas ligas de futebol, incluindo a tradicional Eredivisie, da Holanda.

Liberado hoje pela Maçã, o update torna possível acompanhar a temporada de equipes clássicas como AFC Ajax, PSV Eindhoven e Feyenoord Rotterdam, incluindo suas formações iniciais — algo que, de acordo com a companhia, também vale para “a maioria das ligas de futebol” presentes na ferramenta.

Além do “holandesão”, também chegaram ao Apple Sports a Primeira Liga da Bélgica, a Superliga da Dinamarca, a J1 League (do Japão), a Ekstraklasa (da Polônia), a Premiership (da Escócia) e a Superliga da Suíça.

Disponível no Brasil desde o início do ano, o Apple Sports é gratuito e pode ser instalado em iPhones com o iOS 18.0 ou mais recente. Além das principais ligas do futebol internacional (bem como outros esportes), ele também suporta a Série A do Campeonato Brasileiro.

WhatsApp amplia disponibilidade da interface Liquid Glass no Mac

20 July 2026 at 15:55

Em teste desde o mês passado, a interface da versão de WhatsApp para Mac pensada para o macOS Tahoe 26, com suporte ao Liquid Glass, parece enfim ter tido sua disponibilidade ampliada.

A nova versão, 26.27.73, além de contar com Liquid Glass, inclui uma nova barra lateral com textos que descrevem os ícones, abandonando a abordagem minimalista encontrada até então na versão de computador do mensageiro da Meta, e uma seção dedicada às Comunidades, que antes ficavam espalhadas pelo histórico de conversas do aplicativo.

Liquid Glass no WhatsApp de macOS
Captura de tela/WABetaInfo

Outra novidade é a adição do suporte às conversas trancadas, atualmente restritas aos iPhones e iPads. O acesso ao recurso no macOS, aos moldes da exigência do Face ID nos dispositivos móveis, também solicitará algum meio de autenticação para garantir a camada adicional de proteção, carro-chefe da funcionalidade.

Com essa atualização chegando para os usuários finais de maneira gradual nas próximas semanas, a disponibilização ampla da versão de Mac do WhatsApp (incluindo a versão da Mac App Store) conclui um trabalho de quase um ano unificando a linguagem visual do app no iOS, iPadOS e macOS.

via WABetaInfo

Atualização 5.0.2 do app do MacMagazine traz de volta gesto para sair de posts e sincroniza favoritos entre dispositivos

19 July 2026 at 14:30

Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉

Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.

Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.

Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.

Além disso, esta versão traz:

  • Retoques gerais na interface Liquid Glass;
  • Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
  • A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
  • Aprimoramentos gerais em acessibilidade.

Agradecimentos

Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.

A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉

App Store brasileira hospeda dezenas de jogos de azar disfarçados

18 July 2026 at 00:26

Dias após a Apple ter sido solicitada a fornecer mais explicações sobre suas políticas contra aplicativos de apostas no Brasil, uma investigação do 9to5Mac revelou mais de 60 apps que, especificamente por aqui, ocultam ou alteram recursos para promover jogos de azar.

Ou seja, eles se comportam exatamente como mostrado nas capturas de tela da App Store quando acessados ​​de praticamente qualquer lugar do mundo, exceto em terras tupiniquins.

Apps de apostas na App Store
Imagem: 9to5Mac

A maioria dos aplicativos é publicada por contas de desenvolvedores com apenas um registro na loja da Maçã. Esses aplicativos também tendem a usar políticas de privacidade semelhantes — ou possuem até mesmo políticas idênticas.

Ao aprofundar sua investigação, a reportagem encontrou um repositório público no GitHub contendo instruções para um agente de IA criar aplicativos simples, com código criado por meio de vibe coding, que servem como fachada para as plataformas de apostas.

As instruções exigem que cada aplicativo inclua de três a cinco interfaces visíveis, use um nome comercial e um ícone com tema animal (um dragão, boi, coelho, rato ou tigre) e suporte roteamento controlado remotamente para o aplicativo local, uma página da web dentro do aplicativo ou um site externo.

Elas também afirmam que os aplicativos devem ser construídos em torno de conceitos simples e imediatamente compreensíveis, com uma marca clara e várias áreas de recursos proeminentes, mas suficientemente diferentes entre si para parecerem produtos separados.

O repositório também inclui instruções explícitas destinadas a impedir que os aplicativos sejam sinalizados como suspeitos durante a revisão da App Store. Isso inclui atribuir a cada aplicativo códigos de inicialização e configuração remota com nomes exclusivos, dificultando a identificação deles como parte do mesmo grupo pelos revisores.

O método para burlar as diretrizes de revisão de apps da Apple tem funcionado, já que o próprio sistema de recomendação da App Store direciona os usuários para outros aplicativos suspeitos com mais frequência do que para aplicativos genuínos.

