The Great Tang is the largest, most luxurious SUV to launch under the BYD brand. After a hot start in China, racking up a record 150,000 orders ahead of launch, BYD is bringing the flagship electric SUV overseas, including Europe, by the end of 2026.
NASA has announced a new commercial partnership for the next satellite headed to the Red Planet.
California-based Relativity Space will design, build and launch the spacecraft that carries NASA's Aeolus instrument suite to orbit around Mars, where the probe will be the first to provide daily measurements of the planet's global environment. Aeolus will collect data on Martian dust and cloud cover, winds and temperatures, according to a NASA release.
"Public-private partnerships like this are a force multiplier for science," NASA Administrator Jared Isaacman said in a statement on Wednesday (June 17).
The newly announced relationship, and others between NASA and private industry, is designed to allow the agency to concentrate its resources on important science discovery. "By pairing NASA’s world‑class instruments with commercial innovation and investment, we can deliver more science, more often, and reduce the time it takes to get essential data into the hands of researchers preparing for future human missions to Mars," Isaacman said.
Aeolus consists of four instruments, designed to work in tandem to create a complete picture of the Martian atmosphere and its behavior. In addition to refining scientific models for the Martian environment, NASA plans to use the data to reduce risks to future robotic and crewed missions landing on Mars' surface.
The science suite includes the Doppler Wind and Temperature Sounder (DWTS‑Ozone), in collaboration with GATS, designed to measure wind speeds and temperatures present up to 37 miles (60 kilometers) above the ground. The Thermal Limb Sounder (TLS), designed with Xiomas Technologies, will create vertical temperature profiles and provide data on atmospheric dust and cloud cover, while the Surface Radiometric Sensor Package (SuRSeP) collects compositional data on those clouds and dust, and tracks how the Martian surface absorbs, stores and releases energy, like heat. Finally, Aeolus' Wide‑Field Context Camera (WFCC) will take daily images to assess atmospheric activity across the whole of Mars.
Relativity Space's Terran 1 rocket successfully blasted off for its test flight but malfunctioned three minutes after liftoff. (Image credit: Relativity Space)
NASA is targeting 2028 for the launch of the Aeolus mission, which will be designed and built at NASA's Ames Research Center in California, where it will also be integrated on Relativity's spacecraft for testing ahead of launch. NASA has committed to support Aeolus' scientific operations for at least one Martian year (approximately 687 Earth days). However, the agency has historically extended its missions to Mars, when able.
NASA was recently forced to end operations of its MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) probe around Mars, after an anomaly led to a loss of communications with the satellite, but the spacecraft ran for more than a decade beyond its original one-year mission. The agency's only two active satellites orbiting the Red Planet are the Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) and Mars Odyssey, which are both operating nearly two decades or more, respectively, beyond their initial mission timelines.
For its part, Relativity will be in charge of designing the Mars-bound spacecraft and will also be responsible for launch and for satellite operations in space. The company's pathfinder launch vehicle, the Terran 1 rocket, lifted off for the first and only time in March 2023, but it failed to reach orbit. The company then pivoted to development of the bigger, partially reusable Terran R rocket, which is expected to debut sometime later this year. Eric Schmidt, who served as Google CEO from 2001 to 2011, was appointed to lead Relativity in March 2025.
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Leia mais (06/19/2026 - 12h00)
A CMF, marca subsidiária da Nothing e conhecida por seu portfólio de celulares “bons e baratos”, confirmou que não vai lançar novos smartphones em 2026. O anúncio da decisão surpreende especialmente os consumidores que aguardavam a possível chegada do CMF Phone 3 Pro.
Akis Evangelidis, cofundador da Nothing, utilizou o X (antigo Twitter) para dar a notícia. Sob o argumento de que prefere ser transparente com os consumidores, o executivo afirmou que a companhia trabalhava em um sucessor para o CMF Phone 2 Pro, mas os altos custos de fabricação resultaram nessa mudança de rota.
