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Câmera de segurança do Google agora reconhece gatos e cães pelo nome

3 June 2026 at 19:44

O Google Home recebeu uma atualização importante voltada para quem tem animais de estimação em casa. O novo recurso, batizado de Memória de Pet, permite que câmeras compatíveis identifiquem animais de estimação pelo próprio nome. A novidade faz parte das ferramentas do Gemini para a casa conectada.

Para ativar a função, o usuário precisa cadastrar o nome e a espécie do animal na seção Ask Home. A partir desse ajuste, o sistema envia notificações específicas quando o mascote aparece em algum cômodo ou no histórico de gravação. O monitoramento inteligente reduz a necessidade de abrir o aplicativo para verificar qual animal acionou um alerta de movimento.

A tecnologia busca reduzir erros de identificação. As notificações podem indicar qual animal foi identificado, em qual cômodo ele apareceu e o tipo de atividade detectada. No entanto, a ferramenta exige a assinatura do plano Advanced do Google Home Premium, o nível pago do ecossistema.

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Câmeras do Google recebem nova função para quem tem pet em casa (Imagem: Divulgação/Google)

O avanço traz um debate sobre privacidade na automação residencial. Enquanto rivais como a Ring já se envolveram em polêmicas por buscar cães perdidos com redes de câmeras da vizinhança, o Google optou por uma abordagem mais restrita. O recurso funciona apenas em câmeras compatíveis do próprio usuário e depende do cadastro prévio do animal para fornecer informações personalizadas.

A empresa ainda não divulgou o cronograma de lançamento em cada país ou a lista completa de aparelhos compatíveis. Os interessados devem verificar a elegibilidade dos seus dispositivos e avaliar o custo do plano pago antes de habilitar a função.

Câmeras que usam IA para melhorar suas funções não são novidades e, recentemente, a Xiaomi anunciou uma câmera com inteligência artificial que reconhece comportamentos.

Leia a matéria no Canaltech.

Controles para celular evoluem, mas compatibilidade ainda é desafio

3 June 2026 at 18:55

O mercado de controles para Android e iOS mudou bastante nos últimos anos. O que antes era visto como um acessório adaptativo para poucos usuários agora se consolidou como uma categoria própria de hardware, com soluções voltadas para diferentes perfis de jogadores.

O apresentador Adriano Ponte destacou essa evolução durante o CNN Tech. Segundo ele, a transformação passa tanto pela ergonomia dos dispositivos quanto pelas tecnologias de conexão e pela forma como os jogos lidam com controles externos.

Enquanto as soluções mais antigas apenas simulavam toques na tela, os produtos atuais se dividem principalmente em duas categorias. 

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De um lado estão os gamepads tradicionais, que priorizam a versatilidade e funcionam em diferentes plataformas. Do outro, os grips telescópicos, que envolvem o smartphone e oferecem uma experiência mais próxima da encontrada em consoles portáteis.

GameSir G8 Galileo
Caixa do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
G8 Galileo é o novo joystick mobile da GameSir (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Esquema de cores do GameSir G8 Galileo é um ponto controverso (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe da alavanca, botões de ação e conector USB-C flexível do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe dos controladores analógico e digital do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Faceplates do GameSir G8 Galileo são facilmente removíveis, não precisando de ferramentas para trocar analógicos e fazer manutenção (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Parte traseira do GameSir G8 Galileo; empunhaduras texturizadas e botões adicionais que podem ser mapeados sem uso de software (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhes dos botões de ação em membrana, analógico direito e botões de start e Home com marca da galinha (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe do conector USB-C flexível do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo conta com portas USB-C para carregamento e de áudio, ambas com passthrough (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe do encaixe do telefone no GameSir G8 Galileo; vão não deixa câmera "ralar" na parte inferior (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe dos botões de ombro e gatilho do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo em ação (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)

O fim do atraso nos comandos

A escolha do modelo ideal depende de alguns fatores importantes. Os controles com Bluetooth convencional atendem bem quem joga casualmente, mas a latência pode se tornar um problema em partidas competitivas, nas quais qualquer atraso entre o comando e a resposta do jogo faz diferença.

Para contornar essa limitação, fabricantes apostam em conexões USB-C diretas, que reduzem a latência e garantem respostas mais rápidas. Alguns modelos avançados também utilizam adaptadores proprietários de 2,4 GHz, tecnologia que busca reproduzir no ambiente móvel a mesma estabilidade encontrada em PCs.

