Durante a WWDC26, em junho, a Apple informou que alguns recursos de inteligência artificial baseados em servidor teriam limites diários — e, às vésperas do lançamento do iOS 27 e demais sistemas, a empresa tratou de confirmar isso.
A partir dos lançamentos de software de 2027, os usuários poderão experimentar a próxima geração da Apple Intelligence, com acesso aprimorado a recursos que dependem de modelos baseados em servidor.
Alguns recursos da Apple Intelligence dependem de modelos potentes baseados em servidor e têm limites de uso para garantir uma experiência confiável e de alta qualidade para todos.
Conforme detalhado pela empresa, esses recursos incluem:
Siri AI;
Ferramentas Inteligentes de edição de fotos, incluindo Limpar, Estender e Reenquadramento Espacial;
Image Playground;
Modelos AFM 3 Cloud e AFM 3 Cloud Pro em Atalhos;
Apps de desenvolvedores que usam os Modelos de Base da Apple no Private Cloud Compute.
Os limites não serão necessariamente iguais para todos os recursos; fatores como a complexidade da solicitação e a demanda do sistema influenciarão a definição de cada um. Caso o limite seja atingido, o recurso ficará indisponível por um período, sendo o acesso restabelecido posteriormente.
De acordo com os termos de uso específicos da Apple Intelligence, usos considerados excessivos, abusivos, automatizados, fraudulentos, ilegais ou desarrazoados também podem sofrer restrições, limitação de velocidade ou suspensão.
A Apple não explicou como a cobrança será feita nem como o acesso expandido variará entre os planos do iCloud+. Em relação aos resumos de vídeo do app Casa (Home), o artigo de suporte indica que o plano de 2TB cobrirá até uma câmera, enquanto o plano de 6TB abrangerá até duas câmeras e o plano de 12TB, até cinco câmeras.
A Uber disponibilizou hoje uma nova modalidade chamada Uber Entre Cidades, a qual permite viagens diretas entre cidades turísticas próximas tanto em trajetos de ida quanto de volta.
No momento, a novidade está disponível somente para trajetos entre o Rio de Janeiro (RJ) e as seguintes cidades: Angra dos Reis (RJ), Cabo Frio (RJ) e Petrópolis (RJ).
A plataforma explica que uma das principais características da modalidade é a transparência no preço, de modo que o valor exibido no aplicativo já engloba todas as taxas e os pedágios necessários para o percurso. Ademais, apenas motoristas bem avaliados poderão realizar essas viagens.
Assim como em viagens comuns, os usuários podem utilizar a opção “Reserve” para agendar seus deslocamentos com até 90 dias de antecedência, recebendo as informações sobre o motorista parceiro até uma hora antes do horário da partida. Além disso, a Uber disponibiliza suporte e rastreamento ativos durante toda a viagem.
Além de combinarem com os novos aparelhos, eles também podem ser usados por quem não quer fazer um upgrade para um dispositivo mais novo — como é o caso das pulseiras do Apple Watch e das cases dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max, que são retrocompatíveis com os iPhones 17 Pro/17 Pro Max.
Temos novidades não só para o iPhone Duo, como também para as capas transparentes e de silicone.
A capa transparente possui um novo design no anel do MagSafe, que agora está mais discreto e mostra mais a cor do aparelho. Além disso, ao contrário das capas do 17 Pro/17 Pro Max, agora ela é plenamente compatível com a alça transversal.
Divulgação/Apple
Indo para as capas de silicone, temos as novas tonalidades: bordô, oliva, azul-puro, azul-marinho, magenta e preto. Já para os acessórios em tecido TechWoven, as cores são: bordô, oliva, cinza-castanho, azul-chambray, vermelho-amora e preto.
Para o iPhone Duo, a Apple criou duas capas exclusivas: a de policarbonato fosco está disponível em areia e azul-marinho; a Folio com suporte é feita em TechWoven.
As capas transparentes/de silicone custam US$50 ou R$530 no Brasil (contra R$570 da geração anterior). As capas TechWoven saem a US$60 ou R$560 por aqui (antes, eram cobrados R$720).
A capa de policarbonato para iPhone Duo sai a US$80 (R$830), enquanto que a Folio sai a US$130 (ou inacreditáveis R$1.300).
Carteira de tecido FineWoven
O FineWoven pode até ter ficado por pouco tempo nas capas de iPhones, mas a Apple segue lançando novas cores para outro acessório do telefone: as carteiras MagSafe — neste ano temos as cores oliva-escuro, bordô, azul-floral, magenta, marinho e preto.
Divulgação/Apple
Elas custam US$60 nos EUA e R$560 no Brasil (antes, elas também custavam R$720 aqui).
Chaveiro para AirTag
Para prender os AirTags, é possível adquirir um chaveiro desenhado pela Apple — também em FineWoven.
Divulgação/Apple
Neste ano, ele pode ser comprado nas cores: oliva-escuro, bordô, azul-floral, marinho e preto, saindo por US$35 nos EUA e R$426 por aqui.
Alça transversal
Lançada no ano passado, a alça transversal é a companhia ideal dos iPhones para quem costuma viajar ou quer estar sempre com o telefone próximo.
