O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.
Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.
1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.
Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!
Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.
Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.
Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.
A Apple novamente não conseguiu obter a suspensão do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games. O caso, como já informamos, será analisado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em algum momento a partir de outubro — e a Maçã havia solicitado ao Tribunal Distrital Norte da Califórnia que suspendesse os trâmites até lá, mas o tribunal negou o pedido.
As informações foram divulgadas no X por Tim Sweeney, fundador e CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic.
Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.
O pedido de suspensão da Apple foi negado! Agora, a empresa tem 24 horas para apresentar ao tribunal sua proposta de lista de taxas abusivas, e a Epic terá 60 dias para protocolar sua análise jurídica antes da audiência sobre o assunto.
Como também apontado por Sweeney, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal um esboço das taxas que pretende cobrar dos desenvolvedores pelo uso de opções de pagamento alternativas e por links externos para compras realizadas na web. A Epic poderá, dentro de 60 dias, apresentar uma análise da proposta de taxas da Maçã — e o tribunal decidirá o que deverá valer.
Sweeney fez uma segunda publicação sobre o imbróglio, questionando se a Apple vai “documentar honestamente seus custos com o tempo de revisores humanos e tentar recuperá-los?”. Alternativamente, ele sugere que a Apple pode “inventar noções novas e absurdas de custo, até então desconhecidas pela humanidade”.
Will Apple honestly document their costs for human reviewer time and seek to recoup them? Or fabricate outlandish new notions of cost previously unknown to mankind? Tune in 24 hours from now to find out.
Será que a Apple documentará honestamente os custos com o tempo de revisores humanos e tentará recuperá-los? Ou inventará noções de custo absurdas e inéditas para a humanidade? Fique ligado: a resposta virá daqui a 24 horas.
A Apple recorreu à Suprema Corte contra a referida decisão, que concordou em analisar o caso. A Maçã, em seguida, solicitou à magistrada a suspensão do processo na instância inferior, argumentando que a (futura) decisão da Suprema Corte poderá afetar qualquer trabalho realizado nesse meio-tempo.
A SpaceXAIliberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.
Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.
Introducing Grok Bot, now in early beta.
Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.
Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.
A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.
“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.
Divulgação/SpaceXAI
Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.
Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.
A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.
Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.
Pesquisadores da A Securityrevelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.
Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.
Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.
O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.
—Omer Gull, cofundador da A Security.
Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.
De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.
A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.
Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.
Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.
Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.
Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.
Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.
Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.
Obrigado,
Eddy
A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.
Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.
Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.
Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.
Mais uma saída na Apple: Josh Rosenstock, porta-voz de comunicação corporativa e financeira, está deixando a empresa após 14 anos. Ele ajudou a moldar a narrativa em torno da Apple e de Tim Cook. É uma perda para a área de relações públicas da Apple em meio à escassez de suprimentos, ao processo da OpenAI e à mudança de CEO. Será interessante ver qual será o próximo passo dele.
Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.
No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.
Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.
Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.
No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.
Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.
Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.
O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.
No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.
Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.
A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.
A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.
Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.
O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.
[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].
Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.
O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].
Notas de rodapé
1
Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.
Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.
Divulgação/CashNetUSA
Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).
Divulgação/CashNetUSA
Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.
Divulgação/Omdia
A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.
A Apple disponibilizou ontem a quinta versão beta dos sistemas 27 e, no caso do iOS, além de trazer novidades como novos ícones para apps nativos e mais opções de personalização de voz para a Siri, a última atualização fez menção à linha de iPhones que deverá ser lançada entre o final deste ano e o início do ano que vem, composta pelos modelos “18 Pro”, “18 Pro Max”, “Ultra”, “18”, “18e” e “Air 2”.
As referências foram encontradas pela Macworld em arquivos do sistema relacionados aos drivers de bateria do iPhone, limitando-se à exibição dos codinomes desses aparelhos. Nenhuma outra informação sobre esses dispositivos foi localizada.
A lista dos seis codinomes internos inclui:
V62: “iPhone Air 2”
V63: “iPhone 18 Pro”
V64: “iPhone 18 Pro Max”
V67: “iPhone 18”
V68: “iPhone Ultra”
V69: “iPhone 18e”
Algo semelhante ocorreu com o “iPhone Ultra” na quarta versão beta do novo iOS, cujo código incluía referências a um aparelho com múltiplas baterias — algo inexistente hoje e fortemente especulado no caso do primeiro dobrável da Apple.