"Estávamos trabalhando em um sucessor, mas com os preços de memória como estão agora, não podemos construir um telefone que pareça um passo genuíno à frente por um preço que faça sentido para a CMF. Como resultado, decidimos não lançar um novo telefone CMF este ano", destacou Evangelidis.
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O executivo acrescentou, no entanto, que produtos de outras categorias, já existentes e novas, ainda podem ser lançados neste período, prometendo novidades “em breve”.
Cofundador da Nothing afirma que outras categorias de produtos da CMF podem ter novidades em 2026 (Imagem: Divulgação/CMF by Nothing)
Nothing pode ter novos celulares neste ano
Mas, se a CMF não vai lançar novos celulares neste ano, os usuários podem esperar novidades vindas da própria Nothing. A postagem de Akis Evangelidis é finalizada com a indicação de que a “temporada de lançamentos de smartphones” da empresa ainda não terminou.
Além disso, informações divulgadas pelo leaker Yogesh Brar indicam que recursos do projeto cancelado do CMF Phone 3 Pro podem ter sido incorporados aos futuros aparelhos da Nothing que chegarão ao mercado em 2026.
Caso o rumor se confirme, a fabricante pode ter integrado essas novidades a um novo dispositivo da linha Lite que, segundo o informante, tem previsão de lançamento já para julho.
Uma nova máquina de café da Philips que mói grãos chegou ao mercado se destacando por espumar o leite automaticamente. Esse recurso da Philips Baristina Latte é possibilitado graças à inclusão de um vaporizador de leite inteligente integrado ao equipamento.
O sistema automático foi batizado pela marca de Smart Wand e foi desenvolvido para levar mais praticidade ao dia a dia de quem consome bebidas como café espresso, lungo, cappuccino, latte, latte macchiato e flat white.
O consumidor pode utilizar um seletor intuitivo no painel para escolher até três modos distintos de textura rapidamente. As opções incluem leite quente comum, espuma fina ou espuma aerada.
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A fabricante também afirma que o vaporizador da máquina foi projetado para funcionar perfeitamente tanto com leite de origem animal como com alternativas vegetais, como bebidas de aveia e amêndoa.
Baristina Latte da Phillips foi projetada para funcionar perfeitamente com leites de origem animal e vegetal (Imagem: Divulgação/Phillips)
Design elegante e limpeza facilitada
Além dos recursos voltados ao preparo do café, a Baristina Latte mantém o padrão estético elegante da sua versão original. O eletrodoméstico apresenta um acabamento fosco, traços e controles simples, além de prometer preparar a bebida em "total silêncio".
O equipamento traz ainda um tanque de água com capacidade de 1,2 L e um repositório para grãos de café de 170 gramas. Esses e os demais componentes da máquina foram projetados para ter uma manutenção facilitada, visto que não contam com peças internas que dificultam o processo de limpeza.
Comercializada nas cores preto e branco e com tensão 120V, a Baristina Latte pode ser adquirida por US$ 499,99 (cerca de R$ 2.571 na cotação atual). Ainda não há informações sobre a disponibilidade da máquina de café no Brasil.
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Canadian robotics company Sanctuary AI has reported a significant achievement in industrial automation.
The firm said its system achieved a task success rate of more than 99.5 percent during a complex wire-plugging task for a global Tier 1 automotive supplier.
The operation completed in 2.54 seconds, meeting the customer’s live-production benchmarks and demonstrating high-speed, reliable performance in a manufacturing setting.
Sanctuary AI said the milestone highlights its strategy of deploying Physical AI on commercial robots to speed industrial adoption and support future industrial humanoids.
Factory automation leap
The achievement reflects Sanctuary AI’s strategy of deploying its Physical AI platform on existing and next-generation industrial robotic systems, rather than waiting for widespread commercialization of humanoid robots. This hardware-agnostic approach enables the company’s AI models to operate across different robotic platforms while accelerating adoption in manufacturing environments.
Sanctuary AI demonstrated high-performance Physical AI capabilities in an industrial manufacturing environment, achieving a task success rate exceeding 99.5 percent in a complex wire-plugging operation for a global Tier 1 automotive supplier. The system completed the task with a cycle time of 2.54 seconds, matching the throughput requirements of the customer’s live production line and meeting established industrial performance benchmarks.