Divulgação/Apple
Para combinar com os novos smartphones, a Apple as oferece nas novas cores: bordô, oliva, azul-puro, azul-marinho, cinza-castanho, magenta, preto e areia. A cor cinza-claro, da coleção anterior, segue em linha.
Ela custa US$60 nos Estados Unidos e também ficou mais barata menos cara no Brasil: R$560.
Alça de pulso
Novidade deste ano, a alça de pulso permite prendê-la a algumas capas para iPhone da Apple e também aos AirPods Pro 2/3.
Divulgação/Apple
Ela custa US$30 (R$300 por aqui) e pode ser adquirida nas cores bordô, oliva, azul-puro, cinza-castanho, magenta e preto.
Pulseiras do Apple Watch
No caso de pulseiras dos smartwatches da Maçã, temos uma avalanche de novas cores e tonalidades!
Esportiva (US$50 ou R$550): bordô, oliva, azul-marinho, azul-floral, magenta, preta, areia e suculenta-pálido;
Esportiva Nike (US$50 ou R$550): after dark black, pavement grey, chalk calm, essential white e green spark;
Loop esportiva (US$50 ou R$550): tartã bordô, bordô, oliva, magenta, tartã umbra-claro, azul-chambray e calcário;
Loop esportiva Nike (US$50 ou R$550): after dark black, pavement grey, chalk calm, essential white e green spark;
Loop solo (US$50 ou R$550): bordô, oliva, azul-marinho, azul-floral e preta;
Loop solo trançada (US$100 ou R$1.150): bordô, oliva, azul-marinho, azul-floral, magenta e preta;
Loop Alpina (US$100 ou R$1.150): oliva-escuro, bordô e deserto;
Loop Trail (US$100 ou R$1.150): umbra-escuro, bordô e areia;
Oceano (US$100 ou R$1.150): cinza-translúcido, preto-translúcido e alga-translúcida;
Estilo milanês (US$100 ou R$1.150): bronze-escuro, cor de ouro brilhante e natural;
Elos magnéticos (US$100 ou R$1.150): meia-noite, bordô, azul-floral e camelo;
Fecho moderno (US$200 ou R$2.450): azul-marinho e sálvia (com fecho natural) e vermelho-amora e camelo (com fecho cor de ouro brilhante);
Elos (US$350 ou R$4.100): cor de ouro brilhante e natural.
As pulseiras da Hermès (não vendidas no Brasil) também ganharam novidades.
Divulgação/Apple
En Mer (US$550): argile, bordeaux, bleu nuit, orange;
Scub’H Diving (US$550): bleu de malte, vert vertigo e gris titane;
Rocabar Club (US$500): bleu nuit/gris titane, bleu nuit/orange, bleu nuit/bleu brighton e bleu nuit/vert;
Noir Satin Clou de Selle (US$500);
Kilim Single Tour: bleu de malte, cuivre e béton;
Gris Titane Grand H Titane (US$2.200).
Cabo magnético para Apple Watch
Para aproveitar a recarga rápida aprimorada nos Apple Watches Series 12 e Ultra 4, a Apple lançou uma nova versão do carregador do relógio. Ainda indisponível no Brasil, ele custará R$300 (nos EUA, ele sai a US$30) e tem 1m de comprimento.
Carregador dinâmico no Brasil
A versão europeia do carregador dinâmico de 40W com potência máxima de 60W foi lançada na semana retrasada. Estranhamos o fato de ele não ter sido disponibilizado no Brasil — já que usamos o mesmo padrão de pinos.
Chamado Imagem de Referência da Apple (Apple Reference Image), o recurso utiliza um novo sensor na câmera principal que assina os dados do sensor em nível de pixel, no momento da captura. Quando uma foto é tirada em um novo modo chamado Referência (Reference), esses dados são enviados para o Private Cloud Compute, que os processa para criar o que a Apple chama de “imagem de referência inalterável” (algo como um “negativo digital”).
Agora, você pode provar a autenticidade de uma foto tirada no iPhone. A assinatura segura dos dados da imagem no nível do pixel acontece no momento da foto, registrando tudo que o sensor da câmera viu.
As imagens de referência aparecem no aplicativo Fotos (Photos) ao lado da foto correspondente, permitindo que os usuários comparem visualmente as duas para verificar se houve alguma edição. A Apple também está disponibilizando APIs 1Application programming interfaces, ou interfaces de programação de aplicações. no iOS 27, iPadOS 27 e macOS Golden Gate 27 para que aplicativos de terceiros possam exibir essas imagens de referência.
Divulgação/Apple
A Apple apresentou o recurso como parte de uma iniciativa mais ampla voltada para a autenticidade de imagens, complementando os metadados de imagem já existentes e o futuro suporte ao padrão SynthID, que ajudará a identificar imagens geradas ou editadas com IA.
Entretanto, o novo recurso não estará disponível — a princípio — na China, devido a exigências regulatórias. Na União Europeia, a captura de imagens com o Apple Reference Image também não estará disponível já no lançamento dos novos iPhones; no entanto, usuários que estão rodando o iOS 27, iPadOS 27 e macOS 27 ainda poderão processar e visualizar imagens de referência.
Notas de rodapé
1
Application programming interfaces, ou interfaces de programação de aplicações.