Em um feito inédito, o tradicional evento de setembro destinado ao anúncio de novos iPhones — cujos preparativos já começaram — poderá dividir os lançamentos da linha “iPhone 18”, restringindo-se inicialmente aos modelos premium, como o “Ultra”, o “18 Pro” e o “18 Pro Max”, enquanto os demais aparelhos ficarão para o início do ano que vem.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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“Last Seen” acompanha a vida de Ian Ridley (interpretado por Brammall), detetive policial que teve o rumo de sua vida alterado quando sua filha, Maggie, desapareceu sem vestígios. Agora ocupando o cargo de despachante policial, ele segue em uma busca para reunir a família a todo custo após receber um pedido de socorro de uma jovem que ele tem a certeza de ser Maggie.
Quando o despachante de emergência, lan Ridley, recebe uma ligação de uma adolescente exasperada que ele acredita ser sua filha desaparecida, nada pode impedi-lo de encontrá-la.
Confira o trailer:
A missing daughter. An alarming distress call. A father who refuses to give up.#LastSeen premieres September 9 on Apple TV. pic.twitter.com/nb1a33KMm8
No dia da estreia, como de tradição no Apple TV, chegarão ao catálogo do serviço apenas os dois primeiros episódios. Os demais serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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While the iPhone 17 Pro has double the base storage compared to the iPhone 16 Pro, there will apparently be no further increase this year.
In a report this week estimating that the iPhone 18 Pro's bill of materials will be nearly 40% higher than the iPhone 17 Pro, Taiwanese research firm TrendForce said the iPhone 18 Pro will start with 256GB of storage, matching the iPhone 17 Pro's minimum capacity. The report did not explicitly mention the iPhone 18 Pro Max, but the Pro and Pro Max models have started with the same amount of storage for the past two generations.
Minimum storage capacities by model:
iPhone 16 Pro: 128GB
iPhone 17 Pro: 256GB
iPhone 18 Pro (rumored): 256GB
Even though it does not expect an increase in base storage, TrendForce said that retail price increases for the iPhone 18 Pro models are "unavoidable" due to increased costs for components. RAM costs have increased significantly due to the ongoing memory chip shortage, and prices for storage and A20 Pro chips are also expected to be higher.
According to reports, iPhone 18 Pro starting prices in the U.S. could be $200 to $300 higher compared to iPhone 17 Pro starting prices. If so, the iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max could start at up to $1,399 and $1,499, respectively.
In June, Apple raised prices on all Macs and iPads, as well as the Apple TV, HomePod, HomePod mini, and Vision Pro. The increases ranged from $30 for the HomePod mini to up to $1,300 for a high-end Mac Studio configuration.
Apple said it raised prices because of the ongoing memory chip shortage, resulting from companies building out data centers with powerful AI servers. The supply-demand imbalance has led to skyrocketing prices for RAM and SSD storage chips used in a wide range of Apple products, and Apple has now passed those costs on to customers.
iOS 27 beta 5 arrived this week, and it includes confirmation of something Apple has hinted before: paying for higher iCloud+ tiers unlocks more access to Apple Intelligence features.
Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).
Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.
Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.
Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.
Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.
Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.
Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.
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Aufdringliche Werbung und eine zu starke Fragmentierung der Funktionen, selbst im Premium-Tarif
„KI-Assistent“ beherrscht nur einfache Fragen
Erkennungslücken bei bestimmter Malware
Einige Einschränkungen bei der Bedienung
Fazit
Avast One ist nach unseren Tests eine der besten Allround-Sicherheitssuiten für den Mac. Die Lösung bietet eine exzellente Malware-Erkennung, einen herausragenden Phishing-Schutz sowie auf Wunsch ein leistungsfähiges VPN. Auswirkungen auf die Systemleistung sind dabei minimal. Die Funktionen „Email Guard“, „Web Guard“ und „Real Site“ sorgen für einen wirksamen Schutz vor Spam und Phishing in der Praxis. Der gute Eindruck wird leider durch ständige Werbung für Zusatzprodukte, ein fragmentiertes Abonnementmodell und einen enttäuschenden KI-Assistenten getrübt.
Preis zum Zeitpunkt der Bewertung
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Aktuell bester Preis
Für wen es am besten geeignet ist: Avast One eignet sich am besten für Mac-Nutzer, die eine umfassende Sicherheitssuite mit hervorragendem Malware- und Phishing-Schutz, integrierten VPN-Funktionen und unkompliziertem Alltagsschutz für mehrere Apple- und Mobilgeräte suchen.