Procurada, a Apple ainda não comentou as descobertas da reportagem.

Promoções na App Store: Canon: Chord Composer, Drylands, PassFinder e mais!

17 July 2026 at 22:04

Fechando a semana com a nossa tradicional seleção de promoções na App Store para esta sexta-feira!

Canon: Chord Composer, desenvolvido por Dylan Shade, destaca-se como uma ferramenta de composição extremamente intuitiva e inspiradora — e, por isso, é o nosso destaque do dia.

O app combina três modos de criação (Instant Inspiration, Intelligent Discovery e Total Control), permitindo desde progressões totalmente aleatórias até construções manuais detalhadas.

A interface, limpa e direta, facilita a experimentação dos acordes de diferentes estilos (jazz, guitarra, piano, ukulele) e a audição de tudo com reprodução realista, seja você um músico profissional ou apenas um entusiasta no assunto.

Desbloqueie sua criatividade musical! Aproveite a oferta!


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$60 em descontos:

Jogos

Jogo de aventura e estratégia.

Sons animais.

Aplicativos

Acompanhe a Estação Espacial Internacional.

Utilitário para acompanhar o sol.

Utilitário de chuvas.


Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️

Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

17 July 2026 at 19:30

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

San Francisco orders Apple, Google to remove nudify apps from app stores

17 July 2026 at 17:10

This week, San Francisco’s attorney general, David Chiu, sent cease-and-desist letters, demanding that Apple and Google remove 13 so-called nudification apps from their app stores, Wired reported.

Nudification apps can make it trivially easy to transform ordinary photos of real people into explicit images. The harmful AI tools allow bad actors to remove clothing, change a person’s features, place them in sexualized positions, and swap victims’ faces onto other people’s naked bodies.

Chiu's letter warned that app stores were violating "California’s laws that prohibit supporting services that create deepfake pornography," Wired reported.

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© SOPA Images / Contributor | LightRocket

A Month with Logitech’s Innovative Mobi Fold Travel Mouse

8 July 2026 at 17:56

I can’t recall the last time I was truly excited about a mouse. I primarily use a trackpad whether I’m at my desk or using a laptop. The trouble with a trackpad-only setup, though, is that I sometimes wind up with wrist and elbow pain. That’s why I keep a Logitech MX Master 4 mouse on my desk to balance out the stress on my arms.

But that only works if I’m at my desk. More and more, I’ve been turning to a MacBook Pro for working away from my desk at home or elsewhere. Those locations are always less ergonomic than sitting at my desk, causing wrist and elbow pain more quickly. Still, I’ve never made it a habit to bring a mouse with me, especially when I’m away from home, because it’s more than I want to carry – that is, until Logitech’s latest mouse, the Mobi Fold, came along.

The Logitech Mobi Fold is an impossibly small mouse that folds completely in half, reducing its footprint to about ⅓ the size of my iPhone 17 Pro Max and about twice its thickness. Unfolded, it’s close to the length of the MX Master 4 but narrower. The Mobi Fold is impressively full-featured, too, making it an excellent all-around travel mouse worth taking a closer look at.

Folded, the Mobi Fold doesn't look much like a mouse.

Folded, the Mobi Fold doesn’t look much like a mouse.

I’ve been testing the Mobi Fold for about a month, and my favorite thing to do with it is fold it up, show it to someone, and ask them to guess what it is. No one has guessed correctly because a folding mouse just isn’t a thing most people have encountered before. Instead, the most common guess is that the Mobi Fold is a small battery for charging an iPhone, until I unfold it and the shape becomes more familiar.

The Mobi Fold is tiny.

The Mobi Fold is tiny.

Really tiny.

Really tiny.

The Mobi Fold is powered by a rechargeable battery that Logitech says lasts for up to 33 days (and up to 22 hours on a one-minute quick charge). The device also turns itself on and off automatically when unfolded and folded, which I love. Plus, the Mobi Fold can connect to up to three devices, and it supports both Bluetooth connections and Logitech’s Bolt dongle (sold separately).

The Mobi Fold’s surface is a soft-touch plastic that feels comfortable in your hand, and it has three buttons arrayed across the front. The middle button doubles as a trackpad, allowing you to drag a finger across its surface to scroll and perform gestures like a double tap for zooming in and out of a webpage.

The Mobi Fold pairs with up to three devices.

The Mobi Fold pairs with up to three devices.

By default, tapping the front of the middle button navigates forward, while tapping the back navigates back in a browser. However, as with other Logitech mice, you can program the Mobi Fold’s buttons and gestures to:

  • perform different actions depending on the app you’re using,
  • control system settings like brightness and volume,
  • perform macro-like smart actions, and
  • display the Logitech Actions Ring, a customizable set of actions that are overlayed on your work environment.

