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Remedy anuncia data de Control Resonant com preço baratíssimo

3 June 2026 at 18:55

A Remedy Entertainment anunciou, durante o State of Play de terça-feira (2), a data de lançamento de Control Resonant: 24 de setembro de 2026. A revelação ocorreu com um trailer inédito, que mostra mais do protagonista Dylan Faden e cenas do gameplay.

Sequência de Control (2019), a aventura será lançada no PS5, Xbox Series e computadores entre os preços de R$ 219,95 e R$ 230,90. Independentemente da plataforma, você já pode fazer a pré-venda e garantir o jogo em sua chegada.

Vale notar que apenas na plataforma PlayStation existe o bônus da edição Deluxe do acesso antecipado. Ele permitirá que o público jogue 2 dias antes dos demais — na prática, com essa versão, você começa a aventura no dia 22 de setembro.

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Ainda que seja uma baita vantagem, é importante destacar que a Remedy não tornou a edição tão mais cara como vemos em determinadas experiências. A Digital Deluxe Edition, na PS Store, é vendida por R$ 261,90.

Apesar do novo trailer e da data de lançamento, o estúdio não revelou detalhes inéditos sobre Control Resonant durante a apresentação. Ao menos já é possível começar a contagem regressiva: faltam pouco mais de 3 meses para o seu lançamento.

Mês disputado para Control Resonant

Para fugir de GTA 6 em novembro, muitas desenvolvedoras e produtoras migraram a data de chegada dos seus games para setembro. Marvel’s Wolverine, por exemplo, virá no dia 15 de setembro. Já Dune: Awakening, Onimusha: Way of the Sword e Silent Hill: Townfall seguirão o mesmo padrão.

Exceto pelo soulslike, todos os demais serão lançados muito próximos — com um intervalo menor do que uma semana. Em outras palavras, Control Resonant terá um desafio e tanto para se destacar em meio a tantos games promissores. 

Confira as datas e horários de todos os eventos do Summer Game Fest 2026.

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Marvel's Wolverine apresenta sangue e união dos X-Men em novo trailer

3 June 2026 at 18:00

A Sony Interactive Entertainment e a Insomniac Games divulgaram um novo trailer de Marvel’s Wolverine na última terça-feira (2), repleto de novidades sobre o jogo. Uma das principais é a presença de Jean Grey, dos X-Men.

Em uma das missões, ela ajudará o carcaju a enfrentar o grupo de Reavers — que tentam levar mutantes indefesos para Bolivar Trask (conhecido por ser o criador dos Sentinelas nas HQs). No game, o vilão será um industrialista milionário que acredita na superioridade humana. 

Outro detalhe da trama que se destaca é que os mutantes se uniram para formar a “Equipe X”, um último esforço para enfrentar o preconceito e a caçada aos membros da espécie. Logan, após passar 3 anos distante, resolve se unir ao grupo para ajudar na luta pela sobrevivência.

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Porém, o que rouba a cena é a própria ação. No vídeo, podemos vê-lo pular, jogar inimigos para cima, executar combos e fatiar seus adversários de todas as formas para cumprir a missão. Obviamente, muito sangue jorra para todos os lados — chega até a cobrir o uniforme do super-herói. Confira abaixo:

O gameplay de Marvel’s Wolverine

Além do combate, que pode contar com o apoio de aliados dos X-Men e de outros personagens das histórias em quadrinhos, Marvel’s Wolverine também colocará seu protagonista para exercer um pouco de stealth e até pilotar veículos.

Também será possível interagir com o ambiente, como rasgar cordas para derrubar objetos pesados ou furar pneus durante perseguições. Não é à toa que, nas HQs, ele é chamado de “o melhor no que faz”, mesmo que não faça coisas que as ameaças achem agradáveis.

De acordo com a Insomniac Games, o título terá diversas opções de acessibilidade para ajudar nessa aventura: seja para jogadores com deficiências cognitivas, visuais, auditivas ou motoras, o estúdio aponta que será possível configurar a experiência da forma como preferir.

Por fim, foi confirmado que Marvel’s Wolverine chegará no dia 15 de setembro de 2026 ao PlayStation 5. O público já pode adquiri-lo em pré-venda na PS Store, pelo preço de R$ 399,90. Também é vendida uma edição Deluxe, com skins, garras e avatares de PS5 exclusivos — esta por R$ 455,90.

Enquanto isso, o spin-off de Venom e Homem-Aranha 3 foram revelados em vazamento da Insomniac, mas continuam em sigilo total pelo estúdio. Será que finalmente vão falar sobre os projetos?

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Quem é a atriz que faz Faye em God of War Laufey?

3 June 2026 at 17:00

No lançamento de God of War, em 2018, Kratos e Atreus começam a sua jornada para espalhar as cinzas da matriarca da família — até ali, vista apenas enrolada por um pano antes de ter seu corpo queimado. Porém, em God of War Ragnarök, ela ganha um rosto e uma voz: da atriz Deborah Ann Woll.

A intérprete da gigante retorna em 2026, agora como a protagonista de God of War Laufey, o próximo grande lançamento da Santa Monica Studio. Feroz e cheia de garra, ela terá de escapar de Everywhen e garantir que a jornada da qual incumbiu seu marido e filho será cumprida. 

Contudo, você conhece quem representa Faye nesta nova jornada? Nós do Canaltech vamos te contar no que a profissional trabalhou, seja em Hollywood, seja no mundo dos games para te preparar para a sua grande estreia como heroína em uma das maiores franquias do PlayStation. Confira:

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O papel de destaque de Deborah Ann Woll

Ainda que a atriz tenha uma carreira de sucesso e seja reconhecida por vários papéis — em filmes e séries — vale notar que um dos maiores sucessos recentes que interpretou foi a personagem Karen Page, de Demolidor (2015) e Demolidor Renascido (2025). 

Imagem de Deborah Ann Woll
Deborah Ann Woll estrelou as séries do Demolidor nos últimos anos (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Na trama, além de impulsionar os eventos que levam Matt Murdock a encarar ameaças como Rei do Crime e o Mercenário, inclusive já fez par romântico com o super-herói e é uma das suas maiores aliadas desde a estreia da produção na Netflix.

Ainda assim, não foi este o único personagem de destaque de Deborah Ann Woll. Ela também integrou o elenco de True Blood como Jessica Hamby — uma vampira mais nova, que é treinada por Bill (Stephen Moyer). Ela foi uma das principais forças da série entre 2008 e 2014, o que ajudou a alavancar a sua carreira no meio.

Antes disso, ela participou de muitas produções procedurais como ER: Plantão Médico, CSI: Investigação Criminal, O Mentalista e Law & Order: Suspect Victim Unit, em casos específicos nos quais os seus protagonistas investigavam a cada episódio. 

Imagem de Deborah Ann Woll
Além de séries, Deborah também integrou alguns filmes em sua carreira (Imagem: Reprodução/Columbia Pictures)

Além de True Blood e obras do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), outro destaque na sua carreira foram os filmes da saga Escape Room (2019-2021) — tanto o primeiro quanto o segundo como uma das peças centrais da narrativa. Ademais, pode ser vista em Queen of the Ring (2024) e The Man in the White Van (2023).

Jogos e God of War

É importante notar que God of War Ragnarök foi a primeira vez que Deborah Ann Woll dublou uma personagem em games, assim como atuou com o apoio da captura de movimentos. Entretanto, isso não significa que ela está “longe” do meio geek.

A atriz também é conhecida por mestrar diversas campanhas famosas baseadas no sistema de Dungeons & Dragons, que são exibidas em diferentes plataformas. Algumas das mais famosas que estrelou foram Children of Éarte e Tales from Woodcreek.

Esta última, inclusive, contou com outras profissionais de renome como Jessica Henwick (Matrix Resurrections e Punho de Ferro) e Iman Vellani (Ms. Marvel e As Marvels). Ou seja, ela compreende bem o universo dos jogos no geral e poderá trazer nuances inéditas — tanto para a própria carreira quanto para a franquia.

Em God of War Laufey, ela será a protagonista da aventura e promete impactar todos com o retorno da saga ao hack ‘n’ slash. No trailer de 20 minutos, podemos ver seus diálogos, expressões faciais e toda a garra ao enfrentar inimigos, o que deixa claro que a obra está no mesmo nível de qualidade dos demais títulos da franquia.

Na trama, Faye é a esposa falecida de Kratos que chega a Everywhen — o pós-vida — e encara outros deuses e uma grande ameaça. Tudo indica que a missão do seu marido e de seu filho está ameaçada, algo que tentará reverter do mundo dos mortos. 

Como esta será a primeira vez que viverá o papel de heroína do início ao fim da narrativa, ainda é cedo para especular (para bem e para mal) como será a sua interpretação. No entanto, o trailer empolga e indica que fará jus ao trabalho de Christopher Judge, tanto no papel de guerreira como no peso emocional necessário. 

Expectativas por God of War Laufey

Dito tudo isso, ainda resta saber como será o trabalho completo da atriz com Faye, apesar de já parecer promissor. Mesmo que já existam críticas à substituição de Kratos, cabe destacar que a personagem é tão veloz e furiosa quanto o “herói” — o que pode render cenas incríveis, conduzidas pela Santa Monica Studio.

Por falar na desenvolvedora, ela já nutre sucessos por mais de duas décadas e soube administrar bem a franquia até os dias atuais (mesmo nos piores momentos). Eles não colocariam Deborah Ann Woll e a personagem como o centro sem uma estratégia ou motivo narrativo maior.

Mesmo sem tantos detalhes, já é possível apostar fichas de que a aventura poderá se aprofundar um pouco mais nos eventos de God of War e God of War: Ragnarök — assim como definir os próximos passos nos quais Kratos e Atreus vão encarar no futuro.

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God of War: Laufey | Tudo o que sabemos sobre a grande volta da franquia

3 June 2026 at 14:00

A Sony Interactive Entertainment e a Santa Monica Studio anunciaram na última terça-feira (2) o jogo God of War: Laufey, um hack ‘n’ slash protagonizado por Faye — a esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus. 

Na trama, a personagem chega ao pós-vida, chamado aqui de Everywhen, local onde terá de encarar diversas ameaças como alguns deuses mortos que controlam o “reino”. Seu objetivo é impedir que estes riscos atrapalhem a última missão que deu ao seu marido, responsável por iniciar o Ragnarök.

No trailer de 20 minutos, que mostra a história e gameplay, vemos Faye confrontar Begtse — deus mongol da guerra — e Sekhmet — curiosamente, deusa egípcia da guerra, vingança e medicina. No combate, ela conta com o apoio de Phranque, um cubo cósmico falante e Rue, uma fita senciente amarrada a uma espada. 

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De acordo com o estúdio que desenvolve God of War: Laufey, o título ainda está em desenvolvimento e não há previsão de lançamento. No entanto, acredita-se que ele chegará ainda no PlayStation 5, talvez no ano de 2027 (se levarmos em conta que gráficos, trechos jogáveis e a base foi mostrada no State of Play).

God of War: Laufey tem um elenco de peso

Durante a apresentação da Sony, foi confirmado que Faye volta a ser interpretada por Deborah Ann Woll (Demolidor Renascido, Escape Room). Além disso, Phranque será dublado por Jack Quaid (The Boys, Pânico 5) e Rue tem a voz de Perlina Lau (Creamerie).

Obviamente, devemos esperar ouvir Christopher Judge como Kratos e a interpretação de Sunny Suljic como Atreus durante a aventura. Ainda que os primeiros oponentes de God of War: Laufey falem no vídeo, não foi revelado quem dublará cada um deles. 

Retorno ao hack ‘n’ slash

Embora os títulos de PS2 e PlayStation 3 da franquia sejam completos hack ‘n’ slash, do PS4 em diante a Santa Monica Studio decidiu mudar o direcionamento. Os games mais recentes da saga mostram algo mais próximo de ação e aventura, por mais que alguns elementos do combate tenham sido mantidos.

Até mesmo God of War: Sons of Sparta explora um pouco mais o passado de Kratos de uma forma distinta, como um metroidvania. Porém, Laufey volta às raízes e mostra Faye veloz, violenta e criando diversos combos contra os seus oponentes.

Não foi revelada a razão pela qual a Sony Interactive Entertainment e o estúdio decidiram seguir por este caminho, porém se mostrou um grande acerto: o gameplay passa a impressão de que o passado continua a ser homenageado, ainda que novas histórias sejam contadas.

Um God of War com mulher?

Vale lembrar que a franquia sempre mostrou grandes guerreiras dentro do universo de Kratos. No próprio reboot de 2018, vemos as Valquírias e Freya, por exemplo, que mostram que a força bruta muitas vezes é superada por outros fatores. A dupla Hrist e Mist, em God of War Ragnarök, são os maiores desafios da aventura.

Além disso, Faye nunca foi mostrada como uma personagem fraca e que precisasse da ajuda do guerreiro espartano. Na própria história, descobrimos que o machado Leviathan pertenceu a ela originalmente e foi forjado para encarar até mesmo Mjolnir.

Inclusive, uma das passagens dos jogos atuais conta que ela enfrentou Thor e saiu viva. Tudo bem que ele estava bêbado, mas se considerar que ele matou Kratos no início de Ragnarök (para depois ressuscitá-lo e bater mais no protagonista), isso já é um grande feito.

É importante notar que, há alguns meses, um rumor já apontava para novo God of War focado em Faye, a esposa de Kratos. Ou seja, mais um acerto dos insiders sobre os movimentos da Sony e da Santa Monica Studio. 

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Guerra da PlayStation contra jogos shovelware conquista nova vitória

3 June 2026 at 12:30

A Sony Interactive Entertainment decretou seu próximo alvo contra os jogos shovelware na PlayStation Store: a Webnetic. De acordo com a própria produtora, logo seus jogos não estarão mais disponíveis no PS4 e no PS5.

Em comunicado nas redes sociais, a distribuidora revela que não venderá mais nestes consoles, mas que continuará presente no Xbox, Nintendo e Steam — por tempo indeterminado. Porém, continuou em tom de despedida:

“Conforme nossa jornada no PlayStation chega ao fim, gostaríamos de agradecer todos que jogaram os nossos títulos, apoiaram nossos lançamentos e se uniram a nós ao longo do caminho. Estes são nossos dias finais na plataforma, então se você ainda quer comprar nossos jogos, agora é a hora perfeita, antes que eles estejam indisponíveis”, afirma a Webnetic.

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O movimento faz parte da ação da Sony contra o excesso de títulos do gênero em sua loja digital. Em fevereiro de 2025, foram removidas as experiências da RandomSpin Games. Já em janeiro de 2026, quase 1.200 títulos da ThiGamesDE foram excluídos, enquanto no mês de abril vimos o “sumiço” de outras 3 produtoras. 

🎮 As our journey on PlayStation comes to an end, we want to thank everyone who played our games, supported our releases, and joined us along the way. ❤️

These are our final days on PlayStation, so if you've ever wanted to check out our games, now is the perfect time to do so… pic.twitter.com/rAlI0Et43U

— Webnetic (@Webnetic2) June 1, 2026

O problema dos jogos shovelware persiste

De forma resumida, estes games são facilmente reconhecidos por três características: desenvolvimento guiado por IA ou de forma muito veloz, gameplay simples e, em alguns casos, cópia de outra propriedade intelectual de sucesso — seja no design do personagem principal, um nome muito similar a outras franquias etc.

E onde está o problema nisso, você se pergunta? Eles servem para dois casos: enganar jogadores ao fazê-los pensar que é o mesmo jogo que todos falam e gostam, além de gerar troféus facilmente. Sabe aquele amigo que está cheio de platina no perfil? Pode ser que haja um ou alguns títulos shovelware na biblioteca dele.

Mesmo que nada disso te impacte de algum modo, já tentou encontrar algum game na PlayStation Store, Loja Xbox ou Nintendo eShop sem se deparar com milhares deles? Vários estúdios defendem a ideia de que eles atrapalham a descoberta de novas experiências que valem a pena, o que torna tudo mais complexo.

No caso da Webnetic, ela vendia na PlayStation Store alguns títulos como The Golden Age, The Copper Age, The Pizza Quiz e Space Defend. A produtora se preparava para lançar Panic House: Awakening na loja da Sony, porém os jogadores agora terão de buscá-lo em outras plataformas. 

E não é apenas no PS4 e PS5 que estes jogos são odiados. Não há muito tempo, jogadores iniciaram movimento no Steam contra jogos feitos por IA e isso incluía, logicamente, os shovelware.

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Por que Luffy vs Katakuri é uma das lutas mais lembradas de One Piece?

2 June 2026 at 22:30

O anime e mangá de One Piece exibiram muitas lutas que se tornaram emblemáticas ao longo dos anos. Monkey D. Luffy encarou desafios como Crocodile, Rob Lucci e até o Kaido, mas um confronto dele se destaca dos demais: Charlotte Katakuri.

Inicialmente, o arco de Whole Cake Island pode parecer apenas para se aprofundar no passado de Sanji, assim como mostrar a intriga familiar da Big Mom e um dos pontos de virada na construção do capitão dos Chapéu de Palha como “Yonkou”. 

Ainda assim, esta batalha adicionou uma camada maior à receita. O oponente não só coloca Luffy em “modo de sobrevivência”, mas ilustra toda a sua evolução ao longo dos anos. Ali vemos um pirata que não deixou de ser impulsivo e brincalhão, mas que também continua a aprender e desenvolver estratégias.

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Em meio a uma verdadeira guerra, nota-se um salto expressivo na percepção que temos do protagonista de One Piece. Era mais do que uma simples vitória, mas uma demonstração ao público de que ele tem capacidade real de encarar e vencer os inimigos do Novo Mundo. Entenda as razões pelas quais a luta é uma das mais lembradas de toda a (longa) obra:

Um curto resumo de Whole Cake Island

O arco pode ser definido com uma narrativa de tensão, fuga e sacrifício. Na história, o bando dos Chapéu de Palha chega em Whole Cake Island para resgatar Sanji — que foi levado para um casamento arranjado com uma das filhas de Big Mom.

Ele é parte da família Vinsmoke (Germa 66), um grupo de assassinos treinados para eliminar qualquer alvo e que comandam o submundo. E toda a equipe de Luffy está ameaçada, pelas forças de seus parentes e também dos piratas da vilã.

Enquanto vemos sagas como chegar a uma ilha, lutar e vencer, aqui temos debates sérios sobre escolhas, dogmas e o que estamos dispostos a fazer para proteger quem amamos. Além disso, claro, há uma grande conspiração por trás de tudo.

A chegada de Katakuri

Charlotte Katakuri é um dos filhos da Big Mom, que entra em um embate direto contra Luffy durante a tentativa de assassinato para eliminar a Yonkou. É neste aspecto que a profundidade narrativa começa a atuar de forma magistral.

Katakuri não é um vilão qualquer. Ele não sonha em dominar o mundo, provocar o caos ou algo do gênero. O personagem sequer tem grandes ambições como um pirata. Seu principal intuito é defender a própria família e toda sua tripulação.

Imagem de Katakuri
Katakuri não é um vilão qualquer no mundo de One Piece (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Apesar de implacável, também é calmo, sério e diligente — o que cria um contraste muito grande de Katakuri em comparação ao próprio Luffy. De forma resumida, estas características dele permitem que ele use o Haki para “ver” o futuro e sua fruta do diabo até rivaliza a do aspirante a Rei dos Piratas. 

Ele é o adversário ideal para o líder dos Chapéu de Palha, já que sua superioridade em combate anda em conjunto com seu respeito pelos seus adversários. O protagonista de One Piece não é humilhado em momento algum, o que distancia bastante os dois. 

Luffy vs Katakuri

Com este tipo de oponente diante de Luffy, vemos o quanto ele evoluiu no decorrer da história. A luta expõe o seu espírito, que o impede de desistir, mesmo na frente de muralhas impossíveis de serem superadas, somado a um nível estratégico de dar inveja.

Aqui não existia Gear 5 ou um poder que seria tirado da manga para vencer Katakuri. É possível observar os dois personagens, no ápice do seu próprio poder, durante um confronto que ia além de força e habilidades, com pontos como valores, honra e sonhos em xeque.

Há muito respeito de ambos os lados. Espelhamento também, já que a motivação dos dois é a mesma: proteger aqueles que amam. Por fim, notamos uma verdadeira disputa de força de vontade, que elevou os padrões de toda a obra.

Todo o desenvolvimento foi de uma qualidade ímpar, seja pela animação que realmente destacou o limite dos personagens, seja pela trilha sonora intensa e por diversos outros elementos. Na prática, você tem uma narrativa de excelência ao lado de uma produção que compreendeu o impacto e subiu seu patamar.

Imagem de Luffy em One Piece
Nem mesmo Luffy em seu limite foi capaz de vencer Katakuri com facilidade (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Ainda que seja uma luta imperdível e os episódios brilhem mais do que os outros, é muito importante que acompanhe todo o arco de Whole Cake Island. A tensão crescente, a construção de Katakuri antes da luta e o peso da missão para salvar Sanji são aspectos muito importantes que não podem ser ignorados. 

Além disso, não apenas o duelo de Luffy contra o vilão, mas toda a trama guia os espectadores para entender o aumento de nível nos desafios de One Piece. A partir deste ponto que os Chapéu de Palha são levados ao seu limite e precisam se superar para serem capazes de lutar de igual para igual e conquistar seus sonhos.

Na Netflix, o arco de Whole Cake Island é dividido em 7 partes e o confronto das duas “forças da natureza” ocorre justamente nas duas finais. Já na Crunchyroll, a saga tem início no episódio 783, mas o embate só começa no episódio 851 — com pausas aqui e ali para contextualizar você dos demais personagens.

Caso leia o mangá de Eiichiro Oda, apesar de perder elementos como a composição musical, animação dos melhores momentos e coisas do tipo, é possível começar a ver toda a história a partir do capítulo 825, mas a luta só tem início no Capítulo 878.

Uma das maiores batalhas de One Piece

Caso acompanhe One Piece pela Netflix e esteja prestes a ver todo o confronto, é em Luffy vs Katakuri que vemos o pirata mostrar que é capaz de encarar até mesmo os grandes Yonkou e ter uma chance real de se tornar o rei dos piratas (não que alguém aqui duvidasse, certo?).

O embate condensa o que Whole Cake Island tem de melhor, ainda que ele sirva de ponte para o “grande desfecho” de toda essa guerra contra os grandes vilões do Novo Mundo: Wano. Ainda assim, ele tem um dos grandes clímax de toda a obra.

Você prefere o combate entre os dois ou tem outro favorito? Conte para nós qual mexeu mais com o seu coração e teve uma representação maior para os Chapéu de Palha. 

Leia a matéria no Canaltech.

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