Für wen es nicht geeignet ist: Es ist nicht ideal für preisbewusste Nutzer, die ein einziges All-inclusive-Abonnement wünschen, oder für Mac-Besitzer, die fortschrittliche KI-Tools und umfassende Bereinigungsprogramme suchen, ohne für zusätzliche Zusatzdienste zu bezahlen.
Auf einen Blick Schutz: ★★★★★ Leistung: ★★★★★ Funktionen: ★★★★☆ Benutzerfreundlichkeit: ★★★★☆ Preis-Leistungs-Verhältnis: ★★★★☆
Avast One ist die All-in-One-Sicherheitsplattform von Avast für macOS, die Virenschutz mit Phishing-Schutz, einer Firewall, VPN, Identitätsüberwachung und Tools für die Netzwerksicherheit kombiniert. Die Premium-Sicherheitsversion (eigentlich die Standard-Version) umfasst die wichtigsten Schutzfunktionen, die die meisten Mac-Nutzer benötigen, während die Ultimate-Version zusätzliche Funktionen wie VPN, Aufräum-Tools und Anti-Trackingdienste bietet.
In unseren Tests bot Avast One einen hervorragenden Schutz vor Malware und Phishing bei minimalen Leistungseinbußen. Aufgrund des fragmentierten Abonnementmodells sind für einige Funktionen aber zusätzliche Käufe erforderlich.
Obwohl Avast sein Markenkonzept vereinfacht hat, kann die Produktpalette nach wie vor verwirrend sein. Avast One ist die übergeordnete Plattform, während „Free“, „Premium Security“ und „Ultimate“ die Abonnementstufen sind, zwischen denen sich die meisten Mac-Nutzer entscheiden müssen. Lesen Sie weiter, um zu erfahren, wie das Produkt im Vergleich zu anderen von uns getesteten Mac-Antivirenlösungen abschneidet.
Funktionen von Avast One
Avast One umfasst nahezu alles, was die meisten Mac-Nutzer von einer Premium-Sicherheitssuite erwarten. Zu den Kernfunktionen gehören Echtzeit-Malware-Schutz, geplante und bedarfsgesteuerte Scans, Ransomware-Schutz, eine Firewall, Network Inspector, Email Guard, Web Guard sowie Real Site zum Schutz vor Phishing. Der „Smart Scan“ überprüft zudem auf Datenmüll und häufige Systemprobleme, während „SecureLine VPN“ verschlüsseltes Surfen in öffentlichen WLAN-Netzen ermöglicht. Zusammen bieten diese Tools umfassenden Schutz bei nur sehr geringen Auswirkungen auf die Mac-Leistung.
Malware-Schutz
Das Scannen und Entfernen von Viren und Malware war schon immer das Kerngeschäft von Avast One, und diese Version meistert diese Aufgabe hervorragend, auch wenn noch etwas Raum für Verbesserungen besteht. Die Scan-Geschwindigkeiten sind zügig: Die interne SSD eines Macbook Pro mit mehr als 848 Gigabyte gespeicherten Daten wird in weniger als 10 Minuten durchforstet, wobei das Programm reibungslos im Hintergrund läuft.
Leider gibt es bei Antiviren-Scans keine Angabe der voraussichtlichen Zeit bis zum Abschluss. Das Programm hatte einige Schwierigkeiten, die InQtana-Malware zu entfernen, nachdem diese in Quarantäne verschoben worden war, und es waren mehrere Versuche erforderlich. Es war jedoch in der Lage, mehr als 98 Prozent der getesteten Malware zu lokalisieren und unter Quarantäne zu stellen, obwohl es die Entwicklerdateien für CrateDepression, Hovdy, Rubilyn und Siggen unberührt ließ und den Zugriff darauf sowie deren potenzielle Ausführung zuließ.
Die Funktion lässt sich gut mit den in macOS integrierten Funktionen „Gatekeeper“ und „XProtect“ kombinieren, und es ist einfach, geplante Scans einzurichten sowie bei Bedarf externe Laufwerke zu scannen.
Bereinigungstools
Ergebnisse des Smart-Scan in Avast One.
