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Ex-executiva do Facebook é impedida de falar sobre livro sob pena de multa

3 June 2026 at 20:00

Uma decisão arbitral obtida pela Meta nos Estados Unidos silenciou publicamente a ex-diretora de políticas públicas da empresa, Sarah Wynn-Williams, durante o festival de literatura Hay Festival de 2026.

O veredito jurídico, fundamentado em um acordo de confidencialidade assinado no desligamento da executiva, impede que ela comente ou promova o seu próprio livro de memórias, intitulado “Careless People: A Cautionary Tale of Power, Greed, and Lost Idealism” (“Pessoas Descuidadas: Uma História Cautelar sobre Poder, Ganância e Idealismo Perdido”, em inglês).

As informações foram divulgadas pelo portal TechRadar nesta terça-feira (2). Durante o painel do evento, a autora permaneceu no palco sem proferir declarações, enquanto outros palestrantes debatiam o caso. O descumprimento das regras impostas pela Meta pode acarretar multas de até US$ 50 mil por infração cometida.

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Impacto comercial e acusações de censura privada

A restrição jurídica afetou diretamente a distribuição do livro no local do evento. A organização do Hay Festival retirou todos os exemplares de Careless People de suas lojas físicas para evitar que as vendas fossem interpretadas pela Meta como um ato de promoção coordenado pela autora.

A editora responsável pela obra, contudo, mantém o direito legal de distribuir o material comercialmente nos canais tradicionais.

Sarah Wynn-Williams atuou por sete anos no alto escalão do Facebook. A obra traz denúncias sobre a cultura interna da companhia, conduta de executivos e decisões operacionais estratégicas. Entre as principais alegações da ex-diretora estão:

  • Desenvolvimento de ferramentas de censura digital específicas para cumprir exigências governamentais e tentar acessar o mercado da China;
  • A flexibilização e o enfraquecimento prático de princípios institucionais de liberdade de expressão outrora defendidos publicamente;
  • A priorização deliberada do crescimento financeiro e volumétrico da rede social em detrimento de diretrizes éticas internas.

O caso gerou repercussão entre especialistas de políticas públicas de tecnologia. Tim Wu, ex-consultor de tecnologia da Casa Branca e autor de análises sobre o poder econômico das plataformas digitais, classificou a estratégia jurídica da Meta como uma modalidade de "censura privada".

Wu apontou que o mecanismo contratual de arbitragem serve para suprimir o debate de interesse público, independentemente da veracidade das alegações contidas no livro.

Em posicionamento oficial enviado à imprensa, a Meta justificou a medida com base nas cláusulas contratuais previamente assinadas. A controladora do Facebook declarou que existe uma ordem de arbitragem vinculante contra Wynn-Williams e que a corporação possui o direito legal de exigir que os termos acordados durante o período de contratação sejam estritamente observados.

Leia a matéria no Canaltech.

Testamos o MEC Idiomas: como é o concorrente do Duolingo feito pelo governo

3 June 2026 at 19:03

O MEC Idiomas, aplicativo do governo federal para aprendizado de idiomas, ficou disponível nesta quarta-feira (3). Ele foi anunciado junto do lançamento do MEC Livros no primeiro semestre de 2026, mas ainda estava em desenvolvimento.

O app conta com aulas de inglês e espanhol, dividas em módulos, que possuem aulas e exercícios de fixação em formato gamificado, semelhante ao Duolingo.

Testei o MEC Idiomas, terminando uma unidade em cada um dos idiomas e, abaixo, trago as impressões sobre o aplicativo. Fiz o teste de proficiência em ambas, e comecei pelo nível B2 - Intermediário Superior (aparentemente o mais avançado possível para começar) em inglês, e no A1 - Iniciante, em espanhol.

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Como funciona o MEC Idiomas

As aulas são compostas de três etapas: aprender, praticar e desafio. A parte de “aprender” é uma mini-aula sobre algum tema ou situação. No meu caso, em inglês, as aulas abordaram exemplos de encontros rápidos, conversas entre pessoas que não se vêem há muito tempo e comentários sobre estar sem tempo. 

Essa fase inicial é onde você aprende o conteúdo, com explicação gramatical e exemplos de uso. É essa a base que você terá para as próximas partes, de exercícios.

Em “praticar” você recebe alguns exercícios de fixação, que são, basicamente, repetição do que foi visto durante a aula inicial. Prestando atenção, você passa aqui com 100% sem problemas. 

Vale ressaltar que tanto a aula quanto as lições são escritas em português, claro, com os termos e palavras ensinados em inglês (ou espanhol). 

Já os “desafios” são praticamente a mesma coisa que vemos em “praticar”. A diferença, é que eles não necessariamente fazem parte diretamente da mini-aula. Ou seja, não é só fixação/repetição, você precisa “queimar” um pouco mais de neurônios.

Depois de seis aulas, há um “checkpoint”, que é uma revisão da unidade. Foram 15 exercícios com base nas lições, bem parecidos com os anteriores.

mec idiomas exemplo
O app usa animais da nossa fauna e cultura (como o vira-lata caramelo) como personagens do jogo (Imagem: Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

Como são os exercícios?

Tanto em inglês quanto em espanhol, as aulas são compostas por exercícios parecidos com os que vemos no Duolingo. Das 12 aulas que fiz ao todo, me deparei com lições como:

  • Selecionar a palavra que falta para completar uma frase;
  • Escolher as letras que formam a palavra que falta em uma frase;
  • Ligar áudios às suas respectivas frases faladas;
  • Ligar áudios/textos ao que representam.

Até o momento, não vi exercícios em que pratico a fala ou que é necessário digitar.

Impressões

Ao todo, completei duas unidades com um total de 12 aulas, em torno de 1 hora. Em espanhol tive a experiência de ir do mais básico (A1) e em inglês do mais avançado possível (B2).

O grande diferencial do MEC Idiomas são as explicações. Aqui, de fato, há uma aula. Uma mini-aula. Enquanto no Duolingo você aprende com método mais voltado à exposição e repetição, aqui é na base da fórmula explicação breve + exercícios rápidos.

Em espanhol, o básico é, de fato, básico. Você começa pela parte de se apresentar, como “soy Marcelo” e “eres João”. Inclusive, na primeira unidade, em dois momentos durante a aula há um vídeo, em torno de 1 minuto e meio, de uma pessoa explicando mais à fundo o tema.

Em inglês, idioma que já domino, senti bastante facilidade na unidade feita.

Comparando novamente com o Duolingo, senti que o MEC Idiomas é voltado para quem tem pouco ou nenhum conhecimento da língua em questão, e deseja realmente aprender. Mas, para quem já sabe e quer praticar ou adquirir vocabulário, o Duolingo ainda sai na frente.

MEC Idiomas app
O MEC Idiomas é ideal para aprender o idioma do zero (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

O app do passarinho verde possui um método gamificado mais interessante, em que você realmente quer voltar todos os dias. A identidade visual é mais chamativa e apelativa, e tudo se encaixa, está em seu devido lugar. 

Já no MEC Idiomas, o método “de jogo” não sobressai tanto, mas você aprende e pratica mais rápido.

Talvez você fique mais de 1 hora por semana no MEC Idiomas, enquanto no Duolingo fica 5 minutos por dia. São propostas diferentes. Mas, o ponto negativo, e que fica mais evidente no app do governo, é a usabilidade.

Usabilidade

Aqui é o ponto fraco do MEC Idiomas. A experiência é de que estou usando um aplicativo ainda em fase beta, não finalizado. Para quem está acostumado com o Duolingo, pode estranhar. 

A interface é intuitiva, não há segredo na forma como usar. Ponto positivo. Mas os bugs acontecem com certa frequência. Deixo abaixo quatro situações que me ocorreram em 1 hora de uso:

  • Bug 1: toquei no áudio e ele não tocou, mas, depois de um tempo parado, tocou;
  • Bug 2: Era necessário completar com a palavra “everything’s”, mas não havia a letra “h” disponível. Na segunda tentativa da mesma lição, faltava não só a letra “h” mas também a letra “n”;
  • Bug 3: a barra de “Continuar” estava sobre as letras que eu precisava para completar a palavra;
  • Bug 4: o exercício 4/5 bugou, ao enviar a resposta a tela não mudou, e, depois de tentar novamente, voltou ao 1/5. E continuou com erro conforme eu tentava, precisei fechar e recomeçar.

    bugs MEC Idiomas
    Exemplos dos bugs que me deparei durante o uso (Imagem: Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

O intuito do aplicativo é democratizar o acesso à idiomas estrangeiros, e cumpre seu papel com eficiência. Inclusive, com certificados do Gov.br em sua conta ao completar os níveis. Mas os bugs precisam ser corrigidos o quanto antes para não atrapalhar a experiência e aprendizado do usuário.

Como usar o MEC Idiomas

Para acessar o MEC Idiomas, basta entrar com sua conta Gov.br no site (mecidiomas.mec.gov.br) ou pelo aplicativo (iOS | Android).

Leia a matéria no Canaltech.

1 ano de TikTok Shop no Brasil: o que o brasileiro mais compra na plataforma?

3 June 2026 at 15:30

O primeiro ano de operação do TikTok Shop no Brasil consolidou o impacto do modelo de "Discovery Commerce" na estratégia industrial de grandes marcas nacionais. A plataforma de vídeos passou a ditar o ritmo de produção e o desenvolvimento de novos produtos, impulsionada pela conversão direta baseada em conteúdo.

O ecossistema móvel, que conta com mais de 130 milhões de usuários ativos mensais no país, alterou a jornada tradicional do consumidor varejista. Uma pesquisa realizada internamente apontou que 57,8% dos clientes concluem compras no marketplace após descobrirem os produtos nos vídeos.

Impacto direto no desenvolvimento de novos produtos

A relevância das vendas por descoberta começou a alterar o planejamento fabril das marcas. Questionada pelo Canaltech sobre o impacto desse canal na cadeia de suprimentos, a diretora de e-commerce e marketplace da Natura, Tatiana Coló, confirmou que os dados coletados na plataforma guiam novos lançamentos. "Já temos para o segundo semestre produtos sendo desenvolvidos por conta desses aprendizados que colhemos aqui", afirmou a executiva.

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O comportamento orgânico de criadores de conteúdo gera picos inesperados de demanda que desafiam a logística de estoque tradicional. A head de e-commerce da Johnson's Baby, Sabrina Conz, explicou que tendências espontâneas modificam o patamar de vendas de produtos comuns. "Um criador de conteúdo resolveu usar óleo de bebê no cabelo", relatou Conz, destacando que itens antes estáveis passam a registrar saltos de consumo de forma repentina. A marca vendeu mais de mil unidades de shampoo infantil em uma única transmissão ao vivo.

tiktok shop
O TikTok Shop chegou inicialmente na China, em 2020 (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Logística de lives movimenta de panelas a cosméticos

O formato de transmissões ao vivo (live commerce) despontou como o principal motor de receita do marketplace. No comparativo entre maio de 2025 e maio de 2026, o faturamento diário gerado por lives aumentou 161 vezes, enquanto o volume de transmissões diárias cresceu 20 vezes.

A eficiência desse ecossistema atende tanto a multinacionais quanto a pequenas empresas:

  • BigHome Brasil: a marca de utensílios domésticos transformou a plataforma em seu principal canal de vendas, faturando cinco vezes mais do que no segundo colocado de sua operação. A empresa faturou R$ 17 milhões neste ano no marketplace e atingiu R$ 515 mil em uma única transmissão focada em panelas e frigideiras.
  • Moderna: focada no segmento de moda com produção própria em Tatuí (SP), a confecção realiza 60% de suas vendas na plataforma. O negócio comercializa cerca de 10 mil peças por dia por meio de uma rede de 9 mil afiliados ativos.
  • Natura e Johnson's Baby: a Natura liderou o ranking de vendas da última Black Friday na plataforma e registrou um avanço de 228% na conversão de clientes que abandonaram o carrinho. A Johnson's Baby superou em 127,7% a meta de sua campanha de inauguração e obteve 727 horas de transmissões de afiliados.
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O evento de 1 ano do TikTok Shop no Brasil ocorreu no bairro de Pinheiros, em São Paulo (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Ranking dos itens mais desejados

Os relatórios consolidados do primeiro ano de operação detalham as preferências do consumidor brasileiro divididas por categorias de consumo:

  • Eletrônicos: fones de ouvido em primeiro lugar, películas de tela e cases de computador em segundo e relógios inteligentes (smartwatches) na terceira posição;
  • Beleza e Saúde: a categoria é liderada por body splash feminino, seguido por body splash masculino e perfumes masculinos;
  • Moda: o vestuário feminino concentra a maior saída, registrando calças, blusas e vestidos casuais como os três itens mais vendidos;
  • Casa & Decoração: panelas e frigideiras aparecem no topo da subcategoria, seguidas por lençóis ou fronhas e garrafas térmicas.

O head de categorias do TikTok Shop no Brasil, Gustavo Mondo, ressaltou que o sucesso do modelo baseia-se na fluidez da experiência. Em entrevista exclusiva ao Canaltech, o executivo explicou o funcionamento prático da jornada: "A pessoa descobre no TikTok, ela considera através de lives e vídeos, e ela faz a conversão dentro do próprio aplicativo".

Leia a matéria no Canaltech.

Ferrari elétrica e avanço chinês reconfiguram mercado automotivo de luxo

3 June 2026 at 11:00

O mercado automotivo global enfrenta uma reconfiguração provocada pela adoção da eletrificação e pela expansão comercial de fabricantes asiáticas. Em entrevista ao Podcast Canaltech desta quarta-feira (3), o diretor de novos negócios da Bright Consulting, Fernando Pfeiffer, detalhou o impacto estratégico do lançamento do primeiro modelo 100% elétrico da Ferrari. O ingresso de bólidos elétricos de alto rendimento altera os parâmetros competitivos do setor de luxo.

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Atualmente, os automóveis operam sob diretrizes de arquitetura definida por software, incorporando algoritmos de inteligência artificial que atuam como assistentes interativos. As montadoras da China utilizam ciclos de desenvolvimento estruturados para intervalos entre 18 e 24 meses.

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Na última edição do Salão de Pequim, a indústria expôs mais de 1,4 mil veículos e realizou 180 lançamentos globais simultâneos. Essa rapidez produtiva baseia-se no uso de plataformas modulares que integram o pack de baterias em alumínio fundido, motores e rodas.

A engenharia de propulsão elétrica permite o fornecimento de torque instantâneo a zero rotações por minuto, com veículos que atingem patamares de até 1 mil cavalos de potência. Modelos esportivos como o U9 Extreme, produzido pela BYD, superam a velocidade de 496 km/h. Além disso, as células de íons de lítio garantem autonomia de até 1 mil quilômetros e aceitam recargas completas em períodos de 5 a 10 minutos.

O futuro dos motores a combustão e o DNA de marca

O avanço da eletrificação estabelece uma analogia histórica com a transição da tração animal para os motores térmicos no final do século XIX.

Pfeiffer projeta que os esportivos a combustão passarão por um processo de elitização restrita, operando como bens de nicho. "Os modelos a combustão esportivos se tornariam ainda mais objetos de desejo para pouquíssimas pessoas que tivessem poder aquisitivo para utilizá-los em ambiente controlado", apontou o diretor.

A Ferrari estruturou seu novo projeto elétrico a partir da contratação de um designer com experiência prévia na Apple. Para fechar a defasagem técnica, o consultor aponta que as marcas tradicionais europeias precisam focar na experiência customizada e na preservação de suas características de marca.

"A única forma que as empresas europeias têm, naturalmente, de sobreviver é trabalhando muito bem a experiência do consumidor e os elementos de DNA que cada marca tem", afirmou Pfeiffer.

Além disso, o comportamento de consumo das novas gerações acelera os modelos de mobilidade como serviço, reduzindo o apelo da posse imediata em favor do uso sob demanda. Esse pragmatismo exige que o mercado tradicional se diferencie por fatores de jornada e apelo emocional exclusivos.

🎙️Confira a entrevista completa no Podcast Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Balanço da Amazon indica aporte recorde de R$ 19 bilhões no Brasil em 2025

2 June 2026 at 21:45

A Amazon anunciou nesta terça-feira (2) que atingiu a marca de R$ 75 bilhões em investimentos acumulados no mercado brasileiro desde o início de suas operações no país, há 15 anos. O balanço aponta um aporte recorde de R$ 19 bilhões realizado ao longo de 2025. O valor anual equivale a uma média de gastos de R$ 52 milhões por dia em infraestrutura, tecnologia e contratação de pessoal.

De acordo com dados da companhia, o ritmo recente de aportes supera em quase cinco vezes a média anual registrada desde 2011, quando a subsidiária de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS) se estabeleceu no território nacional.

Expansão da malha logística e entregas rápidas

O avanço financeiro gerou reflexos na infraestrutura de distribuição física da empresa. Atualmente, a companhia opera mais de 300 centros logísticos distribuídos por todos os 26 estados brasileiros e pelo Distrito Federal. Desse total, mais de 100 unidades foram inauguradas durante o ano de 2025.

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Em 2026, a velocidade de expansão foi intensificada para uma média de três novas instalações abertas a cada semana.

Essa malha logística conecta consumidores em diferentes realidades geográficas, alcançando desde centros urbanos de São Paulo e Rio de Janeiro até comunidades ribeirinhas localizadas na região amazônica.

Em termos operacionais, o incremento estrutural permitiu que a varejista realizasse a entrega de mais de 50 milhões de itens no mesmo dia ou no dia seguinte para assinantes do serviço Prime em 2025. A empresa posiciona o indicador como a maior velocidade de entrega de sua história no país, buscando liderar os tempos de despacho.

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AWS é a marca responsável pelo fornecimento de infraestrutura de rede e serviços de IA da empresa no mercado nacional (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Impacto macroeconômico e geração de empregos

Um estudo conduzido pela consultoria Keystone indica que mais de R$ 65 bilhões do total investido historicamente pela Amazon integraram o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Apenas no intervalo de 2025, a contribuição anualizada para a economia nacional ultrapassou a cifra de R$ 16 bilhões.

A atividade corporativa também acelerou o mercado de trabalho interno.

Atualmente, a empresa contabiliza mais de 55 mil postos de trabalho diretos e indiretos gerados por suas operações no Brasil. O indicador representa um crescimento superior a 50% em comparação com o período anterior e mais que triplica o volume verificado em 2024.

Leia a matéria no Canaltech.

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