The deployment focused on a plug-insertion process involving flexible wire assemblies moving along a conveyor. Such tasks are particularly challenging for automation because the cables can bend, twist, and shift position dynamically during transport, requiring continuous perception, adaptation, and precise manipulation.
According to the firm, the AI-powered robotic system successfully detected, tracked, aligned, and inserted the connectors while maintaining production-line speed and reliability.
“Manipulating a flexible wire into a moving target on a live conveyor is exactly the kind of contact-rich dexterity problem that has kept tasks like this out of reach for traditional automation. Solving it required models built around performance from day one with reliability, cycle time, and safety measured against real production benchmarks,” said Olivia Norton, co-founder and CTO of Sanctuary AI, in a statement.
AI power industries
Sanctuary AI develops Physical AI systems designed to enable robots to perform complex tasks in real-world industrial environments. Unlike traditional industrial automation, which relies on fixed programming for repetitive operations, Sanctuary AI’s approach combines advanced perception, reasoning, and manipulation capabilities, allowing robots to adapt to changing conditions and handle tasks that require dexterity and decision-making.
The company’s Physical AI platform processes information from cameras, sensors, and robotic actuators to understand its surroundings and execute actions in real time. This enables robots to identify objects, track movement, plan motions, and manipulate components with a high degree of precision. The technology is particularly suited to manufacturing environments where variations in object position, orientation, or movement make conventional automation difficult.
A key feature of Sanctuary AI’s strategy is its hardware-agnostic design. The AI can be deployed on existing industrial robotic systems as well as future robotic platforms, reducing the need for specialized hardware. This allows manufacturers to integrate advanced AI capabilities into current production lines while preserving existing infrastructure investments.
The platform is designed to automate labor-intensive tasks, including assembly, material handling, inspection, and component insertion. By combining real-time perception, motion planning, and adaptive control, Sanctuary AI aims to help factories improve productivity, maintain consistent quality, address labor shortages, and prepare for the next generation of intelligent industrial robots.
“By focusing on a performance-first approach to Physical AI models, we’re delivering value to customers today, on an AI platform that will also scale to the next generation of general-purpose systems,” said Norton, in a statement.
Um novo sensor para câmeras apresentado pela Sony promete sair na frente da Samsung no quesito captura de imagens em ambientes noturnos e externos. Trata-se do modelo LYTIA L910, desenvolvido com foco em evitar que o celular tire fotos estouradas.
A inovação se destaca por integrar um Capacitor de Integração de Transbordamento Lateral (LOFIC, na sigla em inglês). Essa estrutura atua como uma espécie de reservatório que armazena a carga elétrica extra gerada pelo excesso de luz durante a exposição de uma foto.
Até agora, a tecnologia LOFIC só havia sido associada a sensores de imagem da Samsung, especificamente o ISOCELL HP6, que já foi alvo de rumores sobre sua presença no futuro Galaxy S27 Ultra.
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Com isso, o sensor tem a capacidade de registrar informações que normalmente seriam perdidas, o que evita o excesso de exposição de luz na imagem final. Esse mecanismo possibilita que o componente alcance uma faixa dinâmica de 100 dB em uma única exposição, o equivalente a cerca de 16,6 pontos de luz, algo que normalmente exigiria a combinação de múltiplas fotos para ser alcançado.
Na prática, essa tecnologia ajuda a reduzir distorções e borrões que aparecem nas imagens quando o usuário tenta fotografar objetos em movimento.
O LYTIA L910 tem formato de 1/1,28 polegada e entrega uma resolução de aproximadamente 50 MP. Ele também conta com um recurso chamado TCG-HDR, que realiza a leitura dos dados capturados em uma única exposição com três níveis diferentes de conversão, reduzindo a superexposição em áreas claras e o ruído nas regiões escuras.
O novo sensor da Sony também permite gravar vídeos em resolução 4K a 60 fps, mesmo com o HDR ativado. De acordo com a fabricante, esses recursos podem ser utilizados com baixo consumo de energia, já que o componente conta com um design de circuitos otimizado para poupar a bateria do celular.
A empresa afirma que o envio em massa do novo chip para fabricantes de smartphones deve começar no verão de 2026 no hemisfério Norte. Ainda assim, os consumidores terão de esperar mais alguns meses para ver o sensor chegar aos aparelhos.
Além de uma imagem com boa resolução, o áudio é outro elemento fundamental de uma TV para quem deseja sentir a atmosfera de um estádio durante a transmissão de um jogo da Copa do Mundo. Para isso, alguns usuários podem cogitar conectar uma JBL sem fio ao aparelho para otimizar a experiência sonora nas partidas.
Para verificar a viabilidade dessa mudança durante as partidas, pareamos uma JBL Boombox 4 com um televisor Samsung Vision AI TV OLED S85F. Também fizemos uma comparação entre a caixa de som e uma soundbar para identificar qual é a melhor opção.
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JBL melhora o áudio da TV, mas sofre com atraso
Após conectar a JBL Boombox 4, verificamos que o áudio das partidas se tornou mais imersivo em relação à experiência proporcionada pelos alto-falantes da TV.
Isso porque o dispositivo de áudio dá bastante destaque às frequências mais baixas, o que ajuda a valorizar lances de impacto, como chutes fortes e bolas na trave.
A atmosfera de arquibancada também cresce após a alteração, visto que tanto a vibração da torcida quanto a voz do narrador ficam mais presentes no ambiente. Ou seja, a caixa portátil deixa o áudio geral melhor e mais encorpado do que o sistema nativo da TV.
Contudo, a conexão via Bluetooth tem um impacto negativo durante as transmissões. Ao selecionar a JBL como saída de áudio, notamos um pequeno atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na tela. Esse problema fica evidente principalmente nos momentos em que os jogadores tocam na bola.
JBL Boombox apresenta atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na transmissão (Imagem: João Melo/Canaltech)
Soundbar oferece mais imersão e elimina o atraso
Mas o cenário muda quando colocamos a Boombox 4 frente a frente com uma soundbar. O modelo utilizado nos testes foi a Samsung HW-Q930H, que apresentou uma superioridade considerável em relação à caixa de som.
Diferentemente da JBL, a soundbar não apresentou atraso perceptível entre o som e a imagem durante os lances do jogo. Isso ocorre porque o dispositivo da Samsung oferece menor latência ao utilizar conexão por cabo ou integração sem fio otimizada com TVs compatíveis da marca.
As melhorias, no entanto, não ficam restritas à resolução do problema do atraso. O sistema de áudio torna a experiência futebolística ainda mais imersiva e envolvente, e a principal diferença percebida está no som da torcida, que preenche o ambiente de forma mais eficiente do que a JBL.
Por mais que a Boombox 4 tenha graves potentes, ela não supera a vibração e o impacto sonoro proporcionados pelo subwoofer dedicado da soundbar. Essa diferença é ainda mais perceptível em momentos de "explosão", como nos lances de gol.
Soundbar da Samsung apresentou desempenho melhor em relação à JBL, além de não apresentar atraso (Imagem: João Melo/Canaltech)
Vale conectar uma JBL na TV para assistir à Copa?
Os testes mostraram que a JBL Boombox 4 se sai muito bem se o objetivo for apenas superar o áudio entregue pelos alto-falantes da televisão. A caixa de som garante a potência e os graves necessários para tornar a experiência mais imersiva durante as transmissões da Copa do Mundo.
No entanto, se o leve atraso sonoro que impacta chutes e outras ações da partida for um incômodo, o uso da JBL para assistir aos jogos do torneio pode não ser a melhor opção.
Mas, se o objetivo for aliar uma melhor qualidade sonora à perfeita sincronia entre áudio e imagem, a indicação é utilizar uma soundbar, especialmente modelos mais potentes, como a Samsung HW-Q930H.
Se a sua ideia é otimizar o som da TV, vale conferir se a melhor opção para sua casa é uma soundbar ou home theater!