Foundry
Die „Smart Scan“-Funktion deckt allgemeinere Anforderungen ab und bietet neben einem Schnellscan auf Viren, Malware auch eine Prüfung auf komplexe Probleme sowie Leistungsprobleme. In unserem Fall konnten 5,33 GB an Anwendungs-Caches, 147,5 MB an Protokolldateien und 128,7 MB an Papierkorb-Einträgen entfernt werden. Der Smart Scan löst zwar nicht jedes Leistungsproblem, ist jedoch nützlich, um schnell Speicherplatz freizugeben und grundlegende Wartungsaufgaben zu identifizieren.
Damit kommen wir zum ärgerlichen Bereich der À-la-carte-Struktur von Avast One: So werden Sie nämlich mit dem „Avast One Premium“-Konto bald aufgefordert, das Paket „Cleanup Premium“ zu buchen, das zusätzlich die Tools „Disk Cleaner“, „Duplicate Finder“, „Photo Cleaner“, „App Uninstaller“, „Startup-Manager“ und „System Monitor“ enthält. Dieses kostet je nach Wahl eines Ein-, Zwei- oder Dreijahresabonnements ab 2,89 Euro im Monat.
Kostenlose Tools wie der Browser-Cleaner und die Statistik funktionieren aber gut und bereinigen Cache-Dateien sowie den Verlauf des Webbrowsers. Allerdings scheinen die Browser-Cleaner-Tools keine Unterstützung für Google Chrome anzubieten, sondern nur für die Webbrowser Safari, Microsoft Edge und Mozilla Firefox.
VPN
Die VPN-Einstellungen von Avast One.
Foundry
Die SecureLine-VPN-Funktion ist vielleicht nicht das beste VPN, doch die in Avast One Ultimate integrierte Lösung funktioniert einwandfrei, verfügt über eine gute Auswahl an Einstellungen und ermöglicht reibungsloses Streaming. Dabei bietet sie Zugriff auf Server in verschiedenen Regionen. Ein übergreifender Kill-Switch und die VPN-Protokolle bieten Unterstützung für „Automatic“, IPSec und „Mimic“. Beim Zugriff auf nicht vertrauenswürdige Netzwerke sowie für Bankgeschäfte, Online-Einkäufe, den Zugriff auf sensible Inhalte, Streaming und Torrenting können dabei verschiedene Konfigurationen aktiviert werden.
Die vorhandene Funktion ist übersichtlich, bietet eine gute Leistung und lässt sich unterwegs nach Bedarf nutzen – auch wenn sie nicht alle Extras einer Anwendung bietet, die sich ausschließlich auf die Rolle als VPN-Client konzentriert.
Identität & Datenschutz
Der BreachGuard-Dienst von Avast bewegt sich im mittlerweile altbekannten Bereich der Erkennung und Prävention von Identitätsdiebstahl, der heutzutage zum Standard gehört – doch das Unternehmen setzt dies gut um. Der Dienst scannt etwa E-Mail-Adressen, um festzustellen, ob diese in Datenschutzverletzungen verwickelt waren und wo Ihre Privatsphäre gefährdet wurde. Ist dies geschehen, wird eine Nachverfolgung der Vorfälle angeboten.
Die Software bietet zudem die kostenlose Webbrowser-Erweiterung „Online-Sicherheit und -Privatsphäre“ für den Avast Secure Browser, Google Chrome und Microsoft Edge an. Derzeit gibt es allerdings keine Browser-Erweiterung für Safari oder Firefox, was etwas enttäuschend ist.
Avast AntiTrack ist im Ultimate-Paket enthalten und ein Datenschutz-Tool, das darauf ausgelegt ist, es Werbetreibenden, Websites und Datenhändlern zu erschweren, Ihre Online-Aktivitäten zu verfolgen. Es blockiert Tracking-Versuche, verschleiert den digitalen Fingerabdruck Ihres Browsers und reduziert die Menge an identifizierbaren Informationen, die Websites sammeln können. Im Gegensatz zu einem VPN, das Ihre IP-Adresse verbirgt, konzentriert sich AntiTrack darauf, die Erstellung von Nutzerprofilen und gezielte Werbung zu verhindern, während Sie im Internet surfen.
Secure Browser
Was den Secure Web Browser von Avast betrifft, so handelt es sich um einen weiteren Chromium-basierten Webbrowser, der für ein sichereres Surferlebnis sorgen soll. Der Browser ist in das Ökosystem und die Produkte von Avast eingebunden (beispielsweise wird die Nutzung des firmeneigenen VPNs gefördert) und läuft recht zügig, scheint jedoch nicht so konsequent auf ein Sicherheitsziel ausgerichtet zu sein wie das Brave-Projekt.