That’s a lot of customization for a diminutive mouse, which I appreciate. However, because the Mobi Fold is typically my “long work sessions at the coffee shop” mouse, I’ve found that all I really need is its traditional point-and-click functionality.

The Mobi Fold makes a good companion to an iPad.

The Mobi Fold makes a good companion to an iPad.

Ultimately, the Mobi Fold isn’t going to replace the MX Master 4 sitting on my desk, but it’s not meant to. I’ve fallen for the Mobi Fold just the same because its compact size and light weight make it a no-brainer to carry with me. I’ve also been pleasantly surprised at just how comfortable the Mobi Fold is to use, unfolding into a sturdy, angular shape that feels good in hand, unlike, say, Apple’s shallower Magic Mouse.

As a result, I really can’t recommend the Mobi Fold enough for on-the-go use with a Mac laptop or iPad. The combination of features in such a small, portable package sets it apart from every other mouse I’ve used and makes it well worth its $79.99 price tag.

The Mobi Fold is available in Graphite, Lilac, Off White, and Sand colors, both directly from Logitech and from Amazon.

$11 billion reasons Apple’s App Store tax is worth paying

28 May 2026 at 14:13

Apple publishes its App Store fraud prevention report every year,. And when it does, the company presses the point that its curated system brings much value to developers and customers, including highly effective protection against fraud. It says it prevented more than $2.2 billion in potentially fraudulent transactions in 2025 alone.

A tax worth paying

The company said it has prevented $11.2 billion in such fraud in the last six years. That’s a lot of value for the 15% or lower commission that all but the biggest-selling developers are required to pay on their store sales.

Don’t believe the hype, as most developers are not generating the $1 million a year required before the 30% payment kicks in.

You might reflect that if there is an Apple Tax, it’s a progressive tax in which those with the broadest shoulders help support the wider developer community, which is probably why some tech billionaires don’t like it. 

But I’m not here to write about taxation; I’m here to highlight the value the App Store brings. Apple diligently works to protect customers and developers against the ever-growing threat of cybercrime at a scale few other companies could hope to match. That matters in an environment dominated by ever more sophisticated attacks, including scenarios in which a developer submits a benign app for review and then modifies it once the app is online to commit financial fraud.

More than fraud prevention

It’s not just fraud Apple protects App Store customers from. It also attempts to protect privacy. Look, we know that tech firms now exist for whom privacy is a roadblock to profit; they want to take all your information for free to sell it for money, or worse. Apple stands against this and has done so for years, which is why it is under steady attack by entities that want privacy destroyed to boost their bottom line. Nation states and nation-state-adjacent attacks don’t help in the battle for your private digital life, throwing huge resources at undermining personal protections.

Apple’s report gives you a solid glimpse at the anti-privacy environment. App Store rejected 443,000 app submissions for privacy violations; it also rejected 22,000 apps for holding undocumented anti-privacy features. 

The upshot is that while Apple’s protections aren’t 100% perfect, they’re still industry leading. Where incidents do take place, they are resolved swiftly, and the bait-and-switch approach (in which an app pretends to be benign but carries malware) remains the biggest threat. That’s why customers should always verify they trust a developer before downloading apps.

The threats coming over the hill

The thing is, all of these threats are evolving, and Apple is equipped to evolve in parallel with them. In part, that’s because it has scale, in part because it has that huge 2.2-billion-device ecosystem, in part because the company entered the app store race with deep understanding of how online transactions were evolving in the first place. It didn’t run iTunes for years only to learn nothing.

Coming up over the hill we can see new-breed quantum-based threats. Along with artificial intelligence, that combination will likely spawn a mass attack of AI-generated, malware-infested apps being built and submitted at a record pace. 

We will also likely see increased attacks made against developers in order to extract their Developer ID to help in the submission of such apps. And we will see increasingly sophisticated algorithmic hacks to attack security, identity, and even app ownership. Protecting against those consequential evolutions will be neither easy nor cheap. Doing so will require near state-level protection, a degree of security no small entity can meet. We have no idea if smaller app stores can even visualize such protection — and the EU doesn’t know, either.

In time, hopefully, new businesses will emerge offering quantum-safe security to protect online purchases. But for now, we’ll mostly need to look to large entities such as Apple, or payment services providers, to make the grade. 

Near state-level protection

Will Apple put protection at scale in place to protect against these incoming threats against its App Store? It seems likely, given it is already investing in OS-level mitigations to protect encryption on its services, including around encrypted communications. 

It is also in Apple’s interest to future-proof protection around payment services, ergo also the App Store. At the same time, as Apple’s latest fraud report confirms, the threat landscape remains highly volatile. Time will show that the store’s degree of protection is well worth the cost of Apple’s progressive App Store tax. 

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