Durante o programa, Adriano apresentou um controle tradicional que oferece diferentes opções de conectividade. O modelo conta com um botão traseiro para alternar entre Bluetooth, conexão direta e adaptador sem fio, além de suportes que permitem acoplar o smartphone acima dos analógicos.

Controles mobile oferecem versatilidade multi plataforma (Imagem: Divulgação/GameSir)

O desafio da compatibilidade

Apesar da evolução do hardware, a compatibilidade continua sendo um dos principais desafios da categoria. Durante uma demonstração de Brawl Stars, por exemplo, o controle apresentou falhas de resposta mesmo estando pareado e com o mapeamento ativado.

O episódio serviu para ilustrar uma limitação comum do mercado. Nem todos os jogos para celular oferecem suporte nativo a controles externos, o que obriga muitos usuários a recorrerem a aplicativos de terceiros para mapear os botões físicos sobre os comandos virtuais exibidos na tela.

Essa camada extra de software pode causar falhas, travamentos e inconsistências durante a jogatina. Como exemplo de implementação mais refinada, Adriano citou Zenless Zone Zero, que já conta com suporte nativo para diferentes layouts de controle e oferece uma experiência mais fluida.

Qual modelo comprar?

Os modelos mais completos de marcas consolidadas costumam custar cerca de R$ 400, especialmente no segmento dos grips telescópicos com componentes magnéticos e acabamento mais sofisticado.

Quem deseja gastar menos encontra alternativas importadas na faixa de R$ 100 a R$ 150. Embora normalmente apresentem construção mais simples e menor durabilidade, esses modelos podem ser uma boa porta de entrada para quem ainda não sabe qual tipo de conexão ou formato prefere utilizar.

A recomendação do especialista é começar por um equipamento mais acessível e avaliar a compatibilidade com os jogos mais utilizados. Caso a experiência seja positiva, o investimento em um modelo mais avançado passa a fazer mais sentido e reduz as chances de arrependimento na compra.

Leia a matéria no Canaltech.

Electrolux usa engenharia do Brasil para criar produtos globais

3 June 2026 at 13:49

A operação brasileira da Electrolux mudou de patamar. Ela deixou de ser apenas uma linha de montagem e virou uma engrenagem estratégica global. Hoje, engenheiros e designers no Brasil criam produtos para a Europa, Ásia e Estados Unidos.

Esse movimento ganha força no ano em que a marca celebra seu centenário no Brasil. A data reforça a presença histórica da empresa no país. Além disso, consolida a operação nacional como um dos principais polos de inteligência da fabricante sueca.

Os números provam essa transformação. Há algumas décadas, a América Latina representava apenas 4% da operação global da Electrolux. Atualmente, a região responde por 22% do grupo, tornando-se uma das áreas mais vitais da empresa.

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O Brasil, isoladamente, já é a terceira maior operação da companhia em volume. O país fica atrás apenas da Europa e dos Estados Unidos. Quando o assunto é rentabilidade, o mercado brasileiro salta para a segunda posição global.

"Temos hubs globais instalados aqui que prestam serviços para o mundo", afirma Valéria Balasteguim. A vice-presidente de RH & Comms LATAM da Electrolux destaca o papel dos engenheiros brasileiros focados em mercados externos.

Curitiba virou peça-chave na operação global

Boa parte dessa evolução passa diretamente por Curitiba. A cidade abriga uma das maiores e mais complexas fábricas de refrigeração da Electrolux no mundo. A unidade tem origem na antiga Prosdócimo.

Hoje, a planta curitibana produz uma enorme variedade de refrigeradores. Ela opera com diferentes níveis de automação industrial. Essa complexidade produtiva transformou a fábrica em um verdadeiro celeiro de novas lideranças.

Fábrica da Electrolux em Curitiba tem foco em eletrodomésticos para refrigeração (Imagem: Divulgação/Electrolux)

O Brasil também concentra uma parcela importante da engenharia global da marca. O centro de design da Electrolux no país completa 40 anos em 2026. A estrutura acumula forte reconhecimento internacional dentro do grupo.

A operação brasileira sedia importantes hubs globais de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D). Essas equipes de tecnologia trabalham em projetos voltados para os exigentes mercados europeu e norte-americano.

Um marco importante dessa expansão ocorreu recentemente. A empresa nomeou a primeira gerente global de "food preservation" baseada no Brasil. Ela lidera a área responsável por inovações na conservação de alimentos.

Refrigeradores brasileiros chamaram atenção da Europa

O avanço da engenharia nacional reflete diretamente nos produtos. O projeto Bela é um ótimo exemplo dessa nova fase. Trata-se de um refrigerador criado no Brasil, equipado com um grande display interativo na porta.

O modelo chamou a atenção da alta liderança global da Electrolux. Devido ao seu design inovador, o produto deve desembarcar em breve no mercado europeu.

Outro caso de sucesso é a parceria entre Brasil e Tailândia. As equipes trabalharam juntas para criar refrigeradores de duas portas com gavetas inferiores. O produto foi totalmente concebido no mercado brasileiro.

Hoje, esse modelo é fabricado em uma plataforma asiática compartilhada. Ele abastece com eficiência tanto o mercado brasileiro quanto os exigentes consumidores da Ásia.

Geladeiras fabricadas no Brasil chamam atenção no exterior pelo design (Imagem: Divulgação/Electrolux)

A integração não se limita aos grandes eletrodomésticos. Acessórios, panelas e potes de armazenamento desenvolvidos no Brasil também ganham o mundo. Eles chegam até mesmo ao cobiçado mercado da América do Norte.

A exportação de produtos completos para os EUA esbarra em um obstáculo de design. Os eletrodomésticos americanos costumam ter dimensões muito maiores. Por isso, a troca global foca bastante em acessórios e soluções inteligentes.

Brasil virou "exportador de cérebros"

Além da engenharia de ponta, o Brasil cresceu na estrutura executiva da marca. A região latino-americana ganhou o apelido interno de "Talent Machine". Ela funciona como uma verdadeira máquina de revelar talentos.

Nos últimos anos, executivos locais foram promovidos a cargos globais. Ricardo Cons, ex-CEO da Electrolux na América Latina, assumiu o comando nos Estados Unidos até o final de 2025. 

Outro exemplo de sucesso local é Leandro Jasiocha que, recentemente, foi promovido ao cargo de CEO da Electrolux na Europa, Oriente Médio e África. 

Presente em vários países do mundo, a Electrolux se destaca, também, como uma das 24 marcas mais confiáveis de eletrodomésticos em 2026.

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Banco Inter libera pagamento por anéis e pulseiras no Brasil; veja quanto custa

2 June 2026 at 22:35

O Inter acaba de anunciar sua nova linha de dispositivos vestíveis no Brasil. A coleção traz opções como o Inter Ring e a Inter Wristband. Os acessórios funcionam com tecnologia NFC passiva e não exigem bateria ou recarga.

A ideia central é permitir transações financeiras e acessos práticos sem o uso do celular. O cliente vincula o anel ou a pulseira ao seu cartão de crédito pelo aplicativo oficial. Após essa etapa inicial, o dispositivo opera de forma independente para pagamentos por aproximação.

O anel inteligente tem versões em cerâmica nas cores rosa, preto e cinza. Essa variante custa R$ 465. Já o modelo de metal tem acabamento dourado ou prata e sai por R$ 485. A pulseira ajustável custa R$ 349 e possui opções em preto, laranja e branco.

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A segurança das transações ocorre por meio de tokenização e criptografia. Em caso de perda, o cliente bloqueia o item de forma rápida pelo aplicativo. Isso não afeta o funcionamento do cartão físico ou virtual principal.

Pulseiras e aneis do Inter permitem pagamento simplificado por aproximação (Imagem: Divulgação/Inter)

Os dispositivos também poderão atuar como um terceiro fator de autenticação em transações Pix fora do padrão habitual do cliente, como operações de maior valor ou realizadas em locais incomuns. No futuro, essa camada adicional de segurança também poderá ser utilizada no resgate de investimentos.

Outra utilidade dos acessórios envolve o acesso a ambientes compatíveis com sistemas de tecnologia MIFARE. O banco já prepara a liberação de entrada em suas salas VIP exclusivas por meio dos itens. Integrações com hotéis, aluguel de veículos, jogos e shows também fazem parte dos planos da instituição.

As vendas acontecem pelo Inter Shop no aplicativo. Nas próximas semanas, o banco inicia a comercialização física em unidades do Inter Café. Os clientes contam com medidores digitais e físicos para escolher o tamanho ideal do anel antes da compra definitiva.

Os acessórios funcionam no momento com cartões de crédito emitidos no Brasil e da conta global. Todas as compras aparecem na mesma fatura para facilitar o controle financeiro. Como parte do lançamento, o Inter também oferece uma campanha promocional no programa Inter Loop, com pontuação bônus por três meses para clientes que utilizarem os wearables.

A empresa ainda planeja lançar uma linha de relógios inteligentes nos próximos meses.

Os bancos brasileiros, sejam fintechs ou tradicionais, têm investido bastante em modernização dos seus serviços. Recentemente, o Itaú anunciou um update para suas máquinas laranjinha+ que permite o controle por comandos de voz, para facilitar o uso durante as transações. 

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Vazou tudo: versão global dos "intermediários top" da Oppo tem imagens reveladas

2 June 2026 at 21:59

A Oppo prepara o lançamento global da linha Reno 16 para o próximo mês de julho. Antes da apresentação oficial, renderizações vazadas revelam o design final e as especificações técnicas completas dos três aparelhos da nova geração.

Oppo Reno 16 Pro

O modelo mais avançado traz uma proposta compacta com tela AMOLED de 6,32 polegadas. O painel entrega resolução 1,5K, taxa de atualização de 144 Hz e proteção Gorilla Glass 7i. Esse tamanho menor difere da versão chinesa, que ostenta um display maior.

O desempenho fica sob responsabilidade do processador MediaTek Dimensity 8550. O conjunto traz memórias RAM no padrão LPDDR5X e armazenamento em UFS 3.1. A bateria chama a atenção pela capacidade de 6.700 mAh com suporte a recarga rápida de 80W.

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OPPO Reno 16 Pro deve chegar com tela bem suave (Imagem: Reprodução/91Mobiles)

No setor de fotografia, o smartphone adota um sensor principal de 200 MP com estabilização óptica. O conjunto traseiro ainda traz uma lente telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3,5 vezes e uma ultrawide também de 50 MP. A câmera frontal repete a resolução de 50 MP.

Entre os recursos adicionais, o aparelho conta com estrutura de alumínio, certificação IP69 para resistência à água e poeira, NFC e alto-falantes estéreo.

Oppo Reno 16

A versão padrão mantém a mesma tela de 6,32 polegadas do modelo Pro, mas a taxa de atualização cai para 120 Hz. Por dentro, a fabricante escolheu o chipset Snapdragon 7 Gen 4. A bateria é um pouco menor e traz 6.000 mAh de capacidade com carga de 80W.

A mudança principal em relação ao irmão mais caro fica para o sensor de imagem principal, que passa a ter 50 MP. Os outros componentes de captura continuam iguais, com lentes telefoto e ultrawide de 50 MP, além da câmera frontal de 50 MP.

Assim como o Reno 16 Pro, o modelo oferece estrutura de alumínio, certificação IP69, NFC e alto-falantes estéreo.

OPPO Reno 16 deverá ser um intermediário com boas especificações (Imagem: Reprodução/91Mobiles)

Oppo Reno 16 FS

Como opção mais acessível da família, o Reno 16 FS exibe uma tela maior de 6,57 polegadas com resolução FHD+ e 120 Hz. O chassi troca o alumínio pelo plástico para reduzir custos. O processador escolhido para este modelo é o MediaTek Dimensity 7300.

Nas câmeras, o aparelho traz sensor principal de 50 MP, telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3,5 vezes e uma lente ultrawide mais simples, com apenas 8 MP. A bateria de 6.500 mAh conta com carregamento de 45W.

OPPO Reno 16 FS deverá ter foco em custo-benefício (Imagem: Reprodução/91Mobiles)

Mesmo com foco em custo-benefício, o modelo mantém certificação IP69, NFC e alto-falantes estéreo.

Todos os três celulares devem sair de fábrica com o Android 16 sob a interface ColorOS 16.1.

A Oppo também planeja oferecer cinco atualizações do sistema Android e mais seis anos de pacotes de segurança para os novos dispositivos.

A apresentação da linha na Índia é esperada para julho, embora a fabricante ainda não tenha confirmado oficialmente a data. Os preços dos aparelhos devem definir o nível de competitividade da nova geração frente aos rivais do segmento.

Os modelos da linha Oppo Reno 16 ainda não têm previsão de lançamento por aqui, mas recentemente dois novos celulares OPPO chegaram ao Brasil com muita bateria e preço baixo.

Leia a matéria no Canaltech.

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