Auch wenn er Safari oder Chrome wohl kaum ersetzen wird, bietet der Secure Browser eine sichere, auf Chromium basierende Alternative mit einer Handvoll nützlicher integrierter Tools.
Web- und Phishing-Schutz
Die drei Funktionen, die Avast One wirklich auszeichnen, sind „Email Guard“, „Web Guard“ und „Real Site“. Diese arbeiten zusammen, um Weblinks zu überprüfen, und konnten nahezu alle Phishing-E-Mails in meinem Gmail-Spam-Ordner aufdecken. Zum ersten Mal seit langer Zeit wurden bei fast allen fragwürdigen E-Mails, auf die geklickt wurde, Warnungen vor Malware und Spyware ausgegeben. Hier zeigte sich die kombinierte Funktionspalette von Avast One während des Tests von ihrer stärksten Seite.
KI-Assistent
Der Avast-Assistent ist leider ein Beispiel dafür, wie eine gute Idee im Sande verläuft. Die Funktion arbeitet als chatbasierter KI-Assistent, überprüft Nachrichten, Links oder Bilder auf virenbefallene Inhalte, ist jedoch nahezu nutzlos, wenn man sie nach bestimmten Malware-Varianten (wie InQtana, Genieo und AdWind) fragt.
Dies ist nicht der praktische Assistent, den ich mir wünsche. Er scheint im Wesentlichen auf einem Skript mit einigen wenigen Antworten zu basieren, das etwa erklärt, was ein Betrugsversuch ist, sowie einige allgemeine Tipps zur Online-Sicherheit liefert. Die KI-Revolution bleibt hier sehr hinter dem zurück, was hier versprochen und tatsächlich geliefert wird.
Firewall & Netzwerkschutz
Avast One enthält eine integrierte Firewall, die eingehende und ausgehende Netzwerkverbindungen überwacht und gemeinsam mit dem Netzwerk-Inspektor verbundene Geräte identifiziert. Sie lässt sich leicht aktivieren und konfigurieren, auch wenn der Testbericht darauf hinweist, dass sie im Vergleich zu spezialisierten Firewall-Tools nur begrenzte Einblicke in einzelne Geräte bietet.
Dennoch gibt es einige interessante Tools, die vielversprechend sind und Avast One zu einer erwägenswerten Option machen. Der Netzwerk-Inspektor ist genauso gut wie in früheren Versionen und listet die in einem bestimmten Netzwerk vorhandenen Geräte auf. Zwar können Sie damit nicht in die Einzelheiten jedes Geräts eintauchen, doch erfahren Sie, welche Geräte vorhanden sind. In Kombination mit der Firewall-Funktion können Sie Ihre jüngsten Internetaktivitäten auf einer Weltkarte einsehen. Diese lässt sich zudem leicht bearbeiten und konfigurieren.
Benutzerfreundlichkeit
Die Installation ist unkompliziert, allerdings erfordert macOS mehrere Sicherheitsberechtigungen, bevor der Schutz vollständig aktiviert ist. Nach der Konfiguration präsentiert sich die Benutzeroberfläche übersichtlich und reaktionsschnell, doch häufige Upselling-Versuche, feste Fenstergrößen und die verwirrende Trennung zwischen den Produkten beeinträchtigen das allgemeine Benutzererlebnis leicht.
Schutz in der Praxis
Avast One isoliert während des normalen Betriebs eine Inqtana-Malware-Probe.
Foundry
Avast One erwies sich im Test als äußerst zuverlässig und erkannte mehr als 98 Prozent der Malware-Beispiele, ohne dabei Stabilitätsprobleme oder spürbare Verlangsamungen zu verursachen. Zwar hatte das Programm gelegentlich Schwierigkeiten, bestimmte Bedrohungen zu entfernen, und übersah einige Installationsdateien, doch handelte es sich dabei um relativ geringfügige Probleme, die den durchweg starken Malware- und Phishing-Schutz nicht beeinträchtigten.
Leistung
Trotz aller Aufgaben, die Avast One zu bewältigen hat, läuft es dennoch zügig und bietet erstklassige Scan-Geschwindigkeiten. Es arbeitet reibungslos im Hintergrund, und es gibt wirklich nichts, was zu Abstürzen oder Verzögerungen führen könnte. Zudem harmonierte es gut mit macOS Tahoe 26.5.1, und obwohl es die Systemauslastung etwas erhöhte, gab es während des Testverfahrens nichts, was meinen Mac beeinträchtigte.
Was könnte besser sein?
Trotz seines beeindruckenden Schutzes ist Avast One nicht ganz frei von Frustmomenten. Mehrere Probleme bei der Benutzerfreundlichkeit und das fragmentierte Abonnementmodell verhindern, dass es eine uneingeschränkte Fünf-Sterne-Empfehlung erhält.
Die Fenstergröße kann nicht angepasst werden
Schwacher KI-Assistent
Geringfügige Lücken bei der Malware-Erkennung
Zersplitterte Abonnements
Eingeschränkte Browserunterstützung
Für manche ist die Größenanpassung von Fenstern eine Frage der Ästhetik. Für andere ist sie eine wichtige Funktion, um den verfügbaren Bildschirmplatz effektiv zu nutzen. Die Tatsache, dass Sie die Fenster von Avast One lediglich auf das Dock minimieren, aber nicht in der Größe anpassen können, ist doch ärgerlich.
Der KI-Assistent von Avast scheint auf einige sehr grundlegende Fragen beschränkt zu sein, und bei den 130 getesteten Proben gab es gelegentlich Lücken bei der Erkennung einiger Malware-Installationsprogramme.
Ergebnisse unabhängiger Labortests
AV-Test (März 2026)
Gesamtpunktzahl: 18/18
Schutz: 6/6
Leistung: 6/6
Benutzerfreundlichkeit: 6/6
AV-Comparatives (Mac-Test 2026)
Avast One Free für Mac erhielt:
Zertifizierung „Bestanden“
Bestanden: Malware-Schutz
Bestanden: Test auf Fehlalarme
Bestanden: Leistungstests
So haben wir getestet
Wir haben Avast One unter macOS Tahoe 26.5.1 mit mehr als 130 realen Mac-Malware-Beispielen aus dem Objective-See-Archiv getestet. Der Schwerpunkt der Tests lag auf der Malware-Erkennung, dem Phishing-Schutz, der Systemleistung, der Benutzerfreundlichkeit und den allgemeinen Auswirkungen auf den täglichen Mac-Gebrauch. Soweit verfügbar, wurden unsere Ergebnisse mit unabhängigen Tests von AV-Test und AV-Comparatives verglichen.
Preise für Avast One
Die Preisgestaltung von Avast ist komplexer als bei den meisten Mitbewerbern, da die Avast-One-Plattform in mehreren Abonnementstufen erhältlich ist und noch weitere Zusatzpakete angeboten werden. „Premium Security“ umfasst nur die hier getesteten Kernschutzfunktionen, während „Ultimate“ zusätzlich SecureLine VPN, Cleanup Premium und AntiTrack beinhaltet. Mehrere optionale Dienste, wie BreachGuard, sind als separate Abonnements erhältlich.
Tarif
Geräte
Was ist enthalten
Was fehlt
Erstes Jahr
Verlängerung
Premium Security (1 Mac ,1 Mobilgerät)
1 Mac, 1 iPhone / Android
Virenschutz, Ransomware-Schutz, Firewall, Web Guard, E-Mail-Schutz, Betrugsschutz, KI-Assistent
Premium-Sicherheit plus SecureLine VPN, Cleanup Premium und AntiTrack
Breach Guard, Secure Identity
79,04 Euro
139,99 Euro
Welchen Tarif sollten Sie wählen?
Tarif
Am besten geeignet für
Beinhaltet
Kostenlos
Grundlegender Schutz
Virenschutz, Smart Scan
Premium-Sicherheit
Die meisten Nutzer
Kern-Sicherheitssuite
Ultimate
Datenschutzbewusste Nutzer
VPN, Aufräum-Tools, AntiTrack
Premium Security: Für die meisten Mac-Nutzer bietet Premium Security alles, was sie benötigen: hervorragende Malware-Erkennung und im Unterschied zur kostenlosen Version zusätzlich herausragenden Phishing-Schutz, eine leistungsfähige Firewall, E-Mail-Schutz, Web-Schutz. Da der Test ergab, dass die Kernfunktionen im Sicherheitsbereich die größten Stärken von Avast sind, werden die meisten Nutzer die optionalen Extras für Datenschutz und Leistung wahrscheinlich nicht vermissen.
Ultimate: Nur, wenn Sie die Zusatzfunktionen tatsächlich nutzen werden. Ultimate umfasst zusätzlich SecureLine VPN, Cleanup Premium und AntiTrack. Ihr Testbericht deutet jedoch darauf hin, dass die Bereinigungstools auf zusätzliche Abonnements verteilt sind und das VPN, obwohl gut, nicht marktführend ist. Wenn Sie ausdrücklich eine integrierte VPN- und Datenschutz-Suite wünschen, bietet „Ultimate“ ein angemessenes Preis-Leistungs-Verhältnis. Andernfalls ist „Premium Security“ die sinnvollere Wahl.
Bestes Preis-Leistungs-Verhältnis: „Premium Security“ bietet insgesamt das beste Preis-Leistungs-Verhältnis. Es bietet denselben erstklassigen Schutz vor Malware, Phishing und Netzwerkbedrohungen, der in unseren Tests durchweg überzeugt hat, ohne dass Sie für Extras bezahlen müssen, die viele Mac-Nutzer nicht benötigen. „Ultimate“ lohnt sich für Haushalte, die VPN, AntiTrack und Cleanup Premium wünschen, doch „Premium Security“ bietet das beste Gleichgewicht zwischen Preis und Schutz.
Sollten Sie Avast One kaufen?
Avast One ist eine der leistungsstärksten derzeit erhältlichen Mac-Sicherheitssuiten und vereint hervorragende Malware-Erkennung, herausragenden Phishing-Schutz und minimale Auswirkungen auf die Systemleistung. Auch wenn die Abonnementstruktur nach wie vor verwirrend ist und einige Extras überteuert wirken, ist der Kernschutz erstklassig. Für die meisten Nutzer bietet „Premium Security“ das beste Verhältnis zwischen Funktionen und Preis-Leistungs-Verhältnis, sodass Avast One eine klare Empfehlung für alle ist, die einen umfassenden Mac-Schutz suchen.
Des photos de la batterie de l'iPhone 18 Pro Max se seraient retrouvées en ligne, partagées par yeux1122 sur Naver. La qualité n'est pas très bonne mais on distingue une capacité de 5 391 mAh. Cela correspond parfaitement aux chiffres issus d'une précédente fuite qui serait issue d'un dépôt...
Les claviers Apple sont très chers au tarif normal et les promotions se font rares, alors il ne faut pas les rater quand elles arrivent. Amazon a justement baissé le prix du Magic Keyboard avec pavé numérique et bouton Touch ID, le modèle le plus haut de gamme actuellement au catalogue. Vendu normalement 199 €, on peut acheter en ce moment le périphérique à 159 € « seulement ». On ne peut pas dire que ce soit bon marché, certes, mais c’est le meilleur prix jusque-là sur Amazon et c’est la seule manière officielle d’ajouter le si pratique lecteur d’empreintes Touch ID sur son bureau.
Confession : c’est le clavier blanc qui est en promotion, pas le noir, nettement plus cool, même si le surcoût est impossible à justifier. Image MacGeneration.
À ce tarif, vous aurez un large clavier avec toutes les touches que l’on peut vouloir, y compris un pavé numérique sur la droite et même une rangée de touches de fonction qui monte à F19. Comme tous les claviers récents conçus par Apple, celui-ci...
New data from Surfshark Antivirus shows a striking gap in how malware targets Windows versus macOS users: Windows devices see nearly six times as many detections per user as macOS devices.
However, Gabrielė Sinkevičiūtė, Surfshark’s Head of Product, is saying that the sentiment often echoed on the internet that “Macs are safer” is not entirely accurate.
“Mac users still operate under the assumption that their device is inherently safer, which can make them way more susceptible to social engineering tactics like phishing rather than traditional malware,” he says.
Here are highlights from the Surfshark study:
Windows users made up 66% of Surfshark Antivirus’ active user base but accounted for 92% of all malware detections;
macOS users made up 34% of the user base but just 8% of detections — meaning Windows users encountered nearly 6x more threats per user;
Trojans were the top threat on Windows (46% of detections) vs. 25% on macOS;
Phishing hit macOS far harder, ranking 3rd on that platform (15% of detections) vs. just 3% and 6th place on Windows;
Riskware accounted for 19% of Windows detections and 17% on macOS;
Adware: 4% on Windows, 3% on